Conab lança concurso público para 403 vagas; salários podem passar de R$ 8 mil

[ad_1] A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicou, nesta sexta-feira (28), no Diário Oficial da União, o edital do novo concurso público nacional da empresa. A Conab oferece 403 vagas, e a remuneração inicial para o cargo de nível médio é de R$ 3.459,87. Para cargos de nível superior, o salário é de R$ 8.140,88. O processo, organizado pelo Instituto Consulpam, está com inscrições abertas de 14 de abril a 15 de maio. As provas objetivas e discursivas estão programadas para 13 de julho deste ano, com aplicação em todas as capitais brasileiras. Há oportunidades para assistente, cargo que exige nível médio completo ou médio com formação técnica em tecnologia da informação, contabilidade e técnico agrícola. E para o cargo de analista, que requer nível superior em diversas áreas. Entre as graduações aceitas estão administração, contabilidade, arquitetura, engenharias (civil, elétrica, mecânica, de alimentos, agrícola e agronômica), nutrição, psicologia, economia, gestão do agronegócio, arquivologia, direito, estatística, jornalismo, marketing, letras, pedagogia e tecnologia da informação. Os candidatos interessados devem acompanhar possíveis atualizações no cronograma pelo site oficial do Instituto Consulpam. O valor da inscrição é de R$ 50 para cargos de nível médio e de R$ 80, para os de nível superior. Segundo a Conab, o concurso prevê vagas para diferentes regiões do país e tem como objetivo renovar e fortalecer o quadro de funcionários. A companhia reforça a necessidade de manter a eficiência nas operações de abastecimento e segurança alimentar e nutricional no Brasil. Os aprovados atuarão em diversas áreas estratégicas da companhia, desde o planejamento até a execução de políticas públicas relacionadas aos setores agrícola e alimentar. [ad_2] Source link

saiba como as cotações encerraram a semana

[ad_1] O mercado brasileiro teve ritmo de negócios travado nesta sexta-feira (28). Mas houve avanço na fixação de oferta em várias localidades, como em São Paulo e Paraná. Por outro lado, de acordo com a análise da consultoria Safras & Mercado, os consumidores começam adotar uma postura mais retraída nas negociações, tentando preços mais fracos para o milho. Nos próximos dias os agentes devem prestar atenção no relatório de intenção de plantio dos Estados Unidos, no clima no Brasil e nas questões de logística. O movimento dos futuros do milho segue como ponto de especulação. Preços da saca de milho hoje Porto de Santos (SP): de R$ 78 a R$ 85 Porto de Paranaguá (PR): de R$ 78 a R$ 85, Cascavel (PR): de R$ 78 a R$ 80 Mogiana (SP): de R$ 88 a R$ 90 Campinas (SP): de R$ 90 a R$ 92 Erechim (RS): de R$ 79 a R$ 81 Uberlândia: de R$ 80 a R$ 83 Rio Verde (GO): de R$ 79 a R$ 82 Rondonópolis: de R$ 82 a R$ 85 Milho na Bolsa de Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fechou a sessão do dia com baixa nos preços para o milho. O mercado foi pressionado por uma expectativa de que o plantio nos Estados Unidos aumente neste ano, consolidando uma semana baixista. No período, a posição maio/25 acumulou queda de 2,36%. A fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes, por outro lado, limitou perdas ainda mais expressivas na sessão. Os investidores ainda operaram em compasso de espera pelo relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), previsto para 31 de março. As projeções iniciais apontam para um possível aumento da área de milho em detrimento da soja, o que pode influenciar os preços no curto prazo. No relatório de intenção de plantio de 31 de março, o USDA deve indicar área maior que os 94 milhões de acres apontados na estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento. Pesquisa realiza pela agência Dow Jones indica que o mercado está apostando em número de 94,165 milhões de acres, enquanto a Agência Reuters projeta uma área de 94,361 milhões de acres. No ano passado, os americanos semearam 90,594 milhões de acres de milho. A média das projeções oscila entre 90,4 milhões e 96,6 milhões de acres. Os estoques trimestrais norte-americanos de milho na posição 1o de março de 2025 deverão ficar abaixo do número indicado pelo USDA em igual período do ano passado. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 8,195 bilhões de bushels. Em igual período do ano anterior, o número era de 8,352 bilhões de bushels. Na sessão, os contratos de milho com entrega em maio de 2025 fecharam a US$ 4,53 1/4 por bushel, baixa de 3,25 centavos de dólar, ou 0,72%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2025 fechou a sessão a US$ 4,60 por bushel, recuo de 2,00 centavos de dólar, ou 0,43%, em relação ao fechamento anterior. [ad_2] Source link

Relatório de transparência e igualdade salarial de homens e mulheres

[ad_1] Em cumprimento à lei nº 14.611/2023, como parte das ações que buscam transparência e igualdade salarial entre homens e mulheres, as empresas com mais de 100 colaboradores devem publicar relatório de transparência salarial em seus próprios sites. Por este motivo, o Canal Rural disponibiliza abaixo o link para acesso ao relatório do 1° trimestre de 2025: veja o relatório aqui. O post Relatório de transparência e igualdade salarial de homens e mulheres apareceu primeiro em Canal Rural. [ad_2] Source link

Saiba o andamento da colheita de soja no Sul do país

[ad_1] A colheita de soja atinge 24% da área no Rio Grande do Sul. Segundo a Emater/RS, na semana passada, os trabalhos chegavam a 11%. Em igual momento do ano passado, os trabalhos atingiam 10%. A média para o período é de 22%. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A colheita de soja no estado A colheita da safra 2024/25 de soja no Paraná alcançou 81% da área cultivada de 5,768 milhões de hectares, conforme informações do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do estado. O número fica abaixo dos 5,785 milhões de hectares cultivados na safra anterior, 2023/24. No Paraná e no estado de Santa Catarina, embora as chuvas não sejam volumosas, há previsão de temporais com fortes rajadas de vento e queda de granizo, exigindo atenção redobrada dos produtores. Já no Rio Grande do Sul, o tempo quente e seco favorece a colheita da soja, mas pode impactar as lavouras em fase final de desenvolvimento. Como estão as lavouras? De acordo com o Deral, 87% das lavouras de soja no estado estão em boas condições, 12% apresentam condição média e 1% está em estado ruim. Em comparação com o relatório anterior, divulgado em 10 de março, houve uma melhora na classificação das lavouras: na época, 82% estavam em boas condições, 16% em condição média e 2% eram consideradas ruins. Atualmente, 15% das lavouras ainda estão na fase de frutificação, enquanto 85% encontram-se em maturação. No levantamento anterior, esses percentuais eram de 24% e 76%, respectivamente, indicando avanço no ciclo da cultura. [ad_2] Source link

Brasil tem apenas 16% de capacidade para armazenamento da safra de grãos

[ad_1] Com a colheita da soja chegando ao fim, um problema recorrente volta a ganhar destaque: a falta de capacidade estrutural para o armazenamento de grãos no Brasil. A situação, que já é uma preocupação constante do setor agropecuário, se intensifica nesta época do ano, quando a produção atinge seu pico e revela um gargalo logístico que impacta diretamente a competitividade do agronegócio. O Canal Rural conversou com o assessor especial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Augustin, para entender os desafios enfrentados pelos produtores e possíveis soluções para minimizar os impactos dessa deficiência estrutural. De Brasília, o repórter Marcelo Dias trouxe detalhes sobre o cenário atual e as perspectivas para o futuro da armazenagem de grãos no país. Levantamento feito pelo jornalista mostra que o país tem apenas 16% de capacidade de armazenamento de grãos. Os dados são do professor da UFV Centreinar, Paulo César Corrêa. Augustin mostrou preocupação com o problema da armazenagem no Brasil que decorre da falta de investimentos em infraestrutura ao longo dos anos. A capacidade instalada não acompanhou o crescimento da produção agrícola, resultando em dificuldades para armazenar a safra com eficiência. Muitos produtores precisam recorrer ao armazenamento a céu aberto ou buscar alternativas que elevam os custos logísticos. Armazenamento de grãos no exterior Além disso, comparado a outros grandes países produtores de grãos, o Brasil ainda possui um déficit significativo de armazéns, o que aumenta a vulnerabilidade do setor a perdas pós-colheita e pressiona os preços no mercado. A modernização e ampliação das estruturas de estocagem são consideradas essenciais para que o país possa continuar avançando no agronegócio com maior segurança e eficiência. Para mais detalhes sobre esse tema acesse o nosso no YouTube! [ad_2] Source link

Piloto morre em queda de avião agrícola

[ad_1] Um avião agrícola de pequeno porte que realizava a pulverização de um canavial caiu entre Guaíra (SP) e Miguelópolis (SP), no interior de São Paulo. O acidente na manhã desta sexta-feira (28). Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros que atenderam à ocorrência informaram que o piloto da aeronave, Josias Pereira Lemes, de 52 anos, não resistiu à queda. Segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB), o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) acionou investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV), órgão regional do Cenipa com sede em São Paulo, para realizar a ação inicial da ocorrência envolvendo o avião. “Durante a Ação Inicial, são aplicadas técnicas específicas por profissionais qualificados e credenciados, responsáveis pela coleta e confirmação de dados, preservação dos elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, e pelo levantamento de outras informações necessárias à investigação”, diz a FAB. Responsável pelo avião, o Grupo Precisão afirmou que a aeronave estava em situação regular e manifestou pesar pela morte do piloto, além de dizer que ele era muito experiente. O grupo afirmou que presta assistência à família. [ad_2] Source link

Desafios para a sustentabilidade da soja são debatidos em MG

[ad_1] O evento “Desafios para sustentabilidade da soja em anos restritivos” foi realizado na última semana, na Fazenda Lagoa dos Currais, em Cordisburgo (MG). Promovido pela Embrapa Soja, o encontro reuniu produtores rurais, pesquisadores e especialistas do setor agropecuário para discutir soluções inovadoras que possibilitem maior segurança na produção de grãos, especialmente em regiões com restrições hídricas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Desde 2015, a Embrapa e a Fazenda Lagoa dos Currais mantêm uma Unidade de Referência Tecnológica (URT) baseada nos sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Essa parceria busca desenvolver e validar tecnologias adaptadas às condições edafoclimáticas da região Central de Minas Gerais. Atualmente, as iniciativas também contam com o apoio da Associação Rede ILPF e da Fundação Agrisus. Integração e sustentabilidade da soja A região, historicamente voltada à pecuária, apresenta condições favoráveis para a expansão do cultivo de grãos. Segundo Frederico Jose Evangelista Botelho, engenheiro-agrônomo da Embrapa e coordenador do evento, os sistemas integrados de produção são fundamentais para viabilizar essa transição. “Eles ajudam a mitigar os impactos das adversidades climáticas, especialmente as restrições hídricas”, destacou. O pesquisador Miguel Gontijo, da Embrapa Milho e Sorgo, reforçou a importância da adoção de boas práticas agrícolas. “A conversão de áreas de pastagens degradadas para produção de grãos é uma oportunidade estratégica, mas requer planejamento e tecnologias adequadas, como o Sistema Plantio Direto e o correto posicionamento de cultivares”, afirmou. Programação técnica e soluções inovadoras Durante o evento, foram realizadas quatro estações temáticas, abordando os seguintes temas relacionados à soja: Sustentabilidade regional com sistemas integrados, apresentado por Miguel Gontijo e Sérgio Guimarães (Embrapa); Tecnologia e sustentabilidade: soluções do futuro no campo, com Alan Higashi e Celso Procopiuk (Ekoa Life Sciences) e Clécio Menezes (Manejo Agronegócios); Manejo nutricional, com Taís Torres e Isamara Santana (Multitécnica); Manejo fitossanitário, ministrado por Gustavo Rocha (Corteva). O evento destacou inovações como estratégias para mitigar o estresse hídrico, uso de biotecnologia para saúde do solo e soluções sustentáveis para o manejo de pragas e doenças na lavoura. Impacto na produção e na economia local Gustavo de Salvo, proprietário da Fazenda Lagoa dos Currais, ressaltou a importância da pesquisa e do conhecimento técnico para enfrentar os desafios climáticos. “A parceria com a Embrapa tem sido essencial. Graças às tecnologias e boas práticas, conseguimos minimizar os impactos de um veranico prolongado nesta safra”, comentou. Parcerias e realização O evento foi organizado pela Embrapa e pela Fazenda Lagoa dos Currais, com patrocínio de empresas do setor agropecuário, como Manejo Soluções em Agronegócios, Multitécnica, Corteva Agroscience, entre outras. O apoio veio de diversas instituições, incluindo Rede ILPF, Fundação Agrisus e Sistema Faemg/Senar. Ao todo, participaram mais de 190 pessoas, entre produtores rurais, pesquisadores e profissionais do setor. O evento reforçou a relevância da tecnologia e da inovação para o fortalecimento da sustentabilidade na produção de soja na região Central de Minas Gerais. [ad_2] Source link

Saiba organizar custos da sua propriedade e evite prejuízos

[ad_1] A gestão de uma pequena propriedade exige organização e planejamento. Mas com a correria do dia a dia, dos cuidados com as plantações ou criações, compras, vendas, insumos e tantos outros afazeres, a atenção às planilhas e cálculos acabam por ficar em segundo plano. Ação nociva para os negócios, visto que a falta de controle dos custos pode gerar desperdício e comprometer o fluxo financeiro. A fim de direcionar o pequeno produtor rural na gestão diária dos negócios, o Sebrae disponibiliza a Cartilha do Produtor Rural. De acordo com o documento, a gestão nada mais é do que a ação em que o produtor rural consegue controlar toda a movimentação de sua propriedade. “Se a propriedade não possuir controles ou organização, com certeza o produtor rural desconhece o resultado do negócio”.  A instituição enfatiza a importância em se organizar as finanças para entender o que é necessário para ter mais lucro ou diminuir os prejuízos. O controle pode ser feito em planilha de papel, no computador ou até mesmo no celular. A Cartilha explica que o computador pode auxiliar na organização e facilitar os cálculos a serem realizados, mas o mais importante e necessário é o produtor estar sempre acompanhado de uma agenda, onde deve anotar todas as fases dos seus negócios. Registrando despesas e receitas que irão auxiliar na tomada de decisão, na busca de um ponto de equilíbrio para a sustentabilidade da produção.  O Sebrae acredita ser fundamental o conhecimento de conceitos básicos de controle de custos para a gestão de uma propriedade rural. A exemplo dos custos fixos, variáveis, desembolsos, depreciação e custo de oportunidade. Eionyr Barbosa, consultora em Gestão Financeira do Sebrae Mato Grosso do Sul (MS), recomenda que o produtor faça o planejamento de produção para plantar apenas o que é possível cuidar, regar e vender. “Antes de sair para as vendas, o produtor deve estudar o custo de produção, estabelecer o valor da venda para que o lucro seja suficiente para manter a propriedade”, conta. Na prática Para estudar os custos de produção recomendados por Eionyr Barbosa, além da Cartilha, o Sebrae ajuda o pequeno produtor por meio do curso gratuito Custos para produzir no campo que orienta sobre o controle de despesas e a formação de preço de venda. O Porteira Aberta entendeu os conceitos básicos necessário para uma gestão financeira eficiente e te explica. Receita: é a quantia de renda ($) gerada pela venda dos produtos ou serviços produzidos na propriedade.  Custos Fixos (CF): são os que ocorrem independente da quantidade produzida ou vendida, como a mão-de-obra permanente; a depreciação de máquinas e benfeitorias; as parcelas do financiamento e impostos. Custos Variáveis (CV): são os que oscilam com a quantidade produzida e são consumidos em um ciclo de produção, como a compra de sementes e salário de empregados temporários.  Custo Total (CT): é a somatória dos custos fixos com os custos variáveis.  Saldo de caixa: diferença entre a receita e o desembolso que o produtor realizou no ciclo da produção ou o dinheiro que o produtor rural realmente viu saindo do bolso. Registro e controle de saídas: documento para acompanhar todas as compras, despesas, pagamentos e investimentos. Registro e controle de entradas: para todas as vendas e os recebimentos dos seus produtos e serviços. Fluxo de caixa: registro dos recebimentos e pagamentos controlando o saldo de caixa. Não se esqueça das contas a receber e das contas a pagar. Análise e planejamento financeiro: verificação dos resultados financeiros para planejar ações em prol de melhores resultados. Fonte: Negócio Certo Rural – Manual do Participante. CNA/Senar e Sebrae [ad_2] Source link

A instabilidade do clima nas lavouras de soja em MT

[ad_1] A safra de soja no estado de Mato Grosso tem sido marcada por desafios climáticos e logísticos. Enquanto algumas regiões enfrentam chuvas constantes, outras já somam 15 dias sem precipitação. Essa variação afeta diretamente o planejamento dos produtores, que lidam com dificuldades tanto na colheita quanto no armazenamento. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Apesar da irregularidade climática, a produtividade cresceu em comparação ao ano passado. Isso se deve, em parte, ao saldo de fertilizantes não absorvidos pela última safra. No entanto, a queda dos preços da soja traz uma preocupação extra para os agricultores. Embora a colheita atual represente um alívio, ainda há um longo caminho para compensar as perdas da última temporada. Chuvas intensas nas lavouras de soja Os meses de janeiro e fevereiro trouxeram chuvas intensas, resultando em solos encharcados, especialmente os siltosos, propensos ao atoleiro. Esse cenário dificultou a colheita, exigindo um número maior de máquinas para aproveitar as janelas de tempo seco. A rapidez do plantio nos últimos anos encurtou a duração da safra, tornando o processo ainda mais desafiador. Em Canarana, por exemplo, cerca de 80% da safra foi plantada em pouco mais de 20 dias. Desafios no campo Outro grande desafio enfrentado pelos produtores é a armazenagem. A capacidade de secagem dos grãos ainda é um problema, com a formação de filas de até 48 horas nos armazéns. Muitos agricultores recorreram ao uso de silos-bolsa e barracões para evitar perdas, mas isso gerou custos extras e maior complexidade na logística. No Vale do Araguaia, 80% dos produtores dependem de armazéns terceirizados para armazenagem e secagem. O aumento da área cultivada não tem sido acompanhado pelo crescimento proporcional da infraestrutura de armazenagem, tornando a situação ainda mais crítica. Com isso, a logística precisa ser cada vez mais eficiente, garantindo que os grãos sejam transportados rapidamente para os portos e evitando maiores perdas. Uma empresa da região, com capacidade estática para 40 mil toneladas de grãos, adotou uma estratégia de três turnos para agilizar o recebimento e a secagem dos grãos. O primeiro e segundo turnos são focados na recepção, enquanto o terceiro cuida da secagem, garantindo que os equipamentos operem de maneira eficiente e com pausas programadas para manutenção. [ad_2] Source link

Primeira onda de frio do outono está chegando no Brasil

[ad_1] As primeiras massas de ar frio começam a efetivamente a impactar o Brasil agora em abril. A previsão é que a primeira massa de origem polar chegue na semana que vem – na virada de março para abril. Segundo a Climatempo, a intensidade deste sistema será fraca no continente e influenciará o tempo no Rio Grande do Sul, mas com leve resfriamento; o maior impacto será sobre a Argentina e sobre o Uruguai. Além desta, outras duas massas podem atingir o país em abril e algumas mudanças notáveis de temperatura devem ocorrer nos estados do Sul e em algumas áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. Temperaturas A segunda massa de ar frio de origem polar causará esfriamento moderado na Região Sul, com menor temperatura em Porto Alegre em torno dos 15°C/16°C, em Florianópolis, 19°C/20°C e em Curitiba, 14°C/15°C; Também haverá leve resfriamento na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, no extremo sul e leste de São Paulo, estado do Rio de Janeiro, Sul de Minas e Zona da Mata Mineira. A temperatura mínima pode baixar para 16°C/17°C em São Paulo, deve ficar em torno de 20°C no Rio de Janeiro, 18°C/19°C em Belo Horizonte, 21°C/22°C em Vitória, 19°C/20°C em Campo Grande, 22°C/23°C em Cuiabá. 3ª massa de ar frio de origem polar Quando: entre 12 e 16 de abril Intensidade: moderada a forte no continente Influência no Brasil: resfriamento moderado a forte na Região Sul, com menor temperatura em Porto Alegre entre 14°C e 15°C, em Florianópolis de 17°C a 18°C e em Curitiba, de 13°C a 14°C; Queda de temperatura moderada a forte no centro-oeste e sul de Mato Grosso do Sul, no oeste, sul e leste de São Paulo; resfriamento moderado no estado do Rio de Janeiro, Sul de Minas e Zona da Mata Mineira, Grande Belo Horizonte, Espírito Santo, oeste e sul de Mato Grosso; A temperatura mínima pode baixar para 14°C/15°C em São Paulo, 18°C a 19°C no Rio de Janeiro, 15°C a 16°C em Belo Horizonte, 18°C a 19°C em Vitória, 12°C a 14°C em Campo Grande, 18°C a 19°C em Cuiabá; É o friozinho do outono que está chegando? A Climatempo informa que isto não quer dizer que abril será um mês frio no centro-sul do Brasil. O alerta vem do meteorologista Vinícius Lucyrio. “Abril marca esta “virada de chave” na temperatura, com a entrada das primeiras massas de ar frio por algumas áreas do interior do Brasil já na primeira quinzena do mês. Mas os períodos com “ares de outono” serão curtos, de 3, 4 dias, e aí esquenta rapidamente e volta a sensação de calor, até no Sul do Brasil. Claro que não estamos falando do calor tão intenso como fez em fevereiro, por exemplo, mas as pessoas não devem contar com o friozinho do outono por muitos dias. O mês de abril ainda será predominantemente quente em parte do Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste, só com estes breves picos de frio”. Três massas de ar frio No decorrer da primeira quinzena do mês, três massas de ar frio de origem polar devem influenciar áreas do Brasil. Porém, só a segunda e a terceira efetivamente vão causar queda de temperatura notável em algumas regiões do país, sendo a terceira a mais forte, no fim da primeira quinzena de abril. Uma quarta massa de ar frio, com potencial para resfriamento acentuado no centro-sul do Brasil, está prevista para o final de abril. A Climatempo fez uma estimativa de valores de temperatura mínima na passagem da segunda e da terceira massa de ar frio relevante de abril, mas são previsões iniciais, que vão ser reavaliadas à medida que o ar frio de fato estiver próximo do Brasil. [ad_2] Source link