{"id":11621,"date":"2025-05-21T20:42:52","date_gmt":"2025-05-21T20:42:52","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/05\/21\/chuva-no-ponto-e-cultivares-safra-de-soja-quebra-recorde-em-mt\/"},"modified":"2025-05-21T20:42:52","modified_gmt":"2025-05-21T20:42:52","slug":"chuva-no-ponto-e-cultivares-safra-de-soja-quebra-recorde-em-mt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/05\/21\/chuva-no-ponto-e-cultivares-safra-de-soja-quebra-recorde-em-mt\/","title":{"rendered":"Chuva &#8216;no ponto&#8217; e cultivares: safra de soja quebra recorde em MT"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/03\/saca-soja-declinio.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/projeto-soja-brasil\/\">safra <\/a>de soja 2024\/25 consolidou um marco hist\u00f3rico para Mato Grosso, com produtividade m\u00e9dia superior a 66 sacas por hectare, superando em 14 sacas o desempenho registrado na temporada anterior. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecu\u00e1ria (<a href=\"https:\/\/www.imea.com.br\/imea-site\/\">Imea<\/a>), o avan\u00e7o se deve, principalmente, \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis, especialmente em termos de distribui\u00e7\u00e3o de chuvas e temperaturas mais amenas ao longo do ciclo da cultura.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><em>Fique por dentro das novidades e not\u00edcias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade atrav\u00e9s do\u00a0<a href=\"https:\/\/chat.whatsapp.com\/BmMRwA0TZ2DHGyhzoaVEWu\">link<\/a><\/em><\/strong>!<\/li>\n<\/ul>\n<p>A an\u00e1lise foi apresentada durante a 25\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Encontro T\u00e9cnico da Soja, promovido pela Funda\u00e7\u00e3o de Apoio \u00e0 Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Mato Grosso (<a href=\"https:\/\/www.fundacaomt.com.br\/?srsltid=AfmBOorJXkHY1kFkKqPsi9i6k9zNgasrnvvCCRUBvA44UjNO-YQU74hh\">Funda\u00e7\u00e3o MT<\/a>), em Cuiab\u00e1. Segundo avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da entidade, a influ\u00eancia direta do clima foi determinante. A \u00faltima safra contou com melhor volume e distribui\u00e7\u00e3o de chuvas, al\u00e9m de temperaturas mais equilibradas, o que favoreceu o desenvolvimento das lavouras. Na compara\u00e7\u00e3o com a safra 23\/24, que sofreu com ondas de calor, o contraste \u00e9 evidente.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cultivares-para-a-soja\">Cultivares para a soja <\/h2>\n<p>Al\u00e9m do clima, a escolha das cultivares se destacou como um dos principais fatores para o bom desempenho das lavouras. Com o objetivo de fornecer subs\u00eddios cada vez mais precisos aos produtores, a Funda\u00e7\u00e3o MT ampliou sua base experimental e instalou mais de 1.600 parcelas em seis regi\u00f5es do estado: Sapezal, Nova Mutum, Itiquira, Sorriso, Primavera do Leste e Alta Floresta. Os ensaios fazem parte das vitrines de cultivares da institui\u00e7\u00e3o e avaliam o comportamento das variedades em diferentes ambientes de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Um dos destaques foi registrado em Sapezal, onde uma cultivar atingiu impressionantes 93 sacas por hectare em experimento de campo. O resultado reflete tanto o aproveitamento das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas acima da m\u00e9dia quanto o uso de materiais com elevado potencial gen\u00e9tico.<\/p>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o MT tamb\u00e9m voltou sua aten\u00e7\u00e3o para novas fronteiras agr\u00edcolas do estado, como o Vale do Guapor\u00e9, o Vale do Araguaia e Alta Floresta, regi\u00f5es anteriormente voltadas \u00e0 pecu\u00e1ria ou sistemas integrados. S\u00e3o \u00e1reas com caracter\u00edsticas clim\u00e1ticas muito distintas do restante do estado e que exigem abordagens espec\u00edficas para o cultivo da soja.<\/p>\n<p>Em Alta Floresta, por exemplo, a combina\u00e7\u00e3o de chuvas frequentes e baixa radia\u00e7\u00e3o solar imp\u00f5e desafios adicionais ao desenvolvimento das plantas. Mesmo com uma boa distribui\u00e7\u00e3o de chuvas ao longo da safra, a limita\u00e7\u00e3o de luz reduz a disponibilidade de energia para o crescimento vegetal, exigindo estrat\u00e9gias de manejo ainda mais apuradas. Nesses ambientes, o sucesso da produ\u00e7\u00e3o depende de decis\u00f5es cada vez mais personalizadas, baseadas em dados locais e no acompanhamento cont\u00ednuo das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e do comportamento das cultivares.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/projeto-soja-brasil\/chuva-no-ponto-e-cultivares-safra-de-soja-quebra-recorde-em-mt\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] A safra de soja 2024\/25 consolidou um marco hist\u00f3rico para Mato Grosso, com produtividade m\u00e9dia superior a 66 sacas por hectare, superando em 14 sacas o desempenho registrado na temporada anterior. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecu\u00e1ria (Imea), o avan\u00e7o se deve, principalmente, \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis, especialmente em termos de distribui\u00e7\u00e3o de chuvas e temperaturas mais amenas ao longo do ciclo da cultura. Fique por dentro das novidades e not\u00edcias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade atrav\u00e9s do\u00a0link! A an\u00e1lise foi apresentada durante a 25\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Encontro T\u00e9cnico da Soja, promovido pela Funda\u00e7\u00e3o de Apoio \u00e0 Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Mato Grosso (Funda\u00e7\u00e3o MT), em Cuiab\u00e1. Segundo avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da entidade, a influ\u00eancia direta do clima foi determinante. A \u00faltima safra contou com melhor volume e distribui\u00e7\u00e3o de chuvas, al\u00e9m de temperaturas mais equilibradas, o que favoreceu o desenvolvimento das lavouras. Na compara\u00e7\u00e3o com a safra 23\/24, que sofreu com ondas de calor, o contraste \u00e9 evidente. Cultivares para a soja Al\u00e9m do clima, a escolha das cultivares se destacou como um dos principais fatores para o bom desempenho das lavouras. Com o objetivo de fornecer subs\u00eddios cada vez mais precisos aos produtores, a Funda\u00e7\u00e3o MT ampliou sua base experimental e instalou mais de 1.600 parcelas em seis regi\u00f5es do estado: Sapezal, Nova Mutum, Itiquira, Sorriso, Primavera do Leste e Alta Floresta. Os ensaios fazem parte das vitrines de cultivares da institui\u00e7\u00e3o e avaliam o comportamento das variedades em diferentes ambientes de produ\u00e7\u00e3o. Um dos destaques foi registrado em Sapezal, onde uma cultivar atingiu impressionantes 93 sacas por hectare em experimento de campo. O resultado reflete tanto o aproveitamento das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas acima da m\u00e9dia quanto o uso de materiais com elevado potencial gen\u00e9tico. A Funda\u00e7\u00e3o MT tamb\u00e9m voltou sua aten\u00e7\u00e3o para novas fronteiras agr\u00edcolas do estado, como o Vale do Guapor\u00e9, o Vale do Araguaia e Alta Floresta, regi\u00f5es anteriormente voltadas \u00e0 pecu\u00e1ria ou sistemas integrados. S\u00e3o \u00e1reas com caracter\u00edsticas clim\u00e1ticas muito distintas do restante do estado e que exigem abordagens espec\u00edficas para o cultivo da soja. Em Alta Floresta, por exemplo, a combina\u00e7\u00e3o de chuvas frequentes e baixa radia\u00e7\u00e3o solar imp\u00f5e desafios adicionais ao desenvolvimento das plantas. Mesmo com uma boa distribui\u00e7\u00e3o de chuvas ao longo da safra, a limita\u00e7\u00e3o de luz reduz a disponibilidade de energia para o crescimento vegetal, exigindo estrat\u00e9gias de manejo ainda mais apuradas. 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