Paraná reafirma protagonismo na produção de mel no Brasil

[ad_1] Com iniciativas que unem inovação, sustentabilidade e empreendedorismo rural, o Paraná (PR) reafirma seu protagonismo na produção de mel no país. De acordo com o IBGE, o estado é o segundo maior produtor nacional, com um Valor Bruto de Produção (VBP) de R$ 161 milhões em 2023. Foram cerca de 10 mil toneladas de mel produzidas no ano passado, reforçando a posição do Paraná como referência no setor apícola brasileiro. Os números de exportação também impressionam. Apenas no primeiro semestre de 2024, o volume exportado cresceu 113%, levando o mel paranaense a 23 países. Esse desempenho evidencia o reconhecimento internacional da qualidade do produto originado nas terras paranaenses. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Produção sustentável e apoio técnico Para a consultora do Sebrae/PR, Maria Isabel Guimarães, o principal desafio agora é ampliar a produção de forma sustentável. “A demanda internacional é crescente, principalmente de países exigentes como Alemanha e Estados Unidos. Isso impõe ao produtor o compromisso com padrões de excelência e respeito ambiental”, destaca. Durante visita oficial à sede do Sebrae/PR, em Curitiba, o presidente da entidade, Décio Lima, conheceu de perto o projeto ‘Jardins de Mel’ — uma iniciativa que combina preservação ambiental e educação sobre as abelhas nativas sem ferrão. As colmeias, instaladas na área externa do prédio do Sebrae/PR, são feitas de madeira e adaptadas para que as abelhas possam se desenvolver e produzir mel de forma natural e sustentável. Ao observar a estrutura, Lima destacou o modelo como referência para uma economia mais robusta, com qualidade e sustentabilidade em todas as etapas do processo. “O povo paranaense possui o perfil empreendedor de quem tem paixão pelo que constrói. Os produtores de mel fazem uma diferença extraordinária, porque trabalham dentro de um modelo de economia sustentável, que gera riqueza sem agredir o meio ambiente. As iniciativas daqui mostram, com clareza, que é possível estabelecer marcos regulatórios com esses conceitos, buscando sustentabilidade com inclusão”, afirmou Lima. No Paraná, a produção de mel se tornou exemplo de atividade produtiva que une preservação ambiental, geração de renda e inclusão produtiva para pequenos empreendedores rurais. Mel com identidade e origem garantida Outro ponto de destaque é o reconhecimento do mel paranaense por meio da certificação de Indicação Geográfica (IG), que assegura a identidade e a qualidade do produto conforme sua origem. Atualmente, três tipos de mel do Paraná já possuem essa certificação: o mel de Ortigueira, o mel do Oeste do Paraná e o mel de melato da Bracatinga do Planalto Sul do Brasil. Outros dois — o mel de Prudentópolis e o mel de Capanema — têm pedidos de IG protocolados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A certificação garante ao consumidor que o produto vem de uma região específica e apresenta características únicas do território. Isso agrega valor ao mel, fortalece a identidade do produtor rural e estimula o desenvolvimento regional por meio do turismo e da valorização cultural. A estratégia do Sebrae de incentivar esse tipo de qualificação demonstra que o futuro do agronegócio está cada vez mais ligado à diferenciação de produtos, à rastreabilidade e à responsabilidade ambiental — fatores que fortalecem o posicionamento do Paraná no cenário nacional e internacional da apicultura. [ad_2] Source link
Associações discutem detalhes para pavimentação de 86 km da Estrada da Linha Branca

[ad_1] Os detalhes para a pavimentação de 86 km da Estrada da Linha Branca, foram discutidos na manhã desta segunda-feira (7), entre associações de produtores do Oeste da Bahia, em Correntina (BA). Realizada na Fazenda Branca, a reunião foi entre as diretorias da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e o presidente da Associação de Produtores Linha Branca/Cambará, Robson Catellan, que reforçou a parceria estratégica entre as associações e o Governo do Estado. O projeto tem como objetivo modernizar a estrada, crucial para o escoamento da produção agrícola da região do Rosário (distrito de Correntina), que abrange aproximadamente 130 mil hectares de área produtiva. De acordo com a Aiba, a pavimentação garantirá maior mobilidade e segurança no tráfego de pessoas e mercadorias, especialmente durante o período chuvoso, quando a circulação costuma ser prejudicada. Foto: Divulgação/ Aiba Benefícios Além de fortalecer a economia regional, a obra de pavimentação da Estrada da Linha Branca, também trará benefícios diretos à população local, ao melhorar o acesso a serviços essenciais, como saúde, educação e segurança. A melhoria das condições de transporte facilitará a chegada de profissionais e recursos para atender às comunidades, especialmente em períodos de dificuldades climáticas, quando as vias atuais são muitas vezes intransitáveis. A iniciativa destaca o papel fundamental das associações do agro na articulação e execução de obras que impulsionam o desenvolvimento econômico, social e a melhoria da qualidade de vida na Bahia. A união entre o setor produtivo e o poder público é vista como um passo decisivo para atrair investimentos, gerar empregos, fortalecer a infraestrutura e garantir melhores condições de vida à população de toda a região Oeste do estado. “Esta obra, fruto da parceria entre as associações e o governo da Bahia, é de extrema importância para a região. Ela vai facilitar a mobilidade, o escoamento da produção agrícola e impulsionar investimentos, além de melhorar o acesso a serviços essenciais, gerando novas oportunidades de emprego e desenvolvimento para todo o estado”, ressaltou Moisés Schmidt, presidente da Aiba. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link
instabilidades causam chuvas fortes em quatro das cinco regiões do país

[ad_1] Após um fim de semana de muita chuva na região Sudeste, principalmente no estado do Rio de Janeiro, uma área de baixa pressão pode causar novos temporais, desta vez, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A passagem de uma frente pelo litoral da Bahia, e a presença da Zona de Convergência Intertropical espalha nuvens carregadas e também provocam fortes pancadas de chuva em diversas áreas. O ar frio de origem polar, que derrubou os termômetros no centro-sul do Brasil, se afasta cada vez mais do país e as temperaturas sobem nesta terça-feira (8). Veja os detalhes da previsão do tempo na sua região: Chuvas no Sul Alerta para temporais no leste e norte do Rio Grande do Sul e na Grande Porto Alegre. A chuva mais forte acontece na madrugada e pela manhã. Todo estado de Santa Catarina também fica em alerta para temporais nesta terça-feira. Atenção para pancadas de chuva moderada a forte intensidade no centro-oeste e sul do Rio Grande do Sul e em todo o estado do Paraná. Há risco de chuva forte nesta terça-feira em Curitiba, Florianópolis e em Porto Alegre. Região Sudeste Atenção fica por conta das pancadas de chuva moderadas a fortes no oeste de São Paulo e na divisa de São Paulo com o Paraná. No restante da região haverá predomínio do sol. Região Centro-Oeste Atenção para temporais na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia e no extremo norte de Mato Grosso, na divisa com o Pará. Nas demais áreas de Mato Grosso, no extremo sul de Goiás e em Mato Grosso do Sul, o alerta é para pancadas de chuva moderadas a fortes. Mapa mostra as regiões sujeitas a temporais nesta terça-feira (8) Foto: divulgação/ Climatempo Região Nordeste Alerta para temporais no litoral sul da Bahia e na região litorânea do Maranhão, próximo ao Pará. No interior do Maranhão, no norte do Piauí e do Ceará e no sul da Bahia, divisa com Minas Gerais, esta terça-feira é de atenção para pancadas de chuva moderada a forte. Região Norte Quase todos os estados passam esta terça-feira em atenção para pancadas de chuva moderadas a fortes. [ad_2] Source link
Mapa recebe ministro da Agricultura do Peru e discute comércio

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, se reuniu na última segunda-feira (7) com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Irrigação do Peru, Ángel Manero Campos. O encontro, realizado na sede do Ministério da Agricultura (Mapa) em Brasília,teve como objetivo a ampliação das relações de comércio entre os dois países. Dentre outros pontos, o ministro Fávaro destacou que uma relação comercial equilibrada é baseada em trocas mútuas. Os principais produtos que a delegação peruana se interessou em exportar para o Brasil são a batata, o morango e a framboesa. Da mesma forma, o Brasil tem interesse em avançar na exportação de carne de aves para o país andino. “Como diz o presidente Lula, ele nos dá a missão de percorrer o mundo abrindo mercados e negociando. Mas, para vender, também é preciso comprar. Estamos apostando muito na ampliação das relações comerciais com o Peru”, disse Fávaro. Outro ponto de destaque foi a vantagem estratégica proporcionada pelo Porto de Chancay, na costa peruana. A estrutura pode representar uma rota mais ágil para o comércio entre os dois países promovendo maior integração logística e redução dos custos. Por fim, o ministro também mencionou a robustez do sistema sanitário brasileiro. Fávaro relembrou que o país é um dos poucos que não apresenta registro de gripe aviária em seus plantéis comerciais. [ad_2] Source link
Manejo ecológico em propriedade rural será tema de seminário no IEA; veja como participar

[ad_1] O Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, realizará nesta quarta-feira (9), às 14h, mais um seminário do seu Ciclo de Estudos em 2025. A palestra “Manejo ecológico da propriedade agrícola” será apresentada por Afonso Peche Filho, pesquisador científico do Instituto Agronômico (IAC-Apta), e abordará a requalificação ambiental de propriedades agrícolas que exigem uma abordagem sistêmica, integrando produtividade com conservação. O manejo ecológico é um conjunto de práticas e técnicas que visam a utilização sustentável dos recursos naturais, buscando o equilíbrio entre a produção e a conservação ambiental. Ele se baseia na compreensão dos processos ecológicos e na aplicação de conhecimentos científicos e tradicionais para promover a saúde dos ecossistemas e a biodiversidade. A adoção do manejo é fundamental para garantir a sustentabilidade dos sistemas produtivos e a conservação do meio ambiente. Benefícios do manejo ecológico: Conservação da biodiversidade e dos recursos naturais Produção de alimentos saudáveis e seguros Redução da poluição e dos impactos ambientais Melhora da qualidade de vida das comunidades locais Promoção do desenvolvimento sustentável Sobre o palestrante Afonso é agrônomo, Mestre em Engenharia de Água e Solo pela Unicamp, e Doutor em Ciências Ambientais pela Unesp. Pesquisador Científico do Instituto Agronômico (IAC-Apta), tem experiência em Engenharia de Biossistemas, com ênfase em mecanização agrícola conservacionista e gestão ambiental de bacias hidrográficas. O seminário é coordenado pela pesquisadora do IEA Terezinha Franca, que atua em políticas agrícolas relacionadas a crédito rural, opções de financiamento agrícola, sistemas de garantia de renda, desenvolvimento rural, agricultura familiar, agroecologia e sistemas agrossilvipastoris e ILPF. Haverá certificado de participação, para aqueles que desejarem, a partir do preenchimento de formulário online no horário do evento. Ciclo de Seminários Estudos IEA O Ciclo de Seminários Estudos IEA convida especialistas de outras instituições para abordar tópicos relativos à socioeconomia agrícola. Essa iniciativa visa facilitar a troca de conhecimentos, promover debates e disseminar informações, oferecendo uma plataforma de discussões para diversos públicos interessados. O evento será transmitido de forma online pelo canal da SAA/SP no YouTube. [ad_2] Source link
Valor Bruto da Produção agropecuária deve crescer 10% e atingir R$ 1,421 tri em 2025

[ad_1] Apesar dos desafios econômicos e climáticos, o Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária deve crescer 10,1% neste ano ante 2024, alcançando R$ 1,421 trilhão, estima o Ministério da Agricultura. No mês anterior, o ministério previa VBP de R$ 1,414 trilhão. Para 2024, o ministério também revisou sua projeção de R$ 1,274 trilhão para R$ 1,291 trilhão, aumento de 0,5% ante o ano anterior. As projeções constam de boletim mensal da Secretaria de Política Agrícola do Ministério. O VBP é o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção agrícola e pecuária e a média de preços recebidos pelos produtores rurais de todo o País. Do total previsto para 2025, R$ 943,397 bilhões devem vir das lavouras, equivalente a 66% do total e incremento estimado de 9,6% ante 2024. Outros R$ 477,749 bilhões estão relacionados à produção pecuária, correspondente a 34% do total e alta de 11,1% contra o ano passado. Em 2024, conforme projeções do ministério, o VBP agrícola recuou 3,2% e o da pecuária cresceu 8,4%. Destaques da agropecuária Na agricultura, o maior crescimento de VBP, de 43,2%, é projetado para as lavouras de café, somando R$ 123,287 bilhões neste ano. As previsões apontam para crescimento expressivo, de 24,6%, também do VBP do cacau, para R$ 14,075 bilhões. Entre as principais culturas com participação no VBP, as lavouras de soja devem apresentar faturamento bruto 9,1% maior, para R$ 332,034 bilhões, enquanto o VBP do milho é estimado em R$ 148,818 bilhões, incremento anual de 16,4%. O faturamento das lavouras de cana-de-açúcar, por sua vez, deve subir 3,9%, estima o ministério, para R$ 127,546 bilhões, enquanto o faturamento bruto das lavouras de laranja deve subir 12,8%, para R$ 32,580 bilhões. O VBP das lavouras de algodão é estimado em R$ 34,952 bilhões, alta anual de 0,6%. Já o VBP das lavouras de arroz e trigo devem recuar, respectivamente, 8,7% e 7,5%. O faturamento bruto da produção de arroz deste ano é estimado em R$ 23,208 bilhões. A receita bruta obtida com a produção de trigo deve somar R$ 9,921 bilhões. Na pecuária, o maior crescimento deve ser observado na cadeia de bovinos, com aumento estimado de 20,3%, para um VBP projetado em R$ 205,725 bilhões. A produção bovina continua liderando o faturamento bruto da pecuária. O valor bruto da cadeia de suínos deve avançar 7,7%, para R$ 61,136 bilhões, enquanto o faturamento bruto da produção de frangos é projetado 6% acima do ano anterior, para R$ 113,568 bilhões. A receita bruta obtida com a produção de leite deve aumentar 1%, para R$ 69,220 bilhões. Em contrapartida, a produção de ovos deve apresentar VBP 6,2% maior, para R$ 28,100 bilhões. O VBP é projetado mensalmente pelo ministério. O número é calculado pelo cruzamento das informações de produção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e dos preços coletados nas principais fontes oficiais. O estudo da pasta abrange 19 cadeias da agricultura e cinco atividades pecuárias. [ad_2] Source link
Bahia vai apresentar a Lula plano emergencial para seca prolongada

[ad_1] O governo da Bahia apresentará ao governo federal, um plano emergencial de enfrentamento a seca prolongada, que já afeta regiões do estado. O documento será elaborado por secretários estaduais, dirigentes de órgãos ligados à defesa civil, segurança hídrica, desenvolvimento rural e assistência social, entre outros, com o objetivo de consolidar estratégias e definir novas e próximas ações do governo. A reunião realizada na manhã deste domingo (6), no Centro de Operações e Inteligência (COI), com a equipe e o o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, serviu como base para a elaboração do plano que será apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda nesta semana, em Brasília. “A Bahia sempre teve embates firmes com os efeitos da seca. É histórico. Mais de 70% do nosso território é semiárido, e agora temos regiões em transição para condição de áridas, praticamente em processo de desertificação”, explicou Jerônimo. O governador destacou que, atualmente, cerca de 65 municípios já decretaram situação de emergência, e esse número deve aumentar nos próximos dias. “O decreto facilita o acesso a recursos federais e o aporte do próprio Estado para ações emergenciais.”, disse o chefe do executivo do estado. Segundo ele, as iniciativas incluem limpeza de aguadas, apoio com carros-pipa, construção de cisternas e entrega de equipamentos para alimentação animal. “Nós já tivemos reuniões com o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e voltaremos a Brasília com um documento mais denso, definindo responsabilidades dos Municípios, do Estado e da União. Com isso, poderemos anunciar novos investimentos em até dez dias.” Gravidade O secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso, reforçou a gravidade da situação e a importância do planejamento coordenado. “Essa reunião garante um planejamento diferenciado para enfrentar o momento e conviver com a seca. O governador nos garantiu que, na próxima semana, o plano será finalizado e publicado, agregando também as ações do governo federal”, afirmou. Ele também destacou que a situação climática tem se agravado, com três meses de chuvas abaixo da média e previsão de pouca precipitação nos próximos períodos. “A prioridade agora é garantir a produtividade, manter os animais vivos e assegurar o bem-estar do homem e da mulher do campo.” Foto: Amanda Ercília/GOVBA Também presente na reunião, o coordenador-geral do programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, lembrou a importância de integrar as ações de combate à estiagem com o enfrentamento à insegurança alimentar. “Não existe combate aos efeitos da seca sem se falar em combate à fome. Já entregamos cerca de 60 mil cestas básicas em 165 municípios, desde 2024. A determinação do governador é ampliar esse atendimento. Já temos 40 mil cestas estocadas para 2025, visando atender todas as cidades em emergência”, explicou. O governador da Bahia encerrou destacando a importância da articulação com os prefeitos, a Assembleia Legislativa e a bancada federal para execução do plano emergencial. “Estamos elaborando um plano de trabalho robusto e realista. Com apoio dos deputados, das emendas parlamentares e da parceria com o governo federal, vamos garantir respostas rápidas e eficientes à população mais afetada”, concluiu. As informações são do repórter, Raul Rodrigues, do governo da Bahia. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link
Frente fria em alto mar leva temporais para região brasileira hoje

[ad_1] A terça-feira (8) será marcada por pancadas de chuva de moderada a forte intensidade em grande parte do país. No Nordeste, o avanço de uma frente fria em alto mar deve causar fortes temporais em parte da região. Confira: Sul A terça-feira começa com chuva de moderada a forte intensidade em várias áreas do Rio Grande do Sul por conta da presença de um cavado meteorológico. Essas áreas de instabilidade predominam principalmente entre a madrugada até o fim da manhã, com previsão de acumulados bem altos na região de Chuí, na Serra Gaúcha, região de Passo Fundo e metropolitana de Porto Alegre. No início da tarde, essa chuva avança até Santa Catarina e Paraná. Tem previsão de pancadas com raios e trovoadas e temporais. Florianópolis e Curitiba terão dia de sol entre nuvens, com chuva que acontece à tarde. Sudeste Terça-feira com sol e pouca chuva na região Sudeste do Brasil. À tarde, a chance de temporais aumenta na região de Presidente Prudente, Vale do Ribeira e Litoral Sul de São Paulo por conta de instabilidades que avançam pelo interior do continente. A capital paulista, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Vitória, terão um dia de sol entre nuvens. Não chove no Espírito Santo, em Minas Gerais e em grande parte do interior fluminense. Centro-Oeste Na região Centro-Oeste, a combinação do calor e da umidade formam as nuvens carregadas em praticamente todos os estados da Região. O dia já começa com pancadas com raios na região de Sinop, em Mato Grosso, e espalham ao longo do dia pelo território mato-grossense. Em Mato Grosso do Sul, a chance de chuva aumenta entre a manhã e a tarde e há previsão de pancadas fortes em Campo Grande. Em Goiânia, chove rápido à tarde, sem previsão de temporais. Em Brasília, tempo firme. Nordeste A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua formando nuvens bem carregadas entre São Luís (MA), Teresina (PI), Fortaleza (CE) até o litoral do Rio Grande do Norte. A chuva acontece em vários momentos do dia e tem previsão de acumulados altos. Na região entre Porto Seguro e Salvador, ambos na Bahia, a chuva aumenta por conta do avanço de uma frente fria em alto mar. Tem previsão de temporais. No interior nordestino, o tempo segue bem estável sem previsão de chuva. Norte Chove desde o amanhecer em Roraima, interior do Amazonas e no litoral do Amapá por conta da circulação de ventos, calor e umidade. Ao longo do dia, a chance de chuva aumenta nos demais estados e chove forte em Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC). Em Palmas (TO), dia de sol, nebulosidade variável e chuvas rápidas. [ad_2] Source link
Virada no tempo: calor de 34ºC afetará regiões de 7 estados

[ad_1] Foto: Pixabay O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou informativo sobre a previsão do tempo entre esta segunda-feira (7) e a próxima (14). Entre os destaques, temperatura máxima superior a 34°C no noroeste de Minas Gerais, norte de Goiás, oeste de São Paulo, grande parte da Bahia, Sergipe, Alagoas e Rio Grande do Norte no próximo sábado (12). Sul A semana começa com áreas de instabilidade em grande parte do Rio Grande do Sul e no leste de Santa Catarina, com volumes que podem ultrapassar os 50 mm (tons em laranja e vermelho no mapa abaixo). Acumulados de chuva entre 20 e 40 mm (tons em verde) podem ocorrer no centro-oeste catarinense e paranaense a partir de 13 de abril. Sudeste São previstas chuvas entre 20 e 30 mm no sul de Minas Gerais, leste de São Paulo, sul do Rio de Janeiro e Espírito Santo, principalmente a partir de quarta-feira (9). No interior dos territórios paulista e mineiro, a tendência é de volumes de chuva inferiores a 20 mm. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Centro-Oeste Foto: Reprodução Inmet A previsão do tempo para os próximos dias é de chuvas mais localizadas sobre o Mato Grosso e áreas pontuais do oeste de Mato Grosso do Sul, com acumulados que podem superar os 50 mm. No restante da região, são previstos volumes de chuva inferiores a 20 mm. Nordeste Áreas de instabilidades devido a presença da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorecerá as chuvas no norte do Maranhão e do Piauí, litoral do Ceará, onde são previstos volumes de chuva acima de 60 mm. No interior da Paraíba, sul do Piauí e do Maranhão, além do oeste e sul da Bahia, podem ocorrer acumulados de chuva entre 30 e 50 mm. Nas demais áreas, precipitações abaixo de 10 mm, ao passo em que outras não devem receber uma gota sequer. Assim, prevê-se redução da umidade relativa do ar, com valores abaixo de 50%. Norte Os maiores acumulados de chuva se concentrarão no Amazonas, Pará, Amapá, em Roraima e norte de Rondônia, com acumulados que podem ultrapassar os 60 mm. Menores volumes são previstos para o sul de Rondônia, leste do Acre e centro-sul de Tocantins, com valores abaixo de 40 mm. Temperaturas máximas e mínimas Foto: Reprodução Inmet A previsão indica que as temperaturas máximas devem permanecer em elevação ao longo da semana, especialmente no interior da Região Nordeste, áreas da Região Norte, leste da Região Centro-Oeste e oeste da Região Sudeste, com valores acima de 30°C. Já no Sul e leste do Sudeste, as temperaturas máximas podem ficar abaixo de 28°C. No próximo sábado (12), são previstas temperatura máximas acima de 34°C no noroeste de Minas Gerais, norte de Goiás, oeste de São Paulo, grande parte da Bahia, Sergipe, Alagoas e Rio Grande do Norte (imagem acima). Segundo o Inmet, as temperaturas mínimas seguirão acima de 22°C na Região Norte, Região Centro-Oeste, oeste da Região Nordeste e oeste da Região Sudeste. Em grande parte da Região Sul e leste da Região Sudeste, espera-se que as mínimas fiquem abaixo de 20°C ao longo da semana. O post Virada no tempo: calor de 34ºC afetará regiões de 7 estados apareceu primeiro em Canal Rural. [ad_2] Source link
Paraná lança fundo inédito de R$ 2 bilhões para impulsionar o agro

[ad_1] O governo do Paraná lançou na última semana, na sede da B3, em São Paulo, um projeto inédito no país voltado ao financiamento do agronegócio. O novo Fundo de Investimento em Direitos Creditórios nas Cadeias Produtivas do Agro deve disponibilizar R$ 2 bilhões em recursos para impulsionar investimentos em máquinas, equipamentos, irrigação, logística e infraestrutura produtiva nos 399 municípios do estado. Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a iniciativa foi desenhada para oferecer condições facilitadas de crédito a produtores vinculados a cooperativas e empresas integradoras. “Nós entramos para equalizar os juros. Toda a gestão é privada. Quem diz onde quer investir é o setor privado”, afirmou Ratinho Junior. Ele destacou que a preferência será por equipamentos e produtos fabricados no próprio Paraná, para fortalecer a indústria local. “É um recurso para investimentos, não é recurso para custeio. É para armazenagem, irrigação, aviários e novas plantas industriais. É para realmente gerar riqueza”, disse o governador do Paraná. O projeto é o primeiro fundo de investimento em direitos creditórios do agronegócio criado por um estado no Brasil. A gestão será feita por instituições privadas selecionadas no mercado, com o governo estadual atuando como apoiador por meio da equalização de juros. O primeiro aporte será de R$ 150 milhões, feito pela Fomento Paraná, agência de fomento do estado. Para Cláudio Stábile, presidente da Fomento Paraná, o fundo é uma alternativa ao Plano Safra e a outras linhas de crédito rural, que têm se mostrado insuficientes diante da crescente demanda. “Nesta primeira fase utilizaremos R$ 150 milhões trazendo um gestor que vai ao mercado buscar investidores, além das próprias cooperativas, que são nosso foco”, explicou Stábile. “Criamos um círculo virtuoso com geração de renda, empregos e retorno tributário para o estado, o que nos permitirá alavancar ainda mais recursos”, afirmou. A expectativa do governo é de que os R$ 2 bilhões disponíveis possam gerar uma alavancagem de até R$ 14 bilhões em investimentos no agronegócio paranaense. [ad_2] Source link