Presidente da Aprosoja MG alerta para perdas de 20% a 40% nas lavouras do estado

[ad_1] A colheita de soja em Minas Gerais está na reta final, com desafios climáticos impactando a produtividade. A fim de entender melhor a situação no estado, o Soja Brasil conversou com Fábio Meirelles, presidente da Aprosoja MG. Meirelles explica que as regiões do Sudeste sofreram com um período prolongado de estiagem, variando entre 20 e 30 dias de sol intenso. Isso dificultou a fase final da cultura, especialmente nas lavouras plantadas mais tarde. No entanto, a volta das chuvas permitiu a recuperação parcial de algumas áreas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Apesar da retomada das chuvas, Meirelles destaca que a produtividade foi afetada, já que a granulação da soja na fase final foi prejudicada, o que pode resultar em um peso menor dos grãos. Ainda assim, ele estima que a redução não ultrapasse um quinto da produção total na região Sudeste. A expectativa é de que a colheita seja finalizada até o fim de abril, com uma média de produtividade entre 60 e 65 sacas por hectare. Além da soja: o impacto no milho O milho safrinha, que também depende das chuvas, pode sofrer perdas mais expressivas. Regiões que ficaram 30 dias sem precipitação viram suas lavouras comprometidas, e a ausência de previsão de chuvas regulares levanta preocupações sobre a produtividade do cereal. Estima-se que as perdas possam variar entre 20% e 40% em algumas localidades. Outro fator que preocupa os produtores é o alto custo de produção. Segundo Meirelles, o setor enfrenta aumentos no preço do óleo diesel e dos insumos agrícolas, agravados pela variação cambial e pela escassez de produtos essenciais. Além disso, a dificuldade de acesso ao crédito tem sido um entrave para os agricultores, que em sua maioria tiveram que recorrer a trocas de insumos para viabilizar o plantio. “A taxa de juros está insuportável para o setor, e grande parte da safra foi negociada por meio de trocas, já que poucos produtores tinham capital para investir. Além disso, a taxa Selic continua em alta, tornando o cenário ainda mais desafiador”, afirmou Meirelles. Ele também criticou a falta de incentivos para o setor agropecuário e alertou sobre os desafios enfrentados pelos produtores diante das restrições impostas e da ausência de apoio governamental. Perspectivas para o setor Apesar dos desafios, a expectativa é de que a soja feche a safra dentro da média histórica. No entanto, o futuro da produção de milho ainda depende das condições climáticas nas próximas semanas. Meirelles reforça a importância de políticas que fortaleçam o setor, garantindo segurança alimentar e competitividade para os produtores brasileiros no mercado internacional. São Paulo em reta final Além de Minas Gerais, São Paulo também apresenta avanços nos trabalhos. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estado já colheu 97% da área prevista, evidenciando o progresso da safra. Os números destacam o bom ritmo da colheita e a eficiência do setor agrícola na região. [ad_2] Source link

Exportação mundial de café sobe 7,85% e atinge 12 milhões de sacas

[ad_1] A exportação mundial de café alcançou 12,23 milhões de sacas de 60 kg em fevereiro, o quinto mês da safra 2024/25. O volume corresponde a um aumento de 7,85% na comparação com igual mês de 2024 (11,34 milhões de sacas). Os números fazem parte de relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC). No acumulado dos cinco primeiros meses do ano comercial, os embarques somaram 54,86 milhões de sacas, recuo de 2,7% ante igual período do ciclo 2023/24, quando totalizaram 56,36 milhões de sacas. Nos 12 meses encerrados em fevereiro de 2025, a exportação de arábica totalizou 85,91 milhões de sacas, ante 77,29 milhões de sacas em igual período do ano anterior, aumento de 11,15%. Já o embarque de robusta diminuiu 1,50% na mesma comparação, de 51,46 milhões para 50,69 milhões de sacas. Preço do café em queda no Brasil Depois de subirem por praticamente quatro meses seguidos e renovarem os recordes reais, os preços do café encerraram março enfraquecidos, conforme apontam pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Para o arábica, a média mensal do Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 2.547,71/saca de 60 kg, queda de 3,16% (ou de aproximadamente 80 Reais/sc) frente à de fevereiro. Quanto ao robusta, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, teve média de R$ 2.003,02/sc de 60 kg em março, 2,3% abaixo da do mês anterior (ou recuo de 47,07 Reais/sc). [ad_2] Source link

Café interrompe sequência de altas e cai em março

[ad_1] Depois de subirem por praticamente quatro meses seguidos e renovarem os recordes reais, os preços do café encerraram março enfraquecidos, conforme apontam pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento de alta consecutiva nos preços parece foi interrompido em meados de março por causa da chuva em regiões produtoras e pela temperatura que ficou um pouco mais baixa, em especial nas áreas do café arábica. Antes, algumas regiões ficaram mais de 30 dias sem chuvas, situação que prejudicou o enchimento e a maturação dos grãos, o que contribuiu com a alta dos preços. Cotação do café Para o arábica, a média mensal do Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 2.547,71/saca de 60 kg, queda de 3,16% (ou de aproximadamente 80 Reais/sc) frente à de fevereiro. Quanto ao robusta, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, teve média de R$ 2.003,02/sc de 60 kg em março, 2,3% abaixo da do mês anterior (ou recuo de 47,07 Reais/sc). Segundo pesquisadores do Cepea, o mercado segue à espera de uma sinalização mais concreta quanto ao volume da próxima safra brasileira (2025/26). [ad_2] Source link

Aprosoja celebra aprovação do PL da Reciprocidade e reforça sustentabilidade do agro

[ad_1] O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Soja (Aprosoja Brasil), Maurício Buffon, comemorou nesta terça-feira (1), a aprovação do PL da Reciprocidade (PL 2088/2023) no Senado Federal. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado acatou o projeto de lei em caráter terminativo. Ou seja, o projeto segue diretamente para análise da Câmara dos Deputados, sem necessidade de ser aprovado pelo plenário do Senado. A norma permite ao governo brasileiro retaliar medidas comerciais que prejudiquem os produtos do país no mercado internacional. Em nota, a Aprosoja Brasil explica que a proposta, que agora segue para votação na Câmara dos Deputados, “dará condições ao Brasil de reagir a medidas coercitivas e discriminatórias de países ou blocos, como a Lei Antidesmatamento Europeia (EUDR)”. Além disso, torna obrigatório o cumprimento de padrões ambientais compatíveis aos do Brasil por países que adquirem bens e produtos do mercado brasileiro. Para a entidade, se aprovado também na Câmara, o PL “dará ao Brasil maior poder de negociação com os países do ponto de vista diplomático e autoriza o governo, se necessário, a usar medidas de compensação aos produtores brasileiros, como suspensão de importação de produtos, elevação de taxas e até suspensão ou retenção de valores de direito de propriedade”. Uma das principais críticas do setor agropecuário à EUDR é que ela impõe uma regra acima da lei brasileira (em relação ao desmatamento), “coagindo as empresas a cumprirem (as regras europeias) sob pena de multa de 4% do seu faturamento”. A EUDR exige também que commodities agrícolas exportadas para o bloco europeu não podem ser provenientes de áreas desmatadas, mesmo que o desflorestamento tenha sido feito de forma legal, de acordo com o Código Florestal brasileiro. Assim, para Buffon, o PL 2088 “é uma reação eficiente e assertiva do Parlamento Brasileiro às barreiras não tarifárias criadas pelo bloco europeu aos produtores brasileiros”. Na nota, Buffon comentou também que, com essa ofensiva da Europa em cima do Brasil e do Mercosul sobre a soja, carne e outros produtos, a Aprosoja Brasil iniciou “um trabalho para contrapor a legislação europeia, que não leva em consideração as leis brasileiras. Temos um Código Florestal muito bem elaborado, um dos mais exigentes do mundo, que precisa ser respeitado quando o assunto é a sustentabilidade da nossa produção”. [ad_2] Source link

Centro-Sul do país deve ficar em alerta hoje

[ad_1] A frente fria que estava prevista para o Sul começa a chegar nesta quarta-feira (2). Aos poucos, avança para o Sudeste, levando instabilidades também ao Centro-Oeste. Confira a previsão do tempo para hoje: Sul Áreas de instabilidades associadas à formação de uma nova frente fria voltam a causar chuva forte no Rio Grande do Sul. Pode chover desde a madrugada entre Uruguaiana, Bagé e Pelotas. Ao longo do dia, a chuva avança pelo estado e atinge áreas mais centrais. Em Porto Alegre, as precipitações chegam fortes à tarde. À noite, a frente fria está formada e já avança pela Região. Em Santa Catarina e no Paraná, o dia começa com bastante nebulosidade e o sol aparece entre nuvens. Entre tarde e noite, a chance de chuva aumenta e temporais não são descartados. Contudo, o dia ainda será abafado, com máximas passando dos 30°C em vários municípios. Sudeste O dia será abafado e quente em todo o Sudeste. Durante a manhã, o sol aparece entre nuvens em São Paulo, Sul de Minas, Triângulo Mineiro e no Rio de Janeiro. À tarde, a chance de chuva aumenta nessas áreas, com risco de vir com trovoadas e ventos fortes. Alerta para as capitais paulista e fluminense. As temperaturas continuam passando dos 30ºC em vários municípios. No Espírito Santo, muito sol e chuva rápida e em pontos isolados. No norte de Minas, não chove. Centro-Oeste O dia pode começar com chuva fraca em áreas do norte e centro de Mato Grosso. À tarde, a chance de pancadas com raios aumenta em toda a Região. Tem atenção para Campo Grande e Cuiabá. Em Goiânia (GO) e na Capital Federal, dia de sol com chuva rápida. As máximas passam facilmente dos 30ºC. Nordeste A Zona de Convergência de Intertropical (ZCIT) continua próxima do continente, estimulando a formação de instabilidades entre o Maranhão, Piauí, litoral do Ceará e Rio Grande do Norte, com atenção para as capitais São Luís (MA) e Fortaleza (CE). Entre Natal (RN) e Salvador (BA), os ventos do oceano favorecem chuvas rápidas e sem volumes expressivos. No interior da Bahia, tempo seco e quente. Norte Chance de chuva desde a manhã no Amazonas, Roraima e interior do Pará. À tarde, as instabilidades avançam por toda a Região e pode chover forte em Manaus (AM), Belém (PA) e Palmas (TO). O tempo é abafado com máximas de até 32ºC. [ad_2] Source link

Mundo em alerta na expectativa do tarifaço de Trump; ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a expectativa pelo anúncio das tarifas dos Estados Unidos. O Ibovespa renovou máximas acima dos 131 mil pontos, enquanto o dólar caiu para R$ 5,68. No Brasil, juros futuros seguiram em queda e o BC reduziu reservas internacionais. No exterior, tensões entre China e Taiwan aumentam, e Rússia e EUA discutem a Ucrânia. Hoje, foco nos dados da ADP e indústria no Brasil. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

organizadores esperam R$ 15 bi em intenção de negócios

[ad_1] Organizadores da 30°edição da Agrishow apresentaram na manhã de hoje (1), em Ribeirão Preto (SP), as novidades e projeções da maior feira do segmento agropecuário do Brasil. A Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, como é conhecida oficialmente, será entre os dias 28 de abril e 2 de maio. Porém, o evento oficial de abertura da Agrishow será realizado no dia 27 de abril, um domingo, em uma cerimônia exclusiva para autoridades, sem a presença do público em geral. Durante a coletiva, o presidente da Agrishow, João Carlos Marchesan, projetou até R$ 15 bilhões em intenção de negócios para a edição deste ano. Marchesan informou aos jornalistas que a estimativa de negócios ocorre devido ao clima favorável à colheita e ao retorno da produção para os agricultores. Ele também destacou a previsão da câmara setorial da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), que neste ano, prevê uma elevação de 8,2% na comercialização de máquinas agrícolas. O presidente da Câmara de Máquinas Agrícolas da (Abimaq), Pedro Estavão, afirmou que a previsão estimula o interesse dos compradores nos cinco dias do evento. A Agrishow reúne soluções para todos os tipos de culturas, safras, máquinas e tamanhos de propriedades, além de ser reconhecida como o palco dos lançamentos das principais tendências e inovações para o agronegócio. A coletiva de imprensa contou com a presença de autoridades, lideranças do setor e representantes de entidades ligadas ao agronegócio. Estiveram presentes Ricardo Silva, prefeito de Ribeirão Preto; Orlando Melo de Castro, subsecretário de Agricultura de São Paulo; Maurilio Biagi, presidente de honra da Agrishow; Tirso Meirelles, presidente da Faesp; e Gislaine Balbinot, diretora executiva da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), entre outros. No ano passado a feira reuniu em 2024 mais de 800 marcas expositoras e mais de 195 mil visitantes qualificados em 520.000 m² de área, apresentando o que há de mais novo neste show de tecnologia rural. Mais sobre a Agrishow A Agrishow 2025 é uma iniciativa da – Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e Sociedade Rural Brasileira (SRB), e é é organizado pela Informa Market. [ad_2] Source link

Frente fria trará chuva acima de 100 mm e ventania de 100 km/h para duas regiões

[ad_1] Áreas de intabilidades associadas à formação de uma frente fria no Sul do país podem trazer um cenário desafiador ao Rio Grande do Sul entre quarta e quinta (2 e 3): chuva acima de 100 mm, rajadas de vento que devem chegar a 100 km/h e possibilidade de queda de granizo. Mas não é apenas o território gaúcho que deve sofrer os impactos do fenômeno. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o deslocamento da frente fria em direção à Região Sudeste, a partir de quinta, também ocasionará temporais isolados em Santa Catarina e no Paraná. Ainda no dia 3, o estado de São Paulo estará em alerta para a ocorrência de temporais, que podem ser acompanhados de fortes rajadas de vento. Segundo o órgão, essa condição se estenderá para o centro-sul do Rio de Janeiro entre a noite de quinta e a madrugada de sexta-feira (4). Massa de ar frio e muita chuva A partir de sábado (5), o Inmet recomenda atenção aos acumulados de chuva previstos para o Vale do Paraíba e o litoral de São Paulo, além do Rio de Janeiro (incluindo o litoral sul, a região serrana e a capital). Nessas áreas, a tendência é de acumulados de chuva que podem ultrapassar 100 mm. A partir da noite de sexta-feira (4), a chegada de uma massa de ar frio causará um declínio de temperatura na Região Sul, no sul do Mato Grosso do Sul e em parte da Região Sudeste. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, as temperaturas podem ficar abaixo de 10°C em algumas áreas da Região Sul. Nas serras gaúcha e catarinense, há, inclusive, previsão de geada ao amanhecer de sábado e domingo (6). Além disso, entre sexta-feira e domingo – principalmente no sábado –, ventos intensos, de quadrante sul, favorecerão a baixa sensação térmica em Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. No domingo, a temperatura começará a subir na Região Sul. Contudo, diminuirá no Sudeste. Assim, na Serra da Mantiqueira, em São Paulo e Minas Gerais, as temperaturas mínimas deverão ficar em torno de 12°C. [ad_2] Source link

Secretaria da Agricultura da Bahia tem novo comando

[ad_1] O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, anunciou nesta terça-feira (1º) a nomeação de Pablo Barrozo como novo secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri). Ele substitui Wallison Tum, que comandava a pasta até então. Segundo o governador, a escolha foi motivada pela experiência política de Barrozo e sua atuação em áreas relacionadas a políticas públicas e orçamento. “Tenho certeza de que, com a força do setor e a competência do Pablo, conseguiremos desenvolver uma boa agenda para a agricultura baiana”, disse Jerônimo. Ao assumir o cargo, Barrozo afirmou que a agricultura será tratada como prioridade e destacou sua relevância para a economia baiana. “A agricultura é uma pasta extremamente importante, sendo uma das principais responsáveis pela economia do nosso estado, ao lado da pecuária. O governador foi claro ao exigir que a agricultura baiana esteja entre as melhores do país, e esse será o nosso foco: fazer mais e melhor, garantindo que o agro da Bahia continue crescendo e se destacando nacionalmente”, afirmou. Ex-deputado estadual, Barrozo atuou na Assembleia Legislativa da Bahia entre 2015 e 2018, com participação em comissões como Justiça, Agricultura e Política Rural, Ética e Decoro Parlamentar, além da Comissão Especial da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). Em 2020, também assumiu a Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador. [ad_2] Source link

Após 8 meses, preço médio do diesel comum tem queda

[ad_1] O diesel comum no país teve valor médio de R$ 6,50 em março, baixa de 0,31% na comparação com fevereiro, de acordo com análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). É a primeira vez desde junho de 2024 que se registra uma queda no preço do combustível. Já o tipo S-10 registrou preço médio de R$ 6,56 no terceiro mês de 2025, após queda de 0,61% na mesma comparação. Para esse tipo, a última baixa registrada havia sido em setembro. Segundo o diretor de Rede, Operações e Transformação da Edenred Mobilidade, Renato Mascarenhas, a pequena queda, que ainda não representa impacto no bolso do consumidor, acontece após o reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), anunciado em fevereiro. Além disso, a baixa vem após meses nos quais fatores externos, como a valorização do petróleo e a instabilidade cambial vinham pressionando os custos do combustível, o que impacta diretamente o preço final ao consumidor. Preços do diesel por região Ao olhar individualmente para cada região, é possível ver comportamentos diferentes para o preço de ambos os tipos de diesel. Os preços do comum e do S-10 mais altos em março foram registrados no Norte, onde custaram, em média, R$ 7,07, após baixa de 0,14%, e R$ 6,93, após aumento de 0,29%, respectivamente. O aumento registrado para o diesel S-10 no Norte foi o maior entre todas as regiões. Já os valores mais baixos para os combustíveis foram registrados no Sul. O diesel comum foi comercializado a R$ 6,33 na região, após redução de 0,31%, enquanto o tipo S-10 foi encontrado, em média, a R$ 6,38, após queda de 0,78%. No Sul foi também onde o IPTL apontou a maior queda do país no valor do diesel S-10, de 0,78%. A maior alta regional registrada para o preço médio do diesel comum foi no Centro-Oeste, onde o valor médio do combustível subiu 0,76%, sendo vendido a R$ 6,62. Em contrapartida, a maior baixa entre as regiões foi no Nordeste. Os motoristas nordestinos viram o preço médio do combustível cair 0,91%, chegando a R$ 6,53. Altas e baixas por estado No levantamento por estados, o IPTL constatou que a maior média para o diesel comum em março foi registrada no Acre, de R$ 7,85, após um aumento de 0,77% ante fevereiro. Já o Paraná aparece como o estado onde o motorista encontrou o diesel mais em conta, a R$ 6,32, após baixa de 0,94% ante o mês anterior. O estado que registrou o maior aumento do preço médio do diesel comum foi o Amazonas, onde ele foi negociado a R$ 7,00, após uma alta de 2,94%. Rondônia, por sua vez, apresentou a redução mais significativa do país, de 5,16%, sendo comercializado a R$ 6,99. Em relação ao diesel S-10, o maior preço médio registrado em março também foi do Acre: R$ 7,87, após uma alta de 0,77% ante fevereiro. Em Pernambuco foi identificado o menor preço médio do mês: R$ 6,37, após redução de 1,85% no valor do combustível no estado. O maior aumento do diesel S-10 em fevereiro, de 2,03%, foi observado no Amazonas, onde o combustível passou a ser negociado por R$ 7,05. A maior redução, de 1,94%, foi registrada no Rio Grande do Norte. Nos postos de abastecimento do estado, o combustível foi encontrado, em média, a R$ 6,58. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. [ad_2] Source link