proximidade da Páscoa deve elevar cotações; veja os preços

[ad_1] O mercado físico do boi gordo apresentou preços pouco alterados nesta terça-feira (1). Segundo a Safras Consultoria, o mercado segue sustentado pelas escaladas encurtadas dos frigoríficos. Há expectativa de bom consumo no curto prazo, devido ao cenário de capitalização das famílias e por conta do feriado de Páscoa. São Paulo: entre R$ 320 e R$ 325 Goiás: R$ 310 Minas Gerais: R$ 295 Mato Grosso do Sul: R$ 315 Mato Grosso: R$ 305 Mercado atacadista O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50, por quilo. Já o quarto dianteiro é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha, por sua vez, segue a R$ 17,50, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,43%, sendo negociado a R$ 5,6824 para venda e a R$ 5,6804 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6730 e a máxima de R$ 5,7325. [ad_2] Source link
FPA se antecipa ao Abril Vermelho e mira ministros em caso de invasões de terras

[ad_1] O quarto mês do ano iniciou e a bancada do agro no Congresso já fica em alerta por conta do Abril Vermelho, tradicional período em que as invasões à propriedades rurais organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) se intensificam. De acordo com parlamentares da oposição, este ano as ações do grupo já começaram antes, mais precisamente em 8 de março, no Dia Internacional da Mulher, quando a Jornada de Luta das Mulheres Sem Terra começou a pressionar o governo para acelerar o repasse de terras. Neste caso, as fazendas invadidas se concentraram nos estados do Ceará, Espírito Santo e Bahia. Reação da FPA ao MST Parlamentares integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e outras lideranças do agro brasileiro apresentaram nesta terça-feira (1) um documento que, na visão da bancada, mostra a fragilidade da relação entre a reforma agrária e o setor produtivo. Segundo o presidente da entidade, deputado Pedro Lupion, a Frente produziu um diagnóstico sobre os fatores que ameaçam o direito à propriedade no Brasil. “[O documento contempla denúncias de] decretos, divisão de atribuições de ministérios, transferência de responsabilidades, financiamento de movimentos. Nós conseguimos puxar o fio todo em um mês que já está anunciado pelo MST como Abril Vermelho com uma série de invasões que devem acontecer esse mês.” De acordo com ele, o dossiê será apresentado aos líderes dos partidos políticos no Congresso e aos presidentes da Câmara e do Senado para demonstrar “o desmonte total da política de reforma agrária do país”. Já o deputado federal do PL de Mato Grosso do Sul Rodolfo Nogueira ressaltou que foi proposta na Comissão de Agricultura da Câmara as convocações de ministros do governo, incluindo o da Justiça, no caso de ocorrência de invasões já durante esta primeira semana de abril. [ad_2] Source link
Confira os preços do milho em dia de alta na Bolsa de Chicago

[ad_1] O mercado brasileiro de milho registrou preços de estáveis a mais baixos nesta terça-feira (1). Segundo o consultor de Safras & Mercado Paulo Molinari, há pressão para baixa por parte dos consumidores, embora sem tanta oferta que justifique o movimento. Preços da saca de milho Porto de Santos: entre R$ 75 e R$ 85,00 (CIF) Porto de Paranaguá: R$ 74,50 a R$ 85 Paraná: R$ 75 a R$ 79 em Cascavel São Paulo: R$ 85 a R$ 87 em Mogiana e R$ 88 a R$ 91 em Campinas (CIF) Rio Grande do Sul: entre R$ 76 e R$ 80 em Erechim Minas Gerais: R$ 78 a R$ 81 em Uberlândia Goiás: de R$ 80 a R$ 82 em Rio Verde – CIF Mato Grosso: de R$ 82 a R$ 83 em Rondonópolis Bolsa de Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado foi sustentado pela redução dos estoques trimestrais dos Estados Unidos, apontados pelos dados divulgados ontem (31) pelo Departamento de Agricultura do país (USDA). A fraqueza do dólar frente a outras moedas, o que traz competitividade às exportações de commodities estadunidenses, também trouxe suporte. Além disso, o movimento positivo do cereal foi reflexo de um possível aumento no uso de biodiesel na mistura obrigatória dos Estados Unidos. Uma coalizão formada por empresas de petróleo e produtores de biocombustíveis se reúne nesta terça-feira (1) com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) para defender um aumento nos mandatos federais de mistura de diesel de biomassa. O grupo busca elevar a cota para até 5,75 bilhões de galões, acima do atual limite de 3,35 bilhões de galões, considerado insuficiente pelo setor de biocombustíveis. A reunião ocorre em meio à expectativa de que a EPA anuncie novas metas de mistura de biocombustíveis para os próximos dois anos. Milho no relatório do USDA Foto: Leandro Balbino/Canal Rural Mato Grosso De acordo com o relatório do USDA, os estoques de milho nos EUA em 1º de março de 2025 totalizaram 8,150 bilhões de bushels, representando uma queda de 2% em relação ao mesmo período de 2024, quando os estoques eram de 8,352 bilhões de bushels. O volume reportado pelo Departamento ficou abaixo da estimativa do mercado, que previa 8,195 bilhões de bushels. Do total, 4,5 bilhões de bushels estão armazenados com os produtores, com recuo de 11% frente aos 5,079 bilhões de bushels indicados em igual período de 2024. Os estoques fora das fazendas somam 3,650 bilhões de bushels, com alta de 12 frente aos 3,273 bilhões de bushels indicados em 01 de março de 2024. A expectativa de ampliação da área de milho dos Estados Unidos, que deverão cultivar 95,326 milhões de acres na safra 2025, alta de 5% frente aos 90,594 milhões de acres cultivados na temporada anterior, segundo relatório de intenção de plantio divulgado pelo USDA, impede ganhos mais expressivos para o cereal em Chicago. Na sessão, os contratos com entrega em maio de 2025 fecharam com alta de 4,50 centavos, ou 0,98%, cotados a US$ 4,61 3/4 por bushel. Os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com avanço de 5,00 centavos, ou 1,07%, cotados a US$ 4,68 1/4 por bushel. [ad_2] Source link
RS tem preços da soja estáveis; saiba como ficaram as cotações no resto do país

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve poucos negócios nesta terça-feira (1º). O spread entre os preços pedidos pelo vendedor e os oferecidos pelo comprador segue amplo. Os preços em Chicago tiveram forte alta e os prêmios ficaram negativos no dia. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Em Passo Fundo (RS) e Santa Rosa (RS), os preços permaneceram estáveis, enquanto no Porto de Rio Grande houve valorização. No Paraná, as cotações subiram tanto no mercado interno quanto no porto. No Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, a soja também registrou alta. Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,50 Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 133,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 115,00 para R$ 117,00 Dourados (MS): subiu de R$ 118,50 para R$ 119,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 113,00 para R$ 115,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em forte alta. O grão foi impulsionado pelos ganhos expressivos do óleo de soja, em meio a sinalizações de um aumento na demanda pelo subproduto, devido a uma conjunção de fatores. “O movimento do óleo foi impulsionado pela sólida demanda no setor de biodiesel nos EUA e por vendas semanais que novamente superaram as estimativas do USDA para a temporada”, cita o analista e consultor de Safras & Mercado, Gabriel Viana. O óleo de soja já acumula ganhos em dez das últimas treze sessões, sustentado pela expectativa de novas tarifas dos EUA sobre produtos canadenses, especialmente o óleo de canola, a partir de 2 de abril. “Caso as restrições se confirmem, a demanda interna por óleo de soja pode aumentar significativamente”, explica o analista. Além disso, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA se reunirá na quarta-feira com representantes da indústria petrolífera e dos produtores de biodiesel para discutir um possível aumento no volume obrigatório de diesel renovável nos próximos dois anos. “Caso haja um cumprimento mais rigoroso das metas, o mercado de óleo de soja pode se beneficiar ainda mais, reduzindo o excedente e fortalecendo as cotações”, aponta Viana. USDA Os relatórios divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) seguem no radar dos agentes. Os números foram considerados neutros e tiveram impacto moderado. A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá totalizar 83,495 milhões de acres. Se confirmada, a área ficará 4% abaixo do total cultivado no ano passado, de 87,05 milhões de acres. O número ficou abaixo da expectativa do mercado, que era de 83,76 milhões de acres. O número também veio abaixo da área indicada no Fórum Anual do USDA, divulgado em fevereiro, que era de 84 milhões de acres. Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição 1º de março, totalizaram 1,91 bilhão de bushels. O volume estocado subiu 4% na comparação com igual período de 2023. O número ficou acima da expectativa do mercado, de 1,895 bilhão de bushels. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar ou 1,92% a US$ 10,34 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,49 1/4 por bushel, ganho de 21,00 centavos ou 2,04%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,40 ou 0,13% a US$ 292,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 47,44 centavos de dólar, com alta de 2,55 centavo ou 5,68%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,43%, negociado a R$ 5,6824 para venda e a R$ 5,6804 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6730 e a máxima de R$ 5,7325. [ad_2] Source link
Produção de soja no Matopiba deve crescer 11% ao ano na próxima década

[ad_1] A produção de soja dos estados do Matopiba, áreas produtivas que abrangem os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, registrou crescimento médio de 114% nas últimas dez safras. É o que dizem os números da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ao se considerar os resultados da temporada 2014/15 e o estimado para o ciclo 2024/25. De acordo com projeção da datatech EEmovel Agro, a tendência de crescimento da região para a próxima década é de 11,01% ao ano. Quando analisada a produção total de grãos, o crescimento na última década foi de 84,32%, com uma média anual de 8,43%. A região também se destaca pela diversidade de suas propriedades rurais, que vão desde pequenas fazendas familiares até grandes áreas de cultivo. Tais características a diferem do Centro-Oeste, por exemplo, onde lavouras de milhares de hectares imperam. A título de comparação, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal tiveram incremento de 104,8% na produção da oleaginosa nos últimos dez anos. Para o engenheiro agrícola e diretor da datatech, Luiz Almeida, a variedade do Matopiba permite que empresas segmentem suas ações de forma mais precisa, considerando o perfil e a escala de produção de cada produtor. Condições favoráveis à soja Outro fator que contribui para o potencial do Matopiba é a combinação de condições climáticas favoráveis, solos férteis e infraestrutura logística em expansão. Conforme Almeida, essa junção de fatores tem sido decisiva para impulsionar o desenvolvimento da região. “O crescimento observado nos últimos anos é expressivo, mas o potencial do Matopiba ainda está longe de atingir seu limite. Com a modernização da infraestrutura viária e ferroviária, o escoamento da produção tem se tornado mais eficiente, reduzindo custos e ampliando a competitividade da região no mercado nacional e internacional”, destaca. Milhões de hectares no Matopiba A região do Matopiba abriga mais de 324 mil estabelecimentos agrícolas, ocupando uma área de aproximadamente 73 milhões de hectares, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa extensão faz com que a região tenha uma participação significativa na produção de grãos e fibras do Brasil. O oeste da Bahia, por exemplo, é uma das áreas que mais cresce na expansão da fronteira agrícola nacional, registrando seguidos recordes nacionais quando o assunto é produtividade de soja. Para esta safra, por exemplo, a projeção é que sejam colhidos quase 4 mil quilos do grão por hectare. “O Matopiba é uma área com características únicas, que exige um olhar atento para os biomas, condições climáticas, o tipo de solo e a estrutura logística disponível. Empresas que investirem com inteligência nesse território poderão colher excelentes resultados, aproveitando um cenário de crescimento contínuo e de grande potencial produtivo”, considera. [ad_2] Source link
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Relatório dos EUA critica Brasil às vésperas de novo tarifaço de Trump

[ad_1] Relatório divulgado nesta segunda-feira (31) por escritório ligado ao governo dos Estados Unidos faz críticas ao modelo de tarifas que o Brasil impõe às importações. O texto critica tarifas brasileiras sobre etanol, filmes estadunidenses, bebidas alcoólicas, produtos de telecomunicações, máquinas e equipamentos e carne suína, além de reclamar da preferência dada pela legislação e normas do Brasil aos produtores nacionais. O documento deve servir de base ao novo tarifaço que o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu anunciar nesta quarta-feira (2). Trump afirmou que vai impor “tarifas recíprocas” com a taxação de produtos de todos os países que cobrem impostos para importação de bens e produtos estadunidenses. O chefe da Casa Branca tem chamado o novo tarifaço de “Dia da Libertação”. Para subsidiar as novas tarifas, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) produziu documento de quase 400 páginas que descreve as tarifas que os EUA enfrentam nas exportações para 59 países ou blocos comerciais, incluindo União Europeia, China, Reino Unido, Argentina e México. Brasil espera ser poupado Apesar do documento com as críticas, o governo brasileiro espera ser poupado do tarifaço. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que causará estranheza caso o Brasil sofra alguma retaliação comercial. “Os EUA têm uma posição muito confortável em relação ao Brasil até porque é superavitário tanto em relação aos bens, quanto em relação aos serviços”, disse Haddad, em viagem a Paris, nesta terça-feira (1º). O comércio bilateral é superavitário para os EUA uma vez que o Brasil importa mais do que exporta para o país norte-americano. Por isso, Haddad considera que não haveria motivos para taxação dos produtos brasileiros. “Causaria até certa estranheza se o Brasil sofresse algum tipo de retaliação injustificada, uma vez que nós estamos na mesa de negociação desde sempre com aquele país justamente para que a nossa cooperação seja cada vez mais forte”, completou o ministro da Fazenda. Nesse contexto, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, por unanimidade nesta terça, projeto de lei da reciprocidade comercial, que permite ao governo retaliar medidas unilaterais comerciais que prejudiquem a competitividade das exportações do Brasil. Críticas do relatório O Brasil ocupa seis páginas no relatório e é apresentado pelo USTR como uma nação que impõe tarifas relativamente altas sobre importações de uma ampla gama de setores, “incluindo automóveis, peças automotivas, tecnologia da informação e eletrônicos, produtos químicos, plásticos, máquinas industriais, aço e têxteis e vestuário”. “Os exportadores dos EUA enfrentam incertezas significativas no mercado brasileiro porque o governo frequentemente modifica as taxas tarifárias dentro das flexibilidades do Mercosul. A falta de previsibilidade em relação às taxas tarifárias torna difícil para os exportadores dos EUA preverem os custos de fazer negócios no Brasil”, diz o relatório estadunidense. Compras governamentais O órgão ligado ao governo dos EUA destacou as restrições brasileiras às compras governamentais, que privilegiam os produtores internos, principalmente na área de saúde e defesa. “Embora o Brasil tenha tomado medidas para tornar seu mercado de compras mais transparente, restrições e preferências domésticas permanecem”, diz o documento. O USTR manifesta ainda preocupação com as normas de proteção à propriedade intelectual no Brasil e com a discussão de taxação de plataformas digitais realizada pela Anatel, que consideram uma “barreira ao comércio digital”. “As partes interessadas dos EUA levantaram preocupações de que os pagamentos diretos sob a proposta poderiam reforçar o domínio das maiores operadoras e que as taxas poderiam aumentar os custos para os usuários finais”, afirma o relatório. Etanol, bebidas e filmes O documento lembra que o Brasil e os EUA são os maiores produtores e consumidores de etanol do mundo e reclama das tarifas de 18% impostas ao produto estadunidense. “Os EUA continuam a se envolver com o Brasil para reduzir sua tarifa de etanol”, destaca o documento. O escritório de Washington também cita o Imposto de Produtos Industrializados (IPI) sobre bebidas alcoólicas de 19,5%, enquanto a cachaça tem IPI menor de 16,25% por ser um produto nacional. O documento cita os impostos sobre produtos audiovisuais. “O Brasil impõe vários impostos sobre produtos estrangeiros que não aplica igualmente aos produtos nacionais”, destaca o relatório dos EUA. Máquinas e equipamentos Segundo o documento do USTR, o país restringe a entrada de produtos manufaturados como equipamentos de terraplenagem, peças automotivas e equipamentos médicos. “O Brasil só permite a importação de tais bens se um importador puder fornecer evidências de que os bens não são ou não podem ser produzidos internamente, ou se atenderem a certas outras limitações”, diz o escritório. Sobre procedimentos para licenciamento de importações, o USTR diz que falta transparência nos procedimentos, o que prejudicaria os exportadores estadunidenses. “Exportadores de calçados e vestuário dos EUA e do setor automotivo expressaram preocupações sobre esses requisitos de licenciamento não automáticos”, ressalta. Renova-Bio e carne suína Foto: Prefeitura de Capão Bonito Os Estados Unidos querem ainda ter acesso aos benefícios do programa brasileiro Renova-Bio, destinado aos produtores nacionais com oferta de créditos de carbono por redução da emissão de gases do efeito estufa. “Os Estados Unidos continuam a se envolver com o Brasil para instar o Brasil a revisar seus regulamentos para permitir que os produtores dos EUA sejam elegíveis para tratamento igualitário sob o programa”, destacou o Escritório do Representante Comercial dos EUA. O documento critica o fato de o mercado brasileiro estar fechado para carne suína fresca e congelada dos EUA devido à preocupação do Brasil de que essas importações possam aumentar os riscos de peste suína africana. “O Brasil não forneceu evidências científicas que apoiem a proibição e a proibição parece ser inconsistente com os padrões internacionais da Organização Mundial de Saúde Animal.” [ad_2] Source link
participe do webinar sobre o assunto!

[ad_1] Com o objetivo de contribuir para a qualificação e atualização do setor da soja e milho, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), em parceria com a consultoria Safras & Mercado, promove o segundo webinar gratuito de 2025. O evento acontece no dia 22 de abril, às 19 horas, e abordará o tema “Cenário de oferta e demanda global: perspectivas de mercado de milho e soja”. Especialistas do setor apresentarão análises sobre os fatores que influenciam os preços e as tendências desses grãos no cenário internacional. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Assuntos abordados no webinar O webinar contará com a palestra de Paulo Molinari, consultor-chefe da Safras & Mercado e um dos maiores especialistas do Brasil em análises do mercado de grãos. Com vasta experiência e reconhecida trajetória no setor, Molinari trará uma análise estratégica sobre os movimentos globais que influenciam os preços, a oferta e a demanda desses dois produtos agrícolas. Segundo o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, a parceria com Safras & Mercado tem sido essencial para oferecer informações atualizadas e de alta qualidade, contribuindo para a tomada de decisões mais assertivas no agronegócio. “O acesso a análises consistentes é fundamental em um setor cada vez mais dinâmico e competitivo. Essa iniciativa fortalece o conhecimento e a capacidade de planejamento de produtores, entidades e empresas do setor”, afirma. O evento é aberto ao público, especialmente voltado para Sindicatos Rurais, lideranças do setor, produtores e técnicos interessados no mercado agrícola. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da Faesc (https://sistemafaesc.com.br/) por meio do preenchimento de um breve cadastro. [ad_2] Source link
Decida o seu pesquisador favorito ao Prêmio Personagem Soja Brasil!

[ad_1] A votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil já está aberta e três pesquisadores estão concorrendo. Para votar no seu favorito, basta acessar o link. Se você ainda não decidiu em quem votar, conheça um pouco mais sobre cada um dos indicados e suas trajetórias no mundo da pesquisa: Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil Anderson Cavenaghi é engenheiro agrônomo com doutorado em proteção de plantas pela FCA/UNESP, na cidade de Botucatu-SP, e é especialista no uso de herbicidas e no controle de plantas daninhas. Atualmente, ele atua como pesquisador na UNIVAG, em Mato Grosso, onde desenvolve estudos focados no manejo de plantas daninhas nas principais culturas do Cerrado. Já Cecilia Czepak é formada em agronomia e professora na Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás, com 26 anos de experiência na área educacional. Sua pesquisa e atuação se concentram no manejo integrado de pragas, um tema crucial para os produtores de soja. Cecilia é uma das grandes referências na formação de novos profissionais e no avanço do conhecimento que ajuda os agricultores a protegerem suas lavouras de maneira eficiente e sustentável. Por fim, Julio Cezar Franchini é pesquisador da Embrapa Soja, onde se especializa nos desafios relacionados à produtividade, qualidade e sustentabilidade dos sistemas de produção de soja. O trabalho de Julio é focado na inovação e na melhoria contínua dos processos agrícolas, garantindo que a produção de soja no Brasil seja cada vez mais eficiente, sustentável e competitiva no cenário mundial. Participe, vote e apoie o pesquisador que mais representa a inovação e a evolução da soja brasileira! [ad_2] Source link
vento tomba carreta e atrapalha pouso de avião; veja os vídeos

[ad_1] A frente fria que segue avançando pela costa brasileira, e que causa pancadas de chuva na manhã de hoje em algumas partes do Sul do país, fez estragos e quase provocou tragédias na região. Em Porto Alegre (RS), uma carreta tombou com a força do vento durante o temporal que atingiu a cidade nesta segunda-feira (31). O caso aconteceu na chamada nova ponte do Guaíba, que liga a capital gaúcha às demais cidades da Região Metropolitana. Um vídeo foi gravado por motoristas que passavam pelo local no momento do acidente. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o condutor da carreta teve ferimentos leves. Avião fora da pista No Oeste de Santa Catarina, um avião da Latam não conseguiu pousar na pista do aeroporto de Chapecó e conseguiu parar apenas na área de grama do aeródromo. O Airbus A319, de matrícula PR-MYM, operava o voo LA3276, proveniente do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP). Durante a primeira aproximação, a aeronave arremeteu devido à baixa visibilidade. Algum tempo depois, o avião conseguiu pousar pela cabeceira 29, porém, não conseguiu parar completamente, ultrapassando a cabeceira 11 e saindo alguns metros além da pista na hora do pouso. Passageiros gravaram o momento da aterrisagem. No momento do incidente havia chuva na região, com tempestade e nuvens pesadas à 3 mil pés de altura informaram os institutos de meteorologia. Apesar do susto, ninguém se feriu. Como fica o tempo hoje Na região Sul, a chuva atinge desde cedo o Norte do Rio Grande do Sul e as instabilidades chegam a partir da tarde em Santa Catarina e no Paraná, podendo vir com intensidade moderada a forte e acompanhada por raios. Com o deslocamento do sistema, uma massa de ar frio se aproxima do RS, e o dia deve começar com temperaturas mais baixas, principalmente na metade sul do estado. Além da chuva, destaque para o vento, com rajadas que sopram entre 40 e 50 km/h no centro-sul do RS. Sudeste Dia de sol e temperaturas elevadas em todos os estados da região. Em São Paulo, metade sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo, a partir da tarde, a condição para pancadas de chuva aumenta e pode vir acompanhada por trovoadas. No norte do Espírito Santo e nordeste mineiro, chove de forma isolada devido à infiltração marítima. Centro-Oeste A terça-feira será mais nublada devido ao forte transporte de umidade da faixa Norte do Brasil. Alerta para temporais na faixa sul e oeste do Mato Grosso do Sul e faixa oeste do Mato Grosso. Para o restante da região, a previsão é de pancadas de chuva, mas que chegam com intensidade moderada. Para Goiás, a chuva ganha força na divisa com Mato Grosso e Mato Grosso do Sul; na parte mais central do estado e também no Distrito Federal, a chuva será mais pontual e em forma de pancadas. Nordeste Dia de sol entre nuvens e com alerta para temporais entre a faixa litorânea do Maranhão e o Ceará. Nas demais áreas da região, o sol predomina e chove na forma de pancadas sobre a costa leste do Nordeste. No interior, entre a Paraíba e o norte da Bahia, a umidade relativa do ar ficará abaixo dos 30% nos horários mais quentes do dia. Norte A chuva acontece a qualquer hora do dia no Acre, Amazonas e Rondônia, onde há previsão de temporais. No Amapá, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorece a formação de nuvens carregadas, assim como no norte do Pará, com alerta para temporais. Nas demais áreas paraenses, a chuva pode vir acompanhada por trovoadas e ocorrer de forma mais irregular no Tocantins. [ad_2] Source link