{"id":11634,"date":"2025-05-22T11:03:23","date_gmt":"2025-05-22T11:03:23","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/05\/22\/vassoura-de-bruxa-da-mandioca-e-confirmada-em-territorio-indigena\/"},"modified":"2025-05-22T11:03:23","modified_gmt":"2025-05-22T11:03:23","slug":"vassoura-de-bruxa-da-mandioca-e-confirmada-em-territorio-indigena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/05\/22\/vassoura-de-bruxa-da-mandioca-e-confirmada-em-territorio-indigena\/","title":{"rendered":"Vassoura-de-bruxa da mandioca \u00e9 confirmada em territ\u00f3rio ind\u00edgena"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Na \u00faltima quinta-feira (15), o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/mapa\/\">Mapa<\/a>) confirmou o primeiro foco da praga quarenten\u00e1ria vassoura-de-bruxa da mandioca no Par\u00e1. O caso foi divulgado pela pasta nesta semana.<\/p>\n<p>A ocorr\u00eancia foi registrada na Terra Ind\u00edgena do Parque do Tumucumaque, localizada no extremo norte do munic\u00edpio de Almeirim, pr\u00f3xima \u00e0 fronteira com o Suriname.<\/p>\n<p>A inspe\u00e7\u00e3o foi realizada em 28 de abril por t\u00e9cnicos da Superintend\u00eancia de Agricultura e Pecu\u00e1ria do Amap\u00e1 (SFA\/AP) e da Ag\u00eancia de Defesa e Inspe\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria do Estado do Amap\u00e1 (Diagro), ap\u00f3s recebimento de den\u00fancia. As plantas com sintomas suspeitos estavam na Aldeia Bona, localizada na Terra Ind\u00edgena do Parque do Tumucumaque. <\/p>\n<p>Duas amostras de material vegetal foram coletadas e enviadas para an\u00e1lise no Laborat\u00f3rio Federal de Defesa Agropecu\u00e1ria em Goi\u00e1s (LFDA\/GO). Os laudos oficiais confirmaram a presen\u00e7a da praga em ambas as amostras.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-doenca-em-area-de-dificil-acesso\">Doen\u00e7a em \u00e1rea de dif\u00edcil acesso<\/h2>\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"494\" alt=\"Mapa\" class=\"wp-image-4101856\" srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/05\/f6288a68-5376-44f6-9a31-eee84efb9ebf-300x247.jpeg 300w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/05\/f6288a68-5376-44f6-9a31-eee84efb9ebf-150x124.jpeg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/05\/f6288a68-5376-44f6-9a31-eee84efb9ebf.jpeg 600w\" data-lazy-sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/05\/f6288a68-5376-44f6-9a31-eee84efb9ebf.jpeg\"\/><img decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"494\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/05\/f6288a68-5376-44f6-9a31-eee84efb9ebf.jpeg\" alt=\"Mapa\" class=\"wp-image-4101856\" srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/05\/f6288a68-5376-44f6-9a31-eee84efb9ebf-300x247.jpeg 300w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/05\/f6288a68-5376-44f6-9a31-eee84efb9ebf-150x124.jpeg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2025\/05\/f6288a68-5376-44f6-9a31-eee84efb9ebf.jpeg 600w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O foco encontra-se em uma \u00e1rea remota, de dif\u00edcil acesso, onde vivem comunidades ind\u00edgenas com v\u00ednculo administrativo apenas com o estado do Amap\u00e1. A regi\u00e3o est\u00e1 distante das principais zonas produtoras de mandioca no Par\u00e1 e s\u00f3 \u00e9 acess\u00edvel por meio de voos fretados.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>A Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria do Estado do Par\u00e1 (<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/adepara\/\">Adepar\u00e1<\/a>), em parceria com o Mapa, realiza levantamentos fitossanit\u00e1rios em todo o estado como parte do plano emergencial para preven\u00e7\u00e3o da praga. <\/p>\n<p>Segundo a autarquia, at\u00e9 o momento, n\u00e3o h\u00e1 registro de suspeitas em \u00e1reas comerciais de produ\u00e7\u00e3o nem intercepta\u00e7\u00e3o de material vegetal suspeito nas barreiras de fiscaliza\u00e7\u00e3o instaladas.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-deteccao-da-vassoura-de-bruxa\">Detec\u00e7\u00e3o da vassoura-de-bruxa<\/h2>\n<p>O Mapa esclarece que a vassoura-de-bruxa n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com a praga do cacaueiro. Embora o fungo n\u00e3o ofere\u00e7a risco \u00e0 sa\u00fade humana, \u00e9 altamente destrutivo para as lavouras de mandioca.<\/p>\n<p>A praga foi detectada pela primeira vez em 2024 pela <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/embrapa\/\">Embrapa Amap\u00e1<\/a>, em terras ind\u00edgenas de Oiapoque. A doen\u00e7a causa ramos secos e deformados, nanismo, prolifera\u00e7\u00e3o de brotos fracos e finos nos caules, clorose, murcha, seca das folhas e morte das plantas. <\/p>\n<p>A dispers\u00e3o ocorre principalmente por meio de material vegetal contaminado, ferramentas de poda, solo e \u00e1gua. <\/p>\n<p>*<em>Sob supervis\u00e3o de Victor Faverin<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/vassoura-de-bruxa-da-mandioca-e-confirmada-em-territorio-indigena\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] Na \u00faltima quinta-feira (15), o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) confirmou o primeiro foco da praga quarenten\u00e1ria vassoura-de-bruxa da mandioca no Par\u00e1. O caso foi divulgado pela pasta nesta semana. A ocorr\u00eancia foi registrada na Terra Ind\u00edgena do Parque do Tumucumaque, localizada no extremo norte do munic\u00edpio de Almeirim, pr\u00f3xima \u00e0 fronteira com o Suriname. A inspe\u00e7\u00e3o foi realizada em 28 de abril por t\u00e9cnicos da Superintend\u00eancia de Agricultura e Pecu\u00e1ria do Amap\u00e1 (SFA\/AP) e da Ag\u00eancia de Defesa e Inspe\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria do Estado do Amap\u00e1 (Diagro), ap\u00f3s recebimento de den\u00fancia. As plantas com sintomas suspeitos estavam na Aldeia Bona, localizada na Terra Ind\u00edgena do Parque do Tumucumaque. Duas amostras de material vegetal foram coletadas e enviadas para an\u00e1lise no Laborat\u00f3rio Federal de Defesa Agropecu\u00e1ria em Goi\u00e1s (LFDA\/GO). Os laudos oficiais confirmaram a presen\u00e7a da praga em ambas as amostras. Doen\u00e7a em \u00e1rea de dif\u00edcil acesso Foto: Divulga\u00e7\u00e3o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) O foco encontra-se em uma \u00e1rea remota, de dif\u00edcil acesso, onde vivem comunidades ind\u00edgenas com v\u00ednculo administrativo apenas com o estado do Amap\u00e1. A regi\u00e3o est\u00e1 distante das principais zonas produtoras de mandioca no Par\u00e1 e s\u00f3 \u00e9 acess\u00edvel por meio de voos fretados. A Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria do Estado do Par\u00e1 (Adepar\u00e1), em parceria com o Mapa, realiza levantamentos fitossanit\u00e1rios em todo o estado como parte do plano emergencial para preven\u00e7\u00e3o da praga. Segundo a autarquia, at\u00e9 o momento, n\u00e3o h\u00e1 registro de suspeitas em \u00e1reas comerciais de produ\u00e7\u00e3o nem intercepta\u00e7\u00e3o de material vegetal suspeito nas barreiras de fiscaliza\u00e7\u00e3o instaladas. Detec\u00e7\u00e3o da vassoura-de-bruxa O Mapa esclarece que a vassoura-de-bruxa n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com a praga do cacaueiro. Embora o fungo n\u00e3o ofere\u00e7a risco \u00e0 sa\u00fade humana, \u00e9 altamente destrutivo para as lavouras de mandioca. A praga foi detectada pela primeira vez em 2024 pela Embrapa Amap\u00e1, em terras ind\u00edgenas de Oiapoque. A doen\u00e7a causa ramos secos e deformados, nanismo, prolifera\u00e7\u00e3o de brotos fracos e finos nos caules, clorose, murcha, seca das folhas e morte das plantas. 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