{"id":910,"date":"2024-07-28T14:13:41","date_gmt":"2024-07-28T14:13:41","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/07\/28\/rodovias-pedagio-automatico-e-asfalto-reciclado-sao-apostas-para-estradas-menos-poluentes\/"},"modified":"2024-07-28T14:13:41","modified_gmt":"2024-07-28T14:13:41","slug":"rodovias-pedagio-automatico-e-asfalto-reciclado-sao-apostas-para-estradas-menos-poluentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/07\/28\/rodovias-pedagio-automatico-e-asfalto-reciclado-sao-apostas-para-estradas-menos-poluentes\/","title":{"rendered":"Rodovias: ped\u00e1gio autom\u00e1tico e asfalto reciclado s\u00e3o apostas para estradas menos poluentes"},"content":{"rendered":"<div>Foto: Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n<p>A depend\u00eancia do transporte rodovi\u00e1rio no Brasil, combinada com uma extens\u00e3o de mais de 1,7 milh\u00e3o de quil\u00f4metros de estradas e o alto teor poluente do modal, tornam a <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/sustentabilidade\/\">descarboniza\u00e7\u00e3o <\/a><\/strong>uma equa\u00e7\u00e3o complexa no setor. Para ajudar a fechar essa conta, especialistas apontam que n\u00e3o basta focar em solu\u00e7\u00f5es mais verdes para as frotas. \u00c9 preciso tamb\u00e9m buscar alternativas estruturais nas pr\u00f3prias rodovias, o que j\u00e1 come\u00e7a a ser feito a partir de inova\u00e7\u00f5es como o ped\u00e1gio \u201cfree flow\u201d e o uso de asfalto reciclado.<\/p>\n<p><em>Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029Va9VnZxGk1FplZjiW43k\"><em> <\/em><strong><em>siga o Canal Rural no WhatsApp!<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o vai ter uma solu\u00e7\u00e3o \u00fanica para todas as unidades, at\u00e9 por causa da regionalidade do pa\u00eds\u201d, afirma a diretora de sustentabilidade na EcoRodovias, Monica Ja\u00e9n. \u201cN\u00e3o basta falar s\u00f3 sobre descarboniza\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio readaptar sua infraestrutura \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e tratar destes temas com uma agenda com diretrizes claras\u201d, complementa.<\/p>\n<p>De olho nisso, o \u201cfree flow\u201d \u2013 cobran\u00e7a autom\u00e1tica de ped\u00e1gios que j\u00e1 \u00e9 uma realidade em algumas rodovias \u2013 \u00e9 considerada promissor. O modelo, atualmente em ambiente de testes, elimina a necessidade da constru\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o das pra\u00e7as, diminuindo a gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos e consumo el\u00e9trico pelas concession\u00e1rias. Al\u00e9m disso, permite que os autom\u00f3veis passem sem precisar frear ou aguardar em filas, o que reduz o consumo de combust\u00edveis e, consequentemente, as emiss\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cSe projetarmos um futuro em que todas as pra\u00e7as sejam transformadas em p\u00f3rticos de \u2018free flow\u2019, estamos falando na elimina\u00e7\u00e3o de dois bilh\u00f5es de frenagens e acelera\u00e7\u00f5es desnecess\u00e1rias, contribuindo para a descarboniza\u00e7\u00e3o\u201d, afirma o diretor-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Concession\u00e1rias de Rodovias (ABCR), Marco Aur\u00e9lio Barcelos. No entanto, o executivo destaca que ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mensurar em quanto o instrumento pode reduzir a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa (GEEs).<\/p>\n<p>O vice-presidente de Sustentabilidade, Risco e Conformidade da CCR, Pedro Sutter, afirma que o \u201cfree flow\u201d passa ainda pelas etapas iniciais de implementa\u00e7\u00e3o no Brasil, mas a expectativa \u00e9 que o uso cres\u00e7a de forma acelerada e que a solu\u00e7\u00e3o ganhe mais espa\u00e7o nas rodovias do pa\u00eds. \u201cO cen\u00e1rio de cobran\u00e7a de ped\u00e1gio vai se transformar radicalmente nos pr\u00f3ximos cinco anos. Vai ser muito mais r\u00e1pido do que a gente imagina\u201d, projeta.<\/p>\n<p>A pesagem din\u00e2mica de caminh\u00f5es \u00e9 outra alternativa que j\u00e1 vem sendo adotada, ainda que de forma inicial. A l\u00f3gica \u00e9 a mesma do \u201cfree flow\u201d, j\u00e1 que evita que os motoristas precisem parar, acelerar ou desacelerar no processo de fiscaliza\u00e7\u00e3o. A EcoRodovias implementou o modelo, de forma pioneira no Pa\u00eds, em trecho da BR-365, tamb\u00e9m em car\u00e1ter experimental, em ambiente de testes que est\u00e1 sendo acompanhado pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Energia<\/h2>\n<p>Apesar da eletrifica\u00e7\u00e3o de suas frotas auxiliares tamb\u00e9m estar no radar, as concession\u00e1rias encontram dificuldades. Sutter, da CCR, destaca que boa parte da frota que faz fiscaliza\u00e7\u00e3o ainda depende de combust\u00edveis f\u00f3sseis. \u201cA ind\u00fastria automobil\u00edstica brasileira, especialmente a de ve\u00edculos pesados, ainda n\u00e3o se desenvolveu suficientemente para oferecer alternativas de ve\u00edculos el\u00e9tricos ou h\u00edbridos que a gente possa utilizar\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Por outro lado, a frota leve da CCR, composta por aproximadamente 1.250 ve\u00edculos, \u00e9 totalmente flex, com o etanol representando 91% do combust\u00edvel utilizado. A companhia opera com alguns \u00f4nibus el\u00e9tricos em aeroportos e metr\u00f4s e tem estudando, em parceria com montadoras europeias e chinesas, a incorpora\u00e7\u00e3o de equipamentos pesados el\u00e9tricos. \u201cMas isso ainda vai demorar um pouco, porque toda a infraestrutura precisa ser eletrificada, considerando que esses ve\u00edculos operam 24 horas por dia, sete dias por semana\u201d, explica o executivo.<\/p>\n<p>Na frente energ\u00e9tica, a companhia vem instalando usinas solares para suprir o consumo de energia de suas concession\u00e1rias. At\u00e9 o final de 2023, foram instaladas 30 usinas solares para a autogera\u00e7\u00e3o de energia limpa. At\u00e9 2030, a EcoRodovias planeja ter 74% de seu consumo de energia el\u00e9trica suprido pela autogera\u00e7\u00e3o. Os 26% restantes tamb\u00e9m ser\u00e3o renov\u00e1veis, garantidos com a compra de energia limpa certificada (I-RECs).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pavimento recuperado em rodovias<\/strong><\/h2>\n<p>As tr\u00eas maiores concession\u00e1rias do pa\u00eds t\u00eam apostado ainda no uso de pavimento asf\u00e1ltico recuperado (RAP, na sigla em ingl\u00eas), conhecido popularmente como fresado. O RAP \u00e9 gerado pelas atividades de manuten\u00e7\u00e3o a partir da fresagem de pavimento antigo, que \u00e9 posteriormente transportado para usinas onde \u00e9 incorporado na fabrica\u00e7\u00e3o de novas misturas asf\u00e1lticas.<\/p>\n<p>Estudos feitos entre as concession\u00e1rias em parceria com a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) demonstram que o uso do RAP pode representar redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 50% das emiss\u00f5es de CO\u00b2. Essas misturas tamb\u00e9m t\u00eam potencial de incorporarem maior resist\u00eancia, incentivando concession\u00e1rias como a CCR a manterem laborat\u00f3rios pr\u00f3prios de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de asfalto.<\/p>\n<p>A CCR mira alcan\u00e7ar, neste ano, a substitui\u00e7\u00e3o de 30% do concreto betuminoso usinado a auente (CBUQ) por RAP. \u201cNossa meta \u00e9 utilizar 100% do RAP em nossas obras, embora nunca possamos substituir completamente o CBUQ. Mesmo em pa\u00edses que utilizam muito RAP, como Jap\u00e3o e Estados Unidos, ainda h\u00e1 uma pequena quantidade na mistura\u201d, diz Sutter.<\/p>\n<p>A Arteris est\u00e1 usando, na ViaPaulista, parte de material asf\u00e1ltico reciclado em microrrevestimento \u2013 t\u00e9cnica utilizada para corrigir pequenas fissuras e irregularidades na superf\u00edcie do pavimento. Na Ecosul, administrada pela EcoRodovias, foi desenvolvido um projeto piloto para reutilizar materiais na usinagem de massa asf\u00e1ltica nova, reduzindo a necessidade de extra\u00e7\u00e3o de brita e outros tipos de res\u00edduos. Outras unidades do grupo tamb\u00e9m come\u00e7aram a utilizar RAP, seja na composi\u00e7\u00e3o do pavimento ou na microfresagem.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/economia\/carbono-zero-free-flow-e-asfalto-reciclado-sao-apostas-para-rodovias-menos-poluentes\/\">Rodovias: ped\u00e1gio autom\u00e1tico e asfalto reciclado s\u00e3o apostas para estradas menos poluentes<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil A depend\u00eancia do transporte rodovi\u00e1rio no Brasil, combinada com uma extens\u00e3o de mais de 1,7 milh\u00e3o de quil\u00f4metros de estradas e o alto teor poluente do modal, tornam a descarboniza\u00e7\u00e3o uma equa\u00e7\u00e3o complexa no setor. Para ajudar a fechar essa conta, especialistas apontam que n\u00e3o basta focar em solu\u00e7\u00f5es mais verdes para as frotas. \u00c9 preciso tamb\u00e9m buscar alternativas estruturais nas pr\u00f3prias rodovias, o que j\u00e1 come\u00e7a a ser feito a partir de inova\u00e7\u00f5es como o ped\u00e1gio \u201cfree flow\u201d e o uso de asfalto reciclado. Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! \u201cN\u00e3o vai ter uma solu\u00e7\u00e3o \u00fanica para todas as unidades, at\u00e9 por causa da regionalidade do pa\u00eds\u201d, afirma a diretora de sustentabilidade na EcoRodovias, Monica Ja\u00e9n. \u201cN\u00e3o basta falar s\u00f3 sobre descarboniza\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio readaptar sua infraestrutura \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e tratar destes temas com uma agenda com diretrizes claras\u201d, complementa. De olho nisso, o \u201cfree flow\u201d \u2013 cobran\u00e7a autom\u00e1tica de ped\u00e1gios que j\u00e1 \u00e9 uma realidade em algumas rodovias \u2013 \u00e9 considerada promissor. O modelo, atualmente em ambiente de testes, elimina a necessidade da constru\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o das pra\u00e7as, diminuindo a gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos e consumo el\u00e9trico pelas concession\u00e1rias. Al\u00e9m disso, permite que os autom\u00f3veis passem sem precisar frear ou aguardar em filas, o que reduz o consumo de combust\u00edveis e, consequentemente, as emiss\u00f5es. \u201cSe projetarmos um futuro em que todas as pra\u00e7as sejam transformadas em p\u00f3rticos de \u2018free flow\u2019, estamos falando na elimina\u00e7\u00e3o de dois bilh\u00f5es de frenagens e acelera\u00e7\u00f5es desnecess\u00e1rias, contribuindo para a descarboniza\u00e7\u00e3o\u201d, afirma o diretor-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Concession\u00e1rias de Rodovias (ABCR), Marco Aur\u00e9lio Barcelos. No entanto, o executivo destaca que ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mensurar em quanto o instrumento pode reduzir a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa (GEEs). O vice-presidente de Sustentabilidade, Risco e Conformidade da CCR, Pedro Sutter, afirma que o \u201cfree flow\u201d passa ainda pelas etapas iniciais de implementa\u00e7\u00e3o no Brasil, mas a expectativa \u00e9 que o uso cres\u00e7a de forma acelerada e que a solu\u00e7\u00e3o ganhe mais espa\u00e7o nas rodovias do pa\u00eds. \u201cO cen\u00e1rio de cobran\u00e7a de ped\u00e1gio vai se transformar radicalmente nos pr\u00f3ximos cinco anos. Vai ser muito mais r\u00e1pido do que a gente imagina\u201d, projeta. A pesagem din\u00e2mica de caminh\u00f5es \u00e9 outra alternativa que j\u00e1 vem sendo adotada, ainda que de forma inicial. A l\u00f3gica \u00e9 a mesma do \u201cfree flow\u201d, j\u00e1 que evita que os motoristas precisem parar, acelerar ou desacelerar no processo de fiscaliza\u00e7\u00e3o. A EcoRodovias implementou o modelo, de forma pioneira no Pa\u00eds, em trecho da BR-365, tamb\u00e9m em car\u00e1ter experimental, em ambiente de testes que est\u00e1 sendo acompanhado pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Energia Apesar da eletrifica\u00e7\u00e3o de suas frotas auxiliares tamb\u00e9m estar no radar, as concession\u00e1rias encontram dificuldades. Sutter, da CCR, destaca que boa parte da frota que faz fiscaliza\u00e7\u00e3o ainda depende de combust\u00edveis f\u00f3sseis. \u201cA ind\u00fastria automobil\u00edstica brasileira, especialmente a de ve\u00edculos pesados, ainda n\u00e3o se desenvolveu suficientemente para oferecer alternativas de ve\u00edculos el\u00e9tricos ou h\u00edbridos que a gente possa utilizar\u201d, afirma. Por outro lado, a frota leve da CCR, composta por aproximadamente 1.250 ve\u00edculos, \u00e9 totalmente flex, com o etanol representando 91% do combust\u00edvel utilizado. A companhia opera com alguns \u00f4nibus el\u00e9tricos em aeroportos e metr\u00f4s e tem estudando, em parceria com montadoras europeias e chinesas, a incorpora\u00e7\u00e3o de equipamentos pesados el\u00e9tricos. \u201cMas isso ainda vai demorar um pouco, porque toda a infraestrutura precisa ser eletrificada, considerando que esses ve\u00edculos operam 24 horas por dia, sete dias por semana\u201d, explica o executivo. Na frente energ\u00e9tica, a companhia vem instalando usinas solares para suprir o consumo de energia de suas concession\u00e1rias. At\u00e9 o final de 2023, foram instaladas 30 usinas solares para a autogera\u00e7\u00e3o de energia limpa. At\u00e9 2030, a EcoRodovias planeja ter 74% de seu consumo de energia el\u00e9trica suprido pela autogera\u00e7\u00e3o. Os 26% restantes tamb\u00e9m ser\u00e3o renov\u00e1veis, garantidos com a compra de energia limpa certificada (I-RECs). Pavimento recuperado em rodovias As tr\u00eas maiores concession\u00e1rias do pa\u00eds t\u00eam apostado ainda no uso de pavimento asf\u00e1ltico recuperado (RAP, na sigla em ingl\u00eas), conhecido popularmente como fresado. O RAP \u00e9 gerado pelas atividades de manuten\u00e7\u00e3o a partir da fresagem de pavimento antigo, que \u00e9 posteriormente transportado para usinas onde \u00e9 incorporado na fabrica\u00e7\u00e3o de novas misturas asf\u00e1lticas. Estudos feitos entre as concession\u00e1rias em parceria com a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) demonstram que o uso do RAP pode representar redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 50% das emiss\u00f5es de CO\u00b2. Essas misturas tamb\u00e9m t\u00eam potencial de incorporarem maior resist\u00eancia, incentivando concession\u00e1rias como a CCR a manterem laborat\u00f3rios pr\u00f3prios de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de asfalto. A CCR mira alcan\u00e7ar, neste ano, a substitui\u00e7\u00e3o de 30% do concreto betuminoso usinado a auente (CBUQ) por RAP. \u201cNossa meta \u00e9 utilizar 100% do RAP em nossas obras, embora nunca possamos substituir completamente o CBUQ. Mesmo em pa\u00edses que utilizam muito RAP, como Jap\u00e3o e Estados Unidos, ainda h\u00e1 uma pequena quantidade na mistura\u201d, diz Sutter. A Arteris est\u00e1 usando, na ViaPaulista, parte de material asf\u00e1ltico reciclado em microrrevestimento \u2013 t\u00e9cnica utilizada para corrigir pequenas fissuras e irregularidades na superf\u00edcie do pavimento. Na Ecosul, administrada pela EcoRodovias, foi desenvolvido um projeto piloto para reutilizar materiais na usinagem de massa asf\u00e1ltica nova, reduzindo a necessidade de extra\u00e7\u00e3o de brita e outros tipos de res\u00edduos. Outras unidades do grupo tamb\u00e9m come\u00e7aram a utilizar RAP, seja na composi\u00e7\u00e3o do pavimento ou na microfresagem. O post Rodovias: ped\u00e1gio autom\u00e1tico e asfalto reciclado s\u00e3o apostas para estradas menos poluentes apareceu primeiro em Canal Rural.<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-910","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-agronegocio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/910","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=910"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/910\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=910"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=910"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=910"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}