{"id":8813,"date":"2025-02-13T02:42:39","date_gmt":"2025-02-13T02:42:39","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/13\/quebra-de-safra-de-noz-peca-no-rs-pode-chegar-a-40-em-2025\/"},"modified":"2025-02-13T02:42:39","modified_gmt":"2025-02-13T02:42:39","slug":"quebra-de-safra-de-noz-peca-no-rs-pode-chegar-a-40-em-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/13\/quebra-de-safra-de-noz-peca-no-rs-pode-chegar-a-40-em-2025\/","title":{"rendered":"Quebra de safra de noz-pec\u00e3 no RS pode chegar a 40% em 2025"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/02\/pecan-6092699_1280.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>A safra de noz-pec\u00e3 do <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/rio-grande-do-sul\/\"><strong>Rio Grande do Sul<\/strong><\/a> pode ter quebra de 40% da safra, estima o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan).<\/p>\n<p>A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de que sejam colhidos entre quatro a cinco mil toneladas. \u201cAp\u00f3s perdas devido \u00e0s enchentes de maio, logo ap\u00f3s a abertura oficial da colheita, os produtores de pec\u00e3 enfrentam outro desafio: forte calor e chuvas insuficientes\u201d, diz a entidade em nota.<\/p>\n<p>No comunicado, o presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, conta que a entidade busca um regime tribut\u00e1rio diferenciado para a pec\u00e3, \u201ca exemplo do que foi conquistado pelos produtores de oliveiras e azeites de oliva e que passou a valer a partir de janeiro deste ano, com redu\u00e7\u00e3o de <strong>12%<\/strong> para <strong>4%<\/strong> no ICMS\u201d.<\/p>\n<section class=\"grid related-posts container-xl px-4 px-xl-0 mt-9 mt-md-10 related_posts\"\/>\n<p>O assunto foi tema de uma reuni\u00e3o entre o IBPecan e o secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico do Rio Grande do Sul (Sedec), Ernani Polo.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u201cO argumento do instituto \u00e9 de que este tratamento tribut\u00e1rio incentivaria os produtores a ingressarem na formalidade e traria mais competitividade \u00e0 pec\u00e3 frente a outras nozes e castanhas, bem como maior ingresso de receitas, com o aumento do consumo\u201d, disse o IBPecan.<\/p>\n<h2>Maior produtor de noz-pec\u00e3 do Brasil<\/h2>\n<p>Conforme a entidade, durante a reuni\u00e3o, Wallauer teria defendido a ado\u00e7\u00e3o de sistemas de irriga\u00e7\u00e3o, lembrando que \u00e9 o quarto ano com estiagem no territ\u00f3rio ga\u00facho. A demanda ser\u00e1 levada \u00e0 Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Desenvolvimento Rural e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi).<\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul \u00e9 o maior produtor de pec\u00e3 do Brasil, com mais de <strong>80%<\/strong> da produ\u00e7\u00e3o nacional. O estado sedia mais de 90% da ind\u00fastria de beneficiamento, recebendo a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha, catarinense e paranaense.<\/p>\n<p>\u201cA estimativa \u00e9 de 10,5 mil hectares plantados por pouco mais de 2 mil produtores, a maioria composta por agricultores familiares. Al\u00e9m de abastecerem o mercado interno, o excedente da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 exportado para \u00c1sia, Oriente M\u00e9dio, Europa, Canad\u00e1 e Estados Unidos\u201d, informa a entidade.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/quebra-de-safra-de-noz-peca-no-rs-pode-chegar-a-40-em-2025\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] A safra de noz-pec\u00e3 do Rio Grande do Sul pode ter quebra de 40% da safra, estima o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan). A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de que sejam colhidos entre quatro a cinco mil toneladas. \u201cAp\u00f3s perdas devido \u00e0s enchentes de maio, logo ap\u00f3s a abertura oficial da colheita, os produtores de pec\u00e3 enfrentam outro desafio: forte calor e chuvas insuficientes\u201d, diz a entidade em nota. No comunicado, o presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, conta que a entidade busca um regime tribut\u00e1rio diferenciado para a pec\u00e3, \u201ca exemplo do que foi conquistado pelos produtores de oliveiras e azeites de oliva e que passou a valer a partir de janeiro deste ano, com redu\u00e7\u00e3o de 12% para 4% no ICMS\u201d. O assunto foi tema de uma reuni\u00e3o entre o IBPecan e o secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico do Rio Grande do Sul (Sedec), Ernani Polo. \u201cO argumento do instituto \u00e9 de que este tratamento tribut\u00e1rio incentivaria os produtores a ingressarem na formalidade e traria mais competitividade \u00e0 pec\u00e3 frente a outras nozes e castanhas, bem como maior ingresso de receitas, com o aumento do consumo\u201d, disse o IBPecan. Maior produtor de noz-pec\u00e3 do Brasil Conforme a entidade, durante a reuni\u00e3o, Wallauer teria defendido a ado\u00e7\u00e3o de sistemas de irriga\u00e7\u00e3o, lembrando que \u00e9 o quarto ano com estiagem no territ\u00f3rio ga\u00facho. A demanda ser\u00e1 levada \u00e0 Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Desenvolvimento Rural e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi). O Rio Grande do Sul \u00e9 o maior produtor de pec\u00e3 do Brasil, com mais de 80% da produ\u00e7\u00e3o nacional. O estado sedia mais de 90% da ind\u00fastria de beneficiamento, recebendo a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha, catarinense e paranaense. \u201cA estimativa \u00e9 de 10,5 mil hectares plantados por pouco mais de 2 mil produtores, a maioria composta por agricultores familiares. Al\u00e9m de abastecerem o mercado interno, o excedente da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 exportado para \u00c1sia, Oriente M\u00e9dio, Europa, Canad\u00e1 e Estados Unidos\u201d, informa a entidade. 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