{"id":8477,"date":"2025-02-06T00:21:54","date_gmt":"2025-02-06T00:21:54","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/06\/clima-aumento-do-consumo-e-a-china-devem-manter-preco-do-cafe-no-brasil-em-alta-diz-abic\/"},"modified":"2025-02-06T00:21:54","modified_gmt":"2025-02-06T00:21:54","slug":"clima-aumento-do-consumo-e-a-china-devem-manter-preco-do-cafe-no-brasil-em-alta-diz-abic","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/06\/clima-aumento-do-consumo-e-a-china-devem-manter-preco-do-cafe-no-brasil-em-alta-diz-abic\/","title":{"rendered":"Clima, aumento do consumo e a China devem manter pre\u00e7o do caf\u00e9 no Brasil em alta, diz Abic"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O pre\u00e7o do caf\u00e9 deve continuar subindo nas pr\u00f3ximas semanas, pelo menos at\u00e9 a safra deste ano, que come\u00e7a a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria do Caf\u00e9 <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/parece-cafe-mas-nao-e-cafake-engana-consumidores-diz-abic\/\">(Abic)<\/a><\/strong>. <\/p>\n<p>A principal causa do aumento nos pre\u00e7os s\u00e3o os eventos clim\u00e1ticos, que influenciam na safra do gr\u00e3o. O aumento do consumo em todo o mundo e a chegada de um novo mercado consumidor global, a China, tamb\u00e9m influenciam.<\/p>\n<p>Segundo a entidade, esse impacto sobre os pre\u00e7os deve se manter por mais dois ou tr\u00eas meses. Depois, deve vir um momento de arrefecimento no valor do produto, com uma certa estabiliza\u00e7\u00e3o. No entanto, a queda de pre\u00e7os s\u00f3 dever\u00e1 acontecer a partir da safra do pr\u00f3ximo ano, estima a associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O aumento no pre\u00e7o do caf\u00e9 vem sendo observado desde novembro do ano passado. E n\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno apenas no Brasil, que \u00e9 o principal exportador mundial, representando quase 40% da produ\u00e7\u00e3o global, seguido pelo Vietn\u00e3 (em torno de 17%) e pela Col\u00f4mbia.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quebras-de-safra-de-cafe\">Quebras de safra de caf\u00e9<\/h2>\n<p>Em 2020, a safra brasileira bateu recordes, mas os anos seguintes foram ruins para a lavoura, influenciado pelo clima. Em 2021, houve uma geada que dizimou quase <strong>20%<\/strong> da safra de ar\u00e1bica. Em 2022, ela n\u00e3o conseguiu se recuperar \u2013 no geral, a safra demora dois anos para que isso ocorra, explicou a Abic.<\/p>\n<p>J\u00e1 em 2023, a lavoura sofreu os efeitos do El Ni\u00f1o [fen\u00f4meno que afeta o clima em todo o planeta], com um per\u00edodo longo de estiagem e altas temperaturas. E, no ano passado, o fen\u00f4meno que atuou foi o La Ni\u00f1a, que trouxe chuvas alongadas.<\/p>\n<p>\u201cIsso \u00e9 muito ruim para a lavoura\u201d, afirmou o presidente da Abic, Pavel Cardoso, acrescentando que a safra que ser\u00e1 colhida neste ano ser\u00e1 ligeiramente menor que a do ano passado.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEsse ac\u00famulo de quatro anos de problemas clim\u00e1ticos e o crescimento da demanda global d\u00e3o a explica\u00e7\u00e3o dessa escalada de pre\u00e7os no caf\u00e9\u201d, ressaltou.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Com todos esses problemas clim\u00e1ticos afetando a lavoura, os produtores precisaram aumentar os gastos para a produ\u00e7\u00e3o. Com isso, o custo da mat\u00e9ria-prima subiu. A ind\u00fastria, informou a Abic, teve aumentos superiores a <strong>200% <\/strong>e teve que repassar parte disso, em torno de 38%, ao consumidor.<\/p>\n<p>Todos esses fatores conjugados acabaram contribuindo para a alta dos pre\u00e7os da commodity nas bolsas internacionais, o que tamb\u00e9m traz reflexos para o bolso do consumidor. Na Bolsa de Nova York, os principais contratos de caf\u00e9 ar\u00e1bica atingiram os valores mais altos da hist\u00f3ria. Nesta quarta (5), por exemplo, a cota\u00e7\u00e3o voltou a subir e batia recorde, chegando US$ 3,97 a libra-peso.<\/p>\n<p>\u201cEm rela\u00e7\u00e3o a esse recorde, que est\u00e1 quase chegando a US$ 4 a libra-peso, muito se atribuiu a uma potencializa\u00e7\u00e3o dessa oferta curta. \u00c9 uma entrada forte de fundos que gera um n\u00famero hist\u00f3rico, mas que \u00e9 potencialmente importante para a reflex\u00e3o de todo o setor. Esse momento \u00e9 ganho para todos? \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o que cabe a todos n\u00f3s refletir\u201d, disse Cardoso.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u201cEssa escalada em algum momento vai parar, mas n\u00e3o se sabe quando. Essa \u00e9 a pergunta que todos n\u00f3s fazemos\u201d.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estimativas-para-a-atual-safra\">Estimativas para a atual safra<\/h2>\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"642\" alt=\"Caf\u00e9; cafezal\" class=\"wp-image-4071805\" srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe-300x214.jpg 300w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe-768x548.jpg 768w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe-150x107.jpg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe.jpg 900w\" data-lazy-sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe.jpg\"\/><img decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"642\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe.jpg\" alt=\"Caf\u00e9; cafezal\" class=\"wp-image-4071805\" srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe-300x214.jpg 300w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe-768x548.jpg 768w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe-150x107.jpg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/10\/article.jpgcafe.jpg 900w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Carlos Alberto Meira\/Embrapa<\/figcaption><\/figure>\n<p>A Abic espera que a safra deste ano, que come\u00e7a a ser colhida em abril, ajude a estabilizar os pre\u00e7os do caf\u00e9. O setor tamb\u00e9m tem uma grande expectativa para o ciclo do ano que vem, que pode bater o recorde de 2020, ajudando a ampliar a oferta e diminuir os pre\u00e7os do produto. <\/p>\n<p>Enquanto isso n\u00e3o ocorre, o consumidor ainda deve sofrer com o aumento no caf\u00e9 j\u00e1 que a ind\u00fastria ainda tem repasses a fazer pelo seu alto custo.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mat\u00e9ria-prima, devemos ter ainda alguma volatilidade adicional at\u00e9 a chegada da safra, que deve tensionar por conta de uma oferta muito curta. A partir da chegada dessa safra, entendemos que haver\u00e1 alguma estabilidade. E quando tivermos finalizado a colheita, portanto, com um olhar para 2026, esperamos ter uma grande safra, possivelmente superior a 2020, quando tivemos safra recorde\u201d, informou Cardoso.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>\u201cCom rela\u00e7\u00e3o ao consumidor, teremos algum aumento adicional, afinal, tivemos aumentos superiores a 180% para a ind\u00fastria, que absorveu esse aumento e repassou parte disso para os mercados, chegando a 37% para os consumidores. Ent\u00e3o, parte desse aumento ser\u00e1 transferido para os varejistas e, consequentemente, aos consumidores\u201d, explicou.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dados-do-setor\">Dados do setor<\/h2>\n<p>O consumo da bebida no Brasil entre novembro de 2023 e outubro de 2024 cresceu 1,11% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Abic nesta quarta-feira (5).<\/p>\n<p>O Brasil, que \u00e9 o maior produtor e exportador do produto, \u00e9 tamb\u00e9m o segundo maior consumidor mundial de caf\u00e9, tendo consumido 21,916 milh\u00f5es de sacas em 2024, o que significou 4,1 milh\u00f5es de sacas a menos do que \u00e9 consumido pelo pa\u00eds que est\u00e1 na lideran\u00e7a desse ranking, os Estados Unidos. <\/p>\n<p>Os dados do setor tamb\u00e9m informaram que o brasileiro consome, em m\u00e9dia, <strong>1.430 x\u00edcaras\/ano de caf\u00e9<\/strong>.<\/p>\n<p>O faturamento da ind\u00fastria de caf\u00e9 torrado no mercado interno somou R$ 36,82 bilh\u00f5es no ano passado, uma varia\u00e7\u00e3o de <strong>60,85%<\/strong> quando comparado a 2023. A altera\u00e7\u00e3o ocorre devido ao aumento do pre\u00e7o do caf\u00e9 na g\u00f4ndola. No mercado externo, o faturamento foi de R$ 134 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os caf\u00e9s especiais sofreram um aumento de 9,80%, quando comparado o per\u00edodo de janeiro e dezembro de 2024. J\u00e1 a categoria de caf\u00e9s Gourmets registrou um aumento de 16,17%; os caf\u00e9s Superiores, de 34,38%; e os caf\u00e9s Tradicionais e Extrafortes, tiveram aumento de 39,36%. Os caf\u00e9s em c\u00e1psula tamb\u00e9m registraram um aumento nos pre\u00e7os (2,07%).<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos quatro anos, a mat\u00e9ria-prima aumentou 224%, e o caf\u00e9 no varejo aumentou 110%. No \u00faltimo ano, a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o ao consumidor do caf\u00e9 torrado e mo\u00eddo foi de 37,4%, um aumento maior que a m\u00e9dia da cesta b\u00e1sica (2,7%).<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/clima-aumento-do-consumo-e-a-china-devem-manter-preco-do-cafe-no-brasil-em-alta-diz-abic\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] O pre\u00e7o do caf\u00e9 deve continuar subindo nas pr\u00f3ximas semanas, pelo menos at\u00e9 a safra deste ano, que come\u00e7a a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria do Caf\u00e9 (Abic). A principal causa do aumento nos pre\u00e7os s\u00e3o os eventos clim\u00e1ticos, que influenciam na safra do gr\u00e3o. O aumento do consumo em todo o mundo e a chegada de um novo mercado consumidor global, a China, tamb\u00e9m influenciam. Segundo a entidade, esse impacto sobre os pre\u00e7os deve se manter por mais dois ou tr\u00eas meses. Depois, deve vir um momento de arrefecimento no valor do produto, com uma certa estabiliza\u00e7\u00e3o. No entanto, a queda de pre\u00e7os s\u00f3 dever\u00e1 acontecer a partir da safra do pr\u00f3ximo ano, estima a associa\u00e7\u00e3o. O aumento no pre\u00e7o do caf\u00e9 vem sendo observado desde novembro do ano passado. E n\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno apenas no Brasil, que \u00e9 o principal exportador mundial, representando quase 40% da produ\u00e7\u00e3o global, seguido pelo Vietn\u00e3 (em torno de 17%) e pela Col\u00f4mbia. Quebras de safra de caf\u00e9 Em 2020, a safra brasileira bateu recordes, mas os anos seguintes foram ruins para a lavoura, influenciado pelo clima. Em 2021, houve uma geada que dizimou quase 20% da safra de ar\u00e1bica. Em 2022, ela n\u00e3o conseguiu se recuperar \u2013 no geral, a safra demora dois anos para que isso ocorra, explicou a Abic. J\u00e1 em 2023, a lavoura sofreu os efeitos do El Ni\u00f1o [fen\u00f4meno que afeta o clima em todo o planeta], com um per\u00edodo longo de estiagem e altas temperaturas. E, no ano passado, o fen\u00f4meno que atuou foi o La Ni\u00f1a, que trouxe chuvas alongadas. \u201cIsso \u00e9 muito ruim para a lavoura\u201d, afirmou o presidente da Abic, Pavel Cardoso, acrescentando que a safra que ser\u00e1 colhida neste ano ser\u00e1 ligeiramente menor que a do ano passado. \u201cEsse ac\u00famulo de quatro anos de problemas clim\u00e1ticos e o crescimento da demanda global d\u00e3o a explica\u00e7\u00e3o dessa escalada de pre\u00e7os no caf\u00e9\u201d, ressaltou. Com todos esses problemas clim\u00e1ticos afetando a lavoura, os produtores precisaram aumentar os gastos para a produ\u00e7\u00e3o. Com isso, o custo da mat\u00e9ria-prima subiu. A ind\u00fastria, informou a Abic, teve aumentos superiores a 200% e teve que repassar parte disso, em torno de 38%, ao consumidor. Todos esses fatores conjugados acabaram contribuindo para a alta dos pre\u00e7os da commodity nas bolsas internacionais, o que tamb\u00e9m traz reflexos para o bolso do consumidor. Na Bolsa de Nova York, os principais contratos de caf\u00e9 ar\u00e1bica atingiram os valores mais altos da hist\u00f3ria. Nesta quarta (5), por exemplo, a cota\u00e7\u00e3o voltou a subir e batia recorde, chegando US$ 3,97 a libra-peso. \u201cEm rela\u00e7\u00e3o a esse recorde, que est\u00e1 quase chegando a US$ 4 a libra-peso, muito se atribuiu a uma potencializa\u00e7\u00e3o dessa oferta curta. \u00c9 uma entrada forte de fundos que gera um n\u00famero hist\u00f3rico, mas que \u00e9 potencialmente importante para a reflex\u00e3o de todo o setor. Esse momento \u00e9 ganho para todos? \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o que cabe a todos n\u00f3s refletir\u201d, disse Cardoso. \u201cEssa escalada em algum momento vai parar, mas n\u00e3o se sabe quando. Essa \u00e9 a pergunta que todos n\u00f3s fazemos\u201d. Estimativas para a atual safra Foto: Carlos Alberto Meira\/Embrapa A Abic espera que a safra deste ano, que come\u00e7a a ser colhida em abril, ajude a estabilizar os pre\u00e7os do caf\u00e9. O setor tamb\u00e9m tem uma grande expectativa para o ciclo do ano que vem, que pode bater o recorde de 2020, ajudando a ampliar a oferta e diminuir os pre\u00e7os do produto. Enquanto isso n\u00e3o ocorre, o consumidor ainda deve sofrer com o aumento no caf\u00e9 j\u00e1 que a ind\u00fastria ainda tem repasses a fazer pelo seu alto custo. \u201cEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mat\u00e9ria-prima, devemos ter ainda alguma volatilidade adicional at\u00e9 a chegada da safra, que deve tensionar por conta de uma oferta muito curta. A partir da chegada dessa safra, entendemos que haver\u00e1 alguma estabilidade. E quando tivermos finalizado a colheita, portanto, com um olhar para 2026, esperamos ter uma grande safra, possivelmente superior a 2020, quando tivemos safra recorde\u201d, informou Cardoso. \u201cCom rela\u00e7\u00e3o ao consumidor, teremos algum aumento adicional, afinal, tivemos aumentos superiores a 180% para a ind\u00fastria, que absorveu esse aumento e repassou parte disso para os mercados, chegando a 37% para os consumidores. Ent\u00e3o, parte desse aumento ser\u00e1 transferido para os varejistas e, consequentemente, aos consumidores\u201d, explicou. Dados do setor O consumo da bebida no Brasil entre novembro de 2023 e outubro de 2024 cresceu 1,11% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Abic nesta quarta-feira (5). O Brasil, que \u00e9 o maior produtor e exportador do produto, \u00e9 tamb\u00e9m o segundo maior consumidor mundial de caf\u00e9, tendo consumido 21,916 milh\u00f5es de sacas em 2024, o que significou 4,1 milh\u00f5es de sacas a menos do que \u00e9 consumido pelo pa\u00eds que est\u00e1 na lideran\u00e7a desse ranking, os Estados Unidos. Os dados do setor tamb\u00e9m informaram que o brasileiro consome, em m\u00e9dia, 1.430 x\u00edcaras\/ano de caf\u00e9. O faturamento da ind\u00fastria de caf\u00e9 torrado no mercado interno somou R$ 36,82 bilh\u00f5es no ano passado, uma varia\u00e7\u00e3o de 60,85% quando comparado a 2023. A altera\u00e7\u00e3o ocorre devido ao aumento do pre\u00e7o do caf\u00e9 na g\u00f4ndola. No mercado externo, o faturamento foi de R$ 134 milh\u00f5es. Os caf\u00e9s especiais sofreram um aumento de 9,80%, quando comparado o per\u00edodo de janeiro e dezembro de 2024. J\u00e1 a categoria de caf\u00e9s Gourmets registrou um aumento de 16,17%; os caf\u00e9s Superiores, de 34,38%; e os caf\u00e9s Tradicionais e Extrafortes, tiveram aumento de 39,36%. Os caf\u00e9s em c\u00e1psula tamb\u00e9m registraram um aumento nos pre\u00e7os (2,07%). Nos \u00faltimos quatro anos, a mat\u00e9ria-prima aumentou 224%, e o caf\u00e9 no varejo aumentou 110%. No \u00faltimo ano, a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o ao consumidor do caf\u00e9 torrado e mo\u00eddo foi de 37,4%, um aumento maior que a m\u00e9dia da cesta b\u00e1sica (2,7%). 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