{"id":8556,"date":"2025-02-07T20:34:30","date_gmt":"2025-02-07T20:34:30","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/07\/governo-aposta-em-supersafra-para-conter-alta-dos-alimentos-diz-ministro\/"},"modified":"2025-02-07T20:34:30","modified_gmt":"2025-02-07T20:34:30","slug":"governo-aposta-em-supersafra-para-conter-alta-dos-alimentos-diz-ministro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/07\/governo-aposta-em-supersafra-para-conter-alta-dos-alimentos-diz-ministro\/","title":{"rendered":"Governo aposta em supersafra para conter alta dos alimentos, diz ministro"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/WhatsApp-Image-2023-05-22-at-10.13.15-1.jpeg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>O ministro da Casa Civil, Rui Costa, declarou nesta sexta-feira (7), que o governo projeta uma redu\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos alimentos ainda no primeiro semestre de 2025, impulsionada por uma <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/\">colheita <\/a><\/strong>recorde prevista para o per\u00edodo. <\/p>\n<p>\u201cEste ano, a expectativa \u00e9 de uma supersafra. O clima est\u00e1 ajudando e, ao longo deste primeiro semestre, teremos a colheita. Todos os dados indicam que teremos uma supersafra, o que resultar\u00e1 na queda do pre\u00e7o dos alimentos. Portanto, a expectativa \u00e9 positiva\u201d, afirmou o ministro em entrevista ao<i> Portal Metro1 \u2013 R\u00e1dio Metropole, da Bahia <\/i>.<\/p>\n<p>O an\u00fancio ocorre em meio a preocupa\u00e7\u00f5es com o impacto da infla\u00e7\u00e3o sobre o custo de vida, o que levou o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva a sugerir que os consumidores evitem comprar produtos com pre\u00e7os elevados como forma de pressionar o mercado.<\/p>\n<p>O governo tamb\u00e9m mant\u00e9m di\u00e1logo com empres\u00e1rios e minist\u00e9rios na busca por medidas para conter os aumentos.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inflacao-de-alimentos-e-infinitamente-menor-que-na-gestao-bolsonaro\">\u2018Infla\u00e7\u00e3o de alimentos \u00e9 infinitamente menor que na gest\u00e3o Bolsonaro\u2019<\/h2>\n<p>Costa tamb\u00e9m afirmou na entrevista que as cr\u00edticas sobre a alta nos pre\u00e7os dos alimentos em 2024 n\u00e3o levam em conta a queda registrada no ano anterior e a compara\u00e7\u00e3o com o governo de Jair Bolsonaro.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u201cO que eles esquecem de dizer \u00e9 duas coisas: primeiro, se voc\u00ea comparar a infla\u00e7\u00e3o de alimentos dos dois anos do governo Lula, ela \u00e9 infinitamente menor que nos quatro anos ou nos dois anos do governo Bolsonaro. Ou seja, se comparar, n\u00e3o fica de p\u00e9 esse argumento, porque os pre\u00e7os em 2023 ca\u00edram\u201d, disse o ministro.<\/p>\n<p>Segundo ele, a alta recente da carne faz parte de um ciclo natural do setor. Ele explicou que a baixa nos pre\u00e7os em 2023 levou a um aumento do abate de f\u00eameas, reduzindo o rebanho e, consequentemente, a oferta para o abate, o que impulsionou a valoriza\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n<p>\u201cO pre\u00e7o da carne estava em baixa em 2023 e isso levou ao que eles chamam de ciclo da carne: quando os pre\u00e7os mergulham muito, os produtores come\u00e7am a abater as f\u00eameas e a\u00ed voc\u00ea diminui o rebanho, diminui a oferta para o abate e isso for\u00e7a uma escassez do produto e a subida do pre\u00e7o\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Rui Costa tamb\u00e9m atribuiu a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os \u00e0 abertura de novos mercados internacionais para os produtos brasileiros e a eventos clim\u00e1ticos extremos. \u201cO Brasil abriu para mais de 200 mercados internacionais para exporta\u00e7\u00e3o e isso impacta a oferta interna. Os epis\u00f3dios de gripe avi\u00e1ria nos EUA e a doen\u00e7a nas laranjas norte-americanas \u2013 que tamb\u00e9m ocorreu em S\u00e3o Paulo\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Ele destacou ainda que as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas at\u00edpicas de 2024, incluindo secas severas e enchentes no Rio Grande do Sul, tiveram forte impacto na oferta de alimentos. \u201cPrimeiro n\u00f3s tivemos muita seca e, depois, todos acompanharam o Rio Grande do Sul ficar debaixo da \u00e1gua por mais de 30 dias. Ent\u00e3o isso impacta na oferta de alimentos\u201d, concluiu.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/governo-aposta-em-supersafra-para-conter-alta-dos-alimentos-diz-ministro\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] O ministro da Casa Civil, Rui Costa, declarou nesta sexta-feira (7), que o governo projeta uma redu\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos alimentos ainda no primeiro semestre de 2025, impulsionada por uma colheita recorde prevista para o per\u00edodo. \u201cEste ano, a expectativa \u00e9 de uma supersafra. O clima est\u00e1 ajudando e, ao longo deste primeiro semestre, teremos a colheita. Todos os dados indicam que teremos uma supersafra, o que resultar\u00e1 na queda do pre\u00e7o dos alimentos. Portanto, a expectativa \u00e9 positiva\u201d, afirmou o ministro em entrevista ao Portal Metro1 \u2013 R\u00e1dio Metropole, da Bahia . O an\u00fancio ocorre em meio a preocupa\u00e7\u00f5es com o impacto da infla\u00e7\u00e3o sobre o custo de vida, o que levou o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva a sugerir que os consumidores evitem comprar produtos com pre\u00e7os elevados como forma de pressionar o mercado. O governo tamb\u00e9m mant\u00e9m di\u00e1logo com empres\u00e1rios e minist\u00e9rios na busca por medidas para conter os aumentos. \u2018Infla\u00e7\u00e3o de alimentos \u00e9 infinitamente menor que na gest\u00e3o Bolsonaro\u2019 Costa tamb\u00e9m afirmou na entrevista que as cr\u00edticas sobre a alta nos pre\u00e7os dos alimentos em 2024 n\u00e3o levam em conta a queda registrada no ano anterior e a compara\u00e7\u00e3o com o governo de Jair Bolsonaro. \u201cO que eles esquecem de dizer \u00e9 duas coisas: primeiro, se voc\u00ea comparar a infla\u00e7\u00e3o de alimentos dos dois anos do governo Lula, ela \u00e9 infinitamente menor que nos quatro anos ou nos dois anos do governo Bolsonaro. Ou seja, se comparar, n\u00e3o fica de p\u00e9 esse argumento, porque os pre\u00e7os em 2023 ca\u00edram\u201d, disse o ministro. Segundo ele, a alta recente da carne faz parte de um ciclo natural do setor. Ele explicou que a baixa nos pre\u00e7os em 2023 levou a um aumento do abate de f\u00eameas, reduzindo o rebanho e, consequentemente, a oferta para o abate, o que impulsionou a valoriza\u00e7\u00e3o do produto. \u201cO pre\u00e7o da carne estava em baixa em 2023 e isso levou ao que eles chamam de ciclo da carne: quando os pre\u00e7os mergulham muito, os produtores come\u00e7am a abater as f\u00eameas e a\u00ed voc\u00ea diminui o rebanho, diminui a oferta para o abate e isso for\u00e7a uma escassez do produto e a subida do pre\u00e7o\u201d, explicou. 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