{"id":4196,"date":"2024-11-16T17:19:22","date_gmt":"2024-11-16T17:19:22","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/11\/16\/voce-viu-mais-de-8-mil-litros-de-azeite-adulterado-sao-apreendidos-em-operacao\/"},"modified":"2024-11-16T17:19:22","modified_gmt":"2024-11-16T17:19:22","slug":"voce-viu-mais-de-8-mil-litros-de-azeite-adulterado-sao-apreendidos-em-operacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/11\/16\/voce-viu-mais-de-8-mil-litros-de-azeite-adulterado-sao-apreendidos-em-operacao\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea viu? Mais de 8 mil litros de azeite adulterado s\u00e3o apreendidos em opera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/11\/apreensao-azeite-mapa-decon.jpeg\" alt=\"apreens\u00e3o azeite mapa decon\" \/><figcaption>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o PCES<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Um total de 1.692 gal\u00f5es de azeite, o equivalente a mais de oito mil litros do produto, foram apreendidos em opera\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil do Esp\u00edrito Santo (PCES). Essa foi uma das not\u00edcias mais lidas do Canal Rural nessa semana.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o ocorreu por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), na \u00faltima quinta-feira (7).<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Confira na palma da\u00a0<\/em>m\u00e3o\u00a0<em>informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029Va9VnZxGk1FplZjiW43k\"><em>\u00a0<\/em><strong>siga o Canal Rural no WhatsApp<\/strong><\/a>!<\/li>\n<\/ul>\n<p>As amostras foram recolhidas para an\u00e1lise por suspeita de se tratar de \u00f3leo misto porque o fabricante <strong>(da marca ANNA)<\/strong> n\u00e3o tinha autoriza\u00e7\u00e3o para comercializar o alimento.<\/p>\n<p>\u201cEsses gal\u00f5es foram apreendidos em uma fiscaliza\u00e7\u00e3o conjunta, pois a marca n\u00e3o tinha autoriza\u00e7\u00e3o para vender azeite e o produto, provavelmente, \u00e9 um \u00f3leo misto. Em 2019, a mesma marca j\u00e1 havia sido flagrada realizando a adultera\u00e7\u00e3o de azeite, colocando \u00f3leo misturado em garrafas de azeite e vendendo o produto no mercado capixaba\u201d, afirmou o titular da Decon, delegado Eduardo Passamani.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Distribui\u00e7\u00e3o em restaurantes<\/h2>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o identificou que o azeite adulterado, comercializado em gal\u00f5es de 5 litros, vendidos em distribuidoras, foi distribu\u00eddo principalmente para bares, restaurantes, lanchonetes e hot\u00e9is.<\/p>\n<p>De acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, esses estabelecimentos abasteciam os pequenos frascos de azeite utilizados nas mesas dos consumidores. No entanto, os clientes estavam consumindo \u00f3leo de qualidade inferior sem saber.<\/p>\n<p>\u201cEsse produto, que era comercializado de forma irregular, chegou a passar por mais de 800 estabelecimentos comerciais no estado\u201d, ressaltou Passamani. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o criminal, o delegado explicou que os administradores da empresa respons\u00e1vel pelo produto adulterado responder\u00e3o por crime contra a rela\u00e7\u00e3o de consumo.<\/p>\n<p>\u201cOs administradores da empresa respondem por crime contra a rela\u00e7\u00e3o de consumo, com pena de 2 a 5 anos, por terem produzido um produto fora das normas. O material apreendido est\u00e1 sendo analisado para confirmar se realmente se trata de \u00f3leo misto. Se for confirmado, a empresa s\u00f3 deve ter mudado a embalagem e aumentado o pre\u00e7o para obter lucro, mas os respons\u00e1veis ser\u00e3o responsabilizados criminalmente\u201d, disse o delegado.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">An\u00e1lise do azeite<\/h2>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/11\/azeite-Anna-1024x768.jpeg\" alt=\"azeite Anna apreendido pela Pol\u00edcia Cicil do Esp\u00edrito Santo\" class=\"wp-image-4076029\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o PCES<\/figcaption><\/figure>\n<p>A an\u00e1lise das amostras do azeite apreendido j\u00e1 foi encaminhada ao Minist\u00e9rio da Agricultura, que verificar\u00e1 se o produto apresenta riscos \u00e0 sa\u00fade do consumidor. \u201cA princ\u00edpio, esse produto n\u00e3o \u00e9 prejudicial \u00e0 sa\u00fade, mas n\u00e3o tem as mesmas propriedades nutricionais do azeite. Se consumido em grandes quantidades, pode causar efeitos negativos a longo prazo. No entanto, ele engana o consumidor\u201d, completou Passamani.<\/p>\n<p>O delegado tamb\u00e9m orientou os consumidores e donos de restaurantes sobre como identificar produtos irregulares. \u201cPara os donos de restaurantes, principalmente quando adquirirem gal\u00f5es de 5 litros, a dica \u00e9 verificar no site do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria se o produtor est\u00e1 autorizado a vender azeite\u201d.<\/p>\n<p>Caso n\u00e3o esteja, trata-se de um claro indicativo de irregularidade. \u201cAl\u00e9m disso, sempre verifique o pre\u00e7o, a embalagem e a proced\u00eancia do produto. Confira as informa\u00e7\u00f5es do fabricante e desconfie de grandes disparidades nos valores. Quando o pre\u00e7o parece muito baixo, \u00e9 bom desconfiar, porque, no fim, voc\u00ea pode estar comprando um produto de qualidade inferior por um pre\u00e7o alto\u201d, frisou.<\/p>\n<p>Em outubro, o Mapa divulgou uma lista com outras 11 marcas fraudulentas. Outras ainda est\u00e3o sendo analisadas e assim que os resultados forem conclu\u00eddos, uma nova lista ser\u00e1 divulgada.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Orienta\u00e7\u00f5es aos consumidores<\/h2>\n<p>A Decon orienta que o consumidor que adquiriu azeite das marcas apreendidas leve o produto at\u00e9 o estabelecimento comercial onde foi realizada a compra para que seja feita a troca. Caso o estabelecimento se recuse, o consumidor deve procurar a delegacia para registrar o fato.<\/p>\n<p>Em caso de d\u00favidas sobre a veracidade da fabrica\u00e7\u00e3o, a popula\u00e7\u00e3o pode procurar os sites do Procon ou Mapa para consultar se essa marca est\u00e1 cadastrada ou para denunci\u00e1-la.<\/p>\n<p>De acordo com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, o azeite \u00e9 o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atr\u00e1s apenas do pescado.<\/p>\n<p><strong>Veja as orienta\u00e7\u00f5es do Mapa para n\u00e3o ser enganado:<\/strong><\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Desconfie sempre de pre\u00e7os abaixo da m\u00e9dia;<\/li>\n<li>Se poss\u00edvel, verifique se a empresa est\u00e1 registrada no Mapa;<\/li>\n<li>Confira a lista de produtos irregulares j\u00e1 apreendidos em a\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio;<\/li>\n<li>N\u00e3o compre azeite a granel;<\/li>\n<li>Se atente \u00e0 data de validade e aos ingredientes contidos;<\/li>\n<li>Opte por produtos com a data de envase mais recente.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/seguranca\/voce-viu-mais-de-8-mil-litros-de-azeite-adulterado-sao-apreendidos-em-operacao\/\">Voc\u00ea viu? Mais de 8 mil litros de azeite adulterado s\u00e3o apreendidos em opera\u00e7\u00e3o<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o PCES Um total de 1.692 gal\u00f5es de azeite, o equivalente a mais de oito mil litros do produto, foram apreendidos em opera\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil do Esp\u00edrito Santo (PCES). Essa foi uma das not\u00edcias mais lidas do Canal Rural nessa semana. A a\u00e7\u00e3o ocorreu por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), na \u00faltima quinta-feira (7). Confira na palma da\u00a0m\u00e3o\u00a0informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:\u00a0siga o Canal Rural no WhatsApp! As amostras foram recolhidas para an\u00e1lise por suspeita de se tratar de \u00f3leo misto porque o fabricante (da marca ANNA) n\u00e3o tinha autoriza\u00e7\u00e3o para comercializar o alimento. \u201cEsses gal\u00f5es foram apreendidos em uma fiscaliza\u00e7\u00e3o conjunta, pois a marca n\u00e3o tinha autoriza\u00e7\u00e3o para vender azeite e o produto, provavelmente, \u00e9 um \u00f3leo misto. Em 2019, a mesma marca j\u00e1 havia sido flagrada realizando a adultera\u00e7\u00e3o de azeite, colocando \u00f3leo misturado em garrafas de azeite e vendendo o produto no mercado capixaba\u201d, afirmou o titular da Decon, delegado Eduardo Passamani. Distribui\u00e7\u00e3o em restaurantes A opera\u00e7\u00e3o identificou que o azeite adulterado, comercializado em gal\u00f5es de 5 litros, vendidos em distribuidoras, foi distribu\u00eddo principalmente para bares, restaurantes, lanchonetes e hot\u00e9is. De acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, esses estabelecimentos abasteciam os pequenos frascos de azeite utilizados nas mesas dos consumidores. No entanto, os clientes estavam consumindo \u00f3leo de qualidade inferior sem saber. \u201cEsse produto, que era comercializado de forma irregular, chegou a passar por mais de 800 estabelecimentos comerciais no estado\u201d, ressaltou Passamani. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o criminal, o delegado explicou que os administradores da empresa respons\u00e1vel pelo produto adulterado responder\u00e3o por crime contra a rela\u00e7\u00e3o de consumo. \u201cOs administradores da empresa respondem por crime contra a rela\u00e7\u00e3o de consumo, com pena de 2 a 5 anos, por terem produzido um produto fora das normas. O material apreendido est\u00e1 sendo analisado para confirmar se realmente se trata de \u00f3leo misto. Se for confirmado, a empresa s\u00f3 deve ter mudado a embalagem e aumentado o pre\u00e7o para obter lucro, mas os respons\u00e1veis ser\u00e3o responsabilizados criminalmente\u201d, disse o delegado. An\u00e1lise do azeite Foto: Divulga\u00e7\u00e3o PCES A an\u00e1lise das amostras do azeite apreendido j\u00e1 foi encaminhada ao Minist\u00e9rio da Agricultura, que verificar\u00e1 se o produto apresenta riscos \u00e0 sa\u00fade do consumidor. \u201cA princ\u00edpio, esse produto n\u00e3o \u00e9 prejudicial \u00e0 sa\u00fade, mas n\u00e3o tem as mesmas propriedades nutricionais do azeite. Se consumido em grandes quantidades, pode causar efeitos negativos a longo prazo. No entanto, ele engana o consumidor\u201d, completou Passamani. O delegado tamb\u00e9m orientou os consumidores e donos de restaurantes sobre como identificar produtos irregulares. \u201cPara os donos de restaurantes, principalmente quando adquirirem gal\u00f5es de 5 litros, a dica \u00e9 verificar no site do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria se o produtor est\u00e1 autorizado a vender azeite\u201d. Caso n\u00e3o esteja, trata-se de um claro indicativo de irregularidade. \u201cAl\u00e9m disso, sempre verifique o pre\u00e7o, a embalagem e a proced\u00eancia do produto. Confira as informa\u00e7\u00f5es do fabricante e desconfie de grandes disparidades nos valores. Quando o pre\u00e7o parece muito baixo, \u00e9 bom desconfiar, porque, no fim, voc\u00ea pode estar comprando um produto de qualidade inferior por um pre\u00e7o alto\u201d, frisou. Em outubro, o Mapa divulgou uma lista com outras 11 marcas fraudulentas. Outras ainda est\u00e3o sendo analisadas e assim que os resultados forem conclu\u00eddos, uma nova lista ser\u00e1 divulgada. Orienta\u00e7\u00f5es aos consumidores A Decon orienta que o consumidor que adquiriu azeite das marcas apreendidas leve o produto at\u00e9 o estabelecimento comercial onde foi realizada a compra para que seja feita a troca. Caso o estabelecimento se recuse, o consumidor deve procurar a delegacia para registrar o fato. Em caso de d\u00favidas sobre a veracidade da fabrica\u00e7\u00e3o, a popula\u00e7\u00e3o pode procurar os sites do Procon ou Mapa para consultar se essa marca est\u00e1 cadastrada ou para denunci\u00e1-la. De acordo com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, o azeite \u00e9 o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atr\u00e1s apenas do pescado. Veja as orienta\u00e7\u00f5es do Mapa para n\u00e3o ser enganado: Desconfie sempre de pre\u00e7os abaixo da m\u00e9dia; Se poss\u00edvel, verifique se a empresa est\u00e1 registrada no Mapa; Confira a lista de produtos irregulares j\u00e1 apreendidos em a\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio; N\u00e3o compre azeite a granel; Se atente \u00e0 data de validade e aos ingredientes contidos; Opte por produtos com a data de envase mais recente. O post Voc\u00ea viu? 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