Excesso e falta de chuvas impedem a colheita da soja e atrapalham o cultivo do milho

[ad_1] A plantação de milho 2ª safra está quase concluída no estado do Paraná, restando apenas pequenas áreas isoladas que sofreram com a falta ou escassez de chuvas, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral). Existem situações em que alguns produtores estão arriscando e plantando no pó, enquanto outros estão aguardando melhores condições de umidade para realizar o plantio. Nas regiões onde as chuvas foram adequadas, a recuperação das lavouras é promissora, porém técnicos já alertam para perdas pontuais. Em contrapartida, nas áreas com baixa precipitação, as perdas são significativas. Foto: Paulo Vinícius Demeneck Vieira Em função da falta de chuva e das altas temperaturas dos últimos dias, houve prejuízo considerável no processo de germinação em muitas áreas, o que resultará em uma redução no estande e, consequentemente, em uma diminuição das produtividades, que será reavaliada ao longo da safra, informa o Deral. Decreto de emergência Diante do cenário, alguns municípios da regional de Toledo no oeste paranaense avaliam a possibilidade de decretar estado de emergência. A perda do potencial produtivo se tornará ainda mais evidente caso as chuvas previstas para os próximos dias não se concretizem. Segundo o Deral, há relatos de infestação moderada de cigarrinha, além de grande presença de pulgões. As aplicações foram reduzidas nos últimos dias devido ao estresse hídrico e térmico. Muita chuva impede colheita da soja Em Mato Grosso do Sul as tempestades atrapalham a colheita da soja. As regiões sudeste, centro, sudoeste, sul-fronteira e sul apresentam condições abaixo do potencial das demais regiões. Nestas áreas, há lavouras com até 48,1% em condições ruins. As condições regulares variam entre 18,6% e 48,3%, e as boas condições estão entre 19,5% e 52,2%. O estádio fenológico nestas regiões está entre R6 e R8. Apesar disso, segundo informações do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga-MS), até o dia 21 de março, a colheita de soja para a safra 2024/2025 alcançou 86,6% da área total, no estado. A estimativa é que a safra seja 6,8% maior em relação ao ciclo passado (2023/2024), atingindo uma área de 4,501 milhões de hectares. Foto: Canal Rural Mato Grosso Após a amostragem de 10,7% da área, novos dados indicaram uma produtividade de 54,4 sacas por hectare, um aumento de 11,4% em comparação ao ciclo passado. Isso gera uma expectativa de produção de 14,686 milhões de toneladas, um aumento de 18,9% em relação à produção anterior (2023/2024). A porcentagem de área colhida na safra 2024/2025, encontra-se inferior em 0,7 pontos percentuais em relação à safra 2023/2024, para a data de 21 de março. [ad_2] Source link
Brasil poderá exportar até 300 mil toneladas de carne bovina ao Vietnã

[ad_1] Brasil e Vietnã assinaram um Plano de Ação para Implementação da Parceria Estratégica entre os dois países. O documento prevê, entre as várias medidas, a abertura do país asiático à carne bovina brasileira. O texto foi oficializado em Hanói, capital vietnamita, após encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente Luong Cuong. Segundo o governo, a partir da assinatura, as relações entre os dois países alcançou um novo patamar. Carne Bovina A ampliação do comércio entre as duas nações inclui a abertura do país asiático à carne bovina brasileira. “A abertura do mercado vietnamita para a carne bovina brasileira atrairá investimentos de frigoríficos do Brasil para fazer deste país uma plataforma de exportação para o Sudeste Asiático”, afirmou Lula. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Roberto Perosa, acompanha a comitiva brasileira no Vietnã e disse que o Brasil pode exportar 300 mil toneladas de carne bovina ao país do sudeste asiático. “O produtor brasileiro, a indústria brasileira da carne bovina terá mais oportunidade de diversificação do envio dos produtos ao exterior, garantindo o abastecimento interno no Brasil e complementando a renda com as exportações para o mercado da Ásia. Um momento muito feliz da indústria da carne bovina”, destacou. Antes do Vietnã, a delegação brasileira esteve no Japão. Perosa também comentou a possibilidade do nosso país exportar carnes aos japoneses. “Estamos muito esperançosos de que essas verificações do governo japonês ocorrerá brevemente para que o Brasil tenha acesso a esse mercado tão importante e tão significativo na Ásia”. Perosa reforçou a importância da viagem, destacando a possibilidade do Brasil conseguir novos mercados. “Chegaremos ainda mais longe com a carne bovina brasileira, trazendo renda para o produtor, para o pecuarista, para indústria, para todo o país, em sua balança comercial, gerando frutos através das ações do governo e dos empresários brasileiros”, concluiu. Sobre o Vietnã O Vietnã consolidou-se como principal origem das importações brasileiras oriundas da ASEAN, além de ter sido o 14º fornecedor mundial de produtos para o Brasil. O Brasil exporta mais para o Vietnã do que para Portugal, Reino Unido, França ou Paraguai. O Vietnã ocupa a quinta posição entre os países de destino de produtos do agronegócio brasileiro. O Brasil fornece cerca de 70% da soja importada pelo Vietnã, além de ser o principal fornecedor de carne suína (cerca de 37%), o segundo maior de carne de frango e de algodão. [ad_2] Source link
dados movimentam mercados no Brasil e EUA; ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta do Ibovespa para 133 mil pontos, impulsionada pelo fluxo estrangeiro. O dólar avançou para R$ 5,75, enquanto o PIB dos EUA cresceu 2,4% no 4º tri, reforçando a resiliência da economia. No Brasil, o IPCA-15 abaixo do esperado ajudou a aliviar os DIs, mas a inflação de serviços segue pressionada. O Relatório de Política Monetária manteve tom hawkish, reforçando a postura do Banco Central. Hoje, o destaque da agenda é a taxa de desemprego da Pnad. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
chegada da frente fria já traz chuva; prepare-se

[ad_1] Veja como ficam as condições do tempo em todas as regiões do Brasil nesta sexta-feira (28) e saiba como atua a nova frente fria, segundo a previsão da Climatempo. Sul A chegada de uma nova frente fria combinada com a circulação de ventos nos diferentes níveis da atmosfera volta a deixar o tempo mais instável no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e Paraná. O sol aparece de manhã e as pancadas de chuva se concentram entre a tarde e a noite, com risco de alguns temporais. Sudeste A semana termina com pancadas fortes no Rio de Janeiro, Espírito Santo e centro-leste e noroeste de Minas Gerais. Dia abafado, com sol pela manhã e pancadas entre a tarde e a noite. A previsão é de pouca chuva na cidade de São Paulo e pancadas de moderada a forte intensidade no litoral e norte paulista. Centro-Oeste O ar quente e úmido proveniente da região Norte estimulam a formação de nuvens carregadas no norte e noroeste de Mato Grosso, assim como em áreas do norte e leste de Goiás. O sol aparece mais pela manhã, e as pancadas seguem concentradas no restante do dia no Distrito Federal e Mato Grosso, podendo vir com força. Há chance de temporais localizados. Nordeste A Zona de Convergência Intertropical se aproximas mais da região, estimulando temporais no litoral do Maranhão, Piauí e Ceará. A semana termina com sol entre nuvens e pancadas fortes de chuva. O tempo segue firme e mais seco no interior de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e centro-norte e nordeste da Bahia. A previsão é de pouca chuva em Salvador. Norte Praticamente todas as áreas da região continuam em atenção para pancadas de chuva, entre forte e moderadas – somente o norte de Roraima escapa do aguaceiro. Há risco de raios e venania. Alerta para Acre, Amazonas, Pará, Tocantins e Amapá. [ad_2] Source link
Fruit Atraction promove negócios e gera oportunidades em SP

[ad_1] Organizada pela Ifema Madrid e Fiera Milano Brasil, a Fruit Attraction São Paulo 2025 – principal feira internacional de frutas e hortaliças da América Latina – reuniu toda a comunidade de frutas e hortaliças na maior cidade do Brasil. Quem esteve na feira pôde acompanhar a apresentação de produtos, tecnologias e serviços voltados ao setor. O evento também promoveu debates com foco nos desafios e oportunidades para a expansão da fruticultura brasileira no comércio internacional. Para se ter uma ideia da força do setor, em 2024, o Brasil exportou mais de 1 milhão de toneladas de frutas (1,08), gerando receita de US$ 1,2 bilhões, crescimento de 3,9% em relação a 2023. Para o ano de 2025, a expectativa da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) é que o clima favorável e a abertura de novos mercados, impulsione o faturamento entre 5% e 8%. Secretarias de Agricultura de diversos estados participaram do evento, expondo produtos e formalizando parcerias. Parcerias na Fruit Atraction Na oportunidade, a Secretaria de Agricultura de SP assinou um termo de cooperação técnica com a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri) com foco na produção de frutas vermelhas. A parceria abrange a formação de pessoal em áreas estratégicas, o auxílio técnico mútuo e o compartilhamento de dados, visando o desenvolvimento de projetos de agricultura familiar. O governo do Maranhão montou um estande diverso, cheio de cores e sabores que mostra toda a relevância da fruticultura do estado. O repórter do Canal Rural, João Nogueira, esteve no espaço e provou a famosa graviola maranhense. A Fruit Attraction São Paulo contou com o apoio de entidades como Abrafrutas, Ceagesp, Apex e Sebrae, além de 8 estados (Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo). O evento termina hoje (27). [ad_2] Source link
produtores de SP recebem apoio para vender ao governo

[ad_1] A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo iniciou um mutirão para emissão da Declaração de Conformidade (DCOMP), documento necessário para que produtores possam participar das Chamadas Públicas do Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS). O objetivo é fortalecer a cadeia produtiva do leite por meio do plano de reestruturação do setor no estado. A primeira ação ocorreu em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, em parceria com a Cooperativa de Laticínios do Médio Vale do Paraíba (Comevap). Com apoio técnico do Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), foram emitidas 91 declarações para produtores locais. Segundo Clóvis Etto, analista de desenvolvimento agrário e gestor do PPAIS, mais de 15 unidades da região devem comercializar leite pasteurizado e queijo pelo programa após a regularização. A emissão da DCOMP permite que os produtores tenham acesso às chamadas públicas para venda de produtos in natura e manufaturados, com teto de até R$ 104 mil por família a cada ano. A ampliação do teto foi estabelecida por decreto estadual publicado em 2024, que dobrou o valor anterior de R$ 52 mil. Com isso, o estado registrou aumento de 130% nas compras públicas. Segundo a secretaria, o PPAIS movimentou mais de R$ 21 milhões em aquisições de produtos da agricultura familiar em 2024, posicionando São Paulo como o principal comprador público desse setor. Os preços praticados no programa costumam ser superiores aos do mercado convencional, o que, segundo o secretário de Agricultura do estado, Guilherme Piai, ajuda a garantir renda e dignidade aos agricultores familiares. “O PPAIS fomenta a comercialização e contribui para a melhora da qualidade de vida dos que trabalham no campo, trazendo alimentos de qualidade às crianças das escolas do estado”, afirmou. Um novo mutirão está previsto para ocorrer em São José dos Campos, com data a ser definida. [ad_2] Source link
veja o que indica o Inmet sobre chuva e temperatura

[ad_1] O mês de abril de 2025 deve apresentar comportamento climático variado em diferentes regiões do Brasil, segundo previsão do tempo realizada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). De acordo com o órgão, a previsão indica chuvas entre a média e acima da média em grande parte da região Norte, o que deve beneficiar os cultivos de primeira e segunda safras. No entanto, áreas como o leste do Acre, a divisa do Amazonas com Roraima, o Amapá e o sul do Tocantins podem enfrentar volumes de chuva abaixo da média, o que pode afetar a umidade do solo. No Nordeste, a expectativa é de chuvas acima da média no centro-norte da região. Por outro lado, na Bahia, os volumes devem se manter próximos da média histórica, o que pode comprometer o plantio do milho segunda safra em algumas áreas. Apesar disso, a redução da umidade pode favorecer o avanço da colheita da soja na região. Para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, a previsão aponta para chuvas próximas ou abaixo da média histórica, com acumulados inferiores a 200 mm. A exceção será o leste da região Sudeste, onde os volumes devem superar os 140 mm, favorecendo o desenvolvimento da cana-de-açúcar, do café e de cultivos da segunda safra. No entanto, a irregularidade das chuvas pode dificultar o avanço do plantio em outras áreas, especialmente no Centro-Oeste. Na região Sul, o panorama é de menor regularidade. O extremo-sul do Rio Grande do Sul e parte central de Santa Catarina devem registrar chuvas abaixo da média. Já nas demais áreas da região, os volumes tendem a ficar próximos ou acima da média, ultrapassando 100 mm. Essa condição deve ajudar na recuperação da umidade do solo e beneficiar o desenvolvimento das lavouras. Temperaturas acima da média Além das variações nas chuvas, a previsão indica temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, especialmente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste, Sul e no interior do Nordeste. Nessas áreas, os termômetros devem registrar valores acima de 24 °C. Em contrapartida, nas regiões Norte e parte norte do Nordeste — onde o volume de chuvas será maior — as temperaturas devem se manter próximas da média histórica, variando entre 26 °C e 28 °C. O cenário climático de abril, portanto, exigirá atenção redobrada dos produtores rurais, especialmente na gestão hídrica. Confira a previsão do tempo para o mês de abril na análise do meteorologista Arthur Müller: [ad_2] Source link
Brasil já exporta até onça; entenda

[ad_1] Foi concluída nesta quinta-feira (27) uma operação de “exportação” de uma onça do Brasil para a Argentina. A fêmea, de quase quatro anos e cerca de 60 kg, nasceu em cativeiro aqui no país em 2021, e agora foi doada pelo Instituto de Preservação e Defesa dos Felídeos da Fauna Silvestre do Brasil em Processo de Extinção (IPFS), de Corumbá de Goiás (GO), para a Fundación Rewilding Argentina, no Reserve Natural Iberá, em San Isidro, província de Corrientes. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Vigilância Agropecuária Internacional (Viagiagro) em Foz do Iguaçu, conferiu a documentação e avaliou o transporte e as condições de acondicionamento do animal. De acordo com o Mapa, foram verificadas a segurança e o bem-estar do animal, emitindo-se o Certificado Veterinário Internacional. A onça recebeu um microchip para acompanhar sua introdução na natureza, como parte de um esforço para preservação da espécie no país vizinho. De acordo com o Mapa, a exportação foi realizada após a conclusão de todos os procedimentos veterinários, incluindo exames, laudos, tratamentos e quarentena. O processo foi iniciado em fevereiro, com a solicitação de exportação ao Serviço de Fiscalização de Insumos e Saúde Animal em Goiás (Sisa-GO). [ad_2] Source link
oferta crescente mantém cotações sob pressão na semana

[ad_1] O mercado brasileiro de milho segue apresentando alguma retração dos preços ao longo da semana. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, produtores em diversas regiões melhoraram a fixação. É o que acontece, por exemplo, na região dos Campos Gerais no Paraná, em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Veja preços da saca de milho hoje Porto de Santos (SP): R$ 78 a R$ 85 Porto de Paranaguá (PR): de R$ 78 a R$ 85 Cascavel (PR): de R$ 78 a R$ 80 Mogiana (SP): de R$ 90 a R$ 92 Campinas (SP): de R$ 93 a R$ 95 Erechim: de R$ 79 a R$ 81 Uberlândia: de R$ 80 a R$ 83 Rio Verde (GO): de R$ 79 de R$ 82 Rondonópolis: de R$ 82 a R$ 85 Milho em Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fechou a sessão de hoje com baixa nos preços dos contratos de milho. O mercado foi pressionado pela perspectiva de aumento na área de plantio dos Estados Unidos em 2025. A fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes e a previsão de um corte nos estoques trimestrais do cereal na posição 1º de março, contudo, limitaram quedas mais expressivas nos preços. Os investidores ainda avaliaram o resultado das vendas semanais de milho dos EUA, que ficou dentro do esperado. No relatório de intenção de plantio de 31 de março, o USDA deve indicar área maior que os 94 milhões de acres apontados na estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento. Pesquisa realiza pela agência Dow Jones indica que o mercado está apostando em número de 94,165 milhões de acres, enquanto a Agência Reuters projeta uma área de 94,361 milhões de acres. No ano passado, os americanos semearam 90,594 milhões de acres de milho. A média das projeções oscila entre 90,4 milhões e 96,6 milhões de acres. Os estoques trimestrais norte-americanos de milho na posição 1o de março de 2025 deverão ficar abaixo do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em igual período do ano passado. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 8,195 bilhões de bushels. O relatório trimestral será divulgado às 13hs da segunda-feira (31). Em igual período do ano anterior, o número era de 8,352 bilhões de bushels. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2024/25, que tem início no dia 1º de setembro, ficaram em 1.039.600 toneladas na semana encerrada em 20 de março. O Japão liderou as compras, com 415.300 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 600 mil e 1,7 milhão de toneladas. Na sessão desta quinta-feira (27), os contratos de milho com entrega em maio de 2025 fecharam a US$ 4,50 por bushel, baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,27%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2025 fechou a sessão a US$ 4,58 por bushel, recuo de 1 centavo de dólar, ou 0,21%, em relação ao fechamento anterior. [ad_2] Source link
Preço do boi gordo hoje: veja como ficaram as cotações pelo Brasil

[ad_1] Foto: Henrique Bighetti/Canal Rural O mercado físico do boi gordo apresenta comportamento misto em seus preços durante esta quinta-feira (27). Em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás o mercado ainda é firme, com negócios realizados acima da referência média. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! No geral as escalas de abate seguem encurtadas, posicionadas entre cinco e seis dias úteis na média nacional. A oferta de fêmeas apresenta gradual retração ao longo do mês de março. Exportações em alto nível no primeiro trimestre são um elemento relevante de sustentação dos preços da arroba do boi gordo, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Preço do boi gordo hoje (por arroba) São Paulo: R$ 319, Goiás: R$ 309,29 Minas Gerais: R$ 300,29 Mato Grosso do Sul: R$ 308,30 Mato Grosso: R$ 303,28 Atacado O mercado atacadista apresenta preços mais altos. Segundo Iglesias, a expectativa é que esse movimento ganhe corpo durante a primeira quinzena de abril, período pautado por maior apelo ao consumo. Vale destacar que além da entrada dos salários há o adicional de consumo relacionado ao Domingo de Páscoa, data que tipicamente gera efeito positivo no consumo de carnes, assinalou Iglesias. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 o quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 o quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 17,50 o quilo, alta de R$ 0,50. O post Preço do boi gordo hoje: veja como ficaram as cotações pelo Brasil apareceu primeiro em Canal Rural. [ad_2] Source link