{"id":1734,"date":"2024-08-30T19:34:06","date_gmt":"2024-08-30T19:34:06","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/08\/30\/etanol-feito-com-sisal-pode-mudar-realidade-de-produtores\/"},"modified":"2024-08-30T19:34:06","modified_gmt":"2024-08-30T19:34:06","slug":"etanol-feito-com-sisal-pode-mudar-realidade-de-produtores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/08\/30\/etanol-feito-com-sisal-pode-mudar-realidade-de-produtores\/","title":{"rendered":"Etanol feito com sisal pode mudar realidade de produtores"},"content":{"rendered":"<div>Fibra do sisal | Foto: Feij\u00e3o Almeida\/GOVBA<\/div>\n<p>Um projeto da Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) quer promover a <strong>diversifica\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica para produtores baianos de sisal<\/strong>. A iniciativa quer destinar a maior parte da mat\u00e9ria-prima que n\u00e3o \u00e9 aproveitada na produ\u00e7\u00e3o de etanol e melhorar a realidade do setor.<\/p>\n<p>Tapetes e cordas s\u00e3o algumas das variedades de produtos artesanais que s\u00e3o obtidos atrav\u00e9s do sisal, a fibra produzida a partir da planta\u00a0<strong>Agave Sisalana<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00c9 a partir dela que muitas fam\u00edlias se sustentam, no chamado<strong> Territ\u00f3rio do Sisal<\/strong>, localizado no <strong>semi\u00e1rido do nordeste da Bahia<\/strong>, que abrange <strong>20 munic\u00edpios<\/strong>.\u00a0<\/p>\n<p>De acordo com uma pesquisa da Unicamp em parceria com a Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano, apenas 4% da planta \u00e9 aproveitada, ou seja, 96% do vegetal n\u00e3o \u00e9 utilizado.<\/p>\n<p>Essa pode ser uma oportunidade de reaproveitar o material descartado, fazendo o uso na fabrica\u00e7\u00e3o de <strong>biocombust\u00edvel,\u00a0bioetanol<\/strong>, al\u00e9m de outros produtos como<strong> bioinseticidas e ra\u00e7\u00e3o<\/strong>, por exemplo.<\/p>\n<p>A diretora de economia sustent\u00e1vel da ABDI, Perp\u00e9tua Almeida, explica que o projeto foi idealizado ap\u00f3s pesquisa cient\u00edfica.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s fomos procurados, no ano passado, pelo professor Gon\u00e7alo Pereira, da Unicamp e ele trouxe uma pesquisa que eu fiquei encantada, que \u00e9 exatamente uma pesquisa de como a agave pode produzir biocombust\u00edvel, etanol especificamente\u201d, disse Almeida.<\/p>\n<p>Segundo ela, o professor conseguiu identificar que a produ\u00e7\u00e3o do agave ocupa menos espa\u00e7o do que a cana-de-a\u00e7\u00facar, logo na entressafra, pode substituir a cana-de-a\u00e7\u00facar quando tiver dificuldades com o etanol.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Replanta Agave<\/strong><\/h2>\n<p>Batizado de <strong>Replanta Agave<\/strong>, o projeto da ABDI, em <a href=\"https:\/\/www.ba.gov.br\/noticias\/348430\/edital-vai-selecionar-empresa-para-capacitar-produtores-de-agave-com-foco-na-producao-de-etanol\">parceria com o governo da Bahia<\/a>, ser\u00e1 realizado em 18 meses com proje\u00e7\u00f5es de beneficiar pelo menos 400 trabalhadores. O valor do conv\u00eanio \u00e9 de <strong>R$ 2,6 milh\u00f5es<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cO projeto envolve a forma\u00e7\u00e3o dos trabalhadores com novas t\u00e9cnicas, a profissionaliza\u00e7\u00e3o desses trabalhadores, desde o trabalho da terra, como \u00e9 que vai ser o plantio, armazenamento, como \u00e9 que eles v\u00e3o se modernizar nesse processo da nova colheita, ent\u00e3o, n\u00f3s vamos pegar desde prepara\u00e7\u00e3o do solo, semeadura, manejo, colheita, armazenagem e comercializa\u00e7\u00e3o. \u00c9 um processo inicial para voc\u00ea profissionalizar, voc\u00ea levar nova tecnologia para esses trabalhadores.\u201d, explica Perp\u00e9tua Almeida.<\/p>\n<p>De acordo com a ABDI, o Brasil \u00e9 o maior produtor de fibra de sisal do mundo. A Bahia corresponde sozinha por 90% do montante produzido, seguido pelos estados da Para\u00edba e Pernambuco a agricultura familiar \u00e9 a principal respons\u00e1vel pelos cultivos.<\/p>\n<p>Para Luiz Delfino, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Valente, o projeto traz esperan\u00e7a aos produtores, j\u00e1 que o setor passa por dificuldades e desvaloriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 um hist\u00f3rico de pessoas que realmente ficam, \u00e0s vezes, \u00e0 margem de a\u00e7\u00f5es e desenvolvimento, pois o sisal ainda \u00e9 subutilizado, ent\u00e3o \u00e9 uma grande esperan\u00e7a que vem com esse debate, com essa ag\u00eancia brasileira, para realmente abra\u00e7ar a causa do sisaleiro, abra\u00e7ar a causa do semi\u00e1rido nordestino\u201d, conta Delfino.<\/p>\n<p>Foto: Feij\u00e3o Almeida\/GOVBA<\/p>\n<p>Membro da C\u00e2mara Setorial do Sisal, ele tamb\u00e9m destaca os desafios que inviabilizam o crescimento da produ\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s precisamos de apoio governamental em diversas a\u00e7\u00f5es. Percebemos que, na hora da crise, precisamos de um pre\u00e7o m\u00ednimo subsidiado pelo governo, a compra do produto para, assim, socorrer \u00e0 ind\u00fastria de uma forma geral. Estamos precisando, com urg\u00eancia, a constru\u00e7\u00e3o de armaz\u00e9m de sisal, dep\u00f3sito de sisal, para, sim, absorver a produ\u00e7\u00e3o, o excesso nos per\u00edodos que n\u00e3o tem exporta\u00e7\u00e3o. O que fazer com essa produ\u00e7\u00e3o?\u201d, questiona Luiz Delfino.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Em queda<\/h2>\n<p>Apesar do potencial produtivo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), de 2012 a 2022, houve uma redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea plantada, passando de 258.964 mil hectares para pouco mais\u00a0de 98.795 ha.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m impactou na queda de 150 mil postos de trabalhos diretos e indiretos. De acordo com a Embrapa, diferentes estimativas apontam que cerca de 700 mil pessoas vivem da renda do sisal na Bahia.<\/p>\n<p>Para o pesquisador da Embrapa Algod\u00e3o, Gilvan Barbosa Ferreira, estudos com o Agave Tequilano, end\u00eamico no M\u00e9xico, pode aprimorar a produ\u00e7\u00e3o e efic\u00e1cia da mat\u00e9ria prima paraa fabrica\u00e7\u00e3o do etanol.<\/p>\n<p>\u201cAjudar na produ\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o de custo na Bahia, que o neg\u00f3cio est\u00e1 bem feio. O pre\u00e7o do sisal caiu e os produtores est\u00e3o bem desestimulados nesse momento. Esse o formato que a gente est\u00e1 pensando em desenvolver e introduzir no Brasil, essa tecnologia do Agave Tequilano para produ\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool e tamb\u00e9m usar essa nova demanda que a sociedade tem por \u00e1lcool, para nossos agaves, que n\u00f3s j\u00e1 estamos com ele no campo.\u201d, conta<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/bahia\/acoes-de-combate-a-incendios-florestais-sao-discutidas-no-oeste-da-bahia\/\">A\u00e7\u00f5es de combate a inc\u00eandios florestais s\u00e3o discutidas no Oeste da Bahia<\/a><\/p>\n<p><em>Siga o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/canalruralbahia\/\">Canal Rural Bahia no Instagram<\/a>! Voc\u00ea tamb\u00e9m pode participar deixando uma sugest\u00e3o de pauta. Clique\u00a0<a href=\"https:\/\/wa.me\/5577999455066\"><strong>aqui<\/strong><\/a>\u00a0e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/bahia\/etanol-feito-com-sisal-pode-mudar-realidade-de-produtores\/\">Etanol feito com sisal pode mudar realidade de produtores<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fibra do sisal | Foto: Feij\u00e3o Almeida\/GOVBA Um projeto da Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) quer promover a diversifica\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica para produtores baianos de sisal. A iniciativa quer destinar a maior parte da mat\u00e9ria-prima que n\u00e3o \u00e9 aproveitada na produ\u00e7\u00e3o de etanol e melhorar a realidade do setor. Tapetes e cordas s\u00e3o algumas das variedades de produtos artesanais que s\u00e3o obtidos atrav\u00e9s do sisal, a fibra produzida a partir da planta\u00a0Agave Sisalana. \u00c9 a partir dela que muitas fam\u00edlias se sustentam, no chamado Territ\u00f3rio do Sisal, localizado no semi\u00e1rido do nordeste da Bahia, que abrange 20 munic\u00edpios.\u00a0 De acordo com uma pesquisa da Unicamp em parceria com a Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano, apenas 4% da planta \u00e9 aproveitada, ou seja, 96% do vegetal n\u00e3o \u00e9 utilizado. Essa pode ser uma oportunidade de reaproveitar o material descartado, fazendo o uso na fabrica\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edvel,\u00a0bioetanol, al\u00e9m de outros produtos como bioinseticidas e ra\u00e7\u00e3o, por exemplo. A diretora de economia sustent\u00e1vel da ABDI, Perp\u00e9tua Almeida, explica que o projeto foi idealizado ap\u00f3s pesquisa cient\u00edfica. \u201cN\u00f3s fomos procurados, no ano passado, pelo professor Gon\u00e7alo Pereira, da Unicamp e ele trouxe uma pesquisa que eu fiquei encantada, que \u00e9 exatamente uma pesquisa de como a agave pode produzir biocombust\u00edvel, etanol especificamente\u201d, disse Almeida. Segundo ela, o professor conseguiu identificar que a produ\u00e7\u00e3o do agave ocupa menos espa\u00e7o do que a cana-de-a\u00e7\u00facar, logo na entressafra, pode substituir a cana-de-a\u00e7\u00facar quando tiver dificuldades com o etanol. Replanta Agave Batizado de Replanta Agave, o projeto da ABDI, em parceria com o governo da Bahia, ser\u00e1 realizado em 18 meses com proje\u00e7\u00f5es de beneficiar pelo menos 400 trabalhadores. O valor do conv\u00eanio \u00e9 de R$ 2,6 milh\u00f5es. \u201cO projeto envolve a forma\u00e7\u00e3o dos trabalhadores com novas t\u00e9cnicas, a profissionaliza\u00e7\u00e3o desses trabalhadores, desde o trabalho da terra, como \u00e9 que vai ser o plantio, armazenamento, como \u00e9 que eles v\u00e3o se modernizar nesse processo da nova colheita, ent\u00e3o, n\u00f3s vamos pegar desde prepara\u00e7\u00e3o do solo, semeadura, manejo, colheita, armazenagem e comercializa\u00e7\u00e3o. \u00c9 um processo inicial para voc\u00ea profissionalizar, voc\u00ea levar nova tecnologia para esses trabalhadores.\u201d, explica Perp\u00e9tua Almeida. De acordo com a ABDI, o Brasil \u00e9 o maior produtor de fibra de sisal do mundo. A Bahia corresponde sozinha por 90% do montante produzido, seguido pelos estados da Para\u00edba e Pernambuco a agricultura familiar \u00e9 a principal respons\u00e1vel pelos cultivos. Para Luiz Delfino, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Valente, o projeto traz esperan\u00e7a aos produtores, j\u00e1 que o setor passa por dificuldades e desvaloriza\u00e7\u00e3o. \u00c9 um hist\u00f3rico de pessoas que realmente ficam, \u00e0s vezes, \u00e0 margem de a\u00e7\u00f5es e desenvolvimento, pois o sisal ainda \u00e9 subutilizado, ent\u00e3o \u00e9 uma grande esperan\u00e7a que vem com esse debate, com essa ag\u00eancia brasileira, para realmente abra\u00e7ar a causa do sisaleiro, abra\u00e7ar a causa do semi\u00e1rido nordestino\u201d, conta Delfino. Foto: Feij\u00e3o Almeida\/GOVBA Membro da C\u00e2mara Setorial do Sisal, ele tamb\u00e9m destaca os desafios que inviabilizam o crescimento da produ\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o. \u201cN\u00f3s precisamos de apoio governamental em diversas a\u00e7\u00f5es. Percebemos que, na hora da crise, precisamos de um pre\u00e7o m\u00ednimo subsidiado pelo governo, a compra do produto para, assim, socorrer \u00e0 ind\u00fastria de uma forma geral. Estamos precisando, com urg\u00eancia, a constru\u00e7\u00e3o de armaz\u00e9m de sisal, dep\u00f3sito de sisal, para, sim, absorver a produ\u00e7\u00e3o, o excesso nos per\u00edodos que n\u00e3o tem exporta\u00e7\u00e3o. O que fazer com essa produ\u00e7\u00e3o?\u201d, questiona Luiz Delfino. Em queda Apesar do potencial produtivo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), de 2012 a 2022, houve uma redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea plantada, passando de 258.964 mil hectares para pouco mais\u00a0de 98.795 ha. A redu\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m impactou na queda de 150 mil postos de trabalhos diretos e indiretos. De acordo com a Embrapa, diferentes estimativas apontam que cerca de 700 mil pessoas vivem da renda do sisal na Bahia. Para o pesquisador da Embrapa Algod\u00e3o, Gilvan Barbosa Ferreira, estudos com o Agave Tequilano, end\u00eamico no M\u00e9xico, pode aprimorar a produ\u00e7\u00e3o e efic\u00e1cia da mat\u00e9ria prima paraa fabrica\u00e7\u00e3o do etanol. \u201cAjudar na produ\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o de custo na Bahia, que o neg\u00f3cio est\u00e1 bem feio. O pre\u00e7o do sisal caiu e os produtores est\u00e3o bem desestimulados nesse momento. Esse o formato que a gente est\u00e1 pensando em desenvolver e introduzir no Brasil, essa tecnologia do Agave Tequilano para produ\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool e tamb\u00e9m usar essa nova demanda que a sociedade tem por \u00e1lcool, para nossos agaves, que n\u00f3s j\u00e1 estamos com ele no campo.\u201d, conta A\u00e7\u00f5es de combate a inc\u00eandios florestais s\u00e3o discutidas no Oeste da Bahia Siga o\u00a0Canal Rural Bahia no Instagram! Voc\u00ea tamb\u00e9m pode participar deixando uma sugest\u00e3o de pauta. 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