{"id":8594,"date":"2025-02-09T00:53:32","date_gmt":"2025-02-09T00:53:32","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/09\/consumo-de-frutas-cafe-chocolate-e-vinho-reduz-em-ate-23-o-risco-de-sindrome-metabolica\/"},"modified":"2025-02-09T00:53:32","modified_gmt":"2025-02-09T00:53:32","slug":"consumo-de-frutas-cafe-chocolate-e-vinho-reduz-em-ate-23-o-risco-de-sindrome-metabolica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/09\/consumo-de-frutas-cafe-chocolate-e-vinho-reduz-em-ate-23-o-risco-de-sindrome-metabolica\/","title":{"rendered":"Consumo de frutas, caf\u00e9, chocolate e vinho reduz em at\u00e9 23% o risco de s\u00edndrome metab\u00f3lica"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/02\/photo.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Uma dieta rica em alimentos como uva, morango, a\u00e7a\u00ed, laranja, chocolate, vinho e caf\u00e9 pode reduzir em at\u00e9 23%\u00a0o risco de s\u00edndrome metab\u00f3lica (conjunto de altera\u00e7\u00f5es hormonais e no metabolismo que eleva o risco de o indiv\u00edduo desenvolver doen\u00e7as cardiovasculares). <\/p>\n<p>Foi o que comprovou estudo realizado com mais de 6 mil brasileiros, o maior do mundo a associar os efeitos do consumo de polifen\u00f3is (compostos bioativos conhecidos por sua a\u00e7\u00e3o antioxidante e anti-inflamat\u00f3ria) na prote\u00e7\u00e3o de problemas cardiometab\u00f3licos. <\/p>\n<p>\u201cTrata-se de uma boa not\u00edcia para quem gosta de frutas, chocolate, caf\u00e9 e vinho, alimentos ricos nesses compostos. Embora a rela\u00e7\u00e3o entre o consumo de polifen\u00f3is e a redu\u00e7\u00e3o do risco de s\u00edndrome metab\u00f3lica j\u00e1 ter sido identificada em estudos anteriores, ela nunca havia sido verificada em uma popula\u00e7\u00e3o t\u00e3o grande [6.378 indiv\u00edduos] e ao longo de tanto tempo [oito anos]\u201d, afirma Isabela Bense\u00f1or, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FM-USP).<\/p>\n<p>O trabalho integra o Estudo Longitudinal de Sa\u00fade do Adulto (ELSA-Brasil), que monitora a sa\u00fade de 15 mil funcion\u00e1rios p\u00fablicos de seis universidades e centros de pesquisa do pa\u00eds desde 2008. A iniciativa conta com financiamento do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/cnpq\/\">CNPq<\/a>), ligado ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/mcti\/\">MCTI<\/a>). <\/p>\n<p>Entre os 6.378 participantes analisados, 2.031 desenvolveram a s\u00edndrome metab\u00f3lica. A condi\u00e7\u00e3o \u00e9 caracterizada pela combina\u00e7\u00e3o de press\u00e3o alta, obesidade abdominal, n\u00edveis sangu\u00edneos elevados de a\u00e7\u00facar (hiperglicemia), de triglicer\u00eddeos e de colesterol (dislipidemia). Geralmente, o diagn\u00f3stico \u00e9 dado quando o indiv\u00edduo apresenta pelo menos tr\u00eas desses cinco fatores.<\/p>\n<p>A preval\u00eancia da s\u00edndrome metab\u00f3lica est\u00e1 aumentando em propor\u00e7\u00f5es epid\u00eamicas em todo o mundo. No <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/brasil\/\">Brasil<\/a>, saltou de 29,6% em 2013 para 33% em 2022, apontam pesquisas previamente publicadas.<\/p>\n<p>\u201cPretendemos nos aprofundar, em futuros estudos, no papel dos polifen\u00f3is na prote\u00e7\u00e3o contra doen\u00e7as cardiometab\u00f3licas. O que se sabe at\u00e9 agora s\u00e3o quest\u00f5es relacionadas ao poder anti-inflamat\u00f3rio e antioxidante desses compostos, al\u00e9m de uma poss\u00edvel influ\u00eancia positiva na microbiota intestinal\u201d, destaca Bense\u00f1or, que coordena o ELSA-Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-variedade-de-alimentos\"><strong>Variedade de alimentos<\/strong><\/h2>\n<p>Existem mais de 8 mil tipos de polifen\u00f3is j\u00e1 identificados na natureza, sendo que os mais conhecidos e estudados s\u00e3o os \u00e1cidos fen\u00f3licos (presentes no caf\u00e9 e no vinho), os flavonoides (frutas de forma geral, feij\u00e3o e chocolate), as lignanas (sementes e laranja) e os estilbenos (uva roxa e vinho tinto).<\/p>\n<p>Para identificar quais subst\u00e2ncias os participantes da pesquisa consumiam regularmente, foram aplicados question\u00e1rios. Verificou-se a frequ\u00eancia da ingest\u00e3o de 92 alimentos ricos em diferentes classes de polifen\u00f3is. Os efeitos de diferentes m\u00e9todos de cozimento e processamento foram levados em considera\u00e7\u00e3o para permitir medi\u00e7\u00f5es precisas da ingest\u00e3o desses compostos bioativos.<\/p>\n<p>Com base nessa an\u00e1lise, concluiu-se que um consumo elevado de polifen\u00f3is totais (469 miligramas por dia), proveniente de diferentes alimentos, diminuiu em 23% o risco de os indiv\u00edduos desenvolverem a s\u00edndrome metab\u00f3lica, em compara\u00e7\u00e3o com aqueles que apresentaram um consumo mais baixo (177 mg\/d). Uma redu\u00e7\u00e3o similar do risco foi encontrada para o consumo de \u00e1cidos fen\u00f3licos, uma classe espec\u00edfica de polifenol abundante no caf\u00e9, vinho tinto e nos ch\u00e1s.<\/p>\n<p>Carna\u00faba explica que a quantidade de polifen\u00f3is associada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do risco de s\u00edndrome metab\u00f3lica \u00e9 referente ao valor total de consumo do composto, que \u00e9 obtida a partir da ingest\u00e3o de diversos alimentos. <\/p>\n<p>\u201cA variedade alimentar importa, pois uma das justificativas para os efeitos ben\u00e9ficos dos polifen\u00f3is na sa\u00fade \u00e9 a sua capacidade de modular a microbiota intestinal. Esse processo pode estimular o crescimento de bact\u00e9rias ben\u00e9ficas, conhecidas como probi\u00f3ticas. Por\u00e9m, quanto mais diversa for a alimenta\u00e7\u00e3o e mais variadas forem as fontes de polifen\u00f3is na dieta, melhor \u00e9 o efeito na microbiota intestinal e, consequentemente, na sa\u00fade do indiv\u00edduo\u201d, pontua.<\/p>\n<p>De acordo com as an\u00e1lises, o consumo mais elevado de flavanol, uma subclasse de flavonoide, esteve associado com um risco 20% menor de desenvolver s\u00edndrome metab\u00f3lica. Na popula\u00e7\u00e3o estudada, o consumo de flavanol se deu principalmente a partir do vinho tinto, que, sozinho, contribuiu com quase 80% da ingest\u00e3o total deste composto. O chocolate tamb\u00e9m foi um contribuinte importante, j\u00e1 que determinou 10% do consumo de flavanol nesta popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m analisou o impacto dos polifen\u00f3is em outras quest\u00f5es cardiometab\u00f3licas relacionadas \u00e0 s\u00edndrome metab\u00f3lica, como hipertens\u00e3o, resist\u00eancia \u00e0 insulina e triglic\u00e9rides aumentados, por exemplo.<\/p>\n<p>\u201cOs resultados mostraram que os efeitos dessas subst\u00e2ncias no metabolismo e nas quest\u00f5es card\u00edacas n\u00e3o s\u00e3o poucos. Independentemente de diversos fatores de risco para a doen\u00e7a, como sexo, idade, tabagismo e atividade f\u00edsica, aqueles que ingeriram mais polifen\u00f3is tiveram at\u00e9 30 vezes menos chance de desenvolver press\u00e3o arterial elevada, 30 vezes menos chance de apresentar resist\u00eancia \u00e0 insulina e 17 vezes menos chance de ter triglicer\u00eddeos aumentados\u201d, relata Carna\u00faba.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/consumo-de-frutas-cafe-chocolate-e-vinho-reduz-em-ate-23-o-risco-de-sindrome-metabolica\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] Uma dieta rica em alimentos como uva, morango, a\u00e7a\u00ed, laranja, chocolate, vinho e caf\u00e9 pode reduzir em at\u00e9 23%\u00a0o risco de s\u00edndrome metab\u00f3lica (conjunto de altera\u00e7\u00f5es hormonais e no metabolismo que eleva o risco de o indiv\u00edduo desenvolver doen\u00e7as cardiovasculares). 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A preval\u00eancia da s\u00edndrome metab\u00f3lica est\u00e1 aumentando em propor\u00e7\u00f5es epid\u00eamicas em todo o mundo. No Brasil, saltou de 29,6% em 2013 para 33% em 2022, apontam pesquisas previamente publicadas. \u201cPretendemos nos aprofundar, em futuros estudos, no papel dos polifen\u00f3is na prote\u00e7\u00e3o contra doen\u00e7as cardiometab\u00f3licas. O que se sabe at\u00e9 agora s\u00e3o quest\u00f5es relacionadas ao poder anti-inflamat\u00f3rio e antioxidante desses compostos, al\u00e9m de uma poss\u00edvel influ\u00eancia positiva na microbiota intestinal\u201d, destaca Bense\u00f1or, que coordena o ELSA-Brasil. Variedade de alimentos Existem mais de 8 mil tipos de polifen\u00f3is j\u00e1 identificados na natureza, sendo que os mais conhecidos e estudados s\u00e3o os \u00e1cidos fen\u00f3licos (presentes no caf\u00e9 e no vinho), os flavonoides (frutas de forma geral, feij\u00e3o e chocolate), as lignanas (sementes e laranja) e os estilbenos (uva roxa e vinho tinto). Para identificar quais subst\u00e2ncias os participantes da pesquisa consumiam regularmente, foram aplicados question\u00e1rios. Verificou-se a frequ\u00eancia da ingest\u00e3o de 92 alimentos ricos em diferentes classes de polifen\u00f3is. Os efeitos de diferentes m\u00e9todos de cozimento e processamento foram levados em considera\u00e7\u00e3o para permitir medi\u00e7\u00f5es precisas da ingest\u00e3o desses compostos bioativos. Com base nessa an\u00e1lise, concluiu-se que um consumo elevado de polifen\u00f3is totais (469 miligramas por dia), proveniente de diferentes alimentos, diminuiu em 23% o risco de os indiv\u00edduos desenvolverem a s\u00edndrome metab\u00f3lica, em compara\u00e7\u00e3o com aqueles que apresentaram um consumo mais baixo (177 mg\/d). Uma redu\u00e7\u00e3o similar do risco foi encontrada para o consumo de \u00e1cidos fen\u00f3licos, uma classe espec\u00edfica de polifenol abundante no caf\u00e9, vinho tinto e nos ch\u00e1s. Carna\u00faba explica que a quantidade de polifen\u00f3is associada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do risco de s\u00edndrome metab\u00f3lica \u00e9 referente ao valor total de consumo do composto, que \u00e9 obtida a partir da ingest\u00e3o de diversos alimentos. \u201cA variedade alimentar importa, pois uma das justificativas para os efeitos ben\u00e9ficos dos polifen\u00f3is na sa\u00fade \u00e9 a sua capacidade de modular a microbiota intestinal. Esse processo pode estimular o crescimento de bact\u00e9rias ben\u00e9ficas, conhecidas como probi\u00f3ticas. Por\u00e9m, quanto mais diversa for a alimenta\u00e7\u00e3o e mais variadas forem as fontes de polifen\u00f3is na dieta, melhor \u00e9 o efeito na microbiota intestinal e, consequentemente, na sa\u00fade do indiv\u00edduo\u201d, pontua. De acordo com as an\u00e1lises, o consumo mais elevado de flavanol, uma subclasse de flavonoide, esteve associado com um risco 20% menor de desenvolver s\u00edndrome metab\u00f3lica. Na popula\u00e7\u00e3o estudada, o consumo de flavanol se deu principalmente a partir do vinho tinto, que, sozinho, contribuiu com quase 80% da ingest\u00e3o total deste composto. O chocolate tamb\u00e9m foi um contribuinte importante, j\u00e1 que determinou 10% do consumo de flavanol nesta popula\u00e7\u00e3o. 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