{"id":463,"date":"2024-07-13T21:13:17","date_gmt":"2024-07-13T21:13:17","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/07\/13\/safra-de-soja-24-25-acima-de-170-milhoes-de-toneladas-e-estimada-por-consultoria\/"},"modified":"2024-07-13T21:13:17","modified_gmt":"2024-07-13T21:13:17","slug":"safra-de-soja-24-25-acima-de-170-milhoes-de-toneladas-e-estimada-por-consultoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/07\/13\/safra-de-soja-24-25-acima-de-170-milhoes-de-toneladas-e-estimada-por-consultoria\/","title":{"rendered":"Safra de soja 24\/25 acima de 170 milh\u00f5es de toneladas \u00e9 estimada por consultoria"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<p>A soja dever\u00e1 ter incremento de \u00e1rea na temporada 2024\/25 no Brasil, mesmo com margens menores de lucratividade. \u00c9 o que indica o relat\u00f3rio da consultoria <strong><a href=\"https:\/\/safras.com.br\/#google_vignette\">Safras &amp; Mercado<\/a><\/strong>, divulgado nesta sexta-feira (12).<\/p>\n<p>Segundo o documento, os produtores brasileiros dever\u00e3o cultivar 47,331 milh\u00f5es de hectares em 2024\/25, crescendo 1,9% sobre o total semeado no ano passado, de 46,447 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Sem problemas clim\u00e1ticos, a aposta inicial \u00e9 de uma produ\u00e7\u00e3o recorde, de 171,542 milh\u00f5es de toneladas, 13,2% maior que as 151,548 milh\u00f5es de toneladas colhidas este ano. <\/p>\n<p>Isso porque espera-se eleva\u00e7\u00e3o de produtividade, partindo de 3.279 quilos (54,6 sacas) para 3.643 quilos por hectare (60,7 sacas).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Crescimento em menor ritmo<\/h2>\n<p>A \u00e1rea de soja dever\u00e1 crescer em praticamente todos os estados produtores no pa\u00eds, mas em um menor ritmo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s safras anteriores. <\/p>\n<p>\u201cTal fato deve ocorrer devido \u00e0 queda da margem dos produtores nos \u00faltimos meses, que \u00e9 derivada, principalmente, do recuo nos pre\u00e7os praticados nos mercados brasileiro e internacional\u201d, afirma o analista de Safras &amp; Mercado, Luiz Fernando Gutierrez Roque.<\/p>\n<p>Segundo ele, como a oleaginosa ainda \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o mais rent\u00e1vel que outras culturas em boa parte dos estados, novamente os produtores optar\u00e3o pelo avan\u00e7o da \u00e1rea.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s uma temporada de perdas no Rio Grande do Sul e no Paran\u00e1, os produtores t\u00eam o desafio de semear uma nova safra diante da possibilidade crescente de um <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tempo\/la-nina-a-vista-brasil-se-prepara-para-mudancas-no-clima\/\">novo La Ni\u00f1a<\/a><\/strong>. <\/p>\n<p>\u201cEsperamos um crescimento pequeno nas \u00e1reas a serem semeadas nestes dois estados, visto tamb\u00e9m que no Rio Grande do Sul muito produtores continuam com dificuldades financeiras pelas perdas produtivas registradas nos \u00faltimos anos. Algumas \u00e1reas de milho podem migrar para a soja nos dois estados, assim como algumas \u00e1reas de pastagem\u201d, avalia Roque.<\/p>\n<p>Segundo o analista, no Centro-Oeste e no Sudeste, novamente deve ser visto um crescimento da \u00e1rea semeada com o gr\u00e3o, com os produtores voltando a centralizar a produ\u00e7\u00e3o de ver\u00e3o na soja e a produ\u00e7\u00e3o da segunda safra no milho. Novas \u00e1reas devem ser abertas, principalmente sobre pastagens.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Soja na nova fronteira agr\u00edcola<\/h2>\n<p>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ Canal Rural Bahia<\/p>\n<p>\u201cNas regi\u00f5es Nordeste e Norte, mais uma vez deveremos ter os maiores percentuais de crescimento, dando continuidade ao avan\u00e7o da soja na \u2018nova fronteira agr\u00edcola\u2019. O aumento das exporta\u00e7\u00f5es pelos portos do Arco Norte \u00e9 um fator positivo para a expans\u00e3o da \u00e1rea, assim como as boas produtividades registradas nas \u00faltimas safras em alguns estados. Apesar disso, o ritmo de crescimento tamb\u00e9m deve ser menor que nas safras anteriores, devido \u00e0s margens mais \u2018apertadas&#8217;\u201d, acrescenta o analista.<\/p>\n<p>De acorodo com Roque, se o clima permitir, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de soja poder\u00e1 superar a marca de 170 milh\u00f5es de toneladas pela primeira vez na hist\u00f3ria, sendo estimada inicialmente em 171,542 milh\u00f5es de toneladas, um novo recorde.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/projeto-soja-brasil\/safra-de-soja-24-25-acima-de-170-milhoes-de-toneladas-e-estimada-por-consultoria\/\">Safra de soja 24\/25 acima de 170 milh\u00f5es de toneladas \u00e9 estimada por consultoria<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A soja dever\u00e1 ter incremento de \u00e1rea na temporada 2024\/25 no Brasil, mesmo com margens menores de lucratividade. \u00c9 o que indica o relat\u00f3rio da consultoria Safras &amp; Mercado, divulgado nesta sexta-feira (12). Segundo o documento, os produtores brasileiros dever\u00e3o cultivar 47,331 milh\u00f5es de hectares em 2024\/25, crescendo 1,9% sobre o total semeado no ano passado, de 46,447 milh\u00f5es. Sem problemas clim\u00e1ticos, a aposta inicial \u00e9 de uma produ\u00e7\u00e3o recorde, de 171,542 milh\u00f5es de toneladas, 13,2% maior que as 151,548 milh\u00f5es de toneladas colhidas este ano. Isso porque espera-se eleva\u00e7\u00e3o de produtividade, partindo de 3.279 quilos (54,6 sacas) para 3.643 quilos por hectare (60,7 sacas). Crescimento em menor ritmo A \u00e1rea de soja dever\u00e1 crescer em praticamente todos os estados produtores no pa\u00eds, mas em um menor ritmo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s safras anteriores. \u201cTal fato deve ocorrer devido \u00e0 queda da margem dos produtores nos \u00faltimos meses, que \u00e9 derivada, principalmente, do recuo nos pre\u00e7os praticados nos mercados brasileiro e internacional\u201d, afirma o analista de Safras &amp; Mercado, Luiz Fernando Gutierrez Roque. Segundo ele, como a oleaginosa ainda \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o mais rent\u00e1vel que outras culturas em boa parte dos estados, novamente os produtores optar\u00e3o pelo avan\u00e7o da \u00e1rea. Ap\u00f3s uma temporada de perdas no Rio Grande do Sul e no Paran\u00e1, os produtores t\u00eam o desafio de semear uma nova safra diante da possibilidade crescente de um novo La Ni\u00f1a. \u201cEsperamos um crescimento pequeno nas \u00e1reas a serem semeadas nestes dois estados, visto tamb\u00e9m que no Rio Grande do Sul muito produtores continuam com dificuldades financeiras pelas perdas produtivas registradas nos \u00faltimos anos. Algumas \u00e1reas de milho podem migrar para a soja nos dois estados, assim como algumas \u00e1reas de pastagem\u201d, avalia Roque. Segundo o analista, no Centro-Oeste e no Sudeste, novamente deve ser visto um crescimento da \u00e1rea semeada com o gr\u00e3o, com os produtores voltando a centralizar a produ\u00e7\u00e3o de ver\u00e3o na soja e a produ\u00e7\u00e3o da segunda safra no milho. Novas \u00e1reas devem ser abertas, principalmente sobre pastagens. Soja na nova fronteira agr\u00edcola Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ Canal Rural Bahia \u201cNas regi\u00f5es Nordeste e Norte, mais uma vez deveremos ter os maiores percentuais de crescimento, dando continuidade ao avan\u00e7o da soja na \u2018nova fronteira agr\u00edcola\u2019. O aumento das exporta\u00e7\u00f5es pelos portos do Arco Norte \u00e9 um fator positivo para a expans\u00e3o da \u00e1rea, assim como as boas produtividades registradas nas \u00faltimas safras em alguns estados. Apesar disso, o ritmo de crescimento tamb\u00e9m deve ser menor que nas safras anteriores, devido \u00e0s margens mais \u2018apertadas&#8217;\u201d, acrescenta o analista. De acorodo com Roque, se o clima permitir, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de soja poder\u00e1 superar a marca de 170 milh\u00f5es de toneladas pela primeira vez na hist\u00f3ria, sendo estimada inicialmente em 171,542 milh\u00f5es de toneladas, um novo recorde. 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