{"id":7261,"date":"2025-01-19T18:05:00","date_gmt":"2025-01-19T18:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/01\/19\/selic-alta-desafia-credito-rural-pressionando-produtores-e-novo-plano-safra\/"},"modified":"2025-01-19T18:05:00","modified_gmt":"2025-01-19T18:05:00","slug":"selic-alta-desafia-credito-rural-pressionando-produtores-e-novo-plano-safra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/01\/19\/selic-alta-desafia-credito-rural-pressionando-produtores-e-novo-plano-safra\/","title":{"rendered":"Selic alta desafia cr\u00e9dito rural pressionando produtores e novo Plano Safra\u00a0"},"content":{"rendered":"<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/11\/1416239958384.jpg\" alt=\"cr\u00e9dito rural, pre\u00e7os, pib, commodities, crescimento no PIB, dinheiro, desenvolvimento, mercado brasileiro, plano safra, cr\u00e9dito rural, PIB do agroneg\u00f3cio, plano safra, moderfrota, fiagro\" \/><figcaption>Foto: Canal Rural<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>O cen\u00e1rio econ\u00f4mico de 2025 traz grandes desafios ao cr\u00e9dito rural, com a taxa <strong><a href=\"http:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/selic\/\">Selic <\/a><\/strong>projetada para atingir 15% ao ano e uma infla\u00e7\u00e3o estimada em 5%, de acordo com o \u00faltimo Boletim Focus. Contexto que j\u00e1 pressiona o setor agr\u00edcola de diversas formas, especialmente pelo encarecimento dos subs\u00eddios que garantem juros reduzidos e pela limita\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria para equaliza\u00e7\u00e3o das taxas.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><em> <\/em><strong><em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Segundo David T\u00e9lio, diretor de Novas Estruturas Financeiras da TerraMagna, o patamar atual dos juros certamente vai impactar a rentabilidade no campo, al\u00e9m de aumentar o endividamento. \u201cPor\u00e9m, o maior custo do produtor \u00e9 a aquisi\u00e7\u00e3o de insumos e equipamentos em que os fornecedores j\u00e1 est\u00e3o inclu\u00eddos nos pre\u00e7os de vendas com prazo safra estes juros atualizados\u201d, alerta.<\/p>\n<p>Um levantamento recente do Banco Central revelou que a contrata\u00e7\u00e3o de <strong><a href=\"http:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/credito-rural\/\">cr\u00e9dito rural <\/a><\/strong>no segundo semestre de 2024 caiu 22,2% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023. Para T\u00e9lio, essa queda se explica pela \u201cinadimpl\u00eancia dos produtores, que impede a renova\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito rural subsidiado por parte dos bancos, al\u00e9m da poss\u00edvel falta de recursos controlados, j\u00e1 que o subs\u00eddio foi afetado pelo aumento da taxa Selic, consumindo boa parte do or\u00e7amento destinado ao agroneg\u00f3cio.\u201d<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Competitividade e alternativas de financiamento<\/h2>\n<p>Apesar do encarecimento do cr\u00e9dito, o especialista acredita que a competitividade do agroneg\u00f3cio brasileiro no mercado global n\u00e3o ser\u00e1 afetada, pois a taxa cambial exerce maior influ\u00eancia nesse cen\u00e1rio.<\/p>\n<p> \u201cHistoricamente, a cadeia de suprimentos tem acomodado os aumentos nos juros, ajustando pre\u00e7os de insumos e servi\u00e7os, de modo que n\u00e3o prevemos grandes impactos na competitividade externa\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Quanto ao financiamento, T\u00e9lio destaca a crescente import\u00e2ncia de alternativas como cr\u00e9dito privado e recursos do mercado de capitais. \u201cOs mecanismos de financiamento por meio de CPR, t\u00edtulos do agroneg\u00f3cio e fintechs t\u00eam ganhado espa\u00e7o, oferecendo cr\u00e9dito ao produtor por meio da venda de insumos, equipamentos e servi\u00e7os com prazo safra.\u201d<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Import\u00e2ncia do Fiagro para o cr\u00e9dito rural<\/h2>\n<p>O especialista tamb\u00e9m refor\u00e7a o papel do cr\u00e9dito privado e a import\u00e2ncia da regulamenta\u00e7\u00e3o do Fundo de Investimentos nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro).\u00a0<\/p>\n<p>\u201cDesde 2021, o cr\u00e9dito privado vem crescendo, e com a aprova\u00e7\u00e3o do Fiagro, conseguimos captar recursos no mercado de capitais, permitindo que investidores financiem fornecedores de insumos e, indiretamente, os produtores. O mais importante \u00e9 assegurar recursos para a continuidade da produ\u00e7\u00e3o de alimentos no Brasil\u201d, conclui.<\/p>\n\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/economia\/selic-alta-desafia-credito-rural-pressionando-produtores-e-novo-plano-safra\/\">Selic alta desafia cr\u00e9dito rural pressionando produtores e novo Plano Safra\u00a0<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Canal Rural O cen\u00e1rio econ\u00f4mico de 2025 traz grandes desafios ao cr\u00e9dito rural, com a taxa Selic projetada para atingir 15% ao ano e uma infla\u00e7\u00e3o estimada em 5%, de acordo com o \u00faltimo Boletim Focus. Contexto que j\u00e1 pressiona o setor agr\u00edcola de diversas formas, especialmente pelo encarecimento dos subs\u00eddios que garantem juros reduzidos e pela limita\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria para equaliza\u00e7\u00e3o das taxas. Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Segundo David T\u00e9lio, diretor de Novas Estruturas Financeiras da TerraMagna, o patamar atual dos juros certamente vai impactar a rentabilidade no campo, al\u00e9m de aumentar o endividamento. \u201cPor\u00e9m, o maior custo do produtor \u00e9 a aquisi\u00e7\u00e3o de insumos e equipamentos em que os fornecedores j\u00e1 est\u00e3o inclu\u00eddos nos pre\u00e7os de vendas com prazo safra estes juros atualizados\u201d, alerta. Um levantamento recente do Banco Central revelou que a contrata\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito rural no segundo semestre de 2024 caiu 22,2% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023. Para T\u00e9lio, essa queda se explica pela \u201cinadimpl\u00eancia dos produtores, que impede a renova\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito rural subsidiado por parte dos bancos, al\u00e9m da poss\u00edvel falta de recursos controlados, j\u00e1 que o subs\u00eddio foi afetado pelo aumento da taxa Selic, consumindo boa parte do or\u00e7amento destinado ao agroneg\u00f3cio.\u201d Competitividade e alternativas de financiamento Apesar do encarecimento do cr\u00e9dito, o especialista acredita que a competitividade do agroneg\u00f3cio brasileiro no mercado global n\u00e3o ser\u00e1 afetada, pois a taxa cambial exerce maior influ\u00eancia nesse cen\u00e1rio. \u201cHistoricamente, a cadeia de suprimentos tem acomodado os aumentos nos juros, ajustando pre\u00e7os de insumos e servi\u00e7os, de modo que n\u00e3o prevemos grandes impactos na competitividade externa\u201d, afirma. Quanto ao financiamento, T\u00e9lio destaca a crescente import\u00e2ncia de alternativas como cr\u00e9dito privado e recursos do mercado de capitais. \u201cOs mecanismos de financiamento por meio de CPR, t\u00edtulos do agroneg\u00f3cio e fintechs t\u00eam ganhado espa\u00e7o, oferecendo cr\u00e9dito ao produtor por meio da venda de insumos, equipamentos e servi\u00e7os com prazo safra.\u201d Import\u00e2ncia do Fiagro para o cr\u00e9dito rural O especialista tamb\u00e9m refor\u00e7a o papel do cr\u00e9dito privado e a import\u00e2ncia da regulamenta\u00e7\u00e3o do Fundo de Investimentos nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro).\u00a0 \u201cDesde 2021, o cr\u00e9dito privado vem crescendo, e com a aprova\u00e7\u00e3o do Fiagro, conseguimos captar recursos no mercado de capitais, permitindo que investidores financiem fornecedores de insumos e, indiretamente, os produtores. 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