{"id":1762,"date":"2024-08-31T16:05:00","date_gmt":"2024-08-31T16:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/08\/31\/brasil-e-china-estudam-impactos-de-eventos-climaticos-extremos-na-caatinga\/"},"modified":"2024-08-31T16:05:00","modified_gmt":"2024-08-31T16:05:00","slug":"brasil-e-china-estudam-impactos-de-eventos-climaticos-extremos-na-caatinga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/08\/31\/brasil-e-china-estudam-impactos-de-eventos-climaticos-extremos-na-caatinga\/","title":{"rendered":"Brasil e China estudam impactos de eventos clim\u00e1ticos extremos na Caatinga"},"content":{"rendered":"<div>Foto: Embrapa Semi\u00e1rido<\/div>\n<p>Pesquisadores do Brasil e da China est\u00e3o avan\u00e7ando em uma colabora\u00e7\u00e3o internacional para investigar os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em ecossistemas tropicais dos dois pa\u00edses, dentre eles a Caatinga. <\/p>\n<p>O projeto tem como objetivo analisar a influ\u00eancia da variabilidade clim\u00e1tica e de eventos extremos, como o El Ni\u00f1o, na fenologia vegetal e suas implica\u00e7\u00f5es para a biodiversidade.<\/p>\n<p><strong>Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia\u00a0<\/strong><strong>e previs\u00e3o do tempo: <\/strong><a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029Va9VnZxGk1FplZjiW43k\"><strong>Siga o Canal Rural no WhatsApp<\/strong><\/a>!<\/p>\n<p>Dividido entre as institui\u00e7\u00f5es dos dois pa\u00edses, o projeto tem a <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/unesp\/\">Unesp Rio Claro<\/a> liderando as atividades no Brasil, enquanto a <em>Beijing Normal University<\/em> coordena a pesquisa na China. A iniciativa \u00e9 financiada pela <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/fapesp\/\">Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp)<\/a>.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Intera\u00e7\u00e3o do clima com a vegeta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A\u00a0atua\u00e7\u00e3o da Embrapa Semi\u00e1rido se concentra em dois aspectos: o primeiro \u00e9\u00a0analisar o impacto de eventos clim\u00e1ticos extremos, como secas severas, na vegeta\u00e7\u00e3o da caatinga. J\u00e1 o segundo envolve o estudo das diferentes escalas espaciais e temporais aplic\u00e1veis ao monitoramento da vegeta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>\u201cEstamos avaliando as intera\u00e7\u00f5es do clima com a vegeta\u00e7\u00e3o a partir de diversas tecnologias\u201d, explica Magna Moura, pesquisadora da Embrapa.<\/p>\n<p>No Campo Experimental da Caatinga, em Petrolina, uma torre de refer\u00eancia que mede fluxos de carbono, \u00e1gua, radia\u00e7\u00e3o, precipita\u00e7\u00e3o e umidade do solo, dentre outros par\u00e2metros ambientais, conta com uma c\u00e2mera fenol\u00f3gica acoplada, que observa diariamente as respostas das plantas \u00e0s varia\u00e7\u00f5es do tempo e do clima.<\/p>\n<p>\u201cEsse monitoramento \u00e9 complementado com imagens de drone, que ampliam a \u00e1rea de observa\u00e7\u00e3o para cerca de cinco hectares, e de sat\u00e9lites como o Landsat e o Modis, que oferecem uma vis\u00e3o mais ampla, com resolu\u00e7\u00f5es entre 30 e 500 metros\u201d, relata Moura. O projeto combina esses dados da Caatinga com informa\u00e7\u00f5es de outras regi\u00f5es do Brasil e da China, permitindo uma an\u00e1lise mais abrangente dos impactos clim\u00e1ticos.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pesquisa em biomas brasileiros<\/strong><\/h2>\n<p>A coordenadora do projeto no Brasil, a pesquisadora Patr\u00edcia Morellato, da Unesp, ressalta que, al\u00e9m da Caatinga, o estudo tamb\u00e9m abrange a an\u00e1lise dos efeitos dos eventos clim\u00e1ticos na din\u00e2mica foliar e na resposta da vegeta\u00e7\u00e3o do Cerrado.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cEstamos vendo um aumento de secas extremas e chuvas intensas em v\u00e1rias regi\u00f5es. Esse projeto nos oferece uma oportunidade \u00fanica de avaliar a adapta\u00e7\u00e3o e a resili\u00eancia da vegeta\u00e7\u00e3o brasileira e entender como as esp\u00e9cies desses dois biomas est\u00e3o reagindo a esses eventos extremos\u201d, afirma Morellato.<\/p>\n<p>Com a utiliza\u00e7\u00e3o de torres de fluxo e c\u00e2meras especializadas para monitorar e fotografar a vegeta\u00e7\u00e3o de forma sequencial, o projeto tem analisado o ritmo de produ\u00e7\u00e3o e perda de folhas, correlacionando esses dados com gatilhos ambientais e eventos clim\u00e1ticos.<\/p>\n<p>As torres de fluxo, instaladas em locais estrat\u00e9gicos na Caatinga e no Cerrado, permitem que as equipes comparem as respostas das plantas a fen\u00f4menos como o El Ni\u00f1o, que teve um impacto significativo no clima entre 2022 e 2023.<\/p>\n<p>\u201cQueremos descobrir se a vegeta\u00e7\u00e3o se tornou mais ou menos produtiva ap\u00f3s esses eventos extremos e como isso afeta a fotoss\u00edntese e a capta\u00e7\u00e3o de carbono\u201d, destaca a pesquisadora da Embrapa Magna Moura. A an\u00e1lise inclui a valida\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es de vegeta\u00e7\u00e3o detectados por sat\u00e9lite para verificar como o comportamento foliar \u00e9 refletido nas imagens de sensoriamento remoto.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Impactos nos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos<\/strong><\/h2>\n<p>Al\u00e9m de monitorar a din\u00e2mica foliar, o projeto tamb\u00e9m busca estimar como as mudan\u00e7as fenol\u00f3gicas podem impactar servi\u00e7os ecossist\u00eamicos cruciais, como a produ\u00e7\u00e3o de frutos. \u201cO umbuzeiro, por exemplo, t\u00eam grande import\u00e2ncia para as popula\u00e7\u00f5es tradicionais do Semi\u00e1rido, que dependem de seus frutos. Se a sincronia da produ\u00e7\u00e3o de frutos for afetada, isso pode gerar s\u00e9rias consequ\u00eancias para essas comunidades\u201d, explica Morellato.<\/p>\n<p>A coordenadora do projeto destaca\u00a0 ainda um dos aspectos inovadores do trabalho, que envolve o monitoramento fenol\u00f3gico de uma esp\u00e9cie em n\u00edvel global. O Jacarand\u00e1 (<em>Jacaranda mimosifolia<\/em> Don.) foi escolhido como esp\u00e9cie piloto, devido \u00e0 sua distribui\u00e7\u00e3o em 55 pa\u00edses. \u201cSe esse piloto der certo, podemos replic\u00e1-lo para outras esp\u00e9cies e regi\u00f5es, envolvendo mais pessoas e ampliando a coleta de dados\u201d, conta a pesquisadora.\u00a0<\/p>\n<p>Morellato tamb\u00e9m enfatiza a import\u00e2ncia da parceria internacional para aprimorar estrat\u00e9gias de adapta\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies diante das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u201cEste projeto fortalece as rela\u00e7\u00f5es cient\u00edficas entre Brasil e China e contribui para a compreens\u00e3o dos efeitos globais das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, oferecendo dados valiosos para a conserva\u00e7\u00e3o e manejo sustent\u00e1vel dos ecossistemas\u201d.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Comitiva chinesa visita Embrapa Semi\u00e1rido<\/strong><\/h2>\n<p>Como parte das a\u00e7\u00f5es do projeto, nos dias 21 e 22 de agosto, a Embrapa Semi\u00e1rido recebeu uma comitiva de pesquisadores chineses para um interc\u00e2mbio cient\u00edfico. A delega\u00e7\u00e3o, composta por representantes de universidades chinesas (Beijing Normal University, East China Normal University e Zhejiang University) e pesquisadores da UNESP e da USP, iniciou sua visita ao site de refer\u00eancia em estudos de clima e vegeta\u00e7\u00e3o da caatinga, onde fica a torre de fluxos \u2013 Caatinga-FLUX Tower, localizado na \u00e1rea de reserva legal no Campo Experimental da Caatinga.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da visita ao campo, o primeiro dia incluiu uma recep\u00e7\u00e3o pela Chefe-geral da Embrapa Semi\u00e1rido, Maria Auxiliadora Co\u00ealho de Lima, seguida de apresenta\u00e7\u00f5es institucionais e palestras sobre fenologia vegetal e o impacto da variabilidade clim\u00e1tica. As discuss\u00f5es contaram com a contribui\u00e7\u00e3o de especialistas da Unesp, USP e Embrapa, al\u00e9m de apresenta\u00e7\u00f5es dos trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores chineses.<\/p>\n<p>No segundo dia, o grupo continuou o interc\u00e2mbio cient\u00edfico no percurso da Trilha Ecol\u00f3gica da Caatinga, onde os pesquisadores foram apresentados as principais esp\u00e9cies da caatinga, seus usos e aspectos bot\u00e2nicos. Em seguida, a comitiva visitou <em>plots<\/em> permanentes onde s\u00e3o realizadas avalia\u00e7\u00f5es da fenologia e biomassa da caatinga, finalizando as visitas nas c\u00e2maras para estudos clim\u00e1ticos sob condi\u00e7\u00f5es controladas da Embrapa Semi\u00e1rido.<\/p>\n<p><em>Saiba em primeira m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo. <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?ceid=BR:pt-419&amp;oc=3&amp;hl=pt-BR&amp;gl=BR\"><strong>Siga o Canal Rural no Google News<\/strong><\/a>.<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/sustentabilidade\/brasil-e-china-estudam-impactos-de-eventos-climaticos-extremos-na-caatinga\/\">Brasil e China estudam impactos de eventos clim\u00e1ticos extremos na Caatinga<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Embrapa Semi\u00e1rido Pesquisadores do Brasil e da China est\u00e3o avan\u00e7ando em uma colabora\u00e7\u00e3o internacional para investigar os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em ecossistemas tropicais dos dois pa\u00edses, dentre eles a Caatinga. O projeto tem como objetivo analisar a influ\u00eancia da variabilidade clim\u00e1tica e de eventos extremos, como o El Ni\u00f1o, na fenologia vegetal e suas implica\u00e7\u00f5es para a biodiversidade. Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia\u00a0e previs\u00e3o do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! Dividido entre as institui\u00e7\u00f5es dos dois pa\u00edses, o projeto tem a Unesp Rio Claro liderando as atividades no Brasil, enquanto a Beijing Normal University coordena a pesquisa na China. A iniciativa \u00e9 financiada pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp). Intera\u00e7\u00e3o do clima com a vegeta\u00e7\u00e3o A\u00a0atua\u00e7\u00e3o da Embrapa Semi\u00e1rido se concentra em dois aspectos: o primeiro \u00e9\u00a0analisar o impacto de eventos clim\u00e1ticos extremos, como secas severas, na vegeta\u00e7\u00e3o da caatinga. J\u00e1 o segundo envolve o estudo das diferentes escalas espaciais e temporais aplic\u00e1veis ao monitoramento da vegeta\u00e7\u00e3o. \u201cEstamos avaliando as intera\u00e7\u00f5es do clima com a vegeta\u00e7\u00e3o a partir de diversas tecnologias\u201d, explica Magna Moura, pesquisadora da Embrapa. No Campo Experimental da Caatinga, em Petrolina, uma torre de refer\u00eancia que mede fluxos de carbono, \u00e1gua, radia\u00e7\u00e3o, precipita\u00e7\u00e3o e umidade do solo, dentre outros par\u00e2metros ambientais, conta com uma c\u00e2mera fenol\u00f3gica acoplada, que observa diariamente as respostas das plantas \u00e0s varia\u00e7\u00f5es do tempo e do clima. \u201cEsse monitoramento \u00e9 complementado com imagens de drone, que ampliam a \u00e1rea de observa\u00e7\u00e3o para cerca de cinco hectares, e de sat\u00e9lites como o Landsat e o Modis, que oferecem uma vis\u00e3o mais ampla, com resolu\u00e7\u00f5es entre 30 e 500 metros\u201d, relata Moura. O projeto combina esses dados da Caatinga com informa\u00e7\u00f5es de outras regi\u00f5es do Brasil e da China, permitindo uma an\u00e1lise mais abrangente dos impactos clim\u00e1ticos. Pesquisa em biomas brasileiros A coordenadora do projeto no Brasil, a pesquisadora Patr\u00edcia Morellato, da Unesp, ressalta que, al\u00e9m da Caatinga, o estudo tamb\u00e9m abrange a an\u00e1lise dos efeitos dos eventos clim\u00e1ticos na din\u00e2mica foliar e na resposta da vegeta\u00e7\u00e3o do Cerrado.\u00a0 \u201cEstamos vendo um aumento de secas extremas e chuvas intensas em v\u00e1rias regi\u00f5es. Esse projeto nos oferece uma oportunidade \u00fanica de avaliar a adapta\u00e7\u00e3o e a resili\u00eancia da vegeta\u00e7\u00e3o brasileira e entender como as esp\u00e9cies desses dois biomas est\u00e3o reagindo a esses eventos extremos\u201d, afirma Morellato. Com a utiliza\u00e7\u00e3o de torres de fluxo e c\u00e2meras especializadas para monitorar e fotografar a vegeta\u00e7\u00e3o de forma sequencial, o projeto tem analisado o ritmo de produ\u00e7\u00e3o e perda de folhas, correlacionando esses dados com gatilhos ambientais e eventos clim\u00e1ticos. As torres de fluxo, instaladas em locais estrat\u00e9gicos na Caatinga e no Cerrado, permitem que as equipes comparem as respostas das plantas a fen\u00f4menos como o El Ni\u00f1o, que teve um impacto significativo no clima entre 2022 e 2023. \u201cQueremos descobrir se a vegeta\u00e7\u00e3o se tornou mais ou menos produtiva ap\u00f3s esses eventos extremos e como isso afeta a fotoss\u00edntese e a capta\u00e7\u00e3o de carbono\u201d, destaca a pesquisadora da Embrapa Magna Moura. A an\u00e1lise inclui a valida\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es de vegeta\u00e7\u00e3o detectados por sat\u00e9lite para verificar como o comportamento foliar \u00e9 refletido nas imagens de sensoriamento remoto. Impactos nos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos Al\u00e9m de monitorar a din\u00e2mica foliar, o projeto tamb\u00e9m busca estimar como as mudan\u00e7as fenol\u00f3gicas podem impactar servi\u00e7os ecossist\u00eamicos cruciais, como a produ\u00e7\u00e3o de frutos. \u201cO umbuzeiro, por exemplo, t\u00eam grande import\u00e2ncia para as popula\u00e7\u00f5es tradicionais do Semi\u00e1rido, que dependem de seus frutos. Se a sincronia da produ\u00e7\u00e3o de frutos for afetada, isso pode gerar s\u00e9rias consequ\u00eancias para essas comunidades\u201d, explica Morellato. A coordenadora do projeto destaca\u00a0 ainda um dos aspectos inovadores do trabalho, que envolve o monitoramento fenol\u00f3gico de uma esp\u00e9cie em n\u00edvel global. O Jacarand\u00e1 (Jacaranda mimosifolia Don.) foi escolhido como esp\u00e9cie piloto, devido \u00e0 sua distribui\u00e7\u00e3o em 55 pa\u00edses. \u201cSe esse piloto der certo, podemos replic\u00e1-lo para outras esp\u00e9cies e regi\u00f5es, envolvendo mais pessoas e ampliando a coleta de dados\u201d, conta a pesquisadora.\u00a0 Morellato tamb\u00e9m enfatiza a import\u00e2ncia da parceria internacional para aprimorar estrat\u00e9gias de adapta\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies diante das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u201cEste projeto fortalece as rela\u00e7\u00f5es cient\u00edficas entre Brasil e China e contribui para a compreens\u00e3o dos efeitos globais das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, oferecendo dados valiosos para a conserva\u00e7\u00e3o e manejo sustent\u00e1vel dos ecossistemas\u201d. Comitiva chinesa visita Embrapa Semi\u00e1rido Como parte das a\u00e7\u00f5es do projeto, nos dias 21 e 22 de agosto, a Embrapa Semi\u00e1rido recebeu uma comitiva de pesquisadores chineses para um interc\u00e2mbio cient\u00edfico. A delega\u00e7\u00e3o, composta por representantes de universidades chinesas (Beijing Normal University, East China Normal University e Zhejiang University) e pesquisadores da UNESP e da USP, iniciou sua visita ao site de refer\u00eancia em estudos de clima e vegeta\u00e7\u00e3o da caatinga, onde fica a torre de fluxos \u2013 Caatinga-FLUX Tower, localizado na \u00e1rea de reserva legal no Campo Experimental da Caatinga. Al\u00e9m da visita ao campo, o primeiro dia incluiu uma recep\u00e7\u00e3o pela Chefe-geral da Embrapa Semi\u00e1rido, Maria Auxiliadora Co\u00ealho de Lima, seguida de apresenta\u00e7\u00f5es institucionais e palestras sobre fenologia vegetal e o impacto da variabilidade clim\u00e1tica. As discuss\u00f5es contaram com a contribui\u00e7\u00e3o de especialistas da Unesp, USP e Embrapa, al\u00e9m de apresenta\u00e7\u00f5es dos trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores chineses. No segundo dia, o grupo continuou o interc\u00e2mbio cient\u00edfico no percurso da Trilha Ecol\u00f3gica da Caatinga, onde os pesquisadores foram apresentados as principais esp\u00e9cies da caatinga, seus usos e aspectos bot\u00e2nicos. Em seguida, a comitiva visitou plots permanentes onde s\u00e3o realizadas avalia\u00e7\u00f5es da fenologia e biomassa da caatinga, finalizando as visitas nas c\u00e2maras para estudos clim\u00e1ticos sob condi\u00e7\u00f5es controladas da Embrapa Semi\u00e1rido. Saiba em primeira m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. 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