{"id":6632,"date":"2025-01-08T19:07:52","date_gmt":"2025-01-08T19:07:52","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/01\/08\/exportacoes-do-agro-caem-us-2-bi-em-2024-mas-alcancam-2o-maior-valor-da-historia\/"},"modified":"2025-01-08T19:07:52","modified_gmt":"2025-01-08T19:07:52","slug":"exportacoes-do-agro-caem-us-2-bi-em-2024-mas-alcancam-2o-maior-valor-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/01\/08\/exportacoes-do-agro-caem-us-2-bi-em-2024-mas-alcancam-2o-maior-valor-da-historia\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es do agro caem US$ 2 bi em 2024, mas alcan\u00e7am 2\u00ba maior valor da hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/11\/1421430664218.jpg\" alt=\"porto, cont\u00eainer, exporta\u00e7\u00e3o, gr\u00e3os, exporta\u00e7\u00f5es, cont\u00eaineres\" \/><figcaption>Fonte: Imprensa\/GEPR<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de produtos do agroneg\u00f3cio geraram no ano passado US$ 164,37 bilh\u00f5es, US$ 2,18 bilh\u00f5es, ou 1,3%, menos que em 2023, informou o <em><a href=\"http:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/ministerio-da-agricultura\/\">Minist\u00e9rio da Agricultura<\/a><\/em>. Apesar da queda, \u00e9 o segundo maior valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica, de acordo com o minist\u00e9rio, \u201cmesmo diante da retra\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de algumas das principais commodities\u201d. <\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es do agro corresponderam a 48,8% do total comercializado pelo Brasil em 2024, segundo a pasta, est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, de 49%. <\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><em> <\/em><strong><em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da Secretaria de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, do Minist\u00e9rio da Agricultura, o desempenho das exporta\u00e7\u00f5es agropecu\u00e1rias brasileiras no ano passado foi influenciado pela queda no \u00edndice de pre\u00e7o dos produtos exportados, de 4,6%, parcialmente compensado pelo incremento de 3,4% no volume exportado. <\/p>\n<p>\u201cO setor manteve seu protagonismo ao responder por metade das exporta\u00e7\u00f5es totais do pa\u00eds, desta vez trazendo resultados concretos do empenho do governo e do setor privado para uma maior inser\u00e7\u00e3o internacional, por meio da diversifica\u00e7\u00e3o de produtos e destinos\u201d, disse o secret\u00e1rio de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, Lu\u00eds Rua. <\/p>\n<p>De acordo com o minist\u00e9rio, a redu\u00e7\u00e3o nas vendas do complexo soja e de cereais, consequ\u00eancia da menor safra brasileira e dos pre\u00e7os internacionais achatados, foi compensada pelo incremento das exporta\u00e7\u00f5es de carnes (+11,4%), complexo sucroalcooleiro (+13,3%), produtos florestais (+21,2%) e caf\u00e9 (+52,6%). <\/p>\n<p>Outros setores, como fibras t\u00eaxteis, sucos, cacau e seus derivados e produtos hort\u00edcolas tamb\u00e9m registraram aumento nos embarques. <\/p>\n<p>A secretaria destacou ainda que os embarques de a\u00e7\u00facar, caf\u00e9 verde, algod\u00e3o, caf\u00e9 sol\u00favel, carne su\u00edna<strong> <\/strong><em>in natura<\/em>, bois vivos, feij\u00f5es secos, sebo bovino, foram recordes em valor e volume exportados. <\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es de celulose, suco de laranja, \u00f3leo essencial de laranja foram recordes em receita gerada, enquanto as vendas externas de farelo de soja, carne bovina in natura e mi\u00fados de carne bovina alcan\u00e7aram o maior volume exportado da s\u00e9rie hist\u00f3rica. <\/p>\n<p>\u201cEntre os produtos menos tradicionais da pauta exportadora, destacam-se lim\u00f5es e limas, chocolate e prepara\u00e7\u00f5es aliment\u00edcias de cacau, alimentos para c\u00e3es e gatos, gengibre, pasta de cacau e cebolas\u201d, observou a pasta. <\/p>\n<p>Em valor exportado, os principais setores foram:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>complexo soja, com US$ 53,9 bilh\u00f5es, respondendo por 32,8% do total exportado<\/li>\n<li>carnes (com US$ 26,2 bilh\u00f5es, 15,9% do total), <\/li>\n<li>complexo sucroalcooleiro (com US$ 19,7 bilh\u00f5es, 12%), produtos florestais (US$ 17,3 bilh\u00f5es, 10,5%), <\/li>\n<li>caf\u00e9 (US$ 12,3 bilh\u00f5es, 7,5%) e <\/li>\n<li>cereais, farinhas e prepara\u00e7\u00f5es (com US$ 10 bilh\u00f5es, 6,1%). <\/li>\n<\/ul>\n<p>Juntos, esses segmentos representaram 84,8% das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio no ano passado, 2,9 pontos percentuais abaixo do ano anterior. <\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais destinos das exporta\u00e7\u00f5es do Brasil<\/h2>\n<p>A <strong>China <\/strong>se manteve como principal destino dos produtos do agroneg\u00f3cio brasileiro em 2024. As vendas ao mercado chin\u00eas somaram US$ 49,7 bilh\u00f5es, retra\u00e7\u00e3o de 17,5% ante 2023, ou US$ 10,54 bilh\u00f5es a menos. Com isso, a participa\u00e7\u00e3o chinesa saiu de 36,2% em 2023 para 30,2% em 2024. <\/p>\n<p>O principal produto exportado para os chineses foi soja em gr\u00e3o, com vendas de US$ 31,5 bilh\u00f5es (queda anual de US$ 7,4 bilh\u00f5es) e 72,6 milh\u00f5es de toneladas, ou 63% das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio. A China comprou 73,4% do total exportado de soja brasileira, 2,6% menos na compara\u00e7\u00e3o anual. <\/p>\n<p>Al\u00e9m da soja, o milho, com queda de US$ 3,2 bilh\u00f5es, tamb\u00e9m influenciou nos resultados menores nas vendas do agro para a China. <\/p>\n<p>O volume negociado caiu 86%, com pre\u00e7os 7,5% mais baixos. J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es de celulose, carne bovina, algod\u00e3o e fumo para a China cresceram. <\/p>\n<p>Os <strong>Estados Unidos<\/strong> foram o segundo pa\u00eds de destino do agroneg\u00f3cio brasileiro, com embarques de US$ 12,1 bilh\u00f5es (+23,1%). A participa\u00e7\u00e3o norte-americana nas exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio brasileiro aumentaram de 5,9% para 7,4% em um ano. Os principais produtos exportados aos Estados Unidos foram caf\u00e9 verde, celulose, carne bovina in natura e suco de laranja. <\/p>\n<p>Os <strong>Pa\u00edses Baixos<\/strong> aparecem na terceira coloca\u00e7\u00e3o, com US$ 5,5 bilh\u00f5es (+5,4%) e participa\u00e7\u00e3o de 3,3%. Os destaques para l\u00e1 foram vendas de celulose e suco de laranja. <\/p>\n<p>Mercados como <strong>Egito <\/strong>(+91,4%), <strong>Emirados \u00c1rabes Unidos<\/strong> (+46%), <strong>B\u00e9lgica <\/strong>(+43,3%), <strong>Turquia <\/strong>(+31,2%) e <strong>Ir\u00e3 <\/strong>(+30,7%) tamb\u00e9m ganharam relev\u00e2ncia nas exporta\u00e7\u00f5es em 2024.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Balan\u00e7a<\/h2>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es de produtos agropecu\u00e1rios cresceram 16,2%, a US$ 19,302 bilh\u00f5es em 2024, ou 7,4% do total internalizado no pa\u00eds. Os produtos que puxaram o aumento foram \u00e1lcool, azeite de oliva, \u00f3leo de palma e trigo. <\/p>\n<p>Assim, o saldo da balan\u00e7a comercial do agroneg\u00f3cio em 2024 ficou positivo em US$ 145,066 bilh\u00f5es, ante US$ 149,879 bilh\u00f5es em 2023. <\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perspectiva para 2025<\/h2>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do ministro Carlos F\u00e1varo, a proje\u00e7\u00e3o de safra recorde de gr\u00e3os neste ano, estimada em 322,42 milh\u00f5es de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aumento de 8,5% entre as safras, poder\u00e1 afetar positivamente as exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio em 2025, em virtude da maior disponibilidade no volume de gr\u00e3os que poder\u00e1 ser exportado. <\/p>\n<p>\u201cAs perspectivas de recordes de safra e de produ\u00e7\u00e3o de diversos produtos do agroneg\u00f3cio, aliadas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o para abertura e amplia\u00e7\u00e3o de mercados e ao incremento substancial das a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o comercial realizadas em parceria com a Apex Brasil e o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, apontam para novos recordes em volume e valor neste ano\u201d, disse F\u00e1varo na nota.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/economia\/exportacoes-do-agro-caem-us-2-bi-em-2024-mas-alcancam-2o-maior-valor-da-historia\/\">Exporta\u00e7\u00f5es do agro caem US$ 2 bi em 2024, mas alcan\u00e7am 2\u00ba maior valor da hist\u00f3ria<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: Imprensa\/GEPR As exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de produtos do agroneg\u00f3cio geraram no ano passado US$ 164,37 bilh\u00f5es, US$ 2,18 bilh\u00f5es, ou 1,3%, menos que em 2023, informou o Minist\u00e9rio da Agricultura. Apesar da queda, \u00e9 o segundo maior valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica, de acordo com o minist\u00e9rio, \u201cmesmo diante da retra\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de algumas das principais commodities\u201d. As exporta\u00e7\u00f5es do agro corresponderam a 48,8% do total comercializado pelo Brasil em 2024, segundo a pasta, est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, de 49%. Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Na avalia\u00e7\u00e3o da Secretaria de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, do Minist\u00e9rio da Agricultura, o desempenho das exporta\u00e7\u00f5es agropecu\u00e1rias brasileiras no ano passado foi influenciado pela queda no \u00edndice de pre\u00e7o dos produtos exportados, de 4,6%, parcialmente compensado pelo incremento de 3,4% no volume exportado. \u201cO setor manteve seu protagonismo ao responder por metade das exporta\u00e7\u00f5es totais do pa\u00eds, desta vez trazendo resultados concretos do empenho do governo e do setor privado para uma maior inser\u00e7\u00e3o internacional, por meio da diversifica\u00e7\u00e3o de produtos e destinos\u201d, disse o secret\u00e1rio de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, Lu\u00eds Rua. De acordo com o minist\u00e9rio, a redu\u00e7\u00e3o nas vendas do complexo soja e de cereais, consequ\u00eancia da menor safra brasileira e dos pre\u00e7os internacionais achatados, foi compensada pelo incremento das exporta\u00e7\u00f5es de carnes (+11,4%), complexo sucroalcooleiro (+13,3%), produtos florestais (+21,2%) e caf\u00e9 (+52,6%). Outros setores, como fibras t\u00eaxteis, sucos, cacau e seus derivados e produtos hort\u00edcolas tamb\u00e9m registraram aumento nos embarques. A secretaria destacou ainda que os embarques de a\u00e7\u00facar, caf\u00e9 verde, algod\u00e3o, caf\u00e9 sol\u00favel, carne su\u00edna in natura, bois vivos, feij\u00f5es secos, sebo bovino, foram recordes em valor e volume exportados. As exporta\u00e7\u00f5es de celulose, suco de laranja, \u00f3leo essencial de laranja foram recordes em receita gerada, enquanto as vendas externas de farelo de soja, carne bovina in natura e mi\u00fados de carne bovina alcan\u00e7aram o maior volume exportado da s\u00e9rie hist\u00f3rica. \u201cEntre os produtos menos tradicionais da pauta exportadora, destacam-se lim\u00f5es e limas, chocolate e prepara\u00e7\u00f5es aliment\u00edcias de cacau, alimentos para c\u00e3es e gatos, gengibre, pasta de cacau e cebolas\u201d, observou a pasta. Em valor exportado, os principais setores foram: complexo soja, com US$ 53,9 bilh\u00f5es, respondendo por 32,8% do total exportado carnes (com US$ 26,2 bilh\u00f5es, 15,9% do total), complexo sucroalcooleiro (com US$ 19,7 bilh\u00f5es, 12%), produtos florestais (US$ 17,3 bilh\u00f5es, 10,5%), caf\u00e9 (US$ 12,3 bilh\u00f5es, 7,5%) e cereais, farinhas e prepara\u00e7\u00f5es (com US$ 10 bilh\u00f5es, 6,1%). Juntos, esses segmentos representaram 84,8% das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio no ano passado, 2,9 pontos percentuais abaixo do ano anterior. Principais destinos das exporta\u00e7\u00f5es do Brasil A China se manteve como principal destino dos produtos do agroneg\u00f3cio brasileiro em 2024. As vendas ao mercado chin\u00eas somaram US$ 49,7 bilh\u00f5es, retra\u00e7\u00e3o de 17,5% ante 2023, ou US$ 10,54 bilh\u00f5es a menos. Com isso, a participa\u00e7\u00e3o chinesa saiu de 36,2% em 2023 para 30,2% em 2024. O principal produto exportado para os chineses foi soja em gr\u00e3o, com vendas de US$ 31,5 bilh\u00f5es (queda anual de US$ 7,4 bilh\u00f5es) e 72,6 milh\u00f5es de toneladas, ou 63% das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio. A China comprou 73,4% do total exportado de soja brasileira, 2,6% menos na compara\u00e7\u00e3o anual. Al\u00e9m da soja, o milho, com queda de US$ 3,2 bilh\u00f5es, tamb\u00e9m influenciou nos resultados menores nas vendas do agro para a China. O volume negociado caiu 86%, com pre\u00e7os 7,5% mais baixos. J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es de celulose, carne bovina, algod\u00e3o e fumo para a China cresceram. Os Estados Unidos foram o segundo pa\u00eds de destino do agroneg\u00f3cio brasileiro, com embarques de US$ 12,1 bilh\u00f5es (+23,1%). A participa\u00e7\u00e3o norte-americana nas exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio brasileiro aumentaram de 5,9% para 7,4% em um ano. Os principais produtos exportados aos Estados Unidos foram caf\u00e9 verde, celulose, carne bovina in natura e suco de laranja. Os Pa\u00edses Baixos aparecem na terceira coloca\u00e7\u00e3o, com US$ 5,5 bilh\u00f5es (+5,4%) e participa\u00e7\u00e3o de 3,3%. Os destaques para l\u00e1 foram vendas de celulose e suco de laranja. Mercados como Egito (+91,4%), Emirados \u00c1rabes Unidos (+46%), B\u00e9lgica (+43,3%), Turquia (+31,2%) e Ir\u00e3 (+30,7%) tamb\u00e9m ganharam relev\u00e2ncia nas exporta\u00e7\u00f5es em 2024. Balan\u00e7a As importa\u00e7\u00f5es de produtos agropecu\u00e1rios cresceram 16,2%, a US$ 19,302 bilh\u00f5es em 2024, ou 7,4% do total internalizado no pa\u00eds. Os produtos que puxaram o aumento foram \u00e1lcool, azeite de oliva, \u00f3leo de palma e trigo. Assim, o saldo da balan\u00e7a comercial do agroneg\u00f3cio em 2024 ficou positivo em US$ 145,066 bilh\u00f5es, ante US$ 149,879 bilh\u00f5es em 2023. Perspectiva para 2025 Na avalia\u00e7\u00e3o do ministro Carlos F\u00e1varo, a proje\u00e7\u00e3o de safra recorde de gr\u00e3os neste ano, estimada em 322,42 milh\u00f5es de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aumento de 8,5% entre as safras, poder\u00e1 afetar positivamente as exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio em 2025, em virtude da maior disponibilidade no volume de gr\u00e3os que poder\u00e1 ser exportado. \u201cAs perspectivas de recordes de safra e de produ\u00e7\u00e3o de diversos produtos do agroneg\u00f3cio, aliadas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o para abertura e amplia\u00e7\u00e3o de mercados e ao incremento substancial das a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o comercial realizadas em parceria com a Apex Brasil e o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, apontam para novos recordes em volume e valor neste ano\u201d, disse F\u00e1varo na nota. 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