confira como fecharam os preços da saca hoje

[ad_1] O mercado brasileiro de milho iniciou a semana com preços fracos, oscilando entre estabilidade e baixa em diversas praças. Segundo o consultor da Safras & Mercado Paulo Molinari, há sinais regionais de acomodação nas cotações, com leve aumento na oferta em algumas regiões produtoras. Confira as cotações da saca de milho hoje Porto de Santos (SP): R$ 77 a R$ 85 (CIF) Porto de Paranaguá (PR): R$ 76 a R$ 85 (CIF) Cascavel (PR): R$ 76 a R$ 80 Mogiana (SP): R$ 88 a R$ 90 Campinas (SP): R$ 90 a R$ 92 (CIF) Erechim (RS): R$ 76 a R$ 800 Uberlândia (MG): R$ 80a R$ 83 Rio Verde/GO (CIF): R$ 80,00 a R$ 82,00 Rondonópolis/MT: R$ 80,00 a R$ 83,00 Milho em Chicago fecha com cenário misto Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros de milho encerraram a sessão desta segunda-feira com comportamento misto. O mercado repercutiu os relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados no dia, que apresentaram as intenções de plantio para 2025 e os estoques trimestrais em 1º de março. Segundo o USDA, os Estados Unidos devem cultivar 95,326 milhões de acres de milho na safra 2025, um aumento de 5% em relação aos 90,594 milhões de acres da temporada anterior. A projeção superou as expectativas do mercado, que estimava entre 94,165 e 94,361 milhões de acres. Em relação aos estoques trimestrais, o volume foi de 8,150 bilhões de bushels, 2% abaixo do registrado no mesmo período de 2024 (8,352 bilhões). Desses, 4,5 bilhões estão armazenados com produtores — uma queda de 11% — e 3,650 bilhões fora das fazendas, o que representa um aumento de 12%. As inspeções de exportação norte-americana de milho somaram 1.614.406 toneladas na semana encerrada em 27 de março, acima das 1.538.042 toneladas da semana anterior. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções totalizam 33.957.191 toneladas, contra 25.917.446 no mesmo período do ciclo anterior. Na sessão, os contratos com entrega em maio de 2025 subiram 4,00 centavos (0,88%), encerrando a US$ 4,57 1/4 por bushel. Já os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com alta de 3,25 centavos (0,70%), cotados a US$ 4,63 1/4 por bushel. As demais posições fecharam em queda. O cenário ainda reflete o avanço do petróleo em Nova York, contraposto à valorização do dólar frente a outras moedas, o que contribuiu para a volatilidade no mercado internacional de milho. [ad_2] Source link
colheita provoca alta do preço de fretes em MT, diz Conab

[ad_1] A colheita da soja em Mato Grosso tem provocado alta no preço do frete no estado, diz o Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta segunda-feira (31). Segundo a estatal, a alta de preços ocorreu especialmente nas regiões nas quais a colheita se intensificou primeiro, “com destaque para o médio-norte”, diz, no boletim. Assim, ao longo de fevereiro ocorreu avanço das cotações de frete no estado “de forma mais generalizada”. Em Sorriso, por exemplo, o frete de soja para Santos (SP) subiu 7% em fevereiro, para R$ 490 a tonelada. Para Paranaguá (PR), a alta foi de 8%, a R$ 460 a tonelada. A alta mais expressiva no mês, no estado, ocorreu em Querência, onde o valor da tonelada transportada para Santos subiu 11%; para Araguari (MG), 25%; para Colinas (TO), 21% e para São Luís (MA), 20%. A Conab observa ainda que, na atual safra, referente ao ciclo 2024/25, diversos fatores têm contribuído para a alta do transporte de grãos. Primeiramente, a safra recorde de soja, superior a 46 milhões de toneladas em Mato Grosso, ou 7 milhões a mais ante 2023/24, é um fator de alta. Em segundo lugar, a Conab cita a concentração da colheita em um curto intervalo de tempo. “A produção já havia sido majoritariamente implantada em uma curta janela, com cerca de 90% realizados em apenas cinco semanas”, justifica, e acrescenta que o fato de ter chovido muito em janeiro, o que postergou os trabalhos de campo, “contribuiu para um represamento ainda maior da soja a ser colhida”. Com a redução das chuvas, houve, “de repente”, diz a Conab, uma enorme quantidade de soja a ser transportada. “Adicionalmente, o referido atraso fez com que tenha ocorrido coincidência no período da colheita com outros estados, que passaram a concorrer pela oferta de caminhões”, comenta a estatal, citando, por exemplo, Tocantins, Goiás e Bahia. “Em uma safra sem intercorrências, isso não aconteceria”, assinala. Por fim, a Conab comenta que os preços altos do milho têm pressionado a urgência para o escoamento da soja, “sendo certo que Mato Grosso deverá produzir uma grande safra de milho a ser injetada no mercado em meados de 2025”, acrescenta. “Ou seja, serão poucos meses para liberação de espaço e de corredores para mais uma grande safra estadual, o que eleva a necessidade de se escoar a produção colhida o mais rapidamente possível.” Ainda sobre a pressão nos fretes, a estatal diz que Mato Grosso já se encaminha para o fim da colheita de soja. “No entanto, há muito produto armazenado, em razão da produção recorde, que deverá movimentar os corredores nos próximos meses, mantendo o suporte às cotações de fretes rodoviários, porém de forma mais consistente e continuada, sendo provável que em patamar um pouco inferior ao registrado na safra [ad_2] Source link
Melhor em campo em partida de futebol ganha 4 dúzias de ovos como prêmio

[ad_1] O time do goleiro Jan de Boer, o Bryne, da Noruega, não ganhou o jogo do último domingo (30) contra o rival Bodø/Glimt, que marcou o único gol da partida. Mesmo assim, o atleta saiu consagrado como o melhor jogador em campo. E recebeu um prêmio por isso. Em razão de ter defendido um pênalti – e certamente por não ter levado nenhum frango -, Boer recebeu um belo prêmio: cartelas com quatro dúzias de ovos. O “troféu” foi um oferecimento da Steinsland & Co., empresa norueguesa fundada em 1953 e que se tornou a maior produtora de galinhas poedeiras do país. “Nós chocamos as galinhas que põem os melhores ovos da Noruega”, diz o site da companhia. A Steinsland & Co. está sediada na mesma região da cidade do Bryne. “Irmão! Venha ao Brasil imediatamente. Você (agora) está rico”, escreveu um brasileiro no instagram do time norueguês. [ad_2] Source link
Como ficaram os preços da soja em dia do relatório do USDA?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve dois momentos distintos nesta segunda-feira (31). Segundo a consultoria Safras & Mercado, antes dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Bolsa de Chicago operava em alta, e os preços no físico estavam relativamente bons. Poucos negócios foram observados. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Após a divulgação, o mercado caiu enquanto os prêmios permaneceram praticamente inalterados, resultando em uma queda acentuada nos preços físicos. Com isso, o mercado ficou lento e sem negócios. Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 133,00 Cascavel (PR): caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00 Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00 Dourados (MS): caiu de R$ 119,00 para R$ 118,50 Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 113,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em baixa. Ao indicar estoques trimestrais acima do esperado e uma área a ser plantada nos Estados Unidos muito próxima ao estimado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) adicionou pressão aos contratos. EUA As incertezas quanto ao rumo da política tarifária do governo Trump segue sendo motivo de preocupação. A aversão ao risco também pesa. As tarifas recíprocas devem entrar em vigor a partir de 2 de abril e os agentes temem pelas retaliações, que deverão atingir os produtos agrícolas norte-americanos. A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá totalizar 83,495 milhões de acres. Se confirmada, a área ficará 4% abaixo do total cultivado no ano passado, de 87,05 milhões de acres. O número ficou abaixo da expectativa do mercado, que era de 83,76 milhões de acres. O número também veio abaixo da área indicada no Fórum Anual do USDA, divulgado em fevereiro, que era de 84 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a área diminuiu ou ficou inalterado em 23 dos 29 estados produtores. Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição primeiro de de março, totalizaram 1,91 bilhão de bushels. O volume estocado subiu 4% na comparação com igual período de 2023. O número ficou acima da expectativa do mercado, de 1,895 bilhão de bushels. Do total, 877 milhões de bushels estão armazenados com os produtores, com baixa de 6% sobre o ano anterior. Os estoques fora das fazendas somam 1,03 bilhão de bushels, com alta de 13%. Em março, a posição maio acumulou desvalorização de 1,07%. No acumulado do primeiro trimestre, a perda é de 0,73%. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 8,25 centavos de dólar ou 0,80% a US$ 10,14 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,28 1/4 por bushel, perda de 9,00 centavos ou 0,86%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,80 ou 0,27% a US$ 292,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 44,89 centavos de dólar, com baixa de 0,27 centavo ou 0,59%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,93%, sendo negociado a R$ 5,7073 para venda e a R$ 5,7053 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7013 e a máxima de R$ 5,7858. No mês e trimestre a moeda recuou 3,52% e 7,64%, respectivamente. [ad_2] Source link
Estoques de soja nos EUA sobem 4%

[ad_1] Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição de 1º de março, totalizaram 1,91 bilhão de bushels, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo a consultoria Safras & Mercado, o volume representa um crescimento de 4% em relação ao mesmo período do último ano e ficou acima da expectativa do mercado, que projetava 1,895 bilhão de bushels. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O aumento foi impulsionado pelos estoques fora das fazendas, que cresceram 13%, atingindo 1,03 bilhão de bushels. Por outro lado, os estoques mantidos pelos produtores recuaram 6%, totalizando 877 milhões de bushels. Esse movimento pode indicar que os agricultores estão aproveitando boas oportunidades de venda, enquanto empresas e tradings aumentam suas reservas em meio às incertezas sobre a oferta global. Os números mostram um mercado em constante adaptação, impactado por fatores como a demanda chinesa, oscilações nos preços internacionais e o avanço da colheita na América do Sul. Com a oferta maior nos armazéns, investidores e analistas já especulam sobre os reflexos nos preços da soja e nos próximos movimentos do setor. A expectativa agora se volta para os próximos relatórios do USDA, que devem trazer mais clareza sobre o ritmo das exportações e o impacto desse cenário para os produtores norte-americanos. [ad_2] Source link
Mesmo com restrição hídrica, colheita de soja avança no RS

[ad_1] O andamento da safra 2024/25 de soja segue em ritmo variado pelas regiões produtoras do Brasil. No RS, os produtores ainda enfrentam os efeitos da falta de chuva, o que já impacta diretamente a produtividade média das lavouras. De acordo com o levantamento semanal da Emater, a colheita no estado avançou para 24% da área. No entanto, a escassez hídrica tem prejudicado a cultura, que, em sua maioria, encontra-se nas fases de enchimento de grãos e maturação. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A produtividade média no estado está estimada em 2.240 kg por hectare, mas os resultados variam consideravelmente conforme a região. No oeste do estado, algumas áreas registraram perdas severas, inviabilizando economicamente a colheita. Em contrapartida, em Planalto e em Campos de Cima da Serra, a produtividade está mais próxima do potencial das cultivares, superando os 4.000 kg por hectare. Nas regiões das Missões e Central, a média de colheita realizada até o momento é de apenas oito sacas por hectare, enquanto o mínimo necessário para cobrir os custos de produção seria de 30 sacas por hectare. Além do RS: a soja no Brasil Em Mato Grosso, as máquinas avançaram nas lavouras, e a colheita de soja está praticamente finalizada. Segundo o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea), mais de 99% dos grãos já foram colhidos, um ritmo 9,95 pontos percentuais acima da média das últimas cinco safras para este período. As regiões Centro-Sul, Médio Norte, Noroeste e Norte do estado já concluíram os trabalhos no campo. No Paraná, o Departamento de Economia Rural (Deral) reduziu novamente a projeção para a produção de soja, que agora é de 21 milhões de toneladas, representando uma queda de 0,6% em relação ao relatório anterior. Na Bahia, a colheita de soja entra na reta final em todas as regiões produtoras, com aproximadamente 1,8 milhão de hectares colhidos. Comparada à safra anterior, as operações estão adiantadas, reflexo do clima favorável no início da janela de cultivo, que favoreceu uma boa implantação das lavouras. Por fim, no Maranhão, de acordo com a Associação dos Produtores de Soja do Estado (Prosoja-MA), 58% da área plantada já foi colhida. Além disso, melhorias em trechos da BR-135 devem facilitar o escoamento da safra na região. [ad_2] Source link
Como está a colheita de milho no Brasil? Confira as perspectivas para o mercado

[ad_1] A colheita de milho no Brasil segue em avanço no Brasil, com destaque para o milho verão, enquanto o plantio da segunda safra (safrinha) ocorre com boas perspectivas climáticas. Segundo a plataforma Grão Direito, o cenário atual tem impactado o mercado, tanto no Brasil quanto no exterior, refletindo nas cotações da commodity. Favorecida por boas previsões de chuva, a colheita de verão e o plantio do milho safrinha têm impulsionado o desenvolvimento da safra. Esse cenário trouxe otimismo ao mercado na última semana, refletindo em pressão sobre as cotações na bolsa. No mercado físico, a forte demanda, especialmente dos granjeiros, manteve os preços mais firmes e menos vulneráveis às oscilações da B3. A semana do milho A semana foi marcada por algumas indecisões no aguardo pelo relatório de intenção de plantio do USDA, programado para esta semana. Em Chicago, o milho encerrou a semana cotado a US$4,53 por bushel, com queda de 2,16%. No Brasil, na B3, o contrato de milho para maio de 2025 também recuou, encerrando a R$77,19 por saca (-3,09%). No mercado físico, os preços do milho seguem em baixa, pressionados pela desvalorização nos mercados futuros, porém com recuos menos expressivos. Algumas praças mostraram valorização em função da demanda. O mercado interno segue aquecido, com os preços no físico sustentados por uma demanda firme. Na última semana, o Ministro de Minas e Energia afirmou durante a E30 que a mistura de etanol na gasolina, atualmente em 27%, será elevada para 30%. Essa mudança deve intensificar a demanda por milho no curto prazo, especialmente para a produção de etanol, o que pode acentuar o aperto na oferta disponível e manter os preços sustentados nas próximas semanas. O fator clima Os principais modelos climáticos apontam para uma condição de neutralidade entre os fenômenos El Niño e La Niña. Esse cenário, nas condições atuais, tende a favorecer o desenvolvimento do milho segunda safra, com previsão de temperaturas mais amenas no Centro-Oeste e chuvas bem distribuídas nas principais regiões produtoras. A continuidade desse padrão climático será essencial para garantir produtividade e evitar perdas na safra. USDA O relatório de intenção de plantio do USDA, previsto para 31 de março, deve indicar aumento na área de milho nos EUA, com estimativas de 4% acima do ano passado. Essa expectativa já gera pressão baixista nos preços. Se confirmada, pode manter o mercado pressionado nesta semana. Por outro lado, uma área abaixo do esperado pode reverter o movimento e sustentar as cotações no curto prazo. O relatório é um importante indicativo para decisões comerciais de produtores e compradores. Confira a análise do mercado da soja aqui. [ad_2] Source link
Soja mantém alta com demanda chinesa e câmbio favorável

[ad_1] O mercado da soja apresentou uma semana de avanços, impulsionado por fatores internos e externos que mantiveram os preços sustentados. Segundo informações fornecidas pela plataforma Grão Direto, a colheita no estado do Paraná já alcançou cerca de 90%, e a projeção do Departamento de Economia Rural (Deral) indica um crescimento de quase 15% na produção em relação ao ano anterior. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A trégua mediada pelos Estados Unidos entre Rússia e Ucrânia trouxe alívio momentâneo ao fluxo de grãos pelo Mar Negro, embora ainda haja incertezas sobre a estabilidade desse acordo. No cenário internacional, as exportações brasileiras para a China continuam em alta, aproximando-se de números recordes no primeiro trimestre de 2025. Na Bolsa de Chicago, o contrato de soja para maio de 2025 fechou a US$10,22 por bushel, com alta de 1,19% na semana. Já o contrato para março de 2026 registrou valorização de 1,56%, encerrando a US$10,39 por bushel. O câmbio também influenciou o mercado, com o dólar valorizado em 0,7%, cotado a R$5,76. Expectativas para o mercado da soja A demanda chinesa segue aquecida, com 15,3 milhões de toneladas de soja brasileira embarcadas até 20 de março. Apesar da recomposição de estoques na China, os prêmios permanecem elevados devido ao ritmo abaixo do esperado no esmagamento do grão. A partir da segunda quinzena de abril, espera-se que o aumento da oferta no destino exerça maior pressão sobre os preços na origem. Na Argentina, a comercialização da safra está no menor nível dos últimos dez anos. Produtores locais aguardam possíveis isenções fiscais e uma taxa de câmbio mais favorável para retomar as vendas. Esse cenário tem favorecido as esmagadoras brasileiras, que encontram maior demanda para suprir a menor oferta argentina. O câmbio global pode sofrer novos impactos com o anúncio do ex-presidente Donald Trump, previsto para 2 de abril, sobre novas sobretaxas para produtos importados. Há possibilidade de o Brasil ser incluído na lista de países afetados, o que pode gerar reflexos no mercado de soja nas próximas semanas. Com base nesses fatores, a expectativa é de que a soja mantenha uma trajetória positiva no início de abril, seguindo a tendência da última semana. No entanto, pressões de baixa podem se tornar mais evidentes na segunda quinzena do mês, conforme os embarques para a China impactem a precificação global do grão. [ad_2] Source link
Brasil pode suprir até 30% das compras anuais de carne bovina do Vietnã

[ad_1] A recente abertura do mercado de carne bovina do Vietnã pode render uma participação ainda maior nas exportações do Brasil. Segundo levantamento realizado pela Safras Consultoria, o Vietnã compra 150 mil toneladas de carne bovina a cada ano. O analista de Safras & Mercado, Fernando Iglesias, estima que o Brasil poderá absorver até 30% das compras anuais de carne bovina do Vietnã. “Acredito que o volume de exportação anual de carne bovina do Brasil para o mercado vietnamita poderá chegar a 45 mil toneladas”, prospecta. Acordo para carne bovina Na semana passada, Brasil e Vietnã assinaram um Plano de Ação para Implementação da Parceria Estratégica entre os dois países. O documento prevê, entre as várias medidas, a abertura do país asiático à carne bovina brasileira. O Vietnã ocupa a quinta posição entre os países de destino de produtos do agronegócio brasileiro. O Brasil fornece cerca de 70% da soja importada pelo Vietnã, além de ser o principal fornecedor de carne suína (cerca de 37%), o segundo maior de carne de frango e de algodão. O texto foi oficializado em Hanói, capital vietnamita. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Brasil tem o potencial de triplicar seu fluxo na balança comercial com o Vietnã dos atuais US$ 7,7 bilhões ao ano para até US$ 20 bilhões. Segundo um plano de ação assinado por Lula com autoridades vietnamitas, a meta, a princípio, é dobrar o fluxo, chegando a US$ 15 bilhões até 2030. [ad_2] Source link
Agricultores recebem novos equipamentos para o cultivo no campo

[ad_1] Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar e melhorar a qualidade de vida da população rural, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) entregou máquinas e equipamentos agrícolas que vão beneficiar mais de 2 mil famílias de agricultores no Distrito Federal. Os investimentos somaram R$ 1 milhão, com recursos destinados à Codevasf por meio de emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União. Entre os equipamentos doados estão tratores agrícolas, microtratores, carretas, grades aradoras e plantadeiras e adubadeiras, além de sistemas de irrigação localizada por gotejamento. No total, 12 entidades do DF foram atendidas no primeiro trimestre de 2025. Por meio das doações, a Codevasf busca melhorar a produtividade, facilitar o cultivo e a colheita e potencializar as práticas sustentáveis em zonas rurais. “Os bens doados contribuem para aumentar e diversificar a produção rural, incrementar a renda dos agricultores familiares, melhorar o uso do solo e incentivar a permanência do homem no campo”, afirma o gerente de Mecanização e Modernização Territorial da Codevasf, Cirio José Costa. Agricultores beneficiados A presidente da Associação dos Agricultores Familiares da Comunidade Roseli Nunes (Aproágua), Catiúcia Cazuza, comemora a medida e disse que os equipamentos vão beneficiar muitas famílias. “Vai dar mais estrutura, vai dar uma qualidade melhor para o produtor. A gente vai ter pernas agora para poder trabalhar. Porque a gente não tinha isso. A área rural precisa desses maquinários. Não tem como a gente trabalhar lá sem equipamento. A gente trabalha, mas é muito sofrido, é muito difícil, fazer tudo manual”, afirmou. A Aproágua, sediada no Núcleo Rural Pipiripau, em Planaltina, é composta em sua maioria por mulheres, que desenvolvem atividades relacionadas à olericultura, mandiocultura, avicultura, fruticultura, produção de milho e feijão e piscicultura. Além dessa associação, as entregas no Distrito Federal neste ano também beneficiaram outras entidades que realizam trabalhos semelhantes. [ad_2] Source link