{"id":7129,"date":"2025-01-16T19:46:15","date_gmt":"2025-01-16T19:46:15","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/01\/16\/arroz-conab-quer-baixar-preco-ao-produtor-dizem-entidades-que-contestam-dados\/"},"modified":"2025-01-16T19:46:15","modified_gmt":"2025-01-16T19:46:15","slug":"arroz-conab-quer-baixar-preco-ao-produtor-dizem-entidades-que-contestam-dados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/01\/16\/arroz-conab-quer-baixar-preco-ao-produtor-dizem-entidades-que-contestam-dados\/","title":{"rendered":"Arroz: Conab quer baixar pre\u00e7o ao produtor, dizem entidades que contestam dados"},"content":{"rendered":"<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/arroz-rastreado-embrapa.jpg\" alt=\"Ind\u00fastria lan\u00e7a primeiro arroz rastreado com tecnologia da Embrapa\" \/><figcaption>Foto: Paulo Lanzetta<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>O levantamento da safra 2024\/25 divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na \u00faltima ter\u00e7a-feira (14) repercutiu negativamente entre as entidades que representam os produtores de arroz do Rio Grande do Sul. <\/p>\n<p>Isso porque a autarquia estimou que a \u00e1rea a ser semeada com o cereal no estado deve totalizar <strong>988 mil hectares<\/strong>, 6,4% acima do que o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) projeta, de <strong>927,8 mil hectares<\/strong>. <\/p>\n<p>Com base nessa discrep\u00e2ncia, a Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) e a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) emitiram na \u00faltima quarta-feira (15) nota conjunta para contestar os n\u00fameros da Companhia. <\/p>\n<p>No comunicado, as entidades externaram sua preocupa\u00e7\u00e3o com a \u201cnova rodada de desinforma\u00e7\u00e3o quanto aos dados de \u00e1rea, produtividade e produ\u00e7\u00e3o de arroz\u201d que est\u00e3o sendo divulgados pela Conab.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c1rea vai crescer, mas n\u00e3o tanto<\/h2>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"457\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/arroz-2-1-640x457.jpg\" alt=\"arroz\" class=\"wp-image-2902748\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Embrapa\/divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>As entidades refor\u00e7am que o governo divulgou atrav\u00e9s da Conab dados \u201cequivocados sobre a produ\u00e7\u00e3o de arroz\u201d, superestimando a produ\u00e7\u00e3o <strong>(8.255,2 milh\u00f5es de toneladas no RS e 11.985,8 milh\u00f5es no Brasil)<\/strong> com o intuito claro de intervir nos pre\u00e7os do cereal, o que pode causar mais problemas para produtores, ind\u00fastrias, varejistas e, principalmente, consumidores. <\/p>\n<p>\u201cInformamos que, de acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), \u00f3rg\u00e3o que, diferentemente da Conab, realiza levantamentos de campo e o faz por v\u00e1rias d\u00e9cadas, a \u00e1rea plantada efetivamente cresceu em rela\u00e7\u00e3o a 2024, mas <strong>2,69%<\/strong> e n\u00e3o <strong>9,7%<\/strong> como erroneamente est\u00e1 sendo informado pela Conab. Embora pare\u00e7a pouco, esse erro pode custar bilh\u00f5es de reais ao pa\u00eds\u201d, destacam.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><em>\u00a0<\/em><strong><em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>De acordo com o presidente da Federarroz, Alexandre Velho, a diferen\u00e7a de 60 mil hectares projetada entre o Irga \u2013 Instituto de confian\u00e7a das entidades representativas dos produtores \u2013 e a Conab poderia gerar uma diferen\u00e7a expressiva de <strong>500 mil <\/strong>toneladas a mais de arroz na colheita.<\/p>\n<p>Segundo ele, o Irga j\u00e1 havia retificado seus n\u00fameros com base nos problemas enfrentados pelos produtores, principalmente os da parte central do estado. Assim, cortou em mais de 20 mil hectares a inten\u00e7\u00e3o de plantio frente \u00e0 \u00e1rea efetivamente semeada, de 948,3 para os atuais 927,8 mil hectares. <\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEsse dado do Irga j\u00e1 tinha sido publicamente anunciado, mas a Conab n\u00e3o apenas o desconsiderou, como aumentou ainda mais a estimativa de \u00e1rea. Acredito que a Conab est\u00e1 usando o arroz de forma pol\u00edtica na tentativa de baixar os pre\u00e7os do cereal, ou seja, est\u00e1 agindo de forma populista\u201d, diz Velho.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Influ\u00eancia nos pre\u00e7os do arroz<\/h2>\n<p>A nota da Federarroz e da Farsul afirma, ainda, que em 2024 o governo brasileiro estava disposto a \u201cdesperdi\u00e7ar R$ 7,2 bilh\u00f5es para compra de arroz importado\u201d, com o intuito de ser vendido com pre\u00e7o tabelado e abaixo do custo de produ\u00e7\u00e3o, sob a alega\u00e7\u00e3o que faltaria arroz para o consumidor interno. <\/p>\n<p>\u201cDissemos, de maneira clara, que n\u00e3o faltaria arroz e n\u00e3o faltou, em nenhum supermercado do Brasil, nenhum dia e nem por um minuto, apesar do p\u00e2nico causado na popula\u00e7\u00e3o pelo pr\u00f3prio governo\u201d, observa o comunicado das entidades.<\/p>\n<p>Por fim, apesar das diferen\u00e7as de estimativa entre Conab e Irga, o comunicado das entidades tranquiliza a sociedade ao dizer que, como de costume, ser\u00e1 produzido bem mais arroz do que os brasileiros consomem, \u201co que nos obrigar\u00e1 a exportar excedentes, n\u00e3o havendo nenhum risco de desabastecimento\u201d. <\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Resposta da Conab<\/h2>\n<p>Procurada pela reportagem, a Conab enviou uma nota de resposta ao posicionamento da Federarroz e da Farsul.<\/p>\n<p>A autarquia ressalta que acompanha regularmente as informa\u00e7\u00f5es da cadeia produtiva do arroz e desenvolve, h\u00e1 quase 50 anos, levantamentos da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, com objetivo de contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e disponibilizar gratuitamente informa\u00e7\u00f5es atualizadas sobre a conjuntura agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Assim, refuta qualquer ila\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 manipula\u00e7\u00e3o de dados com o objetivo de influenciar o comportamento do mercado agr\u00edcola. <\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cO acompanhamento da safra brasileira, realizado mensalmente pela Conab, reflete a expectativa de produ\u00e7\u00e3o no m\u00eas anterior \u00e0 publica\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio mensal de safra. Destaca-se que a semeadura do arroz, no Rio Grande do Sul, finalizou na segunda semana de janeiro. A equipe t\u00e9cnica da Conab voltar\u00e1 a campo a partir da pr\u00f3xima semana. Esses dados ser\u00e3o publicados no relat\u00f3rio de fevereiro\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ainda conforme a nota, a Companhia destaca que com o prop\u00f3sito de aprimorar as informa\u00e7\u00f5es do levantamento de safra, ampliou parcerias com institui\u00e7\u00f5es reconhecidas pela sua capacidade t\u00e9cnica. \u201cDentre essas, firmamos acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para implementar mapeamento de \u00e1rea cultivada de arroz no Rio Grande do Sul, por meio de imagem de sat\u00e9lite\u201d.<\/p>\n<p>Por fim, a Conab diz que com esse levantamento objetivo, poder\u00e1 dirimir quaisquer d\u00favidas relativas \u00e0 \u00e1rea plantada de arroz, comparativamente ao levantamento subjetivo da Conab e de outras institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/arroz-conab-quer-baixar-preco-ao-produtor-dizem-entidades-que-contestam-dados\/\">Arroz: Conab quer baixar pre\u00e7o ao produtor, dizem entidades que contestam dados<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Paulo Lanzetta O levantamento da safra 2024\/25 divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na \u00faltima ter\u00e7a-feira (14) repercutiu negativamente entre as entidades que representam os produtores de arroz do Rio Grande do Sul. Isso porque a autarquia estimou que a \u00e1rea a ser semeada com o cereal no estado deve totalizar 988 mil hectares, 6,4% acima do que o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) projeta, de 927,8 mil hectares. Com base nessa discrep\u00e2ncia, a Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) e a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) emitiram na \u00faltima quarta-feira (15) nota conjunta para contestar os n\u00fameros da Companhia. No comunicado, as entidades externaram sua preocupa\u00e7\u00e3o com a \u201cnova rodada de desinforma\u00e7\u00e3o quanto aos dados de \u00e1rea, produtividade e produ\u00e7\u00e3o de arroz\u201d que est\u00e3o sendo divulgados pela Conab. \u00c1rea vai crescer, mas n\u00e3o tanto Foto: Embrapa\/divulga\u00e7\u00e3o As entidades refor\u00e7am que o governo divulgou atrav\u00e9s da Conab dados \u201cequivocados sobre a produ\u00e7\u00e3o de arroz\u201d, superestimando a produ\u00e7\u00e3o (8.255,2 milh\u00f5es de toneladas no RS e 11.985,8 milh\u00f5es no Brasil) com o intuito claro de intervir nos pre\u00e7os do cereal, o que pode causar mais problemas para produtores, ind\u00fastrias, varejistas e, principalmente, consumidores. \u201cInformamos que, de acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), \u00f3rg\u00e3o que, diferentemente da Conab, realiza levantamentos de campo e o faz por v\u00e1rias d\u00e9cadas, a \u00e1rea plantada efetivamente cresceu em rela\u00e7\u00e3o a 2024, mas 2,69% e n\u00e3o 9,7% como erroneamente est\u00e1 sendo informado pela Conab. Embora pare\u00e7a pouco, esse erro pode custar bilh\u00f5es de reais ao pa\u00eds\u201d, destacam. Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:\u00a0siga o Canal Rural no Google News! De acordo com o presidente da Federarroz, Alexandre Velho, a diferen\u00e7a de 60 mil hectares projetada entre o Irga \u2013 Instituto de confian\u00e7a das entidades representativas dos produtores \u2013 e a Conab poderia gerar uma diferen\u00e7a expressiva de 500 mil toneladas a mais de arroz na colheita. Segundo ele, o Irga j\u00e1 havia retificado seus n\u00fameros com base nos problemas enfrentados pelos produtores, principalmente os da parte central do estado. Assim, cortou em mais de 20 mil hectares a inten\u00e7\u00e3o de plantio frente \u00e0 \u00e1rea efetivamente semeada, de 948,3 para os atuais 927,8 mil hectares. \u201cEsse dado do Irga j\u00e1 tinha sido publicamente anunciado, mas a Conab n\u00e3o apenas o desconsiderou, como aumentou ainda mais a estimativa de \u00e1rea. Acredito que a Conab est\u00e1 usando o arroz de forma pol\u00edtica na tentativa de baixar os pre\u00e7os do cereal, ou seja, est\u00e1 agindo de forma populista\u201d, diz Velho. Influ\u00eancia nos pre\u00e7os do arroz A nota da Federarroz e da Farsul afirma, ainda, que em 2024 o governo brasileiro estava disposto a \u201cdesperdi\u00e7ar R$ 7,2 bilh\u00f5es para compra de arroz importado\u201d, com o intuito de ser vendido com pre\u00e7o tabelado e abaixo do custo de produ\u00e7\u00e3o, sob a alega\u00e7\u00e3o que faltaria arroz para o consumidor interno. \u201cDissemos, de maneira clara, que n\u00e3o faltaria arroz e n\u00e3o faltou, em nenhum supermercado do Brasil, nenhum dia e nem por um minuto, apesar do p\u00e2nico causado na popula\u00e7\u00e3o pelo pr\u00f3prio governo\u201d, observa o comunicado das entidades. Por fim, apesar das diferen\u00e7as de estimativa entre Conab e Irga, o comunicado das entidades tranquiliza a sociedade ao dizer que, como de costume, ser\u00e1 produzido bem mais arroz do que os brasileiros consomem, \u201co que nos obrigar\u00e1 a exportar excedentes, n\u00e3o havendo nenhum risco de desabastecimento\u201d. Resposta da Conab Procurada pela reportagem, a Conab enviou uma nota de resposta ao posicionamento da Federarroz e da Farsul. A autarquia ressalta que acompanha regularmente as informa\u00e7\u00f5es da cadeia produtiva do arroz e desenvolve, h\u00e1 quase 50 anos, levantamentos da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, com objetivo de contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e disponibilizar gratuitamente informa\u00e7\u00f5es atualizadas sobre a conjuntura agr\u00edcola. Assim, refuta qualquer ila\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 manipula\u00e7\u00e3o de dados com o objetivo de influenciar o comportamento do mercado agr\u00edcola. \u201cO acompanhamento da safra brasileira, realizado mensalmente pela Conab, reflete a expectativa de produ\u00e7\u00e3o no m\u00eas anterior \u00e0 publica\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio mensal de safra. Destaca-se que a semeadura do arroz, no Rio Grande do Sul, finalizou na segunda semana de janeiro. A equipe t\u00e9cnica da Conab voltar\u00e1 a campo a partir da pr\u00f3xima semana. Esses dados ser\u00e3o publicados no relat\u00f3rio de fevereiro\u201d. Ainda conforme a nota, a Companhia destaca que com o prop\u00f3sito de aprimorar as informa\u00e7\u00f5es do levantamento de safra, ampliou parcerias com institui\u00e7\u00f5es reconhecidas pela sua capacidade t\u00e9cnica. \u201cDentre essas, firmamos acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para implementar mapeamento de \u00e1rea cultivada de arroz no Rio Grande do Sul, por meio de imagem de sat\u00e9lite\u201d. Por fim, a Conab diz que com esse levantamento objetivo, poder\u00e1 dirimir quaisquer d\u00favidas relativas \u00e0 \u00e1rea plantada de arroz, comparativamente ao levantamento subjetivo da Conab e de outras institui\u00e7\u00f5es. 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