{"id":10848,"date":"2025-04-22T23:20:05","date_gmt":"2025-04-22T23:20:05","guid":{"rendered":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/04\/22\/chile-passara-a-comprar-carne-suina-do-parana\/"},"modified":"2025-04-22T23:20:05","modified_gmt":"2025-04-22T23:20:05","slug":"chile-passara-a-comprar-carne-suina-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senhorafrutta.com.br\/index.php\/2025\/04\/22\/chile-passara-a-comprar-carne-suina-do-parana\/","title":{"rendered":"Chile passar\u00e1 a comprar carne su\u00edna do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O Chile reconheceu o Paran\u00e1 como zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, o que significa a autoriza\u00e7\u00e3o para importar carne su\u00edna de produtores do estado. <\/p>\n<p>O an\u00fancio oficial deve ser feito entre esta ter\u00e7a-feira (22) e amanh\u00e3 (23), no \u00e2mbito da visita da comitiva do presidente chileno Gabriel Boric ao Brasil. A decis\u00e3o foi antecipada pelo ministro da Agricultura chileno, Esteban Valenzuela.<\/p>\n<p>\u201cReconhecemos que o Paran\u00e1 est\u00e1 livre de febre aftosa e, portanto, poderemos receber carnes deste estado muito importante do sul do Brasil\u201d, anunciou, nas redes sociais.<\/p>\n<p>De acordo com o ministro chileno, a iniciativa \u00e9 parte dos esfor\u00e7os para refor\u00e7ar as rela\u00e7\u00f5es comerciais entre os dois pa\u00edses, fortalecendo o com\u00e9rcio de produtos agropecu\u00e1rios. <\/p>\n<p>Ele informou ainda que as autoridades chilenas seguem negociando a compra de carne com representantes de outras unidades federativas brasileiras que atendam \u00e0s exig\u00eancias fitossanit\u00e1rias impostas pelo Servi\u00e7o Agr\u00edcola e Pecu\u00e1rio (SAG) do Chile.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-demanda-antiga\">Demanda antiga<\/h2>\n<p>O reconhecimento chileno \u00e9 uma demanda antiga dos frigor\u00edficos paranaenses, conforme o secret\u00e1rio de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil, Luis Rua.<\/p>\n<p>\u201cEste \u00e9 um pleito muito antigo do estado [Paran\u00e1] [\u2026] e, logo, logo, as empresas paranaenses dever\u00e3o estar exportando carne su\u00edna para o Chile\u201d, comentou Rua, classificando como \u201cmuito importante\u201d o an\u00fancio.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Em 2024, o estado foi o terceiro maior exportador de carne su\u00edna entre as unidades federativas livre de aftosa.<\/p>\n<p>De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), no ano passado, as exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 1,352 milh\u00e3o de toneladas. O resultado, 10% superior ao de 2023, estabeleceu um novo recorde para o setor, que obteve cerca de US$ 3,03 bilh\u00f5es com as vendas externas.<\/p>\n<p>Do volume total de carne su\u00edna exportada, o Paran\u00e1 respondeu com 185,5 mil toneladas, ficando atr\u00e1s apenas de Santa Catarina (730,7 mil toneladas) e Rio Grande do Sul (289,9 mil toneladas).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mel-chileno\">Mel chileno<\/h2>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" alt=\"concha com mel\" class=\"wp-image-4063491\" srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-300x200.jpeg 300w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-768x512.jpeg 768w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-150x100.jpeg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu.jpeg 1900w\" data-lazy-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-1024x683.jpeg\"\/><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-1024x683.jpeg\" alt=\"concha com mel\" class=\"wp-image-4063491\" srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-300x200.jpeg 300w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-768x512.jpeg 768w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu-150x100.jpeg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/2024\/08\/mel-aen-gilsonabreu.jpeg 1900w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"\/><\/figure>\n<p>Em contrapartida \u00e0 decis\u00e3o do Chile, o Brasil abriu seu mercado para compra de mel chileno.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 uma grande not\u00edcia para nosso [chileno] setor ap\u00edcola. O Brasil decidiu autorizar o ingresso [em territ\u00f3rio brasileiro] de nossas exporta\u00e7\u00f5es de mel\u201d, acrescentou Esteban Valenzuela.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-febre-aftosa\">Febre aftosa<\/h2>\n<p>Desde 2021, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (Omsa), principal autoridade mundial em sa\u00fade animal, reconhece o Paran\u00e1 como um dos estados brasileiros livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, ao lado de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Rond\u00f4nia e partes do Amazonas e do Mato Grosso. <\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Paran\u00e1 (Faep) celebrou o fato apontando que o reconhecimento internacional \u201ccoloca o Paran\u00e1 em um outro patamar, permitindo-o acessar mercados que pagam mais pelos produtos com essa chancela de qualidade.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, em maio de 2024, ap\u00f3s o fim da \u00faltima campanha nacional de imuniza\u00e7\u00e3o, o governo brasileiro anunciou que todo o rebanho nacional est\u00e1 livre da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A autodeclara\u00e7\u00e3o nacional \u00e9 uma etapa necess\u00e1ria para que a Omsa reconhe\u00e7a o status sanit\u00e1rio de livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o ao restante do territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/chile-passara-a-comprar-carne-suina-do-parana\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] O Chile reconheceu o Paran\u00e1 como zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, o que significa a autoriza\u00e7\u00e3o para importar carne su\u00edna de produtores do estado. O an\u00fancio oficial deve ser feito entre esta ter\u00e7a-feira (22) e amanh\u00e3 (23), no \u00e2mbito da visita da comitiva do presidente chileno Gabriel Boric ao Brasil. A decis\u00e3o foi antecipada pelo ministro da Agricultura chileno, Esteban Valenzuela. \u201cReconhecemos que o Paran\u00e1 est\u00e1 livre de febre aftosa e, portanto, poderemos receber carnes deste estado muito importante do sul do Brasil\u201d, anunciou, nas redes sociais. De acordo com o ministro chileno, a iniciativa \u00e9 parte dos esfor\u00e7os para refor\u00e7ar as rela\u00e7\u00f5es comerciais entre os dois pa\u00edses, fortalecendo o com\u00e9rcio de produtos agropecu\u00e1rios. Ele informou ainda que as autoridades chilenas seguem negociando a compra de carne com representantes de outras unidades federativas brasileiras que atendam \u00e0s exig\u00eancias fitossanit\u00e1rias impostas pelo Servi\u00e7o Agr\u00edcola e Pecu\u00e1rio (SAG) do Chile. Demanda antiga O reconhecimento chileno \u00e9 uma demanda antiga dos frigor\u00edficos paranaenses, conforme o secret\u00e1rio de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil, Luis Rua. \u201cEste \u00e9 um pleito muito antigo do estado [Paran\u00e1] [\u2026] e, logo, logo, as empresas paranaenses dever\u00e3o estar exportando carne su\u00edna para o Chile\u201d, comentou Rua, classificando como \u201cmuito importante\u201d o an\u00fancio. Em 2024, o estado foi o terceiro maior exportador de carne su\u00edna entre as unidades federativas livre de aftosa. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), no ano passado, as exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 1,352 milh\u00e3o de toneladas. O resultado, 10% superior ao de 2023, estabeleceu um novo recorde para o setor, que obteve cerca de US$ 3,03 bilh\u00f5es com as vendas externas. Do volume total de carne su\u00edna exportada, o Paran\u00e1 respondeu com 185,5 mil toneladas, ficando atr\u00e1s apenas de Santa Catarina (730,7 mil toneladas) e Rio Grande do Sul (289,9 mil toneladas). Mel chileno Em contrapartida \u00e0 decis\u00e3o do Chile, o Brasil abriu seu mercado para compra de mel chileno. \u201cH\u00e1 uma grande not\u00edcia para nosso [chileno] setor ap\u00edcola. O Brasil decidiu autorizar o ingresso [em territ\u00f3rio brasileiro] de nossas exporta\u00e7\u00f5es de mel\u201d, acrescentou Esteban Valenzuela. Febre aftosa Desde 2021, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (Omsa), principal autoridade mundial em sa\u00fade animal, reconhece o Paran\u00e1 como um dos estados brasileiros livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, ao lado de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Rond\u00f4nia e partes do Amazonas e do Mato Grosso. Na ocasi\u00e3o, a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Paran\u00e1 (Faep) celebrou o fato apontando que o reconhecimento internacional \u201ccoloca o Paran\u00e1 em um outro patamar, permitindo-o acessar mercados que pagam mais pelos produtos com essa chancela de qualidade.\u201d Al\u00e9m disso, em maio de 2024, ap\u00f3s o fim da \u00faltima campanha nacional de imuniza\u00e7\u00e3o, o governo brasileiro anunciou que todo o rebanho nacional est\u00e1 livre da doen\u00e7a. A autodeclara\u00e7\u00e3o nacional \u00e9 uma etapa necess\u00e1ria para que a Omsa reconhe\u00e7a o status sanit\u00e1rio de livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o ao restante do territ\u00f3rio brasileiro. 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