Frente fria avança e leva chuva à região produtora de soja; saiba qual

[ad_1] A previsão do tempo para esta semana indica boas condições para os trabalhos em campo nas principais regiões produtoras de soja do Brasil. A expectativa é de chuvas bem distribuídas e em volumes que, na maioria dos casos, não devem atrapalhar o andamento das atividades. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 No Pará, principalmente nas regiões oeste e noroeste do estado, os volumes de chuva continuam elevados, com acumulados acima de 70 a 80 mm nos próximos cinco dias. O solo já se encontra com excesso de umidade, o que pode dificultar os trabalhos agrícolas nessas áreas. Frente fria avança e leva chuva ao Matopiba Uma frente fria avança sobre o país e leva precipitações para a Bahia, o interior do Nordeste e toda a região do Matopiba. Os volumes variam entre 20 mm e 50 mm. A umidade do solo deve se manter favorável, sem grandes prejuízos às operações em campo, especialmente nas áreas de milho segunda safra. O tempo nas lavouras de soja do Centro-Oeste No Centro-Oeste, a chuva retorna ao Mato Grosso do Sul, mas em volumes pouco expressivos. Em Goiás, o tempo deve ser mais quente e seco ao longo da semana. Já no centro-norte de Mato Grosso, é necessário atenção: acumulados acima de 70 mm em cinco dias podem afetar o manejo em campo. Chuvas no Sudeste Na região Sudeste, chuvas pontuais atingem São Paulo e o interior de Minas Gerais, com volumes entre 20 mm e 30 mm. Esses índices são considerados adequados para manter a umidade do solo, sem impedir o avanço das atividades agrícolas. O contraste nas lavouras de soja do Sul O tempo quente e seco no Paraná já começa a causar certa restrição hídrica nas lavouras de milho segunda safra. Mesmo assim, os trabalhos em campo seguem sem grandes entraves. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o cenário é diferente: acumulados de até 50 mm nos próximos cinco dias ajudam a manter a umidade do solo em boas condições. [ad_2] Source link
empresa ‘ressuscita’ espécie extinta há mais de 10 mil anos

[ad_1] Extintos há mais de 10 mil anos, os lobos-terríveis (do nome dire wolves, em inglês) formaram uma dinastia que imperou de forma absoluta nas Américas. Grandes predadores, de cerca de 80 kg, destacavam-se por suas garras e dentes afiados, capazes de dilacerar presas muito maiores, como bisões-antigos e mastodontes. Agora, a espécie, que ficou famosa na série de TV Game of Thrones, sendo o símbolo da família Stark, foi restaurada em laboratório pela startup Colossal Biosciences. Os animais nasceram em outubro do ano passado, mas o feito inédito foi anunciado apenas nesta segunda-feira (7). Assim, três novos espécimes foram desenvolvidos: Remus e Romulus (em homenagem aos irmãos Rômulo e Remo, mitologicamente ligados à fundação de Roma e que foram alimentados por uma loba), ambos com seis meses, e sua irmã menor, chamada Khaleesi (menção a uma das proganismistas da série). Foto: Colossal Bioscienses De acordo com a empresa, os animais estão sendo tratados e nutridos em um centro de preservação da vida selvagem nos Estados Unidos. Contudo, a localização exata é mantida em segredo para evitar visitas de curiosos. Jornalistas da revista Time visitaram os lobos e relataram que o comportamento deles é selvagem: apesar de filhotes, não integem com os humanos e mostram desconfiança até mesmo com os cuidadores. Os lobos-terríveis, embora visualmente semelhantes aos lobos cinzentos e chacais de hoje em dia, tinham uma linhagem genética distinta. “Ao contrário dessas duas espécies que podem produzir descendentes híbridos com espécies relacionadas, não há dados atuais mostrando cruzamento entre lobos terríveis e outros canídeos”, diz a startup, em seu site. Como o lobo-terrível foi clonado? Foto: Colossal Bioscienses A Colossal explicou, em nota, que para clonar os lobos-terríveis, analisou o DNA preservado em fósseis de dentes datados de 13 mil anos e um crânio de 72 mil anos. Em seguida, para decodificar o genoma dos animais, reescreveu o código genético do lobo cinzento com ferramentas de edição genética, como o CRISPR Cas-9 – mesma tecnologia utilizada para desenvolver soja mais resistente à seca – e usou cães domésticos como mães de aluguel. A Colossal destacou, ainda, que estuda a clonagem de outros animais extintos há milhares de anos, como o dodô e o mamute-lanhoso, assim como o tilacino, popularmente conhecido como tigre-da-Tasmânia, cujo último exemplar data da década de 1930. Para que ressuscitar animais extintos? A empresa ressaltou que “ressuscitar” espécies em extinção tem uma função nobre, visto que o conhecimento adquirido com o processo pode ser usado para ajudar outras espécies que estão ameaçadas, como o lobo-vermelho. Além disso, a startup anunciou em março deste ano que conseguiu copiar o DNA do mamute, conseguido copiar o DNA do mamute, algo que pode auxiliar no desenvolvimento de espécies mais resilientes de elefantes, capazes de resistir às alterações de habitat causadas pelas mudanças climáticas. A prática, contudo, não tem passado alheia às críticas. Cientistas de fora alertam que há dilemas éticos envolvidos na clonagem de animais extintos. Os lobos usados como barrigas de aluguel, por exemplo, correm o risco de morrer no parto e reintroduzir animais extintos há milhares de anos pode causar grandes desequilíbrios em ecossistemas já estabelecidos. Por outro lado, de acordo com o CEO da Colossal, Ben Lamm, e a diretora científica da empresa, Beth Shapiro, a pesquisa genética e a recriação desses animais é a forma mais eficaz de evitar a perda da biodiversidade. *Com informações da Veja [ad_2] Source link
veja como o mercado se comportou neste início de semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços em alta nesta segunda-feira (7). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o posicionamento das escalas de abate (cinco a seis dias úteis na média nacional) e da necessidade de boa quantidade de compras durante a primeira quinzena do mês. O analista da consultoria Safras & Mercado ressalta que as exportações seguem em ótimo nível na atual temporada, com o maior volume de embarques já registrado para um primeiro trimestre. São Paulo: R$ 326 Goiás: R$ 319,82 Minas Gerais: R$ 312,35 Mato Grosso do Sul: R$ 320,45 Mato Grosso: R$ 318,18 Mercado atacadista O mercado atacadista abriu a semana com preços firmes, ainda com expectativa de novos reajustes no curto prazo. O quarto traseiro segue cotado a R$ 26, por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,00 por quilo e a ponta de agulha é precificada a R$ 18,00 por quilo. Exportação de carne As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam em abril US$ 185,193 milhões em abril (4 dias úteis), com média diária de US$ 46,298 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 37,420 mil toneladas, com média diária de 9,355 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.949,00. Em relação a abril de 2024, houve alta de 8,2% no valor médio diário da exportação, perda de 0,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 9,2% no preço médio. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,29%, sendo negociado a R$ 5,9108 para venda e a R$ 5,9088 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8163 e a máxima de R$ 5,9323. [ad_2] Source link
veja como fechou o mercado hoje

[ad_1] O mercado brasileiro de milho esteve travado nesta segunda-feira (7). A postura dos consumidores segue inalterada, retraídos nas negociações, esperando por novas quedas no curto prazo. Por outro lado, os produtores estão fixando ofertas, mas com preços semelhantes ao registrado no fechamento da última semana. As indicações em Santos e Paranaguá progrediram, com avanço do dólar e prêmio. Mercado atento na tensão global, nos movimentos do câmbio e dos futuros do milho e na evolução climática. Veja os preços da saca de milho hoje Porto de Santos (SP): de R$ 74,50 a R$ 80 (CIF) Porto de Paranaguá (PR):de R$ 74 a R$ 80 Cascavel (PR): de R$ 74 de R$ 76 Mogiana (SP): de R$ 85 a R$ 86, Campinas (SP): de R$ 89 a R$ 90 Erechim (RS): de R$ 75 a R$ 77 Uberlândia (MG): de R$ 78 a R$ 79 Rio Verde (GO): de R$ 76 a R$ 78 (CIF Rondonópolis (MT): de R$ 78 a R$ 82 Milho em Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com baixa predominante nos preços. A maior parte das posições foi pressionada desde o início do dia pelo forte recuo do petróleo em Nova York e pelas tarifas sobre todos os produtos americanos por parte da China. Além disso, a expectativa de que haja um aumento no plantio dos Estados Unidos complementou o cenário negativo. A queda foi contida pela fraqueza do dólar frente a outras moedas e pelos sinais de que ainda há uma demanda positiva pelo cereal americano. Seguindo a volatilidade do dia, as posições maio/25 e julho/25 fecharam com valorização, enquanto as demais caíram. As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.582.773 toneladas na semana encerrada no dia 3 de abril, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, haviam atingido 1.646.852 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.464.970 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1° de setembro, as inspeções somam 35.582.389 toneladas, contra 27.382.416 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Contratos futuros Na sessão, os contratos com entrega em maio de 2025 fecharam com baixa de 0,25 centavo, ou 0,05%, cotados a US$ 4,57 1/2 por bushel. Os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com avanço de 0,25 centavo, ou 0,05%, cotados a US$ 4,65 1/2 por bushel. [ad_2] Source link
Segunda-feira de altos movimentos no mercado da soja; confira as cotações no Brasil

[ad_1] A segunda-feira (7) foi marcada por movimentação no mercado brasileiro de soja. A combinação de valorizações nos preços futuros em Chicago, na taxa de câmbio e nos prêmios de exportação sustentou os preços internos e incentivou a comercialização. Segundo a Safras & Mercado, grandes volumes foram negociados tanto pela indústria quanto para exportação. Preços da soja no país Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131,00 pra R$ 132,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 132,00 pra R$ 133,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 135,00 pra R$ 136,50 Cascavel (PR): subiu de R$ 128,00 pra R$ 130,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,00 pra R$ 136,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 117,00 pra R$ 118,00 Dourados (MS): subiu de R$ 120,00 pra R$ 121,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 pra R$ 118,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia sem direção definida. As posições mais próximas tiveram leve alta, enquanto os vencimentos mais distantes recuaram. A sessão foi bastante volátil, influenciada pelas tensões da guerra comercial entre Estados Unidos e China. O presidente Donald Trump ameaçou novas tarifas contra a China, caso não haja recuo na sobretaxa de 34% imposta recentemente. Esse cenário elevou a aversão ao risco, embora algumas operações de barganha tenham sustentado os contratos mais curtos. O mercado segue atento à colheita sul-americana e ao relatório do USDA, previsto para quinta-feira, com projeções de pouca mudança no quadro americano. Espera-se corte leve nas estimativas de safra do Brasil (de 169 milhões para 168,9 milhões de toneladas) e da Argentina (de 49 milhões para 48,7 milhões). Colheita no Brasil No Brasil, a colheita da safra 2024/25 chegou a 86,6% da área até 4 de abril, segundo levantamento da Safras & Mercado. O ritmo é mais acelerado que o do ano passado (78,2%) e acima da média dos últimos cinco anos (83,1%). As inspeções de exportação de soja dos EUA somaram 804.270 toneladas na semana encerrada em 3 de abril, ligeiramente abaixo das 813.069 toneladas da semana anterior. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão para maio fecharam com alta de 6,00 centavos de dólar (0,61%), a US$ 9,83 por bushel. A posição julho subiu 4,00 centavos (0,40%), a US$ 9,97 por bushel. Nos subprodutos, o farelo para maio teve alta de US$ 5,30 (1,87%), a US$ 288,40 por tonelada. Já o óleo de soja recuou 0,69 centavo (1,5%), para 45,15 centavos de dólar por libra-peso. Câmbio O dólar comercial teve forte valorização nesta segunda, encerrando com alta de 1,29%. A moeda norte-americana foi cotada a R$ 5,9108 para venda e R$ 5,9088 para compra. Ao longo do dia, oscilou entre R$ 5,8163 e R$ 5,9323. [ad_2] Source link
Brasil tem reservas para enfrentar decisões de Trump, diz Lula

[ad_1] O Brasil tem reservas internacionais suficientes para enfrentar as decisões do governo Donald Trump, disse nesta segunda-feira (7) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante anúncio de investimentos do setor de logística em Cajamar, São Paulo, o presidente reiterou que a economia voltará a crescer mais que o previsto em 2025. “Nós pagamos a dívida externa brasileira. Nós, pela primeira vez, fizemos uma reserva [internacional] de US$ 370 bilhões, o que segura este país contra qualquer crise. Mesmo o presidente Trump falando o que ele quer falar, o Brasil está seguro porque temos um colchão de US$ 350 bilhões, que dá ao Brasil e ao ministro da [Fazenda] Fernando Haddad uma certa tranquilidade”, disse Lula, em evento promovido pela empresa de comércio eletrônico Mercado Livre. Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), as reservas internacionais estavam em US$ 338,6 bilhões na última sexta-feira (7). No entanto, se contar os cerca de US$ 17 bilhões leiloados pelo BC desde o ano passado com compromisso de serem recomprados ao longo deste ano, o total sobe para US$ 355,6 bilhões. Crescimento da economia Durante o evento, o Mercado Livre anunciou investimentos de R$ 34 bilhões no Brasil apenas neste ano. Para o presidente, as apostas da empresa no país são justificadas porque a economia brasileira continuará a crescer acima do previsto neste ano, por causa de medidas recentes do governo para estimular o crédito e o consumo. “Agora, as pessoas dizem: ‘A economia vai desacelerar, ela vai crescer menos’. E eu quero dizer para vocês, na frente dos trabalhadores do Mercado Livre, que a economia brasileira vai surpreender. Porque essa gente que fica discutindo o chamado mercado, essa gente que fica discutindo a economia não conhece o microcrédito funcionando, e o dinheiro chegando na mão de milhares e milhões de pessoas”, declarou Lula. Segundo o presidente, a melhoria na economia já vem sendo percebida nos últimos anos, ao citar, como exemplo, que categorias profissionais tiveram reajuste salarial acima da inflação. “O salário mínimo já aumentou acima da inflação por dois anos consecutivos. O emprego voltou a crescer todo o ano. E o crédito está acontecendo com muita força nesse país, muita força”, destacou. Sem dependência dos EUA Desde que Donald Trump anunciou a aplicação de tarifas a produtos de outros países, chamado tarifaço, bolsas de valores de diversos país tiveram quedas. Para o presidente, o crescimento no Brasil não vai depender de outros países. “Não depende de ninguém, não depende dos Estados Unidos, não depende da China, não depende da África, só depende de nós brasileiros”, disse. “É isso que nós queremos: não queremos nada demais. Nós só queremos ser tratados com respeito, com dignidade, porque nós temos esse direito porque quem produz a riqueza desse país são vocês”, afirmou [ad_2] Source link
Guerra comercial, câmbio e clima: os fatores que movimentaram a soja e o milho

[ad_1] A semana foi marcada por diferentes acontecimentos econômicos que impactaram os mercados de soja e milho, no Brasil e no exterior. Segundo a plataforma Grão Direto, a intensificação da guerra comercial entre Estados Unidos e China, aliada a dados econômicos robustos nos EUA e movimentações na área de plantio americana, trouxe volatilidade aos preços e influenciou decisões estratégicas de produtores e tradings. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O principal destaque da última semana foi o agravamento da disputa comercial entre Estados Unidos e China. Na quarta-feira (2), o presidente norte-americano Donald Trump anunciou novas tarifas sobre diversos países. Em resposta, a China divulgou na sexta-feira (4) um aumento de 34% nas tarifas sobre produtos agrícolas americanos, incluindo a soja, o que torna inviáveis as exportações dos EUA para o país asiático. A medida favorece diretamente a soja brasileira, que já vinha sendo beneficiada desde o início do conflito comercial em 2018. Com isso, os prêmios de exportação subiram nos portos brasileiros, enquanto os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) para maio encerraram a semana em queda, cotados a US$ 9,77 por bushel, recuo de 3,41%. Mercado no Brasil segue firme No mercado interno, os preços da soja seguiram sustentados pela demanda internacional aquecida e pela competitividade frente ao produto americano. O índice de soja exportação da Grão Direto iniciou a semana a R$ 133,66 por saca e fechou a R$ 134,10 na sexta-feira. Apesar da estabilidade nos preços, gargalos logísticos e a alta nos fretes continuam a dificultar o escoamento da safra recorde nacional. Óleo de soja sofre impacto As cotações do óleo de soja recuaram mais de 4% ao longo da semana, pressionadas pela queda do petróleo, que acumulou baixa de 7,5%. O óleo de soja, amplamente utilizado na produção de biocombustíveis, acompanha diretamente os movimentos do setor energético. Além disso, a desvalorização do óleo de palma no mercado internacional também reforçou o cenário de baixa, pressionando as cotações da soja em grão. USDA O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, na última segunda-feira, aumento de 5% na área plantada de milho (95,3 milhões de acres) e redução de 4% na área de soja (83,5 milhões de acres) para a próxima safra. A mudança reflete a tentativa de produtores americanos de reduzir os impactos das tarifas chinesas sobre a soja, uma vez que o milho é menos dependente da exportação. A reconfiguração das áreas de plantio pressionou os preços futuros das commodities em Chicago e reforçou o cenário de competição internacional mais acirrada. O avanço do dólar O dólar comercial encerrou a semana cotado a R$ 5,83, com alta acumulada de 3,85%. O avanço da moeda americana foi impulsionado pelos dados do payroll norte-americano, que registrou a criação de 228 mil empregos em março, acima das expectativas. A divulgação reforçou o otimismo com a economia dos Estados Unidos e fortaleceu o dólar globalmente. Além disso, o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais, provocado pela escalada da guerra comercial, também beneficiou moedas fortes. No Brasil, a valorização cambial melhora a competitividade das exportações agrícolas, mas impõe pressão sobre os custos de produção, já que diversos insumos são cotados em dólar. [ad_2] Source link
BR-101 é liberada após caminhão tombar e incendiar 21 carros

[ad_1] O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina (CBMSC) conseguiu controlar controlar as chamas que tomaram conta da BR-101, no domingo (6), na região do Morro dos Cavalos na Grande Florianópolis, após um caminhão-tanque que transportava álcool etílico tombar na pista, provocando um incêndio de grandes proporções. Após o acidente, o combustível vazou e se espalhou pela via. Ao entrar em ignição, o etanol provocou a queima de 21 automóveis e três carretas. A ocorrência mobilizou 36 bombeiros de diversas cidades da região e demandou mais de 12 horas de trabalho ininterrupto. A operação foi concluída por volta das 3h da manhã desta segunda-feira (7) e a pista foi totalmente liberada às 5h07. “Esta operação foi uma das mais complexas enfrentadas pelas equipes do nosso Corpo de Bombeiros. Nosso trabalho inicial foi voltado ao controle do risco e ao combate às chamas. A situação era extremamente perigosa, pois o líquido inflamável escoou por baixo dos veículos parados e, ao pegar fogo, ameaçava causar uma tragédia ainda maior”, explicou o comandante-geral do CBMSC, coronel Fabiano de Sousa. O combate direto ao incêndio levou cerca de quatro horas e meia, sendo seguido pela etapa de transbordo da carga restante — cerca de 22 mil litros de etanol que permaneceram no tanque do caminhão —, o destombamento do veículo e a liberação da pista. Apesar da gravidade da ocorrência, apenas cinco pessoas ficaram feridas, todas com queimaduras e lesões consideradas leves. “A estratégia adotada pelas equipes foi fundamental para evitar uma tragédia com o fogo se propagando para mais veículos e possíveis outras vítimas”, complementa o coronel. A operação contou com o apoio de diversas instituições: Instituto do Meio Ambiente (IMA), Prefeitura de Palhoça, Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil, Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). [ad_2] Source link
Hoje é o último dia para votar no Prêmio Personagem Soja Brasil!

[ad_1] Ainda dá tempo de escolher seu pesquisador ou produtor favorito e ajudar a reconhecer os profissionais que impulsionam o avanço e a sustentabilidade da soja no Brasil. A votação se encerra nesta segunda-feira, 7 de abril, às 16h (horário de Brasília). Para participar, basta acessar o link, preencher seus dados e confirmar seu voto. É rápido, simples e faz a diferença. Foto: Prêmio Personagem Soja Brasil Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Conheça os indicados ao Prêmio Soja Brasil: Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul (MS), alia tradição e inovação no cultivo da soja. Sua família suíça se estabeleceu no Brasil em 1921, e ele segue investindo no crescimento sustentável da produção. Outro indicado é Anderson Cavenaghi, professor e doutor em proteção de plantas no Mato Grosso, se especializou no controle de plantas daninhas e no uso de herbicidas, promovendo maior produtividade e sustentabilidade nas lavouras do Cerrado. Já Cecilia Czepak, professora na Escola de Agronomia da UFG, em Goiás, é referência no manejo integrado de pragas, desenvolvendo estratégias eficazes para o controle de pragas na soja. Claudia D’Agostini, produtora em Sabáudia (PR), assumiu a fazenda da família ao lado da irmã e busca inovações para aumentar a produtividade e fortalecer a sucessão familiar na agricultura. Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja no Paraná, é especialista em manejo de solos. Seus estudos impactam diretamente a produtividade e a sustentabilidade das lavouras. Para finalizar o time dos indicados, Oliverio Alves de Melo, produtor rural em Balsas (MA), atua no desenvolvimento agrícola desde 1995 e participa do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado. [ad_2] Source link
Inmet emite alerta laranja de perigo para quatro regiões

[ad_1] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu três alertas na cor Laranja para ocorrência de chuva forte em dez estados brasileiros nesta segunda-feira (7). Segundo o instituto, o grau de severidade é de perigo com riscos potenciais. O órgão informa que as chuvas podem ter um acumulado de 50 a 100 mm/dia. As regiões atingidas correm o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco. Áreas afetadas pelas chuvas: Na região Sul, o Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, Metropolitana de Porto Alegre, Sudeste Rio-grandense, Nordeste Rio-grandense, Centro Oriental Rio-grandense e Sul Catarinense são locais com possibilidade dessas ocorrências. No Sudeste, os estados do Espírito Santo e Minas Gerais podem sofrer com as chuvas. Na região Nordeste, cidades do sul da Bahia, do norte do Ceará, do Maranhão e do Piauí também correm risco. Na região Norte do Brasil, o Amapá e uma grande área do Pará estão no mapa com possibilidade de chuva forte. Inmet emitiu três alertas Laranja na manhã desta segunda-feira Foto: divulgação/ Inmet Instruções O Inmet orienta que as pessoas evitem enfrentar o mau tempo e observem alteração nas encostas. “Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de situação de inundação, ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos”, diz o órgão. Outras informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). [ad_2] Source link