Apesar de leve retração, agronegócio respondeu por 22,5% da economia baiana em 2024

[ad_1] O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio baiano, totalizou R$ 108,8 bilhões em 2024 e fechou o ano com uma pequena retração no valor real (valor nominal, descontada a variação de preços) de 0,4%, com participação de 22,5% na economia baiana. Os dados foram divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), que no último trimestre de 2024, verificou uma retração de 0,7%. De acordo com a SEI, a redução no volume do PIB do agronegócio baiano em 2024 é explicada, basicamente, por uma queda na safra de grãos no estado, que encolheu 7,3%, devido a problemas climáticos, causados pelo fenômeno ‘el niño’. O milho e a soja, culturas que têm peso significativo no agro estadual, enfrentaram redução de colheita de 24,7% e 3,1%, respectivamente. Por outro lado, segundo a SEI, os preços dos produtos agropecuários experimentaram uma elevação muito forte no ano passado, pressionando para cima o valor nominal do agronegócio estadual, fato que elevou a participação do agronegócio no PIB. Quando comparada a participação do agronegócio na economia baiana em 2024 contra 2023, observa-se que houve elevação de 21,1% para 22,5%, revertendo uma trajetória de queda que vinha desde 2021. Essa elevação de participação foi decorrente do substancial aumento nos preços dos principais produtos agropecuários do estado, a exemplo da laranja, café, cacau e boi gordo. Ou seja, apesar da variação negativa no volume real do segmento, o PIB do agronegócio a preço corrente obteve incremento, elevando a participação no PIB estadual. Análises dos agregados Segundo a SEI, a estimativa do PIB do agronegócio baiano é feita a partir da análise e cálculo de quatro grandes agregados: Agregado I – Insumos para a Agricultura e Pecuária; Agregado II – Agropecuária; Agregado III – Indústrias de base agrícola (consomem produtos do agregado II); Agregado IV – Transporte, comércio e serviços referentes à distribuição final dos produtos dos agregados II e III. No acumulado do ano, os insumos para agropecuária (Agregado I) participaram com 1,5% para formação do PIB estadual, a menor contribuição. O agregado II, que corresponde exatamente à produção agropecuária, respondeu por 8,5% da atividade econômica da Bahia. A agroindústria (Agregado III) foi responsável por 2,5% da economia baiana, enquanto que os serviços correlacionados com o agronegócio (Agregado IV) tiveram participação de 9,9%. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link
Soja enfrenta volatilidade com clima adverso; confira os dados de mercado

[ad_1] O mercado de soja no Brasil teve a última semana marcada por alta volatilidade, influenciado por fatores climáticos, câmbio e exportações internacionais. Segundo a plataforma Grão Direto, o clima foi um dos principais pontos de atenção, com a produção no Sul do país, especialmente no Rio Grande do Sul, sendo afetada por chuvas irregulares que atrasaram a colheita. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 No Centro-Oeste, no entanto, as condições climáticas foram mais favoráveis, permitindo um ritmo de colheita mais ágil. Essa disparidade entre as regiões brasileiras impactou diretamente o andamento da produção e a movimentação do mercado. O câmbio também teve um papel importante, com o dólar atingindo a mínima do ano e reagindo a decisões econômicas nos Estados Unidos e no Brasil. No final da semana, o dólar estava cotado a R$5,72, apresentando uma leve queda de 0,35%. Essa oscilação cambial refletiu-se nos preços internos da soja, que registraram uma leve queda. O contrato de soja para maio de 2025, por exemplo, fechou a U$10,10 por bushel, representando uma perda de 0,69%, e o contrato para março de 2026 caiu 1,25%, alcançando U$10,23 por bushel. Do lado das exportações, os Estados Unidos enfrentaram uma queda de 53% em relação à semana anterior, com a China continuando a ser o maior destino da soja americana. Essa diminuição nas exportações norte-americanas tem favorecido a soja brasileira, que, com uma safra recorde, tem ganhado competitividade no mercado global. A disputa comercial envolvendo os EUA e outros países também tem sido um fator relevante, e o Brasil tem se beneficiado disso, com a China como principal importadora, seguida pela Tailândia e Espanha. Exportações de soja Em relação às exportações brasileiras, o ritmo segue aquecido, embora ainda esteja 26% abaixo do acumulado de janeiro e fevereiro de 2024. No entanto, as exportações diárias aumentaram 35,7% em comparação com o ano passado, o que indica que o país pode alcançar cerca de 17 milhões de toneladas exportadas até o final de março. O mercado também está atento à safra dos Estados Unidos, com o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) já apresentando as primeiras projeções para 2025/26. A expectativa é de que a área destinada ao milho seja maior do que a de soja, o que contrariou algumas previsões do mercado. A divulgação das perspectivas de plantio no final deste mês pode influenciar as cotações da soja em Chicago, um dos maiores centros de negociação da commodity. O mercado continuará de olho no desenvolvimento da safra americana, que pode gerar novos impactos no cenário global. Câmbio Além disso, o câmbio continua pressionado, refletindo as incertezas econômicas globais. A leve queda do dólar, combinada com as decisões sobre taxas de juros no Brasil e nos EUA, aumentou a cautela nos mercados financeiros. A guerra comercial também segue impactando a inflação nos EUA e afetando os custos de produção, com uma possível transferência desses custos para os consumidores. Tarifas Além disso, a incerteza gerada pelas tarifas e as ameaças de uma desaceleração econômica nos Estados Unidos estão aumentando a aversão ao risco, o que tende a reforçar a busca por ativos mais seguros, como o dólar. Diante desse cenário, a próxima semana deve ser marcada por mais incertezas no mercado de soja, especialmente nas cotações de Chicago. A guerra comercial e as questões econômicas globais continuarão sendo monitoradas de perto, podendo gerar novas surpresas e oportunidades para o produtor brasileiro, que deverá seguir atento aos desdobramentos do mercado. [ad_2] Source link
Governo limita gastos dos ministérios em R$ 128 bilhões

[ad_1] Com o objetivo de garantir o cumprimento da meta de resultado primário e o limite de despesas primárias de que trata a Lei Complementar nº 200/2023, o governo editou um decreto (Nº 12.416) para dispor sobre a execução orçamentária dos órgãos, dos fundos e das entidades do Poder Executivo federal até a edição do Decreto de Programação Orçamentária e Financeira (DPOF). Isso significa que os ministérios e órgãos poderão empenhar, até novembro, somente o limite de um dezoito avos (1/18) por mês. Tal medida representa uma restrição na ordem de R$ 69,5 bilhões até novembro e de R$ 128,4 bilhões até maio. O decreto alcança a execução provisória do Projeto de Lei Orçamentária PLOA 2025 e o início da execução da Lei Orçamentária (LOA) 2025. Em seu anexo, os limites de empenho estão sendo divididos em três períodos: até maio, até novembro e até dezembro. Segundo o governo, a meta é adequar o ritmo de execução de despesas ao avanço do exercício e ciclo de avaliação e gestão fiscal do orçamento, como preconiza o § 1º do art. 1º da Lei de Responsabilidade Fiscal. O governo também informou, através Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), que não será divulgado o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, previsto inicialmente para o dia 22 de março. “Para as despesas correntes discricionárias, em geral, é autorizada a execução de 1/12 dos valores inicialmente previstos. Esse regramento na antevigência da LOA tem resultado, até o momento, em significativo controle dos gastos públicos”, informou o governo em uma publicação no site do MPO. [ad_2] Source link
Ainda dá tempo! Vote no seu Personagem Soja Brasil favorito!

[ad_1] Faltam duas semanas para o encerramento da votação referente ao Prêmio Personagem Soja Brasil. O formulário para a computação dos votos segue aberto até o dia 7 de abril, a fim de escolher os produtores e pesquisadores que tanto contribuem para o desenvolvimento e a sustentabilidade da soja brasileira no cenário global. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O objetivo do prêmio Soja Brasil é reconhecer os profissionais que impulsionam o crescimento e o protagonismo do grão no Brasil. E votar é simples: basta acessar este link, preencher seus dados e pronto, sua participação já está garantida. Conheça os personagens do Soja Brasil: Alberto Schlatter – Produtor Rural (MS)Produtor em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, Alberto vem de uma família de origem suíça que se estabeleceu no Brasil em 1921. Sua trajetória na agricultura é marcada por tradição e inovação. Anderson Cavenaghi – Pesquisador (UNIVAG – MT)Engenheiro agrônomo com doutorado em proteção de plantas (FCA/UNESP – Botucatu-SP), Anderson é especialista em herbicidas e plantas daninhas. Como pesquisador da Univag-MT, ele se dedica a estudos sobre controle de plantas daninhas nas culturas do Cerrado. Cecilia Czepak – Pesquisadora (UFG – GO)Professora da Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás, Cecilia tem 26 anos de experiência no ensino e pesquisa. Seu foco é o manejo integrado de pragas. Claudia D’Agostini – Produtora Rural (PR)Produtora em Sabáudia, Paraná, Claudia assumiu, junto com sua irmã, a fazenda da família, dando continuidade ao legado da produção rural iniciado por seu pai. Julio Cezar Franchini – Pesquisador (Embrapa Soja – PR)Pesquisador da Embrapa Soja, Julio atua na área de manejo de solos, contribuindo para o aumento da produtividade, qualidade e sustentabilidade da cultura da soja. Oliverio Alves de Melo – Produtor Rural (MA)Produtor em Balsas, Maranhão, Oliverio tem formação técnica em agropecuária e administração de empresas. Em 1995, integrou o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado. [ad_2] Source link
Alerta amarelo! Inmet emite aviso de tempestade com perigo potencial

[ad_1] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou na manhã desta segunda-feira (24) um aviso de alerta amarelo informando sobre a possibilidade de chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h), e queda de granizo em vários estados do Brasil. Alerta para áreas afetadas Segundo o Inmet, a tempestade pode atingir principalmente os três estados do Sul e parte do Mato Grosso do Sul, confira as regiões afetadas: Serrana, Oeste Catarinense, Noroeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Paranaense, Metropolitana de Porto Alegre, Noroeste Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Sudoeste Paranaense, Oeste Paranaense, Pantanais Sul Mato-grossense, Nordeste Rio-grandense, Sul Catarinense, Centro Oriental Rio-grandense, Centro-Sul Paranaense, Centro Norte de Mato Grosso do Sul Foto: reprodução Inmet Atenção para região Norte Além do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Tocantins (todos no Norte), o Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso (no Centro-Oeste), a Bahia, o Maranhão e o Piauí também estão sob o aviso do alerta amarelo para chuvas. Foto: reprodução Inmet Situações de emergência Em caso de rajadas de vento, o Inmet pede que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Informações também podem ser obtidas junto à Defesa Civil, no telefone 199, e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). [ad_2] Source link
Verão 2024-2025 foi o sexto mais quente no Brasil em seis décadas

[ad_1] O verão 2024/2025 foi o sexto mais quente no Brasil desde 1961, com uma temperatura 0,34°C acima da média histórica do período de 1991 a 2020. Os termômetros ficaram acima da média em grande parte do Brasil. As maiores temperaturas máximas foram observadas, principalmente no Rio Grande do Sul, devido à ocorrência de três ondas de calor que atuaram no estado: entre os dias 17 e 23 de janeiro de 2025, 2 e 12 de fevereiro de 2025, e 1º e 8 de março. Mesmo sob a influência do La Niña, que tende a reduzir a temperatura média global, este verão ficou entre os dez mais quentes da série. Os dados apresentados na Tabela 1 mostram que as temperaturas no Brasil, durante o verão, têm ficado acima da média a partir da década de 1990. Foto: reprodução Inmet Os anos de 2023/2024, 2015/2016, 1997/1998 e 2009/2010 estavam sob influência do fenômeno El Niño, que é o aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial, potencializando o aumento de temperatura em várias regiões do planeta. Para o Brasil, esta última década foi mais quente que a anterior, conforme alertado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), que enfatiza o aumento da emissão de gases do efeito estufa na atmosfera e o aquecimento global. Paralelamente às altas temperaturas, o verão 2024-2025 também foi marcado por muitas chuvas no país, principalmente em grande parte da Região Norte, Maranhão e norte do Piauí, com volumes superiores a 700 mm, e muitas localidades ultrapassando a média histórica. Temporais que atingiram a faixa norte do país durante o verão tiveram como principal responsável o sistema meteorológico Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que é formado pela confluência dos ventos alísios provenientes do nordeste, com origem no Hemisfério Norte, e também de ventos do sudeste, com origem no Hemisfério Sul. As chuvas superaram os 500 mm no Centro-Norte do país, exceto em Roraima, no centro-leste da Região Nordeste, no centro-sul do Mato Grosso do Sul, no oeste de São Paulo, no norte de Minas Gerais, no Espírito Santo, no Rio de Janeiro, bem como na parte central e oeste da Região Sul, onde foram observados menores volumes. Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas foram predominantemente abaixo da média, com valores superando os 600 mm no centro-norte do Mato Grosso e em áreas pontuais de Goiás e São Paulo. Nas demais áreas, os acumulados de chuva foram mais baixos, variando entre 300 e 500 mm. Neste verão, houve a atuação de três episódios da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS): o primeiro entre os dias 27 e 31 de dezembro de 2024, o segundo entre 6 e 15 de janeiro de 2025, e o último entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro de 2025. Na Região Sul, a passagem de sistemas frontais e áreas de instabilidade resultou em chuvas acima de 500 mm sobre a parte leste do Paraná e de Santa Catarina. Nas demais áreas da região, as chuvas ficaram abaixo da média, principalmente no oeste do Rio Grande do Sul, onde os volumes de chuva durante o verão ficaram abaixo de 250 mm, sendo que a média histórica dessa região nesse período varia entre 400 e 500 mm. [ad_2] Source link
ata do Copom, IPCA-15, PCE nos EUA são destaques da semana

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje (24), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o Ibovespa fechou a 3ª semana consecutiva de alta (2,63%), impulsionado por fluxo externo. Também no Brasil, discussões em torno do Imposto de Renda pressionaram os juros. Nesta semana, destaque para a ata do Copom, IPCA-15, PCE nos EUA e PMIs da Zona Euro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
Novo Fiagro vai financiar pequenos agricultores de cacau

[ad_1] Um fundo de investimento blended finance – que mistura recursos de filantropia, de investidores do mercado financeiro e capital público – está sendo lançado com a meta de chegar a R$ 1 bilhão até 2030. O propósito é financiar a agricultura familiar da cadeia do cacau. O Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) Kawá é um projeto do Instituto Arapyaú, da Violet, da ONG Tabôa Fortalecimento Comunitário e da MOV Investimentos. “Com o Kawá, queremos ampliar a escala de impactos econômicos, sociais e ambientais positivos, atraindo investidores de maior porte para destravar modelos produtivos que façam uso sustentável do solo e gerem renda para quem mais precisa e quem conserva a floresta”, afirma Vinicius Ahmar, gerente de bioeconomia do Instituto Arapyaú. O fundo nasce com R$ 30 milhões e, segundo comunicado do instituto, o objetivo é beneficiar, na primeira fase, 1200 agricultores na Bahia e no Pará. “Esse valor é quase três vezes superior ao financiamento público – via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) – destinado à cultura do cacau no ano de 2023”, diz o comunicado. Além das quatro organizações que desenvolveram o fundo, também participam a VERT, que será a administradora do fundo, e a Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), que agrega as empresas que compram o cacau dos produtores beneficiados. A iniciativa inclui também uma estrutura, designada na expressão em inglês Enabling Conditions Facility (ECF), que fará o financiamento da assistência técnica aos agricultores. Essa frente será coordenada pela Violet, plataforma para investimento em soluções baseadas na natureza e que conecta investidores, empresas, produtores e comunidades. A Fundação Solidaridad, do Consórcio Intermunicipal do Mosaico das Apas do Baixo Sul da Bahia (Ciapra) e a Polímatas Soluções Agrícolas e Ambientais, cujo custeio é da Suzano, serão os responsáveis pela assistência técnica. Na Bahia, a Tabôa também fará assistência técnica, além da originação do crédito. Metodologia O Fiagro vai usar uma metodologia de concessão de crédito desenvolvida e implementada pela Tabôa desde 2017. Por esse método, a instituição já firmou mais de mil financiamentos num total de R$ 16 milhões. Essa metodologia foi adotada na estruturação de um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) Sustentável para cacau, que foi um projeto do Instituto Arapyaú com uma rede de parceiros. Entre 2020 e 2023, o CRA Sustentável impactou diretamente 271 agricultores, promovendo aumento de produtividade (52%) e de renda (60%) com inadimplência perto e zero. “É uma metodologia já bastante testada. Serviu como um laboratório”, afirmou Ahmar, do Arapyaú. “Nossas experiências de concessão de crédito aliado à assistência técnica rural se mostraram bem sucedidas. Tais condições contribuíram para o aumento da produtividade, além da baixa inadimplência”, afirmou Roberto Vilela, diretor-executivo da Tabôa no comunicado. De cada cem produtores de cacau no Brasil, 85 estão à margem do sistema financeiro, com difícil acesso a políticas públicas. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, 75 nunca receberam assistência técnica. “Ao mesmo tempo, cerca de 80% da produção de cacau no Brasil depende dos agricultores de pequenas propriedades”, diz a nota. Após receber o crédito do Fiagro, o produtor terá até 45 dias para realizar o investimento. Após esse período, são 36 meses de prazo para pagar o empréstimo com seis meses de carência, na média. A taxa de juros é de 12% ao ano. Crédito de carbono Como o financiamento pelo fundo Kawá será destinado a pequenos produtores de sistemas agroflorestais (SAFs), a equipe de gestão planeja o comércio de créditos de carbono gerados pelo incremento na produção. Segundo o Arapyaú, a produção no SAF – ou cabruca, como é conhecido esse manejo no Sul da Bahia – é capaz de estocar 66 toneladas de carbono por hectare, o dobro da quantidade encontrada no cacau plantado a pleno sol, segundo estimativas. A venda dos créditos de carbono que venham ser emitidos será operacionalizada pela ReSeed. Segundo comunicado, a plataforma já possui negociação com um investidor para a compra dos primeiros créditos gerados por cerca de cem agricultores, e entra como responsável por facilitar a comercialização dos próximos créditos. [ad_2] Source link
semana começa com chuva forte em várias regiões do Brasil

[ad_1] A nova semana começa com condições meteorológicas instáveis em diversas regiões do Brasil, impactando diretamente o setor agropecuário. Confira a previsão detalhada para todo o país: Região Sul O tempo seguirá instável nos três estados da região, com possibilidade de pancadas de chuva forte. No noroeste e norte do Paraná, sudoeste de Santa Catarina, bem como no sul e na Serra Gaúcha, o dia terá sol entre nebulosidade variável, com chance de chuva a qualquer hora. Nas demais áreas, os temporais se intensificam no período da tarde. Região Sudeste As pancadas de chuva continuam intensas em São Paulo, principalmente no centro-leste e noroeste paulista, onde o risco de temporais é alto. No Triângulo Mineiro, a chuva ocorre a qualquer momento do dia. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, o sol predomina, mas pancadas são esperadas no período da tarde. Região Centro-Oeste A instabilidade aumenta sobre Mato Grosso do Sul, sul, oeste e norte de Mato Grosso, com risco elevado de temporais. No Distrito Federal, o dia será de sol e calor, com pancadas de chuva moderadas a fortes durante a tarde e noite. Região Nordeste A semana começa com sol e temperaturas elevadas. No Maranhão, Piauí e Ceará, as pancadas de chuva podem ser intensas. No oeste e sul da Bahia, assim como no litoral de Alagoas e Sergipe, a chuva ocorre de forma moderada. Já em Natal, João Pessoa e Recife, o tempo permanecerá firme. Região Norte O norte de Roraima terá tempo seco, mas o restante da região segue instável. O risco de temporais é alto no Amapá, Manaus, sul do Pará e centro-norte do Tocantins. Em Belém, Porto Velho e Rio Branco, são esperadas pancadas moderadas a fortes ao longo do dia. O monitoramento das condições climáticas é essencial para o planejamento das atividades agrícolas. Acompanhe as atualizações para garantir a melhor tomada de decisão no campo. [ad_2] Source link
Projeção da produção de soja é reduzida; veja a semana do grão

[ad_1] Devido às adversidades climáticas no Rio Grande do Sul, a consultoria Safras & Mercado revisou suas estimativas para a produção brasileira de soja em 2024/25. Como consequência desse ajuste, os estoques finais também foram reduzidos. No entanto, com mais de 70% da safra colhida, a produção brasileira ainda deverá ser a maior da história, pressionando as cotações. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A nova projeção aponta para uma produção de 172,45 milhões de toneladas, um crescimento de 13,2% em relação à safra anterior, que foi de 152,3 milhões de toneladas. Apesar disso, o número é inferior à estimativa inicial de 174,88 milhões de toneladas. Área plantada A área plantada registrou um aumento de 2,2%, totalizando 47,47 milhões de hectares em 2024/25, contra 46,45 milhões na temporada anterior. A produtividade média deve subir de 3.295 quilos por hectare para 3.651 quilos. “A safra brasileira continua com grande potencial, avançando bem no campo. No Rio Grande do Sul, houve um ajuste, com perdas expressivas estimadas em cerca de 34% devido à estiagem e ao calor excessivo, especialmente em fevereiro”, explica Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado. Por outro lado, alguns estados, como Goiás e a região do MATOPIBA, registraram revisões positivas na produtividade, favorecendo a oferta nacional. “Esse cenário reforça a expectativa de uma ampla oferta de soja brasileira em 2025”, complementa Silveira. Oferta e demanda As exportações brasileiras de soja deverão alcançar 107 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 8% em relação a 2024, quando somaram 98,813 milhões de toneladas. Esse número permanece inalterado em comparação com as projeções anteriores, divulgadas em 7 de fevereiro. O esmagamento está projetado em 55,5 milhões de toneladas para 2025, contra 54,6 milhões no ano anterior, mantendo-se sem alterações em relação ao último levantamento. As importações também seguem estáveis, estimadas em 150 mil toneladas para 2025, enquanto para 2024, o número permanece em 1 milhão de toneladas. Crescimento Em relação à temporada 2025, a oferta total de soja deve crescer 10%, atingindo 174,86 milhões de toneladas, enquanto a demanda total está projetada em 165,7 milhões de toneladas, um aumento de 6% em relação a 2024. Como resultado, os estoques finais deverão se elevar em 434%, passando de 1,59 milhão para 8,486 milhões de toneladas. A projeção anterior, feita em fevereiro, era de 10,914 milhões de toneladas. [ad_2] Source link