Tarifas e retaliação definirão mercado da carne suína, diz analista

[ad_1] O analista de Safras & Mercado, Allan Maia, avalia que os impactos das novas tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos no mercado mundial de carne suína estarão subordinados às retaliações que vierem a ser impostas pelos outros países. “O principal player mundial é a China. Temos de avaliar se estes países irão colocar novas tarifas sobre os produtos suínos norte-americanos”, comentou Maia. O analista destaca que os Estados Unidos exportam cerca de 20 mil toneladas mensais de carne suína à China, volume que em parte poderia ser absorvido pelo Brasil. “É preciso lembrar que Brasil e Estados Unidos são concorrentes nas exportações mundiais de carne suína”, avalia. Falando diretamente sobre a tarifa imposta de 10% ao Brasil, que antes não existia, Maiaressalta que seu efeito seria bastante limitado, uma vez que o nosso país exporta pouca carne suína ao mercado estadunidense. Em termos globais, Maia acredita que é preciso aguardar como a União Europeia, Canadá e México irão reagir frente às novas tarifas e se irão estabelecer algum tipo de retaliação.“O mesmo vale para o Japão, que é um mercado consumidor bastante importante e que poderia direcionar compras ao Brasil após as tarifas impostas por Trump”, pontua [ad_2] Source link

apesar da nova tarifa, Abiec crê em estreitamento de parceria com EUA

[ad_1] A Abiec lembra também que, atualmente, a carne bovina brasileira que entra nos Estados Unidos é taxada em 26,4%, caso ultrapasse a cota de 65 mil toneladas, que é distribuída entre dez países. “Esta cota, que é anual, costuma se esgotar logo no primeiro mês do ano”, ressalta. “Mais de 70% do que exportamos de carne bovina no ano passado entraram com a tarifa de 26,4%.” A Abiec diz que, apesar disso e das tarifas agora impostas por Trump, a entidade “acredita num estreitamento da parceria entre Brasil e Estados Unidos, já que os norte-americanos enfrentam desafios no ciclo pecuário e, por pelo menos dois anos, precisarão de quem possa garantir volume, qualidade e preço”, diz a Abiec, que complementa: “E esse parceiro é o Brasil”. Os Estados Unidos enfrentam, atualmente, um ciclo de alta de preços da carne bovina, em função da oferta restrita de bovinos para abate. O Brasil, embora também esteja entrando agora neste ciclo de alta, tem condições de fornecer a proteína vermelha, já que exporta em média apenas 25% do que produz. [ad_2] Source link

Queijo artesanal de cabra conquista o primeiro ‘Selo Arte’ da Paraíba

[ad_1] O queijo artesanal de cabra da fazenda Coruja, que fica na cidade de Barra de São Miguel, no cariri, Paraíba (PB) ganhou o primeiro Selo Arte do estado em 2024, o certificação concedido pelo Ministério da Agricultura permite a venda de produtos artesanais em todo o território nacional. Essa conquista reforça a qualidade e a tradição do queijo artesanal de cabra, impulsionando as vendas e consolidando a marca no mercado. O Sebrae foi um parceiro estratégico nesse processo, apoiando a regularização e estruturação da produção.  Com isso, o Queijo da Coruja pode abrir porteiras e chegar a novos consumidores em diferentes estados do Brasil. Para Pedro Pedrosa, produtor rural da fazenda Coruja, essa conquista representa um grande avanço. “Antes do selo, o queijo era vendido no estado da Paraíba. A qualidade do produto não alterou em absolutamente nada. O que alterou com as consultorias do Sebrae/PB foi a possibilidade de nós comercializarmos de forma regular nosso produto em todo o território nacional. O que mudou efetivamente foi no que diz respeito à possibilidade de novas vendas. Hoje, nós estamos vendendo para todo o Brasil”, comentou Pedro Pedrosa”, destaca Pedrosa. Tradição e inovação garantem selo inédito O nome ‘Queijo da Coruja’ remete à Fazenda Coruja, onde essa tradição queijeira começou. Inspirado pelo avô materno, Pedro Pedrosa iniciou a produção artesanal com leite de cabra da raça Murciano Granadina, trazendo inovação e um sabor diferenciado ao mercado. Desde 2018, a marca tem se destacado pela qualidade e pelo aprimoramento das técnicas de maturação.  O Selo Arte reconhece essa excelência, permitindo que o queijo seja vendido além das fronteiras regionais, sem necessidade de registro em serviços de inspeção federal. Isso facilita o acesso a novos mercados e aumenta a competitividade do produto. Além do reconhecimento oficial, a certificação garante que o queijo preserva características artesanais e segue boas práticas de produção. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Expansão no mercado nacional Coruja Família/ Foto: Arquivo Coruja O crescimento do Queijo da Coruja também se deve às parcerias estratégicas. Além do Sebrae, o Senar, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a Secretaria de Agricultura do Estado e a prefeitura do município têm apoiado o fortalecimento da cadeia produtiva. A Fundação Banco do Brasil (FBB) também investe no aprimoramento da infraestrutura e capacitação dos produtores. Com a certificação e o suporte técnico, a marca tem expandido sua presença em feiras agropecuárias e eventos gastronômicos. O queijo artesanal já é comercializado em diversos estados, ganhando destaque entre os produtos premium de origem sustentável. Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo Se você quer conhecer mais histórias como a do Pedro Pedrosa, da Paraíba, acompanhe diariamente as novidades aqui no site do Canal Rural/ Empreendedorismo. Você também pode ter a sua história contada no site, então envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo no agro pelo WhatsApp. Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural. Acesse o nosso canal canal no YouTube e venha empreender com a gente! [ad_2] Source link

etanol brasileiro deve continuar entrando nos EUA

[ad_1] Temas que impactam diretamente o agronegócio e os produtores de cana-de-açúcar dominaram as discussões, nesta quarta-feira (2), no primeiro dia do Cana Summit 2025. Dentre as pautas debatidas, destaque para o tarifaço imposto pelos Estados Unidos – Donald Trump anunciou taxação mínima de 10% sobre todos os produtos importados do Brasil – e o Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade, aprovado pelo Senado e na Câmara dos Deputados. O projeto estabelece medidas de resposta a políticas unilaterais adotadas por outros países, o que tem gerado preocupação entre produtores, lideranças do setor e autoridades políticas. O texto vai à sanção presidencial. Entre os pontos levantados, destacou-se o impacto das normas da ISO (Organização Internacional do Açúcar) sobre o mercado. O CEO da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), José Guilherme Nogueira, ressaltou a competitividade do etanol brasileiro, especialmente em relação à descarbonização, fator essencial para o setor. “A competitividade do etanol brasileiro é muito pujante. O norte-americano compra o etanol brasileiro principalmente pela intensidade de carbono. Produzir aqui no Brasil, através da cana, tem um poder de descarbonização maior do que o próprio etanol de milho dos Estados Unidos”, explicou. Paticipantes do Cana Summit A cerimônia de abertura contou com a presença de representantes de entidades do setor, entre eles José Mário Schreiner, vice-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Tania Zanella, superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (Sistema OCB). Também estiveram presentes o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema e o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. Segurança jurídica no campo Diferentes parlamentares e, também, o governador mineiro ressaltaram a necessidade de garantir a proteção das propriedades privadas e mencionaram um decreto recente que destinou recursos financeiros para áreas vulneráveis a invasões. Segundo o CEO da Orplana, a FPA segue atenta a essas questões para assegurar um ambiente seguro e estável. “Ter os produtores junto com os políticos é fundamental. Eles sentem, medem a temperatura e entendem a importância dessa proximidade para fortalecer nossa representatividade”, afirmou. Agenda O Cana Summit 2025, evento organizado pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), acontece até hoje (3), em Brasília (DF), e reúne mais de 600 canavicultores de diferentes regiões produtoras do país. O evento segue nesta quinta-feira, com painéis técnicos e debates que vão tratar das questões estratégicas para o setor, com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva da cana-de-açúcar no Brasil. Na oportunidade, também será gerada uma atualização da Carta de Brasília, com reivindicações para os poderes Legislativo e Executivo em prol da sustentabilidade e o desenvolvimento da produção canavieira. [ad_2] Source link

Como o mercado reagirá após tarifaço de Trump? Ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto das novas tarifas dos Estados Unidos. O Ibovespa ficou estável, enquanto bolsas globais reagiram com alívio. O dólar subiu levemente, e os juros no Brasil tiveram comportamento misto. No cenário interno, a produção industrial avançou apenas 0,1% em fevereiro, reforçando sinais de desaceleração. O mercado segue atento aos desdobramentos das tarifas e à agenda econômica internacional. [ad_2] Source link

Três regiões brasileiras sofrerão temporais causados pela frente fria

[ad_1] A frente fria continua trazendo impactos ao Sul e Sudeste do país, impactando também áreas do Centro-Oeste. Norte e Nordeste têm risco de temporais em sete estados. Confira a previsão completa: Sul Ao longo do dia, a frente fria avança pelos estados de Santa Catarina e do Paraná, aumentando a chance de chuva forte. A quinta-feira já começa instável e chuvosa nos municípios do norte gaúcho e em todo o território catarinense e paranaense. À tarde, a chance de temporais aumenta com possibilidade de granizo. Florianópolis e Curitiba terão chuva forte. Na Campanha Gaúcha, um sistema de alta pressão influencia o tempo e afasta as nuvens carregadas. As temperaturas começam a cair na região de Bagé (RS). Sudeste Durante a quinta-feira, os volumes de chuva aumentam em São Paulo por conta da frente fria. O dia ainda será quente e com nebulosidade variável. À tarde, esquenta até os 30ºC e depois chove forte com ventos e raios em todo o estado paulista, trazendo alerta de atenção à capital. Entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, a previsão é de pancadas rápidas de chuva com raios. Destaque para o calorão de 37ºC na capital fluminense. Centro-Oeste O avanço de uma frente fria pelas Regiões Sul e Sudeste aumenta a chance de chuva em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul. À tarde, pode chover forte com raios em todos os estados. Tem alerta de temporal em Campo Grande (MS). Nordeste Os maiores volumes continuam concentrados entre o Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. O dia terá bastante presença de nebulosidade e chuva a qualquer hora. Em Salvador (BA), dia abafado e com pancadas rápidas, sem alertas. Norte Chance alta de temporais em Manaus (AM), Boa Vista (RR) e no Amapá. À tarde, previsão de pancadas de chuva em pontos isolados em todos os estados. [ad_2] Source link

Câmara pode votar Lei da Reciprocidade Comercial ainda esta semana

[ad_1] A Câmara dos Deputados pode votar ainda nesta semana o Projeto de Lei 2.088/2023, Lei de Reciprocidade Comercial, que autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. O texto do PL foi aprovado nesta terça-feira (1) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e no plenário do Senado, por unanimidade. O tema se tornou prioridade no Congresso após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que vai impor “tarifas recíprocas” contra parceiros comerciais. O anúncio do novo tarifaço está previsto para esta quarta-feira. O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, informou que vai trabalhar junto ao Colégio de Líderes para pautar o tema ainda esta semana. “Como esse é um tema excepcional, e nós temos uma data já precificada de uma possível movimentação dos Estados Unidos com relação aos produtos brasileiros, nós já estamos conversando com o Colégio de Líderes, para que, se possível, excepcionalmente, possamos trazer a matéria ao plenário ainda esta semana”, anunciou o presidente da Casa. Para Motta, o episódio entre EUA e Brasil deve superar as diferenças políticas dentro do Parlamento. “Nas horas mais importantes não existe um Brasil de esquerda ou um Brasil de direita. Existe apenas o povo brasileiro. E nós, representantes do povo, temos de ter a capacidade de defender o povo acima de nossas diferenças”, disse. No entanto, o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, promete obstruir todas as votações para pressionar pelo Projeto de Lei da Anistia. O líder do partido na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, informou que a legenda vai obstruir tudo. “Obstruir e tornar o processo legislativo lento”, garantiu. Apoio do agro A votação da Lei de Reciprocidade Comercial esta semana tem o apoio do presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (PP/PR). “Nossos concorrentes mundiais, os grandes players mundiais do comércio internacional, têm uma lei para defender os seus interesses e o Brasil não tem. Nós precisamos disso, e é importante essa celeridade”, defendeu. O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), argumentou que não há como o projeto da anistia avançar e defendeu que a Casa aprecie logo o PL da Reciprocidade Comercial. “Diziam que iam pautar a anistia esta semana. Não vai ter anistia esta semana por um motivo bem claro, esta Casa, o presidente [da Câmara] Hugo Motta, a maioria dos partidos, pensaram no Poder Legislativo. Não faz sentido paralisar uma pauta, votações importantes, em cima de um projeto de anistia que, além de tudo, é inconstitucional”, destacou. Reciprocidade comercial O artigo 1º do projeto de lei da reciprocidade comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”. Se aprovada, a lei valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”. No Artigo 3º, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão. Às vésperas do anúncio do novo tarifaço de Donald Trump, um escritório ligado ao governo dos EUA divulgou relatório com críticas ao modelo de tarifas que o Brasil impõe às importações em setores como etanol, audiovisual, bebidas alcoólicas, produtos de telecomunicações, máquinas e equipamentos e carne suína, além de reclamar da preferência dada pela legislação e normas do Brasil aos produtores nacionais. [ad_2] Source link

Pirataria de sementes gera prejuízos de R$ 10 bilhões ao ano no Brasil

[ad_1] A pirataria de sementes traz prejuízos anuais de R$ 10 bilhões ao agronegócio nacional, conforme estudo divulgado nesta quarta-feira (2) pela Croplife Brasil e Céleres Consultoria. Além disso, com a prática, o país tende a perder cerca de R$ 1 bilhão em arrecadação de impostos nos próximos dez anos. O documento mostrou, também, que 11% de toda a soja plantada no país tem sementes sem registro no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) como origem. A área é equivalente às lavouras de todo o Mato Grosso do Sul, o quinto estado brasileiro em produção. Segundo a pesquisa, o fim da pirataria de sementes de soja geraria receitas anuais de R$ 2,5 bilhões aos agricultores, R$ 4 bilhões ao setor de produção de sementes, bem como R$ 1,2 bilhão para a agroindústria de farelo e óleo de soja e R$ 1,5 bilhão nas exportações do setor. De acordo com o CEO da Céleres, Anderson Galvão, as estimativas da pesquisa tiveram como base a demanda teórica do insumo necessário para a semeadura dos 46 milhões de hectares de soja no país (safra 2023/24), ou seja, levantou-se a quantidade que as empresas credenciadas efetivamente comercializam somadas às projeções de salvamento declaradas e constatou-se o montante fruto de pirataria. Perdas de produtividade Variedades ilegais não passam por etapas de controle técnico e não têm garantia de qualidade, conforme apontam estudos de vigor e germinação conduzidos pela Embrapa. “No médio e longo prazos, o agricultor está abrindo mão de potencial de produtividade [se usar sementes piratas]. Nos últimos 25 anos, a produtividade da soja cresceu cerca de 1 hectare ao ano, crescimento que vem, principalmente, de melhorias e desenvolvimento genético. Então o agricultor que usa sementes salvas ou piratas de menor qualidade está perdendo produtividade ao longo dos anos”, contextualiza Galvão. Os responsáveis pela pesquisa enfatizam que a Lei de Proteção de Cultivares incentiva investimentos no melhoramento genético, um processo complexo que pode levar até 10 anos para ser concluído. “Quanto mais segurança jurídica nós temos, maior a possibilidade de novas variedades vindas continuamente ao mercado e, no final das contas, quem se beneficia é o produtor, porque tem produtos cada vez mais produtivos, pensados para as suas regiões e que, no final das contas, vão trazer benefícios à nossa agricultura e ao nosso país”, destaca o diretor-presidente da CropLife Brasil, Eduardo Leão. [ad_2] Source link

Alta ou queda? Confira as cotações da soja em dia de poucos movimentos

[ad_1] O mercado brasileiro da soja teve negócios moderados nesta quarta-feira (2). Segundo a consultoria Safras & Mercado, os preços não variaram, com a Bolsa de Chicago e o dólar operando em direções opostas. Os prêmios também não tiveram variação relevante. Cotações no Brasil: Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,50 Cascavel (PR): manteve em R$ 126,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 133,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00 Dourados (MS): manteve em R$ 119,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos para grão e farelo, e cotações bem mais altas para óleo. Durante todo o dia, o mercado foi pressionado pelas incertezas trazidas pelas tarifas a serem impostas pelos Estados Unidos, cujas retaliações de outros países devem afetar a demanda por produtos agrícolas norte-americanos. O anúncio detalhado deve ser feito ainda nesta tarde por Donald Trump, por volta das 17 horas (horário de Brasília). Já o óleo voltou a subir forte pela discussão de aumento na mistura de biodiesel no diesel. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 USDA Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 135.000 toneladas de farelo e torta de soja para Filipinas, a serem entregues na temporada 2024/25. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA. Contratos futuros da soja Já os contratos da soja em grão com entrega em maio de 2025 fecharam com baixa de 4,75 centavos de dólar por bushel ou 0,45%, a US$ 10,29 1/2 por bushel. A posição julho de 2025 teve cotação de US$ 10,45 por bushel, recuo de 4,25 centavos de dólar por bushel ou 0,40%. Nos subprodutos, a posição maio de 2024 do farelo fechou com perda de US$ 5,10 ou 1,74%, a US$ 287,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio de 2025 fecharam a 48,50 centavos de dólar por libra-peso, elevação de 1,06 centavo ou 2,23%. Câmbio Por fim, o dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,24%, negociado a R$ 5,6962 para venda e a R$ 5,6942 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6610 e a máxima de R$ 5,7145. [ad_2] Source link

Rebanho de cabras que viveu 200 anos sem água será estudado pela Embrapa

[ad_1] O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) concluiu em março a retirada de cabras da Ilha Santa Bárbara, no arquipélago de Abrolhos, extremo sul da Bahia. Elas serão estudadas pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e Embrapa devido à capacidade de adaptação à escassez hídrica. Segundo o ICMBio, a remoção foi necessária pelo impacto ambiental causado pelos animais exóticos, que habitavam a ilha havia mais de 200 anos. Elas viviam isoladas e conseguiram sobreviver mesmo com a ausência de fontes de água doce no local. As primeiras cabras teriam sido levadas para Abrolhos por navegadores como garantia de subsistência durante expedições, ainda no período da colonização, conforme uma publicação na página da Uesb. O arquipélago foi visitado pelo naturalista Charles Darwin em 1832. A operação seguiu o plano de manejo elaborado pelo ICMBio em 2023, retirando 27 caprinos em três expedições realizadas desde janeiro. Além do órgão federal, contou com a participação da Marinha, da Embrapa, da Uesb e da Adab (Agência de Defesa Agropecuária da Bahia). De acordo com o instituto, as cabras tinham um impacto sobre a vegetação e o solo da ilha e também interferiam na reprodução das aves marinhas, que utilizam o arquipélago como “berçário”. Proteção da vegetação e animais Erradicar as espécies exóticas foi considerado fundamental para regenerar a vegetação da Ilha Santa Bárbara e proteger as sete espécies de aves marinhas que se reproduzem em Abrolhos, incluindo a grazina-do-bico-vermelho, espécie ameaçada que tem sua maior colônia no arquipélago. “No passado, os caprinos serviam como fonte de proteína animal. Atualmente, com os recursos da vida moderna e o apoio logístico prestado bimestralmente pela Marinha aos militares que guarnecem a Ilha de Santa Bárbara, a presença dos animais tornou-se desnecessária”, afirma o Capitão de Fragata Douglas Luiz da Silva Pereira, da Marinha, que geriu a operação. Segundo a publicação de 2024 do governo federal Monitoramento da Biodiversidade para Conservação dos Ambientes Marinhos e Costeiros, o órgão já vinha trabalhando pela erradicação de roedores em Abrolhos, também invasores, por arranharem e comerem ovos das aves. O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos foi o primeiro parque marinho estabelecido no Brasil, em 1983, e abriga a formação de recifes de corais rasos (a menos de 20 metros de profundidade) mais diversa e extensa do País. Além de Santa Bárbara, a única habitável e localizada a cerca de 65 km de Caravelas (BA), Abrolhos é composto pelas ilhas Redonda, Siriba, Sueste e Guarita. Tesouro genético O campus da Uesb em Itapetinga, no interior da Bahia, recebeu 21 cabras de Abrolhos. Elas foram colocadas em quarentena e estão sendo monitoradas para garantir a adaptação ao continente e o isolamento de outros rebanhos, já que são sensíveis a doenças e parasitas. As cabras são consideradas um “tesouro genético” pelos pesquisadores da universidade. Para Ronaldo Vasconcelos, professor do curso de zootecnia da universidade, a adaptação pode ter relação com características específicas do DNA da espécie. O objetivo dos cientistas é confirmar a singularidade genética dessas cabras e entender os genes responsáveis pela resistência à falta de água potável. Ampliação do rebanho Confirmada essa singularidade, Uesb e Embrapa devem dar início a um plano de conservação para ampliar o rebanho, armazenar material genético (sêmen e embriões) e distribuí-lo para produtores rurais. Os estudos podem beneficiar a criação desses animais em um semiárido cada vez mais seco devido à mudança do clima. A criação de cabras é uma das principais atividades econômicas e de subsistência da população que habita a Caatinga, sendo muitas vezes a única fonte de proteína para famílias de baixa renda. “Esses genes podem melhorar o desempenho de animais do continente, tornando-os mais resistentes em áreas com escassez de água. Além disso, esse material genético pode ser valioso para pequenas propriedades rurais”, disse o professor de zootecnia ao portal da Uesb. [ad_2] Source link