Episódio novo do Soja Brasil no ar: acompanhe o programa 33

[ad_1] O 33º episódio do programa Soja Brasil trouxe à tona uma pauta importante para o agro: o fortalecimento do seguro rural. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) solicitou ao governo federal um reforço de R$ 1 bilhão no orçamento para subvenção ao prêmio do seguro. Apesar do aumento dos eventos climáticos extremos, a cobertura do seguro rural tem diminuído, deixando produtores mais expostos a riscos financeiros. Foram apontadas a necessidade de políticas públicas estáveis e de um fundo de estabilidade para garantir a continuidade do programa no país. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Também foi abordado o uso da cama de frango como adubo na cultura da soja, prática sustentável adotada por produtores em Cidrolândia (MS). Rico em matéria orgânica, o insumo melhora a estrutura do solo, estimula o desenvolvimento radicular das plantas e aumenta a resistência às estiagens, sendo uma alternativa eficiente para enfrentar veranicos e manter a produtividade no campo. A previsão do tempo indicou o retorno das chuvas em importantes regiões produtoras, o que tem favorecido a colheita da soja e o avanço do plantio do milho safrinha. No entanto, há alertas para volumes excessivos de precipitação em áreas do Mato Grosso e do Pará, o que pode impactar as operações no campo. O episódio ainda celebrou os 50 anos da Embrapa Soja, referência em inovação e pesquisa, com mais de 440 cultivares desenvolvidas. Também foram apresentadas atualizações sobre a ferrugem asiática, além da votação aberta para o Prêmio Personagem Soja Brasil. [ad_2] Source link
Trump diz que China ‘jogou errado’ ao retaliar tarifaço e afirma que país ‘entrou em pânico’

[ad_1] O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (4) que a “China jogou errado, eles entraram em pânico”. Mais cedo, a China anunciou que vai impor tarifas de 34% a todos os bens importados dos Estados Unidos, em resposta ao tarifaço anunciado pelo republicano na quarta-feira (2). Entrar em pânico e retaliar os EUA era “a única coisa que eles não podem se dar ao luxo de fazer”, completou Trump, em publicação em seu perfil na rede social Truth Social. [ad_2] Source link
Após frente fria, massa de ar polar fará termômetros de capitais chegarem a 10 °C

[ad_1] A frente fria que passa por parte do país vai derrubar as temperaturas em algumas regiões. O ar frio de origem polar que vem junto com este fenômeno deixará os termômetros, especialmente no Sul e Sudeste, com máximas alcançando a casa dos 20°C. Temperaturas No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 11°C neste final de semana e Curitiba (PR) 10°C. Na cidade de São Paulo, a mínima será de 15°C no domingo. Outras áreas do estado de São Paulo também vão sentir uma redução da temperatura. Chuva forte e volumosa A passagem desta forte frente fria deve causar chuva forte e volumosa no litoral norte de São Paulo nas regiões próximas da divisa com Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Rio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuva superior a 100 mm/dia. O órgão informa que há grande risco de alagamentos e transbordamentos de rios, deslizamentos de encostas, em cidades com tais áreas de risco. Hoje, a capital fluminense terá céu nublado, com os termômetros chegando aos 28°C. Algumas regiões do Centro-Oeste, Nordeste e Norte do Brasil terão pancadas de chuva à tarde, com temperaturas médias acima dos 23°C. [ad_2] Source link
Brasil poderá aumentar em 30% a mistura de etanol à gasolina

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, disse, ontem (3) em Cuiabá (MT), que o Brasil poderá aumentar a mistura do etanol na gasolina no primeiro semestre de 2025. O assunto também foi tema de discussão no Cana Summit, evento que ocorreu em Brasília essa semana. O CEO da Organização de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), José Guilherme Nogueira, afirmou que o aumento na mistura de etanol anidro à gasolina no Brasil para uma faixa de 30%, ante o atual patamar de 27,5%, ajudaria a enxugar a oferta e melhorar os preços do açúcar no país Atualmente, o mandato de adição é de 27,5% e passará para 30%. “No caso do etanol, já estamos com 27,5% e, ainda neste primeiro semestre, 30% de mistura de etanol na gasolina”, disse o ministro a jornalistas antes de participar da 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho. O Ministério de Minas e Energia (MME) havia encomendado um estudo ao Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) para verificar o impacto da ampliação da mistura. Segundo as análises e a pasta, “o estudo confirma que a nova mistura é viável do ponto de vista técnico e ambiental”. O ministro também projetou o aumento do biodiesel no diesel. “Vamos a B15 e vamos chegar a B20”. Para ser aprovado o aumento da mistura, ainda é necessário o aval do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). [ad_2] Source link
Medidas de Trump podem acelerar acordo Mercosul-UE, diz presidente da Apex

[ad_1] O tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá acelerar o processo de acordo entre o Mercosul e a União Europeia (EU). A avaliação é do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana. “Eu acho que o Brasil não tem que focar em qual vantagem a gente vai tirar nisso. Até porque o presidente Lula é do multilateralismo, propõe acordos. Mas é óbvio que, qualquer analista vai ver, se os Estados Unidos conseguirem implementar essas medidas, pode ter como consequência, por exemplo, acelerar o processo do acordo Mercosul-União Europeia”, disse, nesta quinta-feira (3),em entrevista coletiva. “Já ouvimos e vimos manifestações de líderes europeus que dizem que vão acelerar o processo de validação do acordo Mercosul-União Europeia”, acrescentou. De acordo com Viana, as novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos abrirão novas possibilidades comerciais para o Brasil e demais países. “Mas acho que, antes das possibilidades, vão vir as dificuldades. E é um risco grande. É algo que pode construir uma nova era. Alguns analistas já falam que pode ser que os Estados Unidos podem estar abrindo agora a era da China”, acrescentou. Em média, as tarifas aplicadas por Trump foram de 10% para países da América Latina, de 20% para Europa e de 30% para Ásia, mostrando que o governo americano vê como maior ameaça os países orientais. Apesar da taxa menor aplicada ao Brasil, de 10%, o presidente da Apex disse não ver “vantagem” para o país e afirmou acreditar que o tarifaço não será benéfico para o comércio global. “Eu não consigo enxergar vantagem nenhuma quando o mundo pode piorar a sua relação comercial. Foram os Estados Unidos que introduziram no mundo, há décadas, a ideia do livre mercado, dos conglomerados, dos acordos comerciais, foram eles que fizeram, dizendo que isso era melhor para o mundo. E, de fato, para o mundo ficar mais pacífico, você tem que ter um mundo mais transacional entre os países”, afirmou. Ele ressalvou, no entanto, que o Brasil poderá passar a receber mais investimentos, mas que a nova conjuntura será “ruim para todos”. “Acho que, na incerteza, o Brasil pode ter mais investimento do que tem, mas eu não estou querendo trabalhar a tese do tirar proveito ou tirar benefício, porque um mundo inseguro, um mundo em conflito, é ruim para todo mundo, inclusive o Brasil. A tese minha é essa, vai ser ruim para todos, independente de você ganhar mais aqui ou perder ali”. [ad_2] Source link
China anuncia tarifas de 34% a importações dos EUA

[ad_1] A China anunciou tarifas de 34% a todos os bens importados dos Estados Unidos, em resposta ao tarifaço anunciado pelo governo de Donald Trump. As taxas chinesas entram em vigor no dia 10 de abril, segundo comunicado da Comissão Tarifária do Conselho Estatal divulgado nesta sexta-feira (4). Na quarta-feira (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas “recíprocas” de 34% a importações da China, que se somam à tarifação anterior de 20% já em vigor. As taxas sobre exportações chinesas devem subir mais de 60%. Ontem (3), Donald Trump disse que está aberto a negociações tarifárias se outros países oferecerem “algo fenomenal” em troca. Como exemplo, afirmou que consideraria um acordo em que China aprovasse a venda do TikTok em troca de alívio tarifário. No Brasil, diversas entidades ligadas ao agronegócio se manifestaram sobre as medidas do governo dos EUA e muitos ainda avaliam o momento. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) classificou os impactos como “críticos” ou “altos” para 19 produtos, como carne bovina industrializada, outras substâncias proteicas e madeira perfilada, por exemplo. A situação cria uma iminente guerra comercial no mundo, podendo afetar o crescimento econômicos e desorganizar toda a produção do planeta nos próximos anos. [ad_2] Source link
dia refletirá impactos do tarifaço de Trump

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca os impactos do tarifaço dos EUA. O Ibovespa manteve estabilidade, apesar da queda de Vale e Petrobras. O dólar recuou para R$ 5,62, e os juros futuros caíram, reduzindo apostas de alta intensa da Selic. Nos EUA, o PMI de serviços surpreendeu, e o mercado agora aguarda o Payroll. No Brasil, destaque para a balança comercial e discussões sobre o orçamento. [ad_2] Source link
Semana termina com avanço de frente fria e alertas de tempestades

[ad_1] A frente fria começa a sair do Sul do país e a afetar o Sudeste e o Centro-Oeste em cheio. Com isso, a chuva forte muda de região. No Nordeste e no Norte do país, alertas de precipitações fortes para as capitais. Confira: Sul Na sexta-feira, a frente fria avança pelo Sudeste e, assim, a chuva diminui na Região Sul. Ainda pode chover fraco em alguns pontos de Santa Catarina durante a manhã e tarde e há previsão de pancadas de chuva em todo o Paraná, com alertas em Curitiba e no litoral. No Rio Grande do Sul não chove e as temperaturas despencam. O ar frio chega à noite em Santa Catarina e no centro-sul paranaense, com previsão de mínima invertida em alguns municípios. Sudeste A semana termina chuvosa e nublada em São Paulo, no Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais por conta da frente fria que avança e muda o padrão de circulação de ventos – que começam a soprar do oceano em direção ao continente, aumentando a umidade. A chuva é frequente e volumosa em todo o litoral paulista, Vale do Ribeira, Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e na região serrana do Rio. É alto o risco de transtornos em todas essas áreas. A temperatura começa a cair e a mínima será invertida na capital paulista. Em Vitória, dia abafado com chuvas rápidas à tarde. Em Belo Horizonte, há alerta de temporais. Centro-Oeste Os volumes de chuva aumentam no Centro-Oeste por conta da frente fria que intensifica a umidade e de instabilidades que avançam pelo interior do continente. Pode chover forte de manhã em algumas áreas de Mato Grosso do Sul, em Mato Grosso e Goiás. À tarde, a chance de pancadas de chuva cresce em todos os estados. Tem alerta para as capitais Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT). Em Goiânia (GO) e na Capital Federal, volta a chover, mas de forma rápida e isolada. Nessas áreas, temperaturas altas e tempo abafado ainda estarão presentes. Nordeste A semana termina sem mudanças na Região. Continua chovendo em várias áreas do Maranhão, Piauí e Ceará por conta da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto no Sertão o tempo é firme e com alerta de baixa umidade do ar. Norte A semana termina ainda com chuva em todos os estados. Os maiores volumes continuam entre o Amazonas, Pará e Amapá. Tem alertas em Boa Vista (RR), Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC). [ad_2] Source link
Brasil só retaliará os EUA em último caso, sem ideologias, diz relator de lei

[ad_1] O Projeto de Lei de Reciprocidade Comercial (PL 2.088/2023), aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados na noite dessa quarta-feira (2) tem, em essência, a busca por acordos comerciais, parcerias e, em caso de continuidade de conflito, a arbitragem internacional para, só em último caso, concretizar medidas de retaliação. É o que afirma o deputado federal Arnaldo Jardim, relator do PL. Em acordo costurado entre parlamentares do governo e da oposição, o texto autoriza o governo federal a adotar medidas contra países e blocos que imponham barreiras comerciais aos produtos do Brasil no mercado global. A iniciativa, que agora vai à sanção do presidente Lula, vem na esteira das medidas anunciadas também na quarta pelo mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump. O republicano estabeleceu taxa de 10% para os produtos brasileiros e de maiores valores para outros países, como 20% sobre a União Europeia, 34% sobre a China e 46% sobre o Vietnã, por exemplo. A iniciativa, em sua concepção de governo, visa implementar tarifas recíprocas a países que cobram taxa de importação de produtos norte-americanos. “O Brasil deve sempre preservar uma política de negociações amplas com todos os blocos econômicos do mundo, sem ideologizar o nosso comércio internacional, que deve se guiar pela busca de parceiros com os quais possamos vender, colocar os nossos produtos e comprarmos também. [Almejamos] um fluxo natural, previsível, e não medidas repentinas que perturbem esse andamento”, diz Jardim. Em comunicado conjunto divulgado ontem, o governo brasileiro, por meio do Ministério de Relações Exteriores (MRE) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), lamentou a decisão tomada pelo governo norte-americano. “Ao mesmo tempo em que se mantém aberto ao aprofundamento do diálogo estabelecido ao longo das últimas semanas com o governo norte-americano para reverter as medidas anunciadas e contrarrestar seus efeitos nocivos o quanto antes, o governo brasileiro avalia todas as possibilidades de ação para assegurar a reciprocidade no comércio bilateral, inclusive recurso à Organização Mundial do Comércio, em defesa dos legítimos interesses nacionais”, diz trecho da nota. [ad_2] Source link
Produtores catarinentes receberão R$ 4 milhões para produção de cereais de inverno

[ad_1] Com o objetivo de diminuir o déficit no abastecimento de milho em Santa Catarina, estado que se destaca nacionalmente pela produção de aves e suínos e, portanto, necessita do grão para ração, a edição 2025 do Projeto Cultivo de Cereais de Inverno receberá investimento de R$ 4,1 milhões da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR). Assim, a previsão é que a iniciaiva alcance até 10 mil hectares cultivados com as culturas típicas da estação, como trigo, triticale e cevada, representando aumento de 6,1% no valor por hectare apoiado. De acordo com o Programa Terra Boa, idealizador do projeto, cada agricultor participante poderá receber um incentivo financeiro de até R$ 410,00 por hectare, com um limite de 10 hectares por produtor, desde que o cereal colhido tenha como destino a produção de ração para alimentação animal. Segundo o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini, o cultivo de cereais de inverno também é uma alternativa para diversificação das propriedades e agregação de valor. “Por meio desse projeto temos o propósito de contribuir com o setor produtivo, na busca de diminuir o déficit de milho para produção de ração animal. Também é uma alternativa para o produtor rural diminuir os custos e melhorar a competitividade, com aproveitamento das áreas de plantio, rotação de culturas e proteção do solo”, destaca. Produção de milho Estudo da Epagri/Cepea mostra que para atender a cadeia produtiva de proteína animal catarinense são necesssários, atualmente, 8,5 milhões de toneladas de milho. Na safra 2023/24, o estado colheu aproximadamente 2,5 milhões de toneladas, conforme o Observatório Agro Catarinense. Desta forma, o déficit na relação de produção e consumo gira em torno de 6 milhões de toneladas, volume que precisa ser importado de outros estados e países vizinhos. Na atual safra, apesar da redução da área de cultivo de 12% em relação à temporada passada, a produção total deve se manter nos 2,5 milhões de toneladas, em função do aumento de 32% na produtividade, o equivalente a nove toneladas por hectare, recorde para o estado. [ad_2] Source link