bolsas dos EUA acumulam perdas de US$ 10 trilhões

[ad_1] Os Estados Unidos vivem uma onda de insatisfação crescente. Com as bolsas de valores acumulando uma perda superior a US$ 10 trilhões nos últimos meses, milhões de americanos começam a sentir no bolso os efeitos de uma economia instável. A percepção de empobrecimento coletivo já se traduz em protestos nas ruas, com críticas cada vez mais diretas ao presidente Donald Trump. Embora o mandatário da Casa Branca tenha capitalizado sua popularidade em cima de um discurso pró-mercado e de recuperação econômica, o atual momento desafia essa narrativa. Isso porque o recuo nos mercados atinge não apenas grandes investidores, mas também famílias comuns que aplicam em fundos de pensão ou contam com a valorização de seus ativos para manter o padrão de vida. A origem dessa crise é multifatorial: juros elevados por mais tempo do que o esperado, inflação persistente, tensões geopolíticas e frustrações com a condução da política econômica. Analistas também apontam que a retórica agressiva do presidente em temas como comércio internacional e segurança pode estar contribuindo para a instabilidade. Efeitos no Brasil E o Brasil, como fica? Para o agronegócio brasileiro, essa crise tem efeitos diretos. Um mercado americano em retração significa menor demanda global por commodities, impacto sobre o câmbio e maior aversão ao risco por parte de investidores. O cenário exige atenção redobrada do produtor e do exportador rural. A crise nas bolsas dos Estados Unidos é mais do que um dado técnico, é um termômetro do humor da maior economia do mundo — e seus reflexos chegam, inevitavelmente, até o campo brasileiro. Miguel Daoud: analista político e econômico do Canal Rural. Formado pela Escola Superior de Administração de Negócios da Universidade Católica de São Paulo (PUC), possui mais de 10 anos de experiência em eventos pelo Brasil. É presença constante em programas de rádio e televisão, além de palestrante de economia e política com foco em agronegócio para associações, cooperativas e sindicatos rurais, bem como empresas de insumos e defensivos agrícolas e instituições financeiras. Também atua como moderador e apresentador de eventos diversos para empresas de todos os setores. *O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link
Acordo de cooperação pretende fortalecer ações na agropecuária baiana

[ad_1] Um Acordo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Secretaria de Agricultura (Seagri), por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), foi firmado para fortalecer as ações de defesa sanitária agropecuária, assistência técnica e extensão rural no estado. O acordo foi assinado nesta terça-feira (8), no primeiro dia do Fórum Estadual dos Gestores Municipais da Agropecuária da Bahia (Feagri), que acontece até a próxima quinta (10), no Centro de Convenções de Salvador. O evento realizado pela Seagri promete ser um marco para o setor agropecuário baiano e surge como uma das maiores oportunidades de discussão e aprendizado sobre o futuro da agropecuária na Bahia e tem a expectativa de reunir mais de 500 inscritos de 210 municípios de todos os 27 territórios de identidade do estado. Além da Seagri, o evento conta com a parceria da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), da Secretaria de Turismo (Setur), Bahia Pesca e Centro Tecnológico Agropecuária do Estado da Bahia (Cetab). Foto: Thuane Maria/GOVBA “Essa assinatura é uma tentativa da gente avançar cada vez mais com a cadeia, principalmente no processo das agroindústrias. A Bahia já é a melhor dentro da agroindústria do Brasil”, pontuou o secretário de desenvolvimento rural, Osni Cardoso. A programação do V Feagri oferece com atividades que envolvem palestras, minicursos e plenárias, abordando temas essenciais para o fortalecimento da agropecuária baiana. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link
Cenário favorável para a soja; saiba o preço em cada região do Brasil

[ad_1] O mercado brasileiro de soja apresentou firmeza nesta terça-feira (8). Foram registrados negócios em altos volumes, impulsionados pelos preços valorizados. Apesar do frete seguir caro, os valores de compra permanecem firmes, refletindo a alta em Chicago, o câmbio e os prêmios. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Segundo a consultoria Safras & Mercado, o cenário é favorável para as negociações: as tradings continuam oferecendo preços atrativos, enquanto a indústria acompanha e também paga bem pela commodity. Preços da soja Passo Fundo (RS): manteve em R$ 132,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 133,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 136,50 para R$ 138,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 136,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00 Dourados (MS): subiu de R$ 121,00 para R$ 123,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com desempenho misto. As posições mais próximas sustentaram-se em território positivo por fatores técnicos, recuperando-se dos menores níveis em quatro meses. Já os contratos mais longos recuaram após o governo Trump confirmar aumento nas tarifas sobre a China. Os investidores também estão atentos ao relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira. Outro fator de observação é o excesso de chuvas que atinge o centro do cinturão produtor americano. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou à Fox News que os EUA começarão a aplicar tarifas de 104% sobre produtos chineses a partir de quarta-feira (9), após a China não cumprir o prazo estabelecido por Donald Trump para a retirada das medidas retaliatórias. As informações são da agência “Sputnik”. O relatório do USDA deverá trazer poucas alterações no quadro de oferta e demanda dos EUA. O mercado espera um leve corte nas estimativas de safra do Brasil e da Argentina. Analistas apostam em estoques americanos de 381 milhões de bushels para 2024/25 – contra 380 milhões projetados em março. Para o cenário global, a previsão é de estoques finais de 122 milhões de toneladas para 2024/25, frente aos 121,4 milhões previstos anteriormente. O USDA deve reduzir a estimativa da safra brasileira de 169 milhões para 168,9 milhões de toneladas e, para a Argentina, de 49 milhões para 48,7 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 9,75 centavos de dólar (0,99%), a US$ 9,92 3/4 por bushel. A posição julho foi cotada a US$ 10,04 por bushel, com ganho de 7,00 centavos (0,70%). Nos subprodutos, o farelo para maio subiu US$ 2,60 (0,90%), encerrando a US$ 291,00 por tonelada. Já o óleo de soja caiu 0,21 centavo (0,46%) e fechou a 44,94 centavos de dólar por libra-peso. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,43%, cotado a R$ 5,9959 para venda e R$ 5,9939 para [ad_2] Source link
Brasil está mais bem posicionado que vizinhos diante do tarifaço de Trump, diz Haddad

[ad_1] O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (8), em São Paulo, que o Brasil está melhor posicionado que os demais países da América Latina para enfrentar as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump, nos Estados Unidos. “O Brasil tem reservas cambiais, tem um saldo comercial bastante robusto, está colhendo uma super safra. E está com uma taxa de juros alta e crescendo”, defendeu o ministro Para Haddad, os graus de liberdade que as autoridades econômicas têm no Brasil não são comuns. “Não é este o caso de nenhum outro país latino-americano, por exemplo, incluindo o México”, completou. Segundo o ministro, esse “movimento brusco” tomado por Trump vai provocar algum desarranjo global, já que se trata de um “solavanco grande demais para não ter consequência”. “Mas diante do incêndio, nós [do Brasil] estamos mais perto da porta de saída do que outros países”, comentou, ao participar do 11 Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI, na capital paulista. De acordo com Haddad, com essa guerra comercial, os bens produzidos no Brasil podem chegar mais baratos nos Estados Unidos, se comparados a produtos de outros países. Isso, segundo ele, pode fazer com que o país avance “no que eles importam hoje”. Brasil não está imune No entanto, ressaltou, o Brasil não está imune aos impactos dessa guerra comercial principalmente porque a China é o principal parceiro comercial do Brasil. Para o ministro, ainda é cedo para fazer qualquer previsão sobre as consequências desse tarifaço. Por isso, ele ainda defende que o Brasil tenha prudência. “Essa escalada vai ter um momento de muita incerteza, mas a pior coisa que o Brasil pode fazer nesse momento é sair a campo sem a prudência diplomática que nós sempre tivemos de mediação e também de consideração da nossa situação frente a parceiros que estão comprando cada vez mais no Brasil”, ponderou. “A sociedade vai ter que pensar como se portar diante desse fato disruptivo. Mas não é o momento de anunciar medidas”, concluiu. [ad_2] Source link
‘China lutará até o fim’, diz porta-voz sobre guerra comercial

[ad_1] O representante do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, disse nesta terça-feira (8) que “pressionar, ameaçar e chantagear não são as maneiras certas de lidar com a China”. A declaração foi dada em entrevista à imprensa, em referência à taxação adicional de 50% aos produtos do país anunciada nesta terça-feira (8) pelos Estados Unidos. “A China tomará as medidas necessárias para salvaguardar resolutamente seus direitos e interesses legais. Se os Estados Unidos ignorarem os interesses dos dois países e da comunidade internacional e insistirem em lutar guerras tarifárias e guerras comerciais, a China certamente lutará até o fim”, disse o porta-voz. Segundo a agência de notícias estatal Xinhua, Lin Jian disse que os Estados Unidos impõem tarifas de maneira indiscriminada e violam os direitos legítimos de outros países e as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), além de prejudicarem o sistema de comércio multilateral e a estabilidade da ordem econômica global. “É unilateralismo típico, protecionismo e intimidação econômica, e tem sido amplamente contestado pela comunidade internacional”, disse Lin. Histórico de taxação Em março, Washington impôs taxas específicas de 20% à China, em um dos primeiros movimentos de Trump para pressionar o país asiático. No último dia 2 abril, os Estados Unidos iniciaram uma guerra de tarifas contra todos os parceiros comerciais, com taxação adicional de 34% sobre todos os produtos chineses que entram no país norte-americano. Com o anúncio de uma terceira taxação de 50%, previsto para começar nesta quarta-feira (9), o total das tarifas irá para 104%. Além de retaliar com tarifas de 34% sobre os produtos estadunidenses, a China também estabeleceu restrições para exportação de minerais raros, chamados terras raras, e proibir o comércio com 16 empresas dos Estados Unidos. [ad_2] Source link
preços aumentam e expectativa no curto prazo segue positiva

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços ligeiramente mais altos nesta terça-feira (8). De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, o ambiente de negócios sugere por elevação de preços no curto prazo, considerando que as escalas de abate seguem encurtadas em grande parte do país. “Ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem em alto nível, enxugando a oferta doméstica e aumentando a propensão a reajustes. Até mesmo a demanda doméstica conta com seus predicados, considerando uma boa expectativa de consumo para a primeira quinzena de abril”, assinalou. São Paulo: R$ 327,58, contra R$ 326 de ontem Goiás: R$ 320,54, ante R$ 319,82 na segunda Minas Gerais: R$ 315,29, em comparação a R$ 312,35 de ontem Mato Grosso do Sul: R$ 321,02, R$ 320,45 anteriormente Mato Grosso: R$ 319,19, sobre R$ 318,18 anteriormente Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta preços firmes. A expectativa ainda é de elevação no decorrer da semana. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo, considerando a boa demanda prevista para a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo. “As exportações apresentam ótimo desempenho no decorrer do ano, com grandes possibilidades de mais um recorde histórico na atual temporada”, lembra o analista. O quarto traseiro segue cotado a R$ 26,00 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,00por quilo e a ponta de agulha, precificada a R$ 18,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,43%, sendo negociado a R$ 5,9959 para venda e a R$ 5,9939 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8756 e a máxima de R$ 6,0054. [ad_2] Source link
Trump afirma que EUA estão arrecadando US$ 2 bilhões por dia com as tarifas

[ad_1] O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (8) que o país está arrecadando US$ 2 bilhões por dia com tarifas comerciais. A declaração foi feita durante evento de assinatura para impulsionar usinas de carvão no país. Ao defender a medida, Trump projetou que “os Estados Unids serão muito ricos de novo muito, muito em breve”. O presidente também mencionou conversas comerciais com Japão e Coreia do Sul. “Eles estão vindo para cá para conversar sobre tarifas”, disse, sem detalhar prazos. Trump destacou ainda o alcance de sua política tarifária: “Nosso governo já conversou e já negociou tarifas com mais de 70 países.” [ad_2] Source link
Starlink, de Elon Musk, vai colocar mais 7,5 mil satélites na órbita do Brasil

[ad_1] A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta terça-feira (8) o pedido da Starlink para lançar mais 7,5 mil satélites na órbita do país. A empresa de Elon Musk já tinha 4,4 mil satélites em operação e agora chegará a 11,9 mil unidades, o que deve reforçar a sua liderança no segmento de internet rápida por satélites A decisão do conselho diretor da Anatel aconteceu por meio de votação em circuito deliberativo, longe dos holofotes. O tema havia sido colocado em pauta na reunião ordinária do conselho na semana passada, mas teve o pedido de análise adiado por até 120 dias a pedido do relator do processo, o conselheiro Alexandre Freire. Entretanto, Freire decidiu expor seu voto em uma deliberação no sistema virtual da agência. A aprovação da Anatel ocorreu de forma unânime. Com isso, o órgão regulador atendeu integralmente o pleito da Starlink para a alteração do direito de exploração que já estava em voga, ampliando o número de unidades na órbita e as faixas de frequências utilizadas para transmissão do sinal de internet. A alteração da licença custará R$ 102 mil à empresa de Musk e será válida até 2027. A aprovação aconteceu à revelia das outras empresas de internet por satélite no Brasil, que haviam pedido à Anatel que indeferisse o pedido da Starlink devido aos riscos de congestionamento na órbita e interferências, dado o aumento expressivo no número de satélites, bem como o uso de novas frequências. Como resposta a essa intensificação na corrida comercial na órbita, a Anatel emitiu um “alerta regulatório”, mecanismo por meio do qual informa a sociedade que fará uma atualização do marco normativo vigente devido aos riscos identificados. Entre outras medidas, foi determinado que o Comitê de Infraestrutura de Telecomunicações e o Comitê de Espectro e Órbita da Anatel deverão promover, de forma urgente, discussões técnicas e estudos aprofundados para subsidiar a análise de impacto regulatório considerando as diretrizes internacionais, eficiência no uso do espectro, segurança das redes, soberania nacional e promoção da concorrência. “Embora tenhamos deferido, por unanimidade, o pedido de alteração do direito de exploração satelital da starlink para ampliação do número de satélites e faixas de frequências autorização, bem como atualização das redes associadas, este caso deixou claro para mim as limitações da regulamentação atual para oferecer respostas adequadas às complexas questões que emergem nesse cenário”, afirmou o relator, Alexandre Freire, em nota. [ad_2] Source link
R$ 2 bilhões não resolvem problemas do seguro rural, diz Fávaro

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse hoje (8) durante o 18º Congresso Internacional da Associação Latino-Americana para o Desenvolvimento do Seguro Agropecuário (Alasa) que, mais importante do que aumento de recursos financeiros para o prêmio de subvenção do seguro rural está a estruturação das políticas públicas para o setor. “O Brasil é um dos poucos países no mundo a disponibilizar quase R$ 18,5 bi para subvenção às taxas de juros. Não se trata de R$ 1 bi ou R$ 2 bi para o seguro rural, o desafio é muito maior do que achar que vamos fazer a parametrização ou o incremento de R$ 2 bilhões e simplesmente está resolvido o seguro”, disse. A afirmação foi feita a jornalistas durante a abertura do evento que ocorre em Brasília. Ainda durante a entrevista, Fávaro declarou que o seguro tem que ser obrigatório ao produtor que capta recursos subsidiados, mas desde que o seguro seja atraente ao agricultor. “A obrigatoriedade de ser um seguro que seja atrativo, não um ônus, um peso nos ombros”, afirma. No site do Ministério da Agricultura, o governo informa que ao contratar uma apólice de seguro rural o produtor (pessoa física ou jurídica) pode minimizar suas perdas ao recuperar o capital investido na sua lavoura. “O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) oferece ao agricultor a oportunidade de segurar sua produção com custo reduzido, por meio de auxílio financeiro do governo federal”, diz o comunicado. Resolução para o seguro rural Por fim, Fávaro também disse que resolver a questão é um desafio e o congresso é uma oportunidade para aprofundar discussões e construir soluções em torno do tema. “Tenho certeza que daqui sairão ideias e propostas por parte do parlamento, das entidades representativas dos produtores, das seguradoras e do governo um modelo sustentável e eficiente”, disse. Sobre o Congresso Alasa Com o tema “Protegendo o futuro do agro: assegurando o amanhã”, o 18º Congresso Internacional Alasa reúne profissionais e instituições ligadas ao seguro rural, como seguradoras, cooperativas agropecuárias, bancos, produtores, especialistas e autoridades públicas de toda América Latina. O evento segue até a quinta-feira (10). [ad_2] Source link
Estado bate recorde de produtividade na safra de soja; saiba qual

[ad_1] O estado de Mato Grosso alcançou a maior produtividade de soja da sua história, com uma média de 66,26 sacas por hectare, conforme aponta o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Esse desempenho impulsionou a estimativa de produção total no Estado para 50,34 milhões de toneladas, representando um crescimento de 28,91% em relação à safra anterior. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 De acordo com o Imea, o aumento da produtividade de 1,46% acima da estimativa anterior e 27,04% superior à do ciclo 2023/24 foi impulsionado por condições climáticas favoráveis, com boa distribuição das chuvas, e por altos investimentos dos produtores, que elevaram o potencial produtivo na maioria das regiões produtoras. A área plantada se manteve em 12,66 milhões de hectares, o que representa uma leve expansão de 1,47% em relação à última safra. O instituto informou ainda que a próxima divulgação deve trazer a consolidação da área plantada com o uso de geoprocessamento, além da primeira projeção para a temporada 2025/26. Dificuldades Segundo Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja, a falta de estrutura foi um dos fatores que dificultaram o escoamento da produção, que foi diretamente afetada pelas chuvas prolongadas. Ele destaca que as chuvas prejudicaram a qualidade da soja e causaram atrasos logísticos, com filas de espera nos armazéns de 24 a 48 horas, além da escassez de caminhões. Comercialização e preços Até março, 58,98% da safra 2024/25 já havia sido comercializada, um avanço de 4,01 pontos percentuais em comparação com fevereiro. O relatório aponta que o bom momento nos preços. Em março, o preço médio da saca foi de R$ 109,15, um aumento de 1,08% em relação ao mês anterior. Para a safra 2025/26, as vendas antecipadas chegaram a 8,10% da produção estimada, avanço de 3,17 pontos percentuais frente a fevereiro. Segundo o Imea, a movimentação é reflexo da busca dos produtores por travamento de custos para o próximo ciclo. No entanto, o preço médio para esse novo ciclo recuou 0,25%, pressionado pela queda nas cotações em Chicago e pela redução dos prêmios de exportação. No fim de último mês, o indicador Cepea fechou em R$ 132,16 por saca, com queda semanal de 0,86%. Já o indicador Imea subiu 0,62%, atingindo R$ 108,27 por saca. O diferencial de base entre Mato Grosso e a Bolsa de Chicago (CME) caiu 4,68%, ficando em R$ -19,16 por saca. Exportações e demanda da soja A colheita foi concluída com 100% da área colhida. No mês de março, 4,18 milhões de toneladas foram exportadas, enquanto o esmagamento industrial local chegou a 1,21 milhão de toneladas. A demanda total projetada para a soja mato-grossense em 2024/25 é de 49,37 milhões de toneladas, um salto de 23,89% em relação à safra anterior. As exportações continuam como principal destino, com previsão de 30,88 milhões de toneladas, alta de 24,87%. O consumo interno está estimado em 12,85 milhões de toneladas, e o consumo interestadual foi elevado para 5,64 milhões, impulsionado pela quebra de safra no Rio Grande do Sul, o que representa um aumento de 131,15%. Por fim, o estoque final de soja no Estado foi projetado em 1,08 milhão de toneladas. * Com informações de Estadão Conteúdo. [ad_2] Source link