{"id":8433,"date":"2025-02-04T18:26:54","date_gmt":"2025-02-04T18:26:54","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/04\/brasil-propoe-uniao-de-seis-paises-para-melhorar-remuneracao-ao-produtor-de-cacau\/"},"modified":"2025-02-04T18:26:54","modified_gmt":"2025-02-04T18:26:54","slug":"brasil-propoe-uniao-de-seis-paises-para-melhorar-remuneracao-ao-produtor-de-cacau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/02\/04\/brasil-propoe-uniao-de-seis-paises-para-melhorar-remuneracao-ao-produtor-de-cacau\/","title":{"rendered":"Brasil prop\u00f5e uni\u00e3o de seis pa\u00edses para melhorar remunera\u00e7\u00e3o ao produtor de cacau"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/02\/unnamed-15.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Costa do Marfim, Gana, Equador, Camar\u00f5es, Nig\u00e9ria e Brasil s\u00e3o, atualmente, os seis pa\u00edses que mais produzem cacau no mundo. Para o presidente da Ag\u00eancia de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es (ApexBrasil), Jorge Viana, essas na\u00e7\u00f5es precisam se unir para remunerar o elo mais fraco de uma ind\u00fastria bilion\u00e1ria: o produtor.<\/p>\n<p>Por isso, durante a miss\u00e3o <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/africa\/\">\u00c1frica Ocidental<\/a><\/strong>, que passou pela Nig\u00e9ria, Gana e Costa do Marfim e ainda ir\u00e1 ao Senegal, Viana fez a proposta ao presidente ganense, John Mahama, de forma\u00e7\u00e3o do grupo. A a\u00e7\u00e3o brasileira foi promovida pelo Itamaraty com o apoio da ApexBrasil e do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa).<\/p>\n<p>\u201cGana \u00e9 o segundo maior produtor mundial de cacau e uma refer\u00eancia de qualidade na produ\u00e7\u00e3o. Junto com a Costa do Marfim, representam 60% da oferta mundial de cacau, mas esses pa\u00edses juntos ficam com apenas <strong>6%<\/strong> da renda do setor. Uma organiza\u00e7\u00e3o dos maiores produtores pode ajudar a aumentar a renda daqueles que est\u00e3o na base da cadeia de produ\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o presidente da Ag\u00eancia.<\/p>\n<p>Segundo Viana, a iniciativa n\u00e3o visa o antagonismo com os que industrializam o cacau, mas \u00e9 voltada a uma melhor remunera\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses que produzem o fruto. \u201cCertamente isso vai melhorar a vida dos produtores, dos agricultores que produzem cacau\u201d, disse. <\/p>\n<p>O presidente da entidade lembra que a produ\u00e7\u00e3o brasileira de cacau j\u00e1 chegou a atingir cerca de 400 mil toneladas, o suficiente para inserir o pa\u00eds entre os quatro maiores, mas tamb\u00e9m j\u00e1 chegou a recuar para 50 mil. Atualmente, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), est\u00e1 sinalizada em 296 mil toneladas. Tal alavancagem leva \u00e0 estimativa de que o pa\u00eds esteja no p\u00f3dio dos maiores colhedores do fruto futuramente.<\/p>\n<p>\u201cEu posso afirmar, como t\u00e9cnico, que, pela tecnologia desenvolvida, em algumas d\u00e9cadas, o Brasil vai estar entre os tr\u00eas maiores produtores de cacau do mundo, mas queremos fazer isso junto com a \u00c1frica, transferindo tecnologia, melhorando tamb\u00e9m a qualidade do cacau que produzimos, e fazendo o processamento do produto\u201d.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-experiencia-brasileira\">Experi\u00eancia brasileira<\/h2>\n<p>O Brasil \u00e9 atualmente o sexto maior produtor mundial de cacau e ocupa posi\u00e7\u00e3o privilegiada por ter grande representatividade em toda a cadeia de valor, sendo exportador de derivados de cacau e chocolate. <\/p>\n<p>No pa\u00eds, mais de 90% da produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 localizada no Par\u00e1 e na Bahia, com destaque para a expans\u00e3o da cacauicultura para regi\u00f5es baianas n\u00e3o tradicionais no cultivo, principalmente no oeste do estado, onde o cultivo ocorre a pleno sol, com irriga\u00e7\u00e3o e uso intensivo de tecnologias.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e produtor de cacau, Mois\u00e9s Schmidt, participa da Miss\u00e3o \u00c1frica Ocidental e comenta que, no cerrado baiano, a cacauicultura se destaca pela precocidade e produtividade. <\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s temos na regi\u00e3o a Bio Brasil, que \u00e9 considerado o maior viveiro hoje de cacau do Brasil e do mundo. Neste ano, n\u00f3s estamos produzindo 3 milh\u00f5es e 500 mil mudas e at\u00e9 2027 vamos produzir 10 milh\u00f5es de mudas ao ano. Do ponto de vista de dimens\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, s\u00e3o cerca de 400 hectares de cacau. Hoje, j\u00e1 estamos nas primeiras colheitas com uma produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 3.500 quilos de cacau por hectare. Ent\u00e3o, viemos mostrar nossas solu\u00e7\u00f5es, para uma eventual exporta\u00e7\u00e3o de tecnologia para gerar maior produtividade\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>No setor de cacau, al\u00e9m da Aiba, participam da miss\u00e3o o Instituto Arapya\u00fa e o Centro de Inova\u00e7\u00e3o do Cacau. Os representantes do setor fizeram visitas t\u00e9cnicas a fazendas produtoras de cacau e de reuni\u00f5es com representantes do Conselho do Cacau em Gana e do Conselho do Cacau e do Caf\u00e9 na Costa do Marfim.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-desafios-a-producao-de-cacau\">Desafios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de cacau<\/h2>\n<p>O representante do Instituto Arapya\u00fa na miss\u00e3o, Ricardo Gomes, conta que durante as visitas t\u00e9cnicas em Gana e na Costa do Marfim, tr\u00eas temas centrais tiveram destaque:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Os desafios clim\u00e1ticos que afetam a cultura do cacau e a import\u00e2ncia de sistemas produtivos mais resilientes, como os agroflorestais;<\/li>\n<li>A queda na produ\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses africanos que desabastecem o mercado global e abrem espa\u00e7o para o Brasil investir em tecnologia e expans\u00e3o sustent\u00e1vel do cacau; <\/li>\n<li>A necessidade de fortalecer cooperativas, ampliar o acesso a financiamento e fomentar a inova\u00e7\u00e3o para impulsionar o setor. <\/li>\n<\/ul>\n<p>J\u00e1 de acordo com o diretor do Centro de Inova\u00e7\u00e3o do Cacau, Cristiano Villela, a necessidade de remunerar melhor aqueles na base da cadeia produtiva tamb\u00e9m esteve no centro dos debates. <\/p>\n<p>\u201cVimos grande similares com a produ\u00e7\u00e3o no Brasil, mas uma diferen\u00e7a fundamental \u00e9 a quest\u00e3o da remunera\u00e7\u00e3o. Os produtores africanos recebem a um pre\u00e7o chega a [apenas] 40% do valor de bolsa\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Dando seguimento \u00e0 agenda de coopera\u00e7\u00e3o da Miss\u00e3o, a ApexBrasil definiu um plano de trabalho com o Centro de Promo\u00e7\u00e3o de Investimentos da Costa do Marfim (CEPICI), que deve tocar temas como o processamento de alimentos, agrega\u00e7\u00e3o de valor a produtos agr\u00edcolas, capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, produ\u00e7\u00e3o de medicamentos e coopera\u00e7\u00e3o para enfrentamento de doen\u00e7as tropicais.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/brasil-propoe-uniao-de-seis-paises-para-melhorar-remuneracao-ao-produtor-de-cacau\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] Costa do Marfim, Gana, Equador, Camar\u00f5es, Nig\u00e9ria e Brasil s\u00e3o, atualmente, os seis pa\u00edses que mais produzem cacau no mundo. Para o presidente da Ag\u00eancia de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es (ApexBrasil), Jorge Viana, essas na\u00e7\u00f5es precisam se unir para remunerar o elo mais fraco de uma ind\u00fastria bilion\u00e1ria: o produtor. Por isso, durante a miss\u00e3o \u00c1frica Ocidental, que passou pela Nig\u00e9ria, Gana e Costa do Marfim e ainda ir\u00e1 ao Senegal, Viana fez a proposta ao presidente ganense, John Mahama, de forma\u00e7\u00e3o do grupo. A a\u00e7\u00e3o brasileira foi promovida pelo Itamaraty com o apoio da ApexBrasil e do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa). \u201cGana \u00e9 o segundo maior produtor mundial de cacau e uma refer\u00eancia de qualidade na produ\u00e7\u00e3o. Junto com a Costa do Marfim, representam 60% da oferta mundial de cacau, mas esses pa\u00edses juntos ficam com apenas 6% da renda do setor. Uma organiza\u00e7\u00e3o dos maiores produtores pode ajudar a aumentar a renda daqueles que est\u00e3o na base da cadeia de produ\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o presidente da Ag\u00eancia. Segundo Viana, a iniciativa n\u00e3o visa o antagonismo com os que industrializam o cacau, mas \u00e9 voltada a uma melhor remunera\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses que produzem o fruto. \u201cCertamente isso vai melhorar a vida dos produtores, dos agricultores que produzem cacau\u201d, disse. O presidente da entidade lembra que a produ\u00e7\u00e3o brasileira de cacau j\u00e1 chegou a atingir cerca de 400 mil toneladas, o suficiente para inserir o pa\u00eds entre os quatro maiores, mas tamb\u00e9m j\u00e1 chegou a recuar para 50 mil. Atualmente, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), est\u00e1 sinalizada em 296 mil toneladas. Tal alavancagem leva \u00e0 estimativa de que o pa\u00eds esteja no p\u00f3dio dos maiores colhedores do fruto futuramente. \u201cEu posso afirmar, como t\u00e9cnico, que, pela tecnologia desenvolvida, em algumas d\u00e9cadas, o Brasil vai estar entre os tr\u00eas maiores produtores de cacau do mundo, mas queremos fazer isso junto com a \u00c1frica, transferindo tecnologia, melhorando tamb\u00e9m a qualidade do cacau que produzimos, e fazendo o processamento do produto\u201d. Experi\u00eancia brasileira O Brasil \u00e9 atualmente o sexto maior produtor mundial de cacau e ocupa posi\u00e7\u00e3o privilegiada por ter grande representatividade em toda a cadeia de valor, sendo exportador de derivados de cacau e chocolate. No pa\u00eds, mais de 90% da produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 localizada no Par\u00e1 e na Bahia, com destaque para a expans\u00e3o da cacauicultura para regi\u00f5es baianas n\u00e3o tradicionais no cultivo, principalmente no oeste do estado, onde o cultivo ocorre a pleno sol, com irriga\u00e7\u00e3o e uso intensivo de tecnologias. O presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e produtor de cacau, Mois\u00e9s Schmidt, participa da Miss\u00e3o \u00c1frica Ocidental e comenta que, no cerrado baiano, a cacauicultura se destaca pela precocidade e produtividade. \u201cN\u00f3s temos na regi\u00e3o a Bio Brasil, que \u00e9 considerado o maior viveiro hoje de cacau do Brasil e do mundo. Neste ano, n\u00f3s estamos produzindo 3 milh\u00f5es e 500 mil mudas e at\u00e9 2027 vamos produzir 10 milh\u00f5es de mudas ao ano. Do ponto de vista de dimens\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, s\u00e3o cerca de 400 hectares de cacau. Hoje, j\u00e1 estamos nas primeiras colheitas com uma produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 3.500 quilos de cacau por hectare. Ent\u00e3o, viemos mostrar nossas solu\u00e7\u00f5es, para uma eventual exporta\u00e7\u00e3o de tecnologia para gerar maior produtividade\u201d, afirmou. No setor de cacau, al\u00e9m da Aiba, participam da miss\u00e3o o Instituto Arapya\u00fa e o Centro de Inova\u00e7\u00e3o do Cacau. Os representantes do setor fizeram visitas t\u00e9cnicas a fazendas produtoras de cacau e de reuni\u00f5es com representantes do Conselho do Cacau em Gana e do Conselho do Cacau e do Caf\u00e9 na Costa do Marfim. Desafios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de cacau O representante do Instituto Arapya\u00fa na miss\u00e3o, Ricardo Gomes, conta que durante as visitas t\u00e9cnicas em Gana e na Costa do Marfim, tr\u00eas temas centrais tiveram destaque: Os desafios clim\u00e1ticos que afetam a cultura do cacau e a import\u00e2ncia de sistemas produtivos mais resilientes, como os agroflorestais; A queda na produ\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses africanos que desabastecem o mercado global e abrem espa\u00e7o para o Brasil investir em tecnologia e expans\u00e3o sustent\u00e1vel do cacau; A necessidade de fortalecer cooperativas, ampliar o acesso a financiamento e fomentar a inova\u00e7\u00e3o para impulsionar o setor. J\u00e1 de acordo com o diretor do Centro de Inova\u00e7\u00e3o do Cacau, Cristiano Villela, a necessidade de remunerar melhor aqueles na base da cadeia produtiva tamb\u00e9m esteve no centro dos debates. \u201cVimos grande similares com a produ\u00e7\u00e3o no Brasil, mas uma diferen\u00e7a fundamental \u00e9 a quest\u00e3o da remunera\u00e7\u00e3o. Os produtores africanos recebem a um pre\u00e7o chega a [apenas] 40% do valor de bolsa\u201d, afirmou. Dando seguimento \u00e0 agenda de coopera\u00e7\u00e3o da Miss\u00e3o, a ApexBrasil definiu um plano de trabalho com o Centro de Promo\u00e7\u00e3o de Investimentos da Costa do Marfim (CEPICI), que deve tocar temas como o processamento de alimentos, agrega\u00e7\u00e3o de valor a produtos agr\u00edcolas, capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, produ\u00e7\u00e3o de medicamentos e coopera\u00e7\u00e3o para enfrentamento de doen\u00e7as tropicais. 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