Algodão: entressafra sustenta valores mas liquidez segue em baixa

[ad_1] Os preços do algodão em pluma seguem operando dentro de um estreito intervalo verificado desde meados de abril. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a oferta atual é restrita devido à entressafra no país, e sustenta os valores. Já a liquidez segue baixa, em decorrência da disparidade entre os preços pedidos e ofertados por agentes para lotes remanescentes da temporada 2023/24.  Dessa forma, o indicador Cepea/Esalq, com pagamento em 8 dias, vem operando entre R$ 4,30/libra-peso e R$ 4,40/lp.  De acordo com o instituto, do lado vendedor, boa parte dos produtores continuam firmes em suas ofertas, fundamentados na reação dos valores internacionais e estoques limitados. Comerciantes, por sua vez, buscam por novos negócios “casados” e/ou por aquisições de pluma para atender a programações realizadas anteriormente. Diariamente, agentes realizam contratos envolvendo a pluma das próximas safras (2024/25 e 2025/26). *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo [ad_2] Source link

Kuwait suspende importação de carne de frango de todo o Brasil

[ad_1] O Kuwait suspendeu a importação de carne de frango do Brasil, após a confirmação de um caso de gripe aviária em granja comercial em Montenegro (RS) há dez dias, segundo informações do Ministério da Agricultura. Ao todo, as exportações de carne de frango de todo o território brasileiro estão suspensas para 24 destinos, segundo levantamento mais recente do ministério. Estão pausados temporariamente os embarques de produtos avícolas brasileiros para China, União Europeia, México, Iraque, Kuwait, Coreia do Sul, Chile, Filipinas, África do Sul, Jordânia, Peru, Albânia, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Bolívia, Macedônia, Índia, Sri Lanka e Paquistão, conforme o levantamento da pasta. A lista inclui as nações que suspenderam as importações de produtos avícolas do Brasil e para os quais o Brasil interrompeu a certificação das exportações conforme prevê o acordo sanitário estabelecido com cada país. As suspensões temporárias e cautelares de compras de frango brasileiro de todo o território brasileiro, do estado do Rio Grande do Sul, do município de Montenegro ou do raio de 10 km de onde o foco foi detectado estão previstas no protocolo sanitário acordado com o Brasil e os países importadores. Há ainda 13 mercados para os quais estão impedidas as exportações de frango proveniente do Rio Grande do Sul. É o caso da Arábia Saudita, Reino Unido, União Euroasiática (Rússia, Belarus, Armênia e Quirguistão), Angola, Turquia, Bahrein, Cuba, Montenegro, Namíbia, Casaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão e Ucrânia. A restrição mais recente à carne de aves do Rio Grande do Sul veio da Namíbia, que limitou o embargo apenas ao frango gaúcho. O Japão e os Emirados Árabes Unidos suspenderam as compras de carne de frango e derivados do município de Montenegro, onde o foco da doença foi detectado, conforme prevê o protocolo acordado pelos países com o Brasil. Já os protocolos acordados entre Brasil e Cingapura, Hong Kong, Argélia, Índia, Lesoto, Mianmar, Paraguai, São Cristóvão e Nevis, Suriname, Usbequistão, Vanuatu e Vietnã preveem a regionalização dos embarques para um raio de 10 quilômetros do foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP). O governo brasileiro já está negociando com países importadores de produtos avícolas a flexibilização das suspensões das compras de carne de frango e derivados do Brasil. As conversas já estão em andamento a fim de minimizar os impactos do primeiro foco de gripe aviária em plantel comercial no país sobre a balança comercial do agronegócio brasileiro. [ad_2] Source link

confira como deve ficar o mercado para o grão hoje

[ad_1] O mercado brasileiro de soja deve ter mais um dia de negócios escassos nesta quarta-feira (28), carente de novidades e com os dois principais formadores de preços sem grandes oscilações. A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem leves perdas nesta manhã, enquanto o dólar abriu próximo à estabilidade frente o real. Nesse contexto, a comercialização tende a ser pontual. Nesta terça-feira, o mercado brasileiro de soja registrou poucos negócios, com preços mistos. Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, não houve grandes alterações, pois tanto a bolsa quanto o dólar oscilaram pouco. O dia foi de poucas ofertas. Nem tradings nem produtores estiveram muito presentes, indicou o consultor. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 128 a saca. Em Santa Rosa (RS), a cotação ficou estável em R$ 129. No Porto de Rio Grande, o preço seguiu em R$ 135 por saca. Em Cascavel (PR), a saca passou de R$ 129,50 para R$ 128. No porto de Paranaguá (PR), o preço seguiu em R$ 135. Em Rondonópolis (MT), o valor da saca subiu de R$ 115 para R$ 1160. Em Dourados (MS), o preço avançou de R$ 119 para R$ 119,50 por saca. Já em Rio Verde (GO), a saca recuou de R$ 118 para R$ 117,50. Soja em Chicago agora A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com baixa de 0,35% para o contrato julho de 2025, cotado a 10,58 centavos de dólar por bushel. O mercado volta a ser pressionado pela perspectiva de grande safra no Brasil, que compete com o produto norte-americano no cenário exportador. A alta do dólar frente a outras moedas também influencia negativamente. O bom andamento do plantio nos Estados Unidos completa o quadro baixista aos preços. [ad_2] Source link

Exportações de carne de frango de todo o país estão suspensas para 24 mercados, diz Fávaro

[ad_1] O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que as exportações de carne de frango de todo o Brasil estão suspensas para 24 destinos, enquanto outros 13 suspenderam as importações de frango proveniente do Rio Grande do Sul e outros restringiram as compras de um raio de 10 km do foco onde a gripe aviária foi detectada. “As medidas de embargos são fruto de protocolos estabelecidos nas aberturas de mercados. De 160 países que o Brasil tem relação comercial, 128 mercados continuam plenamente abertos e sem restrições nem para o Rio Grande do Sul”, disse Fávaro, nesta terça-feira (27), durante audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. “A imensa maioria dos países não se manifestou contrária às exportações do frango brasileiro e reconheceu a força do sistema brasileiro”, acrescentou o ministro. As suspensões das importações de frango brasileiro ocorrem após a confirmação de um caso de gripe aviária em granja comercial em Montenegro (RS), em 15 de maio. As suspensões temporárias e cautelares de compras de frango brasileiro de todo o território brasileiro, do estado do Rio Grande do Sul, do município de Montenegro ou do raio de 10 km de onde o foco foi detectado estão previstas no protocolo sanitário acordado com o Brasil e os países importadores. O ministro afirmou que a pasta está buscando a revisão dos protocolos para regionalização das restrições dos embarques em caso de doenças sanitárias, citando o acordo firmado com o Japão para regionalização do protocolo. “Estamos prestando informações a todos os países. Agora temos de ter a paciência de passar pelos 22 dias finais do vazio sanitário para que possamos anunciar o Brasil livre de gripe aviária e avançar na repactuação com todos os países que restringiram”, disse o ministro. “Até lá não é recomendável que fiquemos pedindo a regionalização aos países”, afirmou Fávaro. Entre os países importadores, o Brasil negocia a regionalização dos embarques com a Coreia do Sul. As tratativas estão em andamento. “É uma livre iniciativa da Coreia do Sul”, pontuou. Sobre os impactos comerciais das suspensões às exportações, o ministro afirmou que não são “alarmantes”, já que o país exporta cerca de 30% do que produz e 70% é destinado ao mercado doméstico. “Haverá um direcionamento para o mercado interno, mas não é alarmante”, observou o ministro. [ad_2] Source link

Forte otimismo do mercado impulsiona bolsa e faz dólar cair; ouça análise de especialista

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o forte otimismo nos mercados, com alta de 1,02% do Ibovespa e dólar em queda de 0,53%, a R$ 5,64, impulsionados pela prévia do IPCA abaixo do esperado. Nos EUA, bolsas dispararam e juros recuaram após dados de confiança do consumidor e trégua comercial com a União Europeia. Hoje, foco na ata do Fomc – órgão responsável pela definição da política monetária nos Estados Unidos -, reunião da Opep e dados do Caged no Brasil. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Frente fria pega em cheio 11 estados e leva temporais generalizados

[ad_1] A tão aguardada – e temida – frente fria começa para valer nesta quarta-feira. Com isso, estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e do Norte serão fortemente afetados com chuva forte, ventania e queda de temperaturas. Confira a previsão de hoje: Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados. Sul A frente fria ainda se desloca sobre parte da Região Sul e as instabilidades atuam durante a madrugada nos três estados. Destaque para a condição de chuva mais forte entre o oeste paranaense e catarinense. Risco elevado para temporais, seguidos de fortes ventos e raios, ainda nas primeiras horas do dia. No Rio Grande do Sul, a chuva se concentra principalmente na manhã e, ao longo do dia, vai gradativamente perdendo força. Sudeste O dia marca a chegada da frente fria sobre São Paulo. Ainda pela manhã, as instabilidades associadas ao sistema alcançam para o oeste paulista e se espalham para as demais regiões do estado ao longo do dia. São esperadas rajadas de vento mais fortes entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que podem ultrapassar os 70 km/h. Entre os territórios mineiro e fluminense, ainda não há previsão de chuva. Já no Espírito Santo, a entrada de ventos marítimos ainda favorece pancadas isoladas. Centro-Oeste A frente fria se desloca sobre a região e muda o tempo em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e parte de Goiás. Ainda durante a noite, são esperadas pancadas de chuva mais fortes, com possibilidade de temporais generalizados com raios, ventos fortes e possível queda de granizo. No Distrito Federal não chove e o calor ganha força. Nordeste O reforço dos ventos úmidos vindos do oceano aumenta a chuva na costa leste. Espera-se chuva mais forte entre o litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte. Pode chover de forma isolada também no litoral do Maranhão. Sertão e agreste seguem com tempo firme. Norte O avanço da frente fria, com característica mais continental, reforça as instabilidades entre o Acre e Rondônia. Risco de temporais com raios nas primeiras horas do dia. Após o avanço do sistema, há possibilidade de friagem em parte da região. Amazonas, Roraima e Amapá seguem com tempo bastante instável, com temporais mais fortes à tarde. [ad_2] Source link

Brasil notifica erradicação do foco de gripe aviária no RS à OMSA

[ad_1] O Brasil notificou à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) sobre a conclusão da política de erradicação, prevista no Plano Nacional de Contingência para Influenza Aviária, na granja comercial em que foi detectado um caso da doença em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Segundo o relatório, as ações na região foram concluídas em 21 de maio. O governo brasileiro informou também à OMSA que não foram identificados outros casos da doença durante a investigação epidemiológica conduzida pelo Serviço Veterinário Oficial na área perifocal, 3 km ao redor do surto, e na área de vigilância, 10 km do foco. Em relação à origem do foco, o Ministério da Agricultura destacou à OMSA que há similaridade no genoma sequenciado com genomas de aves silvestres infectadas já rastreados. “O sequenciamento completo do genoma detectou alta identidade com cepas previamente isoladas na América do Sul, e similaridade de 98,21% a 99,79% quando comparado com as sequências de aves silvestres relatadas. Foi detectada a presença de mutações indicando potencial adaptação a mamíferos, como já havia sido identificado nas sequências analisadas em evento anterior”, afirmou o governo brasileiro à OMSA. Segundo o ministério, não foi identificada na análise laboratorial da doença qualquer mutação relevante de resistência antiviral. “A genotipagem revelou que as amostras apresentam genótipos semelhantes aos previamente identificados em aves silvestres no Brasil”, acrescentou o ministério. A partir da conclusão da política de erradicação, o status do foco da doença foi alterado de “ocorre no país” para “ocorre na zona”, segundo a OMSA. O evento sanitário, que está em andamento, teve início em 12 de maio, conforme o relatório, e o agente é o vírus H5N1. Ao todo, 17.025 aves morreram ou foram sacrificadas, conforme relatório publicado no site da OMSA. À OMSA, o Ministério da Agricultura informou que já adotou medidas de controle do foco, como desinfecção, rastreabilidade, descarte oficial de carcaças, subprodutos e resíduos, eliminação oficial de produtos de origem animal, vigilância da zona em torno do foco, zoneamento, controle de movimentação dos produtos e abate sanitário. “Desde o início da investigação do Serviço Veterinário Oficial, o local foi colocado em quarentena, incluindo a suspensão da movimentação de aves e produtos”, esclareceu o ministério. Trata-se do primeiro caso no Brasil de gripe aviária no sistema comercial (influenza aviária de alta patogenicidade). O caso em uma granja comercial foi confirmado há dez dias em um matrizeiro (granja de produção de ovos férteis) de aves comerciais em Montenegro, segundo o ministério. A partir da desinfecção do local e contenção do foco, o Brasil está em vazio sanitário de 28 dias, período necessário para retomar o status de livre da doença, caso não haja novos casos. Foco de gripe aviária está contido, afirma Fávaro “Posso assegurar que o foco de Montenegro está contido, apesar de estarmos no quinto dia depois da desinfecção da granja e do aparecimento do foco. Pela rapidez na propagação dessa doença, pela letalidade e pela agressividade do vírus, se esse vírus tivesse escapado para outras regiões, em quatro a cinco dias teríamos novos casos”, disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, durante audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. “Isso mostra que as barreiras sanitárias funcionaram. Passados 28 dias do período incubatório do vírus, vamos declarar o Brasil novamente livre de gripe aviária. A tendência é de que isso ocorra nos próximos 22 dias”, assegurou. O ministro destacou que os trabalhadores da granja não se contaminaram com a doença. “Em paralelo, subimos a régua no sistema de alerta, chegando a ter 20 suspeitas de investigação e hoje estamos com 11. Isso não é motivo de preocupação e, sim, como deve ser, pelo menor sintoma em aves é dever do avicultor reportar ao sistema para os animais serem testados”, disse o ministro. Ele citou que neste período outra suspeita da doença em uma granja comercial em Ipumirim, no oeste de Santa Catarina, foi descartado. E mencionou que está sendo investigada neste momento uma suspeita da doença em plantel comercial em Anta Gorda, no Rio Grande do Sul, a 135 km de Montenegro e onde foi detectado um caso da doença de Newcastle no ano passado. “Estamos monitorando o mercado com toda a tranquilidade”, afirmou Fávaro. Sobre o caso confirmado nesta terça de gripe aviária em aves silvestres em Mateus Leme (MG), o ministro afirmou que a notificação é natural, dado que o vírus está presente em aves silvestres no país há dois anos e que o Brasil está na região de rotas migratórias do Hemisfério Sul para o Hemisfério Norte. “À medida que os animais que fazem essa rota têm contaminação, vão aparecer casos em animais silvestres no nosso território”, apontou. [ad_2] Source link

Projeto quer expandir bioinsumos brasileiros no mercado global

[ad_1] O mercado global de bioinsumos era estimado entre US$ 13 e 15 bilhões em 2023. Agora, novas projeções mostram que pode alcançar a cifra de US$ 45 bilhões até 2032. Para fortalecer a presença das empresas brasileiras do setor no mercado internacional, foi lançado nesta terça-feira (27), em Brasília, o Projeto Bioinsumos do Brasil, parceria entre Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e CropLife Brasil. A expansão pelo globo já tem tudo resultado em solo nacional. Segundo levantamento da CropLife Brasil, em parceria com a Blink, a taxa média de adoção dos produtos com matéria-prima natural no país subiu de 23% para 26% da área plantada. Assim, o setor mantém um ritmo de crescimento acelerado, com uma média anual de 22% nos últimos três anos, desempenho quatro vezes superior à média global. O diretor-presidente da CropLife Brasil, Eduardo Leão, destacou a liderança do país na produção da tecnologia. “O Brasil é uma das agriculturas mais competitivas do mundo e a maior agricultura tropical. Nesse contexto, temos um imenso potencial de exportar bioinsumos produzidos aqui, com 90% da matéria-prima nacional”, afirma. Segundo ele, de mil produtos, metade foram registrados nos últimos três anos. “Então é um momento decisivo para dar início a esse projeto. A estimativa é que na próxima década o Brasil represente um terço dos bioinsumos do planeta e nós vamos levar os benefícios que o país tem com esse produto para o mundo.” Avanço dos bioinsumos Na última safra, o mercado de proteção de cultivos, tanto de biológicos como de químicos, cresceu 7%. O segmento de bioinsumos avançou mais de 35%, consolidando-se como uma das tecnologias de maior expansão no agronegócio brasileiro. Para Leão, a expansão do mercado brasileiro é sustentada por três pilares fundamentais: qualidade técnica dos produtos, competitividade econômica e aderência crescente às práticas de produção de baixo impacto ambiental exigidas tanto no mercado interno quanto no mercado internacional. O secretário de Descarbonização e Economia Verde do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Rodrigo Rollemberg, destacou a oportunidade para o setor. “É um projeto importante para falar ao público externo sobre o que é a agricultura brasileira de verdade, que tem a legislação ambiental mais avançada do mundo, que tem tecnologia e agora tem bioinsumos, com os quais podemos inverter a lógica de dependência de insumos, com redução de custos e sustentabilidade. É uma grande oportunidade de mudar a imagem da nossa agricultura na COP este ano no Brasil,” apontou Rollemberg. Produto tipo exportação Foto: Embrapa/Montagem: Canal Rural O Brasil conta hoje com mais de 170 empresas produtoras de bioinsumos, responsáveis por um portfólio que já ultrapassa mil produtos registrados, consolidando o país como um polo de excelência no desenvolvimento de soluções agrícolas sustentáveis aplicadas à agricultura tropical. Segundo os organizadores, o projeto contempla uma série de ações, como participação em feiras internacionais, realização de rodadas de negócios, missões comerciais, promoção institucional e estudos de mercado. O primeiro passo é o desenvolvimento da marca institucional do projeto. O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, destacou o gesto histórico que inaugurou o projeto. “Uma parceria entre governo e indústria que sempre foi profícua e no caso dos bioinsumos tem tudo para crescer. É um momento oportuno o qual discutimos eventos climáticos e essa é uma pauta que tem a ver com o nosso ambiente. A busca por bioinsumos sempre esteve presente no nosso país e essa conexão com a natureza é fundamental. A agricultura do Brasil está fadada a encarar esses desafios e iniciativas como essas precisam florescer,” afirmou Viana. A estratégia do projeto prevê atuação prioritária nos mercados dos países vizinhos produtores agrícolas na América Latina, além de Estados Unidos e Europa. [ad_2] Source link

Soja perde a força ao longo do dia com dólar firme e EUA acelerados; saiba as cotações de hoje

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve um dia de preços mistos e fraca movimentação nesta terça-feira (27). De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário refletiu a estabilidade observada tanto na Bolsa de Chicago quanto na cotação do dólar, que apresentaram variações pouco expressivas. A ausência de grandes players, como tradings e produtores, também contribuiu para o baixo volume de negócios. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Soja no Brasil Passo Fundo (RS): manteve em R$ 128,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 129,00 Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00 Cascavel (PR): caiu de R$ 129,50 para R$ 128,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 135,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 115,00 para R$ 116,00 Dourados (MS): subiu de R$ 119,00 para R$ 119,50 Rio Verde (GO): caiu de R$ 118,00 para R$ 117,50 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sessão de ontem com leve alta, refletindo um mercado ainda cauteloso após o feriado nos Estados Unidos. O anúncio sobre o adiamento de tarifas referente aos produtos da União Europeia deu sustentação inicial às cotações. Com o passar do dia, porém, o mercado perdeu força diante da valorização do dólar frente a outras moedas e da retração dos preços do petróleo. Investidores seguem atentos à evolução das lavouras americanas, com plantio avançando em ritmo superior à média dos últimos anos. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará às 17h o novo relatório de condições das lavouras, com dados atualizados sobre a semeadura nos principais estados produtores. Contratos futuros Os contratos da soja em grão com entrega em julho encerraram com alta de 2,25 centavos de dólar (0,21%), cotados a US$ 10,62 1/2 por bushel. A posição novembro subiu 0,25 centavo (0,02%), fechando em US$ 10,50 3/4 por bushel. Nos subprodutos, o farelo para julho teve leve alta de US$ 0,10 (0,03%), para US$ 296,30 por tonelada. O óleo com vencimento em julho avançou 0,22 centavo (0,44%), para 49,57 centavos de dólar por libra-peso. Dólar O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,52%, cotado a R$ 5,6457 na venda e R$ 5,6437 na compra. A moeda americana oscilou entre R$ 5,6413 (mínima) e R$ 5,6718 (máxima) ao longo do pregão. [ad_2] Source link

Adiamento de dívidas de produtores gaúchos será aprovada até sexta, diz Fávaro

[ad_1] Em audiência no Senado nesta terça-feira (27), o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, ressaltou que o governo entende a necessidade de prorrogar as dívidas de produtores rurais do Rio Grande do Sul. Segundo ele, o voto da resolução – que precisa passar por aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN) – já está pronto e a expectativa é que o aval ocorra ainda nesta semana, no mais tardar na sexta-feira (30). Fávaro ressaltou, inclusive, que o processo contemplará débitos já vencidos. De acordo com Fávaro, a estimativa do governo é que sejam necessários R$ 136 milhões do orçamento de 2025 para que o adiamento das dívidas seja contemplado. Ainda assim, o ministro reconheceu que não há definição a respeito de quais programas a verba será remanejada. Para isso, afirmou manter conversas com Fernando Haddad, da Fazenda, e Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento. Para o chefe da Agricultura, é pertinente que parte do dinheiro para a absorção das dívidas seja proveniente do Fundo Clima. “A crise no Rio Grande do Sul é basicamente gerada por mudança climática, então por que não recurso do Fundo Clima para que possa fazer a recuperação das áreas com caucário, com fosfato, com matéria orgânica, com irrigação.” [ad_2] Source link