{"id":2401,"date":"2024-09-21T16:08:00","date_gmt":"2024-09-21T16:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/09\/21\/agreste-pernambucano-se-estabelece-como-polo-produtor-de-vinhos\/"},"modified":"2024-09-21T16:08:00","modified_gmt":"2024-09-21T16:08:00","slug":"agreste-pernambucano-se-estabelece-como-polo-produtor-de-vinhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/09\/21\/agreste-pernambucano-se-estabelece-como-polo-produtor-de-vinhos\/","title":{"rendered":"Agreste pernambucano se estabelece como polo produtor de vinhos"},"content":{"rendered":"<div>Foto: Edmea Ubirajara\/Embrapa<\/div>\n<p>Uma nova fronteira para vinhos finos est\u00e1 surgindo no Agreste pernambucano, impulsionada por uma pesquisa realizada pela <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/embrapa-semiarido\/\">Embrapa Semi\u00e1rido<\/a> (PE) em parceria com a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (Ufape) e o Instituto Agron\u00f4mico de Pernambuco (Ipa). <\/p>\n<p>Seis variedades de uvas foram recomendadas especificamente para essa regi\u00e3o, com dados que comprovam a viabilidade da produ\u00e7\u00e3o local e an\u00e1lises que atestam a qualidade dos vinhos produzidos.<\/p>\n<p><em>Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia\u00a0e previs\u00e3o do tempo: <a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029Va9VnZxGk1FplZjiW43k\">Siga o Canal Rural no WhatsApp<\/a>!<\/em><\/p>\n<p>O estudo envolveu o cultivo e avalia\u00e7\u00e3o de dez variedades de uvas europeias em cinco ciclos de produ\u00e7\u00e3o no campo experimental do Ipa, no munic\u00edpio de Brej\u00e3o (PE). O objetivo foi compreender o comportamento agron\u00f4mico, a adapta\u00e7\u00e3o das variedades, a qualidade das uvas, o potencial enol\u00f3gico e a viabilidade do processamento de vinhos em regi\u00f5es n\u00e3o tradicionais.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Vinhos brancos<\/h2>\n<p>Foto: Mairon Moura da Silva\/Embrapa<\/p>\n<p>Para a produ\u00e7\u00e3o de vinhos brancos, as cultivares recomendadas foram Sauvignon Blanc, Muscat Blanc \u00e0 Petits Grains (conhecido como Moscato Branco) e Viognier. Para os vinhos tintos, as variedades mais indicadas foram Syrah, Cabernet Sauvignon e Malbec. <\/p>\n<p>Segundo a pesquisadora da Embrapa Patr\u00edcia Coelho de Souza Le\u00e3o, coordenadora do projeto, essas cultivares se destacaram pelo bom desempenho agron\u00f4mico, produtividade e potencial de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA Sauvignon Blanc, Syrah e Malbec foram as mais not\u00e1veis, com produtividade m\u00e9dia de 10 toneladas por hectare, similar \u00e0 registrada na regi\u00e3o do Vale do S\u00e3o Francisco, polo produtor j\u00e1 consolidado, sendo recomendadas para cultivo no Agreste\u201d, afirma a pesquisadora.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dessas, a Chardonnay foi avaliada para vinhos brancos, e a Pinot Noir e Petit Verdot para vinhos tintos. \u201cNo entanto, essas variedades n\u00e3o mostraram boa adapta\u00e7\u00e3o, apresentando fraco desenvolvimento vegetativo, baixo vigor e produtividade reduzida\u201d, aponta a pesquisadora.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Qualidade das bebidas<\/strong><\/h3>\n<p>O projeto tamb\u00e9m incluiu a avalia\u00e7\u00e3o da qualidade dos vinhos produzidos a partir das uvas cultivadas. <\/p>\n<p>Os vinhos resultantes atenderam \u00e0s exig\u00eancias da legisla\u00e7\u00e3o brasileira para vinhos finos secos e se destacaram em an\u00e1lises sensoriais conduzidas pela equipe da Escola do Vinho, do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Sert\u00e3o Pernambucano (IF Sert\u00e3o-PE). Essas an\u00e1lises confirmaram o potencial dos vinhos da regi\u00e3o Agreste de Pernambuco.<\/p>\n<p>O trabalho de pesquisa tem impulsionado o cultivo de uvas vin\u00edferas e a produ\u00e7\u00e3o de vinhos de alta qualidade no Agreste, atraindo empreendedores interessados no potencial do enoturismo como uma nova oportunidade de neg\u00f3cio. <\/p>\n<p>\u201cOs resultados s\u00e3o um est\u00edmulo para a produ\u00e7\u00e3o de uvas vin\u00edferas na regi\u00e3o. Al\u00e9m de atrair o turismo, a vitivinicultura diversifica as atividades agropecu\u00e1rias, especialmente para pequenos e m\u00e9dios empreendedores rurais, e oferece ao consumidor vinhos de qualidade diferenciada em rela\u00e7\u00e3o aos produzidos no Semi\u00e1rido\u201d, destaca Souza Le\u00e3o.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pesquisa e empreendedorismo<\/strong><\/h3>\n<p>Foto: Embrapa<\/p>\n<p>Os trabalhos conduzidos pela Embrapa Semi\u00e1rido forneceram a base para a ascens\u00e3o de uma nova regi\u00e3o vin\u00edcola no Agreste de Pernambuco, especialmente em Garanhuns, ao validar o cultivo de uvas em \u00e1rea de produtor local. A iniciativa uniu pesquisa cient\u00edfica e empreendedorismo, revelando o potencial da vitivinicultura de altitude na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O empres\u00e1rio e m\u00e9dico Michel Moreira Leite foi o primeiro a apostar nesse potencial. Propriet\u00e1rio da vin\u00edcola Vale das Colinas, ele produz anualmente cerca de 6 mil garrafas de vinho, que j\u00e1 conquistaram pr\u00eamios nacionais, tornando-se um exemplo de sucesso e inova\u00e7\u00e3o no Agreste.<\/p>\n<p>A jornada de Leite come\u00e7ou em 2013, quando ele e sua esposa adquiriram um terreno de 37 hectares na zona rural de Garanhuns e decidiram transformar a \u00e1rea em uma planta\u00e7\u00e3o de uvas vin\u00edferas. \u201cN\u00e3o sab\u00edamos por onde come\u00e7ar, ent\u00e3o fomos \u00e0 Embrapa buscar informa\u00e7\u00f5es sobre a viabilidade t\u00e9cnica do projeto\u201d, relembra.<\/p>\n<p>No Centro de Pesquisa, o casal descobriu que j\u00e1 estavam sendo conduzidos experimentos com o cultivo de uvas vin\u00edferas no Agreste. Para eles, a Empresa foi crucial na constru\u00e7\u00e3o do projeto piloto em Garanhuns. O empres\u00e1rio somou for\u00e7as \u00e0 institui\u00e7\u00e3o de pesquisa por meio de um conv\u00eanio de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, disponibilizando seu parreiral para novos estudos.<\/p>\n<p>Dessa colabora\u00e7\u00e3o nasceu a Vale das Colinas, em 2018. Inicialmente, foram plantadas as variedades Cabernet Sauvignon, Malbec e Muscat Petit Grain em 3,5 hectares. A primeira colheita, em 2020, deu in\u00edcio \u00e0s atividades de enoturismo. A \u00e1rea cultivada foi ampliada para 14 hectares, com novas variedades, como Syrah, Chenin Blanc e Marselan.<\/p>\n<p>Agora, Leite busca reduzir custos e aumentar a competitividade do neg\u00f3cio. Ele acredita que a maior contribui\u00e7\u00e3o do projeto foi o impacto no desenvolvimento humano da regi\u00e3o. \u201cNossa vin\u00edcola fortaleceu a hotelaria e a gastronomia de Garanhuns, impulsionando o turismo local\u201d, ressalta. O crescimento da vitivinicultura no Agreste atraiu novos empreendedores, como a Vin\u00edcola Mello, que iniciou suas opera\u00e7\u00f5es em 2021. <\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pr\u00f3ximos passos<\/strong><\/h3>\n<p>O cultivo de videiras voltado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de vinhos finos no Agreste pernambucano est\u00e1 em fase de aprimoramento para estabelecer um sistema de produ\u00e7\u00e3o mais eficiente e competitivo. Esse \u00e9 o pr\u00f3ximo passo da pesquisa, de acordo com Souza Le\u00e3o. No entanto, com base nos trabalhos j\u00e1 realizados, foram elaboradas recomenda\u00e7\u00f5es para otimizar o cultivo na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A pesquisadora refor\u00e7a a import\u00e2ncia da continuidade dos estudos realizados pela Embrapa em parceria com outras institui\u00e7\u00f5es, como a Ufape e o IPA. Essas pesquisas abordam aspectos cruciais do sistema de produ\u00e7\u00e3o, incluindo t\u00e9cnicas de manejo, avalia\u00e7\u00e3o de novas cultivares e clones, redu\u00e7\u00e3o do ciclo produtivo, pr\u00e1ticas de poda e defini\u00e7\u00e3o do momento ideal para a colheita. O objetivo \u00e9\u00a0 tanto aumentar a produ\u00e7\u00e3o quanto garantir uvas de maior qualidade para a elabora\u00e7\u00e3o de vinhos.<\/p>\n<p>\u201cA qualidade do vinho est\u00e1 diretamente relacionada ao manejo adequado das plantas. Portanto, o avan\u00e7o dos estudos \u00e9 essencial para melhorar a competitividade da cadeia produtiva na regi\u00e3o. Isso contribuir\u00e1 para diversificar a economia local, gerando novos empregos e renda\u201d, conclui.<\/p>\n<p><em>*Sob supervis\u00e3o de Victor Faverin<\/em><\/p>\n<p><em>Saiba em primeira m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo. <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?ceid=BR:pt-419&amp;oc=3&amp;hl=pt-BR&amp;gl=BR\"><strong>Siga o Canal Rural no Google News<\/strong><\/a>.<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/agreste-pernambucano-se-estabelece-como-polo-produtor-de-vinhos\/\">Agreste pernambucano se estabelece como polo produtor de vinhos<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Edmea Ubirajara\/Embrapa Uma nova fronteira para vinhos finos est\u00e1 surgindo no Agreste pernambucano, impulsionada por uma pesquisa realizada pela Embrapa Semi\u00e1rido (PE) em parceria com a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (Ufape) e o Instituto Agron\u00f4mico de Pernambuco (Ipa). Seis variedades de uvas foram recomendadas especificamente para essa regi\u00e3o, com dados que comprovam a viabilidade da produ\u00e7\u00e3o local e an\u00e1lises que atestam a qualidade dos vinhos produzidos. Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia\u00a0e previs\u00e3o do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! O estudo envolveu o cultivo e avalia\u00e7\u00e3o de dez variedades de uvas europeias em cinco ciclos de produ\u00e7\u00e3o no campo experimental do Ipa, no munic\u00edpio de Brej\u00e3o (PE). O objetivo foi compreender o comportamento agron\u00f4mico, a adapta\u00e7\u00e3o das variedades, a qualidade das uvas, o potencial enol\u00f3gico e a viabilidade do processamento de vinhos em regi\u00f5es n\u00e3o tradicionais. Vinhos brancos Foto: Mairon Moura da Silva\/Embrapa Para a produ\u00e7\u00e3o de vinhos brancos, as cultivares recomendadas foram Sauvignon Blanc, Muscat Blanc \u00e0 Petits Grains (conhecido como Moscato Branco) e Viognier. Para os vinhos tintos, as variedades mais indicadas foram Syrah, Cabernet Sauvignon e Malbec. Segundo a pesquisadora da Embrapa Patr\u00edcia Coelho de Souza Le\u00e3o, coordenadora do projeto, essas cultivares se destacaram pelo bom desempenho agron\u00f4mico, produtividade e potencial de conserva\u00e7\u00e3o. \u201cA Sauvignon Blanc, Syrah e Malbec foram as mais not\u00e1veis, com produtividade m\u00e9dia de 10 toneladas por hectare, similar \u00e0 registrada na regi\u00e3o do Vale do S\u00e3o Francisco, polo produtor j\u00e1 consolidado, sendo recomendadas para cultivo no Agreste\u201d, afirma a pesquisadora. Al\u00e9m dessas, a Chardonnay foi avaliada para vinhos brancos, e a Pinot Noir e Petit Verdot para vinhos tintos. \u201cNo entanto, essas variedades n\u00e3o mostraram boa adapta\u00e7\u00e3o, apresentando fraco desenvolvimento vegetativo, baixo vigor e produtividade reduzida\u201d, aponta a pesquisadora. Qualidade das bebidas O projeto tamb\u00e9m incluiu a avalia\u00e7\u00e3o da qualidade dos vinhos produzidos a partir das uvas cultivadas. Os vinhos resultantes atenderam \u00e0s exig\u00eancias da legisla\u00e7\u00e3o brasileira para vinhos finos secos e se destacaram em an\u00e1lises sensoriais conduzidas pela equipe da Escola do Vinho, do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Sert\u00e3o Pernambucano (IF Sert\u00e3o-PE). Essas an\u00e1lises confirmaram o potencial dos vinhos da regi\u00e3o Agreste de Pernambuco. O trabalho de pesquisa tem impulsionado o cultivo de uvas vin\u00edferas e a produ\u00e7\u00e3o de vinhos de alta qualidade no Agreste, atraindo empreendedores interessados no potencial do enoturismo como uma nova oportunidade de neg\u00f3cio. \u201cOs resultados s\u00e3o um est\u00edmulo para a produ\u00e7\u00e3o de uvas vin\u00edferas na regi\u00e3o. Al\u00e9m de atrair o turismo, a vitivinicultura diversifica as atividades agropecu\u00e1rias, especialmente para pequenos e m\u00e9dios empreendedores rurais, e oferece ao consumidor vinhos de qualidade diferenciada em rela\u00e7\u00e3o aos produzidos no Semi\u00e1rido\u201d, destaca Souza Le\u00e3o. Pesquisa e empreendedorismo Foto: Embrapa Os trabalhos conduzidos pela Embrapa Semi\u00e1rido forneceram a base para a ascens\u00e3o de uma nova regi\u00e3o vin\u00edcola no Agreste de Pernambuco, especialmente em Garanhuns, ao validar o cultivo de uvas em \u00e1rea de produtor local. A iniciativa uniu pesquisa cient\u00edfica e empreendedorismo, revelando o potencial da vitivinicultura de altitude na regi\u00e3o. O empres\u00e1rio e m\u00e9dico Michel Moreira Leite foi o primeiro a apostar nesse potencial. Propriet\u00e1rio da vin\u00edcola Vale das Colinas, ele produz anualmente cerca de 6 mil garrafas de vinho, que j\u00e1 conquistaram pr\u00eamios nacionais, tornando-se um exemplo de sucesso e inova\u00e7\u00e3o no Agreste. A jornada de Leite come\u00e7ou em 2013, quando ele e sua esposa adquiriram um terreno de 37 hectares na zona rural de Garanhuns e decidiram transformar a \u00e1rea em uma planta\u00e7\u00e3o de uvas vin\u00edferas. \u201cN\u00e3o sab\u00edamos por onde come\u00e7ar, ent\u00e3o fomos \u00e0 Embrapa buscar informa\u00e7\u00f5es sobre a viabilidade t\u00e9cnica do projeto\u201d, relembra. No Centro de Pesquisa, o casal descobriu que j\u00e1 estavam sendo conduzidos experimentos com o cultivo de uvas vin\u00edferas no Agreste. Para eles, a Empresa foi crucial na constru\u00e7\u00e3o do projeto piloto em Garanhuns. O empres\u00e1rio somou for\u00e7as \u00e0 institui\u00e7\u00e3o de pesquisa por meio de um conv\u00eanio de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, disponibilizando seu parreiral para novos estudos. Dessa colabora\u00e7\u00e3o nasceu a Vale das Colinas, em 2018. Inicialmente, foram plantadas as variedades Cabernet Sauvignon, Malbec e Muscat Petit Grain em 3,5 hectares. A primeira colheita, em 2020, deu in\u00edcio \u00e0s atividades de enoturismo. A \u00e1rea cultivada foi ampliada para 14 hectares, com novas variedades, como Syrah, Chenin Blanc e Marselan. Agora, Leite busca reduzir custos e aumentar a competitividade do neg\u00f3cio. Ele acredita que a maior contribui\u00e7\u00e3o do projeto foi o impacto no desenvolvimento humano da regi\u00e3o. \u201cNossa vin\u00edcola fortaleceu a hotelaria e a gastronomia de Garanhuns, impulsionando o turismo local\u201d, ressalta. O crescimento da vitivinicultura no Agreste atraiu novos empreendedores, como a Vin\u00edcola Mello, que iniciou suas opera\u00e7\u00f5es em 2021. Pr\u00f3ximos passos O cultivo de videiras voltado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de vinhos finos no Agreste pernambucano est\u00e1 em fase de aprimoramento para estabelecer um sistema de produ\u00e7\u00e3o mais eficiente e competitivo. Esse \u00e9 o pr\u00f3ximo passo da pesquisa, de acordo com Souza Le\u00e3o. No entanto, com base nos trabalhos j\u00e1 realizados, foram elaboradas recomenda\u00e7\u00f5es para otimizar o cultivo na regi\u00e3o. A pesquisadora refor\u00e7a a import\u00e2ncia da continuidade dos estudos realizados pela Embrapa em parceria com outras institui\u00e7\u00f5es, como a Ufape e o IPA. Essas pesquisas abordam aspectos cruciais do sistema de produ\u00e7\u00e3o, incluindo t\u00e9cnicas de manejo, avalia\u00e7\u00e3o de novas cultivares e clones, redu\u00e7\u00e3o do ciclo produtivo, pr\u00e1ticas de poda e defini\u00e7\u00e3o do momento ideal para a colheita. O objetivo \u00e9\u00a0 tanto aumentar a produ\u00e7\u00e3o quanto garantir uvas de maior qualidade para a elabora\u00e7\u00e3o de vinhos. \u201cA qualidade do vinho est\u00e1 diretamente relacionada ao manejo adequado das plantas. Portanto, o avan\u00e7o dos estudos \u00e9 essencial para melhorar a competitividade da cadeia produtiva na regi\u00e3o. Isso contribuir\u00e1 para diversificar a economia local, gerando novos empregos e renda\u201d, conclui. *Sob supervis\u00e3o de Victor Faverin Saiba em primeira m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. 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