{"id":1565,"date":"2024-08-24T16:05:00","date_gmt":"2024-08-24T16:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/08\/24\/proteinas-podem-ajudar-na-resistencia-de-ovinos-a-verminose-diz-estudo\/"},"modified":"2024-08-24T16:05:00","modified_gmt":"2024-08-24T16:05:00","slug":"proteinas-podem-ajudar-na-resistencia-de-ovinos-a-verminose-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2024\/08\/24\/proteinas-podem-ajudar-na-resistencia-de-ovinos-a-verminose-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Prote\u00ednas podem ajudar na resist\u00eancia de ovinos a verminose, diz estudo"},"content":{"rendered":"<div>Foto: Juliana Sussai\/Embrapa<\/div>\n<p>Um estudo da <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/embrapa-pecuaria-sudeste\/\">Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste (SP)<\/a> identificou prote\u00ednas relacionadas \u00e0 infec\u00e7\u00e3o por vermes em ovinos. Foram analisadas ra\u00e7as suscet\u00edveis (Dorper) e resistentes (Santa In\u00eas) a esses parasitas. A pesquisa fornece informa\u00e7\u00f5es sobre os mecanismos de defesa dos animais com diferentes habilidades para resistir \u00e0 infec\u00e7\u00e3o. A descoberta favorece a diminui\u00e7\u00e3o do uso medicamentos usados para controlar esses vermes.<\/p>\n<p><strong><em>Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia\u00a0e previs\u00e3o do tempo:<\/em> <\/strong><a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029Va9VnZxGk1FplZjiW43k\"><strong>Siga o Canal Rural no WhatsApp<\/strong><\/a>!<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/10180\/86473972\/240820_Prote%C3%ADnasBiomarcadoresVerminose_Juliana_Sussai_verme-haemonchus-contortus.jpg\/ed4675b4-3765-9f35-20d7-b892fd4d5102?t=1723836278358\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a>Os resultados do estudo colaboram para a sele\u00e7\u00e3o de animais e ra\u00e7as ovinas mais resistentes. A sele\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ferramenta para controle de parasitas de import\u00e2ncia veterin\u00e1ria na produ\u00e7\u00e3o de pequenos ruminantes em \u00e1reas tropicais. A caracteriza\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas do sangue \u00e9 capaz de revelar biomarcadores dos animais mais doentes, bem como monitorar condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas e metab\u00f3licas cr\u00edticas para o bem-estar e a sa\u00fade dos ovinos.<\/p>\n<p>Para a identifica\u00e7\u00e3o e quantifica\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas, a pesquisadora Ana Carolina Chagas, que coordenou o trabalho, aplicou a t\u00e9cnica prote\u00f4mica \u00e0 produ\u00e7\u00e3o animal tropical, contando com o apoio de parceiros do Instituto Superior de Agronomia, da Universidade de Lisboa, e da Universidade do Porto. Essa t\u00e9cnica consiste em estudar a distribui\u00e7\u00e3o, modifica\u00e7\u00f5es, intera\u00e7\u00f5es e fun\u00e7\u00f5es de uma ou mais prote\u00ednas em uma c\u00e9lula ou organismo. A determina\u00e7\u00e3o de ra\u00e7as e indiv\u00edduos resistentes \u00e0 verminose \u00e9 importante para se reduzir o impacto negativo dos parasitas, como o <em>Haemonchus contortus <\/em><\/p>\n<p>Foto: Gisele Rosso\/Embrapa<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/10180\/86473972\/240820_ProteinasBiomarcadoresverminose_Juliana_Sussai_cordeiro_dorper.jpg\/45e59872-3e28-0849-1a09-ec4def85de19?t=1723836622893\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a>Prote\u00ednas detectadas<\/strong><\/h3>\n<p>Os cordeiros infectados foram avaliados semanalmente na <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/embrapa\/\">Embrapa<\/a>, durante 28 dias. No fim do experimento, houve diferen\u00e7a significativa entre as duas ra\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s infec\u00e7\u00f5es por meio das an\u00e1lises de contagem de ovos por grama de fezes (OPG) dos animais, que mede o grau da infec\u00e7\u00e3o, e avalia\u00e7\u00e3o do volume globular (VG), que mede o grau de anemia desencadeada pelos vermes.<\/p>\n<p>A maior ou menor quantidade de determinadas prote\u00ednas indicou impactos relevantes no organismo do animal para a prote\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 infec\u00e7\u00e3o ou aos danos causados pelas inflama\u00e7\u00f5es. Algumas prote\u00ednas foram encontradas nas duas ra\u00e7as, com diferen\u00e7as quantitativas significativas. Esses resultados demonstram como a infec\u00e7\u00e3o pode impactar o desenvolvimento e o ganho de peso dos cordeiros.<\/p>\n<p>Segundo Chagas, foram detectadas prote\u00ednas associadas ao sistema imune ao se comparar as ra\u00e7as Santa In\u00eas e Dorper. Outras prote\u00ednas foram ligadas \u00e0 resposta ao estresse do manejo, amostragem e calor, e ao controle ou n\u00e3o da inflama\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>\u201cPor exemplo, a enzima enolase fosfopiruvato hidratase, ou ENO3, desempenha um papel relevante no sistema imunol\u00f3gico da Santa In\u00eas, enquanto a Themis parece contribuir na resposta imune da Dorper. Por sua vez, as prote\u00ednas de fase aguda detectadas, as APPs, indicam infec\u00e7\u00f5es, inflama\u00e7\u00f5es e condi\u00e7\u00f5es de estresse\u201d, explica a pesquisadora. <\/p>\n<p>Foto: Juliana Sussai\/Embrapa<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Resultados<\/strong><\/h3>\n<p>Animais resistentes aos parasitas gastrintestinais s\u00e3o capazes de desenvolver uma resposta imune mais r\u00e1pida e robusta, limitando o estabelecimento das larvas, suprimindo o crescimento dos parasitas adultos, diminuindo a fecundidade das f\u00eameas, ou promovendo a expuls\u00e3o dos Haemonchus contortus adultos. A pesquisa forneceu informa\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas e uma compreens\u00e3o mais abrangente sobre a infec\u00e7\u00e3o por essa esp\u00e9cie de parasita. Foi poss\u00edvel realizar a diferencia\u00e7\u00e3o entre as duas ra\u00e7as estudadas, e entre animais infectados e n\u00e3o infectados da mesma ra\u00e7a.<\/p>\n<p>Os resultados indicam que as duas ra\u00e7as estudadas t\u00eam metabolismo e resposta imunol\u00f3gica distintas frente \u00e0 infec\u00e7\u00e3o. Diferen\u00e7as quantitativas em prote\u00ednas compartilhadas podem contribuir para o desenvolvimento de biomarcadores e auxiliar na determina\u00e7\u00e3o do status de infec\u00e7\u00e3o de ovelhas, que poder\u00e3o ser tratadas seletivamente no rebanho.<\/p>\n<p>Foto: Juliana Sussai\/Embrapa<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Preju\u00edzos de US$ 100 milh\u00f5es\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p>Estima-se que, no Brasil, as doen\u00e7as gastrintestinais levam a perdas de at\u00e9 27% no ganho de peso de cordeiros criados a pasto, atingindo US$ 94,5 milh\u00f5es por ano. J\u00e1 as relacionadas \u00e0 morte de animais ficam em torno de US$ 13 milh\u00f5es anuais. O rebanho brasileiro chega a quase 20 milh\u00f5es de ovinos, n\u00famero ainda insuficiente para atender \u00e0 demanda interna.<\/p>\n<p>Os parasitas gastrintestinais s\u00e3o respons\u00e1veis por restringir a produ\u00e7\u00e3o ovina, porque limitam o desempenho animal. O principal verme que amea\u00e7a ovinos \u00e9 da esp\u00e9cie\u00a0<em>Haemonchus contortus<\/em>, mais frequente nos pequenos ruminantes em regi\u00f5es tropicais e subtropicais, causando anemia grave, edema submandibular e morte por hematofagia.<\/p>\n<p><em>Saiba em primeira m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo. <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?ceid=BR:pt-419&amp;oc=3&amp;hl=pt-BR&amp;gl=BR\"><strong>Siga o Canal Rural no Google News<\/strong><\/a>.<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/proteinas-podem-ajudar-na-resistencia-de-ovinos-a-verminose-diz-estudo\/\">Prote\u00ednas podem ajudar na resist\u00eancia de ovinos a verminose, diz estudo<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/\">Canal Rural<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Juliana Sussai\/Embrapa Um estudo da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste (SP) identificou prote\u00ednas relacionadas \u00e0 infec\u00e7\u00e3o por vermes em ovinos. Foram analisadas ra\u00e7as suscet\u00edveis (Dorper) e resistentes (Santa In\u00eas) a esses parasitas. A pesquisa fornece informa\u00e7\u00f5es sobre os mecanismos de defesa dos animais com diferentes habilidades para resistir \u00e0 infec\u00e7\u00e3o. A descoberta favorece a diminui\u00e7\u00e3o do uso medicamentos usados para controlar esses vermes. Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia\u00a0e previs\u00e3o do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! Os resultados do estudo colaboram para a sele\u00e7\u00e3o de animais e ra\u00e7as ovinas mais resistentes. A sele\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ferramenta para controle de parasitas de import\u00e2ncia veterin\u00e1ria na produ\u00e7\u00e3o de pequenos ruminantes em \u00e1reas tropicais. A caracteriza\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas do sangue \u00e9 capaz de revelar biomarcadores dos animais mais doentes, bem como monitorar condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas e metab\u00f3licas cr\u00edticas para o bem-estar e a sa\u00fade dos ovinos. Para a identifica\u00e7\u00e3o e quantifica\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas, a pesquisadora Ana Carolina Chagas, que coordenou o trabalho, aplicou a t\u00e9cnica prote\u00f4mica \u00e0 produ\u00e7\u00e3o animal tropical, contando com o apoio de parceiros do Instituto Superior de Agronomia, da Universidade de Lisboa, e da Universidade do Porto. Essa t\u00e9cnica consiste em estudar a distribui\u00e7\u00e3o, modifica\u00e7\u00f5es, intera\u00e7\u00f5es e fun\u00e7\u00f5es de uma ou mais prote\u00ednas em uma c\u00e9lula ou organismo. 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Algumas prote\u00ednas foram encontradas nas duas ra\u00e7as, com diferen\u00e7as quantitativas significativas. Esses resultados demonstram como a infec\u00e7\u00e3o pode impactar o desenvolvimento e o ganho de peso dos cordeiros. Segundo Chagas, foram detectadas prote\u00ednas associadas ao sistema imune ao se comparar as ra\u00e7as Santa In\u00eas e Dorper. Outras prote\u00ednas foram ligadas \u00e0 resposta ao estresse do manejo, amostragem e calor, e ao controle ou n\u00e3o da inflama\u00e7\u00e3o. \u201cPor exemplo, a enzima enolase fosfopiruvato hidratase, ou ENO3, desempenha um papel relevante no sistema imunol\u00f3gico da Santa In\u00eas, enquanto a Themis parece contribuir na resposta imune da Dorper. Por sua vez, as prote\u00ednas de fase aguda detectadas, as APPs, indicam infec\u00e7\u00f5es, inflama\u00e7\u00f5es e condi\u00e7\u00f5es de estresse\u201d, explica a pesquisadora. Foto: Juliana Sussai\/Embrapa Resultados Animais resistentes aos parasitas gastrintestinais s\u00e3o capazes de desenvolver uma resposta imune mais r\u00e1pida e robusta, limitando o estabelecimento das larvas, suprimindo o crescimento dos parasitas adultos, diminuindo a fecundidade das f\u00eameas, ou promovendo a expuls\u00e3o dos Haemonchus contortus adultos. A pesquisa forneceu informa\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas e uma compreens\u00e3o mais abrangente sobre a infec\u00e7\u00e3o por essa esp\u00e9cie de parasita. Foi poss\u00edvel realizar a diferencia\u00e7\u00e3o entre as duas ra\u00e7as estudadas, e entre animais infectados e n\u00e3o infectados da mesma ra\u00e7a. Os resultados indicam que as duas ra\u00e7as estudadas t\u00eam metabolismo e resposta imunol\u00f3gica distintas frente \u00e0 infec\u00e7\u00e3o. Diferen\u00e7as quantitativas em prote\u00ednas compartilhadas podem contribuir para o desenvolvimento de biomarcadores e auxiliar na determina\u00e7\u00e3o do status de infec\u00e7\u00e3o de ovelhas, que poder\u00e3o ser tratadas seletivamente no rebanho. Foto: Juliana Sussai\/Embrapa Preju\u00edzos de US$ 100 milh\u00f5es\u00a0 Estima-se que, no Brasil, as doen\u00e7as gastrintestinais levam a perdas de at\u00e9 27% no ganho de peso de cordeiros criados a pasto, atingindo US$ 94,5 milh\u00f5es por ano. J\u00e1 as relacionadas \u00e0 morte de animais ficam em torno de US$ 13 milh\u00f5es anuais. O rebanho brasileiro chega a quase 20 milh\u00f5es de ovinos, n\u00famero ainda insuficiente para atender \u00e0 demanda interna. Os parasitas gastrintestinais s\u00e3o respons\u00e1veis por restringir a produ\u00e7\u00e3o ovina, porque limitam o desempenho animal. O principal verme que amea\u00e7a ovinos \u00e9 da esp\u00e9cie\u00a0Haemonchus contortus, mais frequente nos pequenos ruminantes em regi\u00f5es tropicais e subtropicais, causando anemia grave, edema submandibular e morte por hematofagia. Saiba em primeira m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. 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