JBS anuncia plano de investimento de US$ 100 milhões em 2 fábricas no Vietnã

[ad_1] A JBS acaba de anunciar o plano de investimento de US$ 100 milhões para a construção de duas fábricas no Vietnã, um movimento para expandir sua presença no Sudeste Asiático e fortalecer sua posição no mercado global. As plantas serão responsáveis pela produção de carne bovina, suína e de aves, e utilizarão, principalmente, matérias-primas importadas do Brasil, destinadas a abastecer o mercado vietnamita e de outros países da região. O acordo foi formalizado na madrugada deste sábado (29) por meio de um Memorando de Entendimento (MOU) com o governo vietnamita, representado pela Northern Investment Promotion, Information and Support Center (NIPISC), e pelo Sao Do Group, responsável pela gestão Parque Industrial e Não Tarifário Nam Dinh Vu. A iniciativa está alinhada com as metas de desenvolvimento socioeconômico do país, que busca aumentar a produção local e expandir sua participação no comércio internacional de carne. Para Renato Costa, presidente da Friboi, esse investimento reflete o compromisso da JBS com o crescimento sustentável e estratégico no Sudeste Asiático. “As novas fábricas no Vietnã não serão apenas uma expansão de capacidade produtiva, mas um investimento com propósito: gerar valor para a economia local, criar empregos qualificados, contribuindo para a segurança alimentar em todo o Sudeste Asiático. Estamos investindo no futuro, com foco em inovação, sustentabilidade e desenvolvimento”, disse. O plano prevê que a primeira fase do projeto será instalada no Khu công nghiệp Nam Đình Vũ, onde será construído um centro logístico com capacidade para armazenagem, abrangendo atividades de pré-processamento, corte e embalagem. Já para a segunda fase, localizada no sul do Vietnã, o memorando estima que será realizada dois anos após o início das operações da primeira unidade e contará com infraestrutura semelhante, incluindo novo centro logístico e planta de processamento. Diversificação global Com o investimento, a JBS reforça seu interesse em diversificar sua produção, ampliando as operações em regiões estratégicas. “A parceria entre a JBS, o governo vietnamita e nossos parceiros locais representa um passo estratégico essencial para nossa diversificação geográfica. Esse movimento não só fortalece nossa capacidade de atender ao mercado local, mas também expande nossa presença global, criando uma cadeia produtiva robusta e sustentável que nos posiciona de forma ainda mais competitiva no cenário internacional”, destaca Costa. Geração de empregos e transferência de tecnologia Com o plano de abertura das duas fábricas, a Companhia deve gerar cerca de 500 novos postos de trabalho na região, além de promover programas de treinamento técnico e transferência de tecnologia para os trabalhadores vietnamitas, contribuindo para o fortalecimento do setor produtivo do país. [ad_2] Source link

Cessar-fogo no Mar Negro pode trazer impactos significativos para o agro

[ad_1] Na última terça-feira (25), o governo dos Estados Unidos confirmou o acordo de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia, com foco no Mar Negro. Mas quais os impactos para o mercado e para o agronegócio? Além de intermediar as negociações, a administração de Donald Trump prometeu ajudar os russos a retomarem as exportações de grãos e fertilizantes. De acordo com Ana Paula Abritta, diretora de relações governamentais da BMJ Consultores Associados, o cessar-fogo traz benefícios para o mercado como um todo, além de abrir oportunidades para as exportações brasileiras que passam pelo mar negro. “A segurança da navegação no Mar Negro é um tema de grande relevância, pois o acordo assegura que o transporte de grãos e produtos agrícolas seja garantido, beneficiando a exportação brasileira”, afirma. A especialista avalia também que a diversificação do mercado é outro ganho que o Brasil pode ter com a reabertura dessa rota comercial. Possíveis efeitos no mercado global Outro ponto destacado por Abritta é a estabilização dos preços dos grãos no mercado internacional. “A redução dos conflitos e das interrupções nas rotas de transporte pode trazer mais previsibilidade para os produtores brasileiros, garantindo maior competitividade no mercado global”, afirma.  Além disso, um ambiente mais estável tende a aumentar a confiança dos investidores, impulsionando investimentos em tecnologia e infraestrutura no Brasil. A diretora da BMJ também ressalta a importância estratégica do porto de Mariupol, que sempre foi um ponto relevante na região.  “Ter esse porto novamente como opção é benéfico para a logística e o escoamento da produção brasileira”, destaca. Na visão de Abritta, a diversificação das rotas comerciais pode ampliar as oportunidades de exportação para mercados como a Europa. Desenrolar da guerra ainda é incerto No entanto, a implementação do acordo e o fim por completo do conflito ainda são incertos. Abritta chama a atenção para o trânsito na região leste do Mar Negro, que a Ucrânia considera prioritariamente sua zona de navegação, e pode gerar tensão. “Se a Rússia tentar usar essa parte da rota, a Ucrânia pode interpretar como uma afronta ao acordo”, conta. Apesar das incertezas, a possibilidade de novas parcerias comerciais entre Brasil, Ucrânia e Rússia no setor agrícola é um dos pontos positivos do acordo. “A troca de tecnologias e conhecimentos pode ser mutuamente benéfica e contribuir para o fortalecimento do setor”, diz a diretora.  [ad_2] Source link

Empresa abre 900 vagas para auditores agrícolas em quatro estados

[ad_1] A empresa Bureau Veritas anunciou a abertura de 900 vagas temporárias para a função de auditor agrícola no Projeto Harvest, que visa garantir a rastreabilidade e a conformidade da produção de soja nas principais regiões produtoras do país. As oportunidades são voltadas para os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás, mas pessoas de todo o Brasil podem se candidatar. A iniciativa é conduzida em parceria com a Kuhlmann Monitoramento Agrícola, empresa do grupo Bureau Veritas. O projeto ampliou o número de vagas disponíveis. No ano anterior, foram contratados 700 profissionais temporários. Segundo Guilherme Cauduro, diretor de Agronegócios, Food e Commodities do Bureau Veritas, o crescimento da demanda no setor agrícola motivou a ampliação do quadro. “Este é um trabalho muito importante para o fortalecimento do setor, pois garante que as práticas agrícolas atendam aos mais altos padrões de sustentabilidade e conformidade”, declarou. Exigências para as vagas As vagas exigem ensino médio completo, idade mínima de 18 anos e carteira de habilitação permanente na categoria B. Candidatos selecionados que residem fora das regiões de atuação terão os custos de deslocamento e alimentação custeados pela empresa. Os profissionais também terão direito a vale-alimentação e opção de transporte. O processo seletivo ocorre de forma online e as contratações seguem até abril de 2025. Não é exigida experiência prévia, pois os aprovados participarão de treinamentos sobre o projeto, atividades e sistemas de inspeção. Após essa etapa, será realizada uma imersão presencial nos escritórios-base ou nas regiões de atuação. Os contratos têm duração até maio. A rotina dos auditores inclui o monitoramento da entrada de grãos nos pontos de recebimento de soja. Entre as atividades, estão o acompanhamento da amostragem dos caminhões, a realização de testes de biotecnologia, a conferência de documentos e o registro de informações no sistema do Bureau Veritas. A atuação será em locais estratégicos de recebimento e armazenamento nas regiões produtoras. A empresa afirma que há possibilidade de crescimento dentro do projeto. Em 2024, por exemplo, 33% dos auditores do Paraná foram promovidos a líderes, sendo que 55% deles atuaram em edições anteriores do Projeto Harvest. O histórico de recontratação é destacado pela organização como um indicativo do compromisso com o desenvolvimento profissional. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial da empresa. [ad_2] Source link

Projeto prevê incentivo fiscal para impulsionar pesquisa agropecuária no Brasil

[ad_1] A pesquisa agropecuária brasileira pode ganhar um novo impulso com o projeto de lei (PL) 380/25, que propõe incentivos fiscais para investimentos no setor. A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, permite que contribuintes deduzam do Imposto de Renda os valores aplicados em pesquisa agropecuária, direcionando os recursos para o Fundo Nacional de Apoio à Pesquisa Agropecuária (Funapa), vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Além da arrecadação via dedução fiscal, o fundo também contará com 0,5% da receita bruta de loterias e concursos de prognósticos federais. O texto também institui o Programa Nacional de Apoio à Pesquisa Agropecuária (Pronapa), com a missão de captar e direcionar investimentos para inovação no campo. Incentivo à pesquisa pode ser batizada como Lei Paolinelli O deputado Zé Vitor (PL-MG), autor da proposta, ressaltou a importância da medida para o avanço da agropecuária brasileira. “Esse projeto visa estabelecer um mecanismo adicional de captação e direcionamento de recursos a fim de estimular e fomentar a pesquisa agropecuária brasileira”, afirmou. Como forma de reconhecimento ao legado do ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli (1936-2023), responsável pela estruturação da Embrapa na década de 1970, o parlamentar propõe que a lei seja batizada de “Lei Paolinelli”. Próximos passos O PL 380/25 será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Caso seja aprovado, seguirá para votação no Plenário da Câmara e, posteriormente, no Senado. [ad_2] Source link

publicado edital do projeto que integra malha rodoviária de GO e MT

[ad_1] A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou nesta sexta-feira (28) o edital para a concessão da Rota Agro, composta por trechos das rodovias federais BR-060 e BR-364, em Goiás e Mato Grosso. O projeto, que tem apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ligará as cidades de Rio Verde (GO) e Rondonópolis (MT), num total de cerca de 483 km. Esse é o terceiro lote a ser levado a leilão no âmbito do contrato de estruturação de rodovias federais celebrado entre o BNDES e o Ministério dos Transportes (MT). O trecho rodoviário é estratégico para a integração dos modais rodoviário e ferroviário, de acordo com o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa. “Em Rondonópolis, está o maior terminal de grãos da América Latina, responsável por escoar a safra da região pelo Porto de Santos. No outro extremo do lote, fica o terminal de Rio Verde da Ferrovia Norte-Sul. Além disso, a BR-364 também é uma alternativa de ligação rodoviária do Centro-Oeste com o Porto de Santos”, disse o diretor. O edital da Rota Agro prevê a seleção, por concorrência internacional, do parceiro privado que ofertar a menor tarifa de pedágio. A oferta estará associada a um aporte de recursos para explorar os trechos rodoviários realizando serviços de operação, recuperação, manutenção e ampliação de capacidade. Os investimentos previstos são da ordem de R$ 4,4 bilhões, ao longo de 30 anos. Melhorias da Rota Agro As principais melhorias envolvem 46 km de duplicações complementadas com 180 km de terceiras faixas em pista simples. Também está prevista a implantação de um contorno às cidades vizinhas de Alto Araguaia e Santa Rita do Araguaia na divisa dos estados de Mato Grosso e Goiás, além de vias marginais em determinadas travessias urbanas e a implantação de dois Pontos de Parada e Descanso para os caminhoneiros. O leilão para a concessão da Rota Agro acontece no próximo dia 14 de agosto, na sede da B3, em São Paulo. [ad_2] Source link

Haddad diz que governo não pretende mudar regras do arcabouço fiscal

[ad_1] O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta-sexta-feira (28), em São Paulo, que o governo não pretende mudar as regras estabelecidas pelo arcabouço fiscal, que define um teto e um controle de gastos. “Nós não pretendemos mudar o desenho da política [econômica]. Na minha opinião, essa é uma combinação virtuosa entre uma meta de déficit primário combinada com uma regra de gastos”, disse o ministro durante a Arko Conference, realizada na sede da Galapagos Capital, em São Paulo. “Nós estamos falando de uma economia que reage e que vem reagindo muito às políticas públicas que estão sendo retomadas e o tudo que a gente quer demonstrar é que o Brasil tem condição de crescer a taxas próximas à média mundial, sem grandes pressões internacionais”, afirmou Haddad. “Nós estamos crescendo bem, em uma média de 3,3%”, destacou. “A gente entendeu que, em virtude das pressões, a gente moderou um pouco o ritmo do crescimento, mas nada que lembre o que acontece mundo afora, quando você faz um ajuste super-ortodoxo e recessivo, que acaba prejudicando a trajetória da própria dívida em função do buraco que se abre nas contas públicas. Nós entendemos que o caminho mais correto de reconstruir o superávit primário é o caminho da moderação”, completou. De acordo com Haddad, essa política econômica será mantida pelo governo sem “medidas exóticas” e com finalidade eleitoral. “Não vamos inventar nada. Não é do feitio do presidente Lula inventar nada exótico por razões eleitorais. Ele vai fazer o que está convicto que tem que fazer”, afirmou.. O ministro da Fazenda reforçou que o governo segue comprometido em perseguir as metas fiscais e afirmou que a taxa de juros do país, que está em sua visão “ultra restritiva”, vai cumprir o papel de controlar a inflação e esfriar a economia. “Não vejo nenhuma razão para surpresa. Nós vamos manter o curso da nossa política, cumprindo as metas, buscando as metas e entendendo que esse é o caminho”. Caged Durante o evento, o ministro comentou os dados referentes ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, e que revelaram a abertura de mais de 431 mil vagas formais de trabalho em fevereiro. De acordo com ele, esse resultado não demonstra aquecimento na economia, como vem sendo especulado e temido pelo mercado, mas seria um reflexo da expectativa de se obter uma super safra neste ano. “As pessoas precisam se lembrar que quando você tem super safra, em fevereiro ou março, você contrata todo mundo. Você vai ter uma safra para transportar em poucos meses, então você terá uma super contratação de transporte e de mão de obra, funciona assim no Brasil”, explicou. Desvalorização do dólar Ao falar a investidores, o ministro comentou também sobre sua expectativa de que ocorra uma desvalorização global do dólar neste ano, em meio às reformas que estão sendo colocadas em práticas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Eu posso errar no timing, mas dificilmente na peça. Não consigo enxergar equilíbrio ali na economia americana sem alguma desvalorização do dólar. Eu não consigo ver por onde o equilíbrio vai acontecer sem o dólar passar por algum processo de desvalorização. Não acho que tarifa vai resolver. Não acredito que tarifa resolva ali. Pelo contrário, acredito que a tarifa possa agravar a situação”, afirmou. Se isso vier a ocorrer, ressaltou Haddad, o trabalho do Banco Central para conter a inflação pode se tornar mais fácil. “Talvez a gente consiga ver, já neste ano, uma desvalorização do dólar, mesmo que o juro não caia tanto quanto previsto. Se isso for verdade, vai aliviar para o Banco Central. A pressão sob o Banco Central vai diminuir e nós podemos ter uma reacomodação”, disse. Crédito consignado Em conversa com jornalistas após participar do evento na capital paulista, Haddad comentou ainda sobre o consignado privado. Para o ministro, a grande procura pelo consignado privado que vem sendo observado nos últimos dias não significa que o endividamento esteja aumentando, mas que as pessoas têm buscado essa proposta para trocar a dívida que já possuem por uma taxa mais baixa. “Obviamente que o trabalhador que não tem dívida, depois vai também buscar o seu consignado. Se ele quiser fazer uma compra, ele vai ter à disposição dele uma taxa razoável. Isso também vai acontecer. Mas nesse momento, tem uma demanda muito expressiva por troca de dívida. Tem gente com dívidas muito caras, com taxas muito elevadas”, disse. Segundo ele, a proposta do consignado privado, elaborado pelo atual governo, é “amparar o trabalhador que tem uma dívida alta”. “É muito natural que as pessoas que estão com um crédito e pagando uma prestação elevadíssima por causa da taxa de juros, recorra agora ao sistema bancário para trocar a dívida de 5% ou 6% [de juros] ao mês para algo inferior a 3%”, disse ele. “O consignado privado foi criado para isso, para amparar o trabalhador que tem uma dívida cara. Às vezes essa dívida não é nem com um banco, pode ser até com um agiota. E a pessoa está saindo do agiota”, acrescentou. [ad_2] Source link

quase 2 mil agtechs e 451 hubs mapeados

[ad_1] O ecossistema de inovação no agronegócio brasileiro registrou crescimento expressivo entre 2023 e 2024, segundo o Radar Agtech Brasil, lançado nesta quarta-feira (26) durante o Radar Agtech Summit, no Cubo Itaú, em São Paulo. O levantamento, desenvolvido pela Embrapa em parceria com a Homo Ludens e a SP Ventures, aponta aumento de 224% no número de incubadoras voltadas ao agro, que passaram de 32 para 107 em um ano. As aceleradoras de startups também cresceram 90%, passando de 21 para 40, enquanto os hubs de inovação aumentaram 29%, de 82 para 106. Os parques tecnológicos voltados ao setor passaram de 93 para 117, um avanço de 25%. No total, foram mapeadas 451 iniciativas entre hubs, aceleradoras, incubadoras e parques tecnológicos. Além dos ambientes, o Radar ampliou o escopo em 2024 e trouxe, pela primeira vez, uma análise detalhada sobre os investidores do setor. O número de fundos de venture capital, corporate ventures e iniciativas financeiras voltadas a agtechs e foodtechs cresceu de forma relevante, sinalizando o amadurecimento do setor. De acordo com a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, o documento se consolidou como uma das principais referências em inteligência estratégica para o agro brasileiro. “Com o escopo ampliado, reforçamos o compromisso de produzir conhecimento estratégico e apoiar a inovação em toda a cadeia agroalimentar”, afirmou. O analista da Embrapa Aurélio Favarin destacou a importância de mapear também os ambientes que dão suporte às startups. “Além das startups, é fundamental entender as condições necessárias para que elas nasçam e se desenvolvam. Os ambientes de inovação e os investidores são cruciais nesse processo”, disse. Desde sua primeira edição, em 2019, o Radar Agtech Brasil já identificou um crescimento de 75% no número de agtechs, passando de 1.125 para 1.972 startups em 2024. Essas empresas atuam em áreas como gestão de propriedades, automação agrícola, sensoriamento remoto e biotecnologia. Inovação pelo país O estudo também revelou a descentralização dos ambientes de inovação pelo país. Apesar da concentração no Sudeste (36,8%), o Sul já representa 31%, seguido pelo Nordeste (17,5%), Centro-Oeste (9,5%) e Norte (5%). São Paulo concentra 43,5% dos ambientes no Sudeste, mas regiões como o Nordeste e Norte vêm ganhando relevância, com crescimento de 3,5% para 5,9% e de 1,5% para 5,0%, respectivamente. Francisco Jardim, sócio da SP Ventures, destacou o momento de transformação que o setor vive. “As startups agtech da América Latina estão liderando uma revolução, trazendo tecnologias avançadas e novos modelos de negócio para responder aos desafios impostos pela crise climática e insegurança alimentar”, afirmou. A internacionalização também foi apontada como uma tendência em ascensão. Startups brasileiras têm se conectado a hubs de inovação globais, ampliando seu acesso a novos mercados e tecnologias. O levantamento identificou ainda o avanço da sustentabilidade e da digitalização. Em 2024, cerca de 41,5% das agtechs atuam no segmento “Dentro da Fazenda”, com foco em automação e gestão rural. Também se destacam soluções com foco em bioinsumos, rastreabilidade e agricultura regenerativa. Para Luiz Sakuda, sócio da Homo Ludens, o cenário atual exige a criação de redes conectadas e vivas. “A agricultura responde por cerca de 22% do PIB brasileiro. É imprescindível investir em inovação para transformar o setor e garantir sua sustentabilidade”, disse. O Radar Agtech 2024 reforça que o futuro da inovação no agro passa por colaboração entre startups, instituições de pesquisa, investidores e produtores, para gerar soluções eficazes e ampliar a competitividade do setor agroalimentar brasileiro. [ad_2] Source link

saiba onde vai ter chuva hoje

[ad_1] Veja como ficam as condições do tempo em todo o Brasil neste sábado (29), de acordo com análise da Climatempo, e saiba onde vai ter chuva. Sul O volume de chuva diminui, mas algumas pancadas isoladas podem ocorrer no centro-norte do Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina e algumas áreas da região central e norte do Paraná. A maior parte de sábado vai ser marcada por sol e nebulosidade variável. Sudeste Dia de sol e calor na região. A manutenção da presença de umidade na atmosfera deve colaborar para pancadas isoladas no interior e oeste de São Paulo, áreas do centro-sul e noroeste de Minas Gerais, assim como chuva de maneira localizada no leste paulista, Rio de Janeiro e Espírito Santto. Centro-Oeste As pancadas continuam ocorrendo com força no interior de Goiás e em Mato Grosso. O dia terá sol, nebulosidade variável e condições de chuva entre o fim da manhã e a tarde. Mato Grosso do Sul vai começar o sábado com sol, mas pancadas de chuva se concentram no período da tarde e da noite. Nordeste A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) estimula nuvens carregadas no norte do Maranhão; São Luís volta a ficar em alerta para temporais. Há condições de pancadas moderadas no centro-leste e sul do Piauí, assim como no Ceará. Chove de forma moderada na costa leste da região, enquanto o ar segue mais seco no interior da Paraíba, Pernambuco e nordeste da Bahia. Norte A chuva continua em todas as áreas da região. Dia de sol entre nuvens e pancadas a qualquer hora do dia no Amazonas, Pará, Roraima, Amapá e Tocantins. [ad_2] Source link

preço volta a subir com oferta curta e boa demanda; confira

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a conviver com elevação em seus preços, particularmente em Mato Grosso, praça onde a valorização da arroba foi mais acentuada. As escalas de abate não apresentam avanços consistentes, mantendo-se entre cinco e sete dias úteis na média nacional, de acordo com levantamento da consultoria Safras & Mercado. A expectativa em torno da demanda no decorrer da primeira quinzena de abril aponta para elevação dos preços da carne no atacado, o que por sua vez é outro elemento motivador para recuperação dos preços da arroba. Por fim, merece atenção o expressivo fluxo de exportação, com o Brasil caminhando a passos largos para mais um recorde histórico, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Preços médios da arroba de boi gordo hoje São Paulo: R$ 319,17 Goiás: R$ 300,88 Minas Gerais: R$ 300,88 Mato Grosso do Sul: R$ 308,98 Mato Grosso: R$ 307,70. Atacado O mercado atacadista se deparou com preços firmes durante esta sexta-feira (28). Segundo Iglesias, a expectativa ainda é de elevação dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, somado ao adicional de consumo relacionado ao Domingo de Páscoa. Com o encurtamento das escalas de abate, os frigoríficos se deparam com estoques apertados, o que deve aumentar a agressividade na compra de gado, mesmo que de maneira momentânea, pontuou Iglesias. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 o quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 o quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,50 o quilo. [ad_2] Source link

cotações favorecem bons negócios, diz consultoria; veja preços da saca hoje

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve mais um dia de bastante movimento nesta sexta-feira (28), especialmente nos portos. Os preços domésticos ficaram mistos, acompanhando a volatilidade da Bolsa de Chicago. A alta do dólar contribuiu para esse cenário, ainda que os prêmios tenham recuado no mercado spot, resultando em oscilações nas cotações ao longo do dia. Conforme a consultoria Safras & Mercado, apesar do alto custo logístico, o contexto de cotações firmes favoreceu bons negócios. O produtor, querendo ou não, tem vantagem em negociar nesses níveis. É possível que a comercialização na semana tenha ficado entre 1,5 milhão e 2 milhões de toneladas. Confira os preços da saca de soja hoje Passo Fundo (RS): queda de R$ 131 para R$ 130 Santa Rosa (RS): queda de R$ 132 para R$ 131 Porto de Rio Grande (RS): queda de R$ 137 para R$ 134 Cascavel (PR): mantido em R$ 127 Porto de Paranaguá (PR): mantido em R$ 134 Rondonópolis (MT): mantido em R$ 116, Dourados (MS): alta de R$ 118 para R$ 119 Rio Verde (GO): mantido em R$ 115 Soja na Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em alta. Na semana, o ganho acumulado na posição maio ficou em 1,56%. A perspectiva de uma menor área a ser plantada nos Estados Unidos em 2025 garantiu a elevação. Na próxima segunda-feira (31), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar o seu relatório de intenção de plantio. A previsão deverá indicar área menor que a estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento. Pesquisa realizada pela agência Dow Jones indica que o mercado está apostando em número de 83,76 milhões de acres. No ano passado, os americanos semearam 87,05 milhões de acres. A média das projeções oscila entre 82,5 milhões e 85,5 milhões de acres. Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número inferior aos 84 milhões de acres indicados durante o fórum. A área de soja deverá ficar abaixo da de milho, projetada em 94,17 milhões de acres, contra 90,59 milhões do ano anterior. Também na segunda será divulgado o relatório com a posição dos estoques americanos em 1º de março. O mercado espera estoques em 1,895 bilhão de bushels. Em igual período do ano passado, o número era de 1,845 bilhão. Em dezembro, os estoques estavam em 3,1 bilhões de bushels. Contratos futuros Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 6,25 centavos de dólar ou 0,61% a US$ 10,23 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,37 1/4 por bushel, ganho de 6,75 centavos ou 0,65%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 1 ou 0,33% a US$ 293,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 45,16 centavos de dólar, com alta de 0,89 centavo ou 2,01%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 5,7609 para venda e a R$ 5,7589 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7464 e a máxima de R$ 5,7819. Na semana, a moeda teve valorização de 0,79%. [ad_2] Source link