{"id":2805,"date":"2024-10-03T20:49:52","date_gmt":"2024-10-03T20:49:52","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/10\/03\/policia-apreende-mais-de-400-garrafas-de-azeite-adulterado-veja-as-marcas\/"},"modified":"2024-10-03T20:49:52","modified_gmt":"2024-10-03T20:49:52","slug":"policia-apreende-mais-de-400-garrafas-de-azeite-adulterado-veja-as-marcas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/10\/03\/policia-apreende-mais-de-400-garrafas-de-azeite-adulterado-veja-as-marcas\/","title":{"rendered":"Pol\u00edcia apreende mais de 400 garrafas de azeite adulterado; veja as marcas"},"content":{"rendered":"<div>Foto: Pol\u00edcia Civil do Esp\u00edrito Santo<\/div>\n<p>Em opera\u00e7\u00e3o conjunta com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), a <strong><a href=\"https:\/\/pc.es.gov.br\/\">Pol\u00edcia Civil do Esp\u00edrito Santo<\/a><\/strong>, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), realizou, nessa quarta-feira (2), uma opera\u00e7\u00e3o de combate ao com\u00e9rcio de azeites adulterados. <\/p>\n<p><em>Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029Va9VnZxGk1FplZjiW43k\"><em>\u00a0<\/em><strong>siga o Canal Rural no WhatsApp<\/strong><\/a>!<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o suspendeu a venda de tr\u00eas marcas (P\u00e9rola Negra, Carcavelos e Serrano) e culminou na apreens\u00e3o de <strong>428 garrafas de azeite <\/strong>que eram vendidas em supermercados dos munic\u00edpios capixabas de Cariacica e Vila Velha.<\/p>\n<p>De acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, a venda dos tr\u00eas r\u00f3tulos estava proibida por conta de fraudes e infra\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias.<\/p>\n<p>\u201cA venda de uma dessas marcas j\u00e1 havia sido suspensa pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/anvisa\/\">(Anvisa)<\/a><\/strong> na semana passada. As outras duas s\u00e3o marcas possivelmente t\u00eam liga\u00e7\u00e3o, pois s\u00e3o distribu\u00eddas pela mesma fabricante da marca que estava proibida\u201d, diz o delegado Eduardo Passamani, titular da Decon<\/p>\n<p>Segundo ele, a proibi\u00e7\u00e3o dos r\u00f3tulos ocorreu porque o fabricante n\u00e3o se identifica e, portanto, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel saber a proced\u00eancia dos produtos.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pre\u00e7os muito abaixo do mercado<\/h2>\n<p>Foto: Pol\u00edcia Civil do Esp\u00edrito Santo<\/p>\n<p>O delegado alerta para que o consumidor se atente ao pre\u00e7o dos produtos vendidos. \u201cEsse produto estava abaixo do pre\u00e7o m\u00e9dio que o azeite est\u00e1 sendo vendido atualmente nos mercados. \u00c9 um indicativo de que o produto \u00e9 fraudado. \u00c9 importante se atentar a essa discrep\u00e2ncia no valor se comparado a produtos de qualidade reconhecida\u201d, destacou.<\/p>\n<p>De acordo com ele, os itens apreendidos estavam sendo vendidos a uma m\u00e9dia de <strong>R$ 26<\/strong> a <strong>R$ 28<\/strong>, enquanto o pre\u00e7o dos demais gira em torno de <strong>R$ 40<\/strong>. <\/p>\n<p>\u201cO criminoso pega um produto falsificado, coloca um pre\u00e7o muito baixo para vender r\u00e1pido e joga em pequenas redes para que a gente n\u00e3o consiga identificar\u201d, relata Passamani.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Azeite passar\u00e1 por an\u00e1lise<\/h2>\n<p>As garrafas apreendidas ser\u00e3o encaminhadas ao laborat\u00f3rio do Minist\u00e9rio da Agricultura, em Bras\u00edlia, e passar\u00e3o por an\u00e1lises para identificar a composi\u00e7\u00e3o do produto. <\/p>\n<p>\u201cVamos identificar o que tem dentro dessas garrafas. Em um primeiro momento, em uma an\u00e1lise sensorial, foi poss\u00edvel perceber uma poss\u00edvel presen\u00e7a de \u00f3leo\u201d, disse o delegado. <\/p>\n<p>De acordo com ele, em a\u00e7\u00f5es anteriores, j\u00e1 foi identificada a presen\u00e7a de <strong>\u00f3leo de lamparina<\/strong> dentro de garrafas de azeite no estado.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Supermercados ser\u00e3o investigados<\/h2>\n<p>Al\u00e9m das marcas, os supermercados que estavam expondo a marca que j\u00e1 estava proibida pela Anvisa tamb\u00e9m ser\u00e3o investigados. <\/p>\n<p>\u201cSer\u00e1 aberta a investiga\u00e7\u00e3o para identificar a responsabilidade. A marca deveria ter sido recolhida pois foi dada ampla divulga\u00e7\u00e3o pela Anvisa. O comerciante tem o dever com o consumidor e precisa saber o que est\u00e1 vendendo\u201d, afirmou Passamani.<\/p>\n<p>J\u00e1 os fabricantes responder\u00e3o por crime contra rela\u00e7\u00e3o de consumo, com pena que pode variar de dois a cinco anos de reclus\u00e3o. <\/p>\n<p>A Decon orienta que o consumidor que adquiriu azeite das marcas apreendidas leve o produto at\u00e9 o estabelecimento comercial onde foi realizada a compra para que seja feita a troca. Caso o estabelecimento se recuse, o consumidor deve procurar a delegacia para registrar o fato.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/policia-apreende-mais-de-400-garrafas-de-azeite-adulterado-veja-as-marcas\/\">Pol\u00edcia apreende mais de 400 garrafas de azeite adulterado; veja as marcas<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Pol\u00edcia Civil do Esp\u00edrito Santo Em opera\u00e7\u00e3o conjunta com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), a Pol\u00edcia Civil do Esp\u00edrito Santo, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), realizou, nessa quarta-feira (2), uma opera\u00e7\u00e3o de combate ao com\u00e9rcio de azeites adulterados. Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:\u00a0siga o Canal Rural no WhatsApp! A a\u00e7\u00e3o suspendeu a venda de tr\u00eas marcas (P\u00e9rola Negra, Carcavelos e Serrano) e culminou na apreens\u00e3o de 428 garrafas de azeite que eram vendidas em supermercados dos munic\u00edpios capixabas de Cariacica e Vila Velha. De acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, a venda dos tr\u00eas r\u00f3tulos estava proibida por conta de fraudes e infra\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias. \u201cA venda de uma dessas marcas j\u00e1 havia sido suspensa pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) na semana passada. As outras duas s\u00e3o marcas possivelmente t\u00eam liga\u00e7\u00e3o, pois s\u00e3o distribu\u00eddas pela mesma fabricante da marca que estava proibida\u201d, diz o delegado Eduardo Passamani, titular da Decon Segundo ele, a proibi\u00e7\u00e3o dos r\u00f3tulos ocorreu porque o fabricante n\u00e3o se identifica e, portanto, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel saber a proced\u00eancia dos produtos. Pre\u00e7os muito abaixo do mercado Foto: Pol\u00edcia Civil do Esp\u00edrito Santo O delegado alerta para que o consumidor se atente ao pre\u00e7o dos produtos vendidos. \u201cEsse produto estava abaixo do pre\u00e7o m\u00e9dio que o azeite est\u00e1 sendo vendido atualmente nos mercados. \u00c9 um indicativo de que o produto \u00e9 fraudado. \u00c9 importante se atentar a essa discrep\u00e2ncia no valor se comparado a produtos de qualidade reconhecida\u201d, destacou. De acordo com ele, os itens apreendidos estavam sendo vendidos a uma m\u00e9dia de R$ 26 a R$ 28, enquanto o pre\u00e7o dos demais gira em torno de R$ 40. \u201cO criminoso pega um produto falsificado, coloca um pre\u00e7o muito baixo para vender r\u00e1pido e joga em pequenas redes para que a gente n\u00e3o consiga identificar\u201d, relata Passamani. Azeite passar\u00e1 por an\u00e1lise As garrafas apreendidas ser\u00e3o encaminhadas ao laborat\u00f3rio do Minist\u00e9rio da Agricultura, em Bras\u00edlia, e passar\u00e3o por an\u00e1lises para identificar a composi\u00e7\u00e3o do produto. \u201cVamos identificar o que tem dentro dessas garrafas. Em um primeiro momento, em uma an\u00e1lise sensorial, foi poss\u00edvel perceber uma poss\u00edvel presen\u00e7a de \u00f3leo\u201d, disse o delegado. De acordo com ele, em a\u00e7\u00f5es anteriores, j\u00e1 foi identificada a presen\u00e7a de \u00f3leo de lamparina dentro de garrafas de azeite no estado. Supermercados ser\u00e3o investigados Al\u00e9m das marcas, os supermercados que estavam expondo a marca que j\u00e1 estava proibida pela Anvisa tamb\u00e9m ser\u00e3o investigados. \u201cSer\u00e1 aberta a investiga\u00e7\u00e3o para identificar a responsabilidade. A marca deveria ter sido recolhida pois foi dada ampla divulga\u00e7\u00e3o pela Anvisa. O comerciante tem o dever com o consumidor e precisa saber o que est\u00e1 vendendo\u201d, afirmou Passamani. J\u00e1 os fabricantes responder\u00e3o por crime contra rela\u00e7\u00e3o de consumo, com pena que pode variar de dois a cinco anos de reclus\u00e3o. A Decon orienta que o consumidor que adquiriu azeite das marcas apreendidas leve o produto at\u00e9 o estabelecimento comercial onde foi realizada a compra para que seja feita a troca. Caso o estabelecimento se recuse, o consumidor deve procurar a delegacia para registrar o fato. 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