Produtores motivados e soja ’em movimento’; saiba as cotações no país

[ad_1] Nesta quinta-feira (10), o mercado da soja continua com bons volumes de negócios, impulsionados pelos preços elevados. A leve queda no frete tem ajudado a melhorar as margens, e o dólar em alta também contribui para manter o otimismo. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Segundo a consultoria Safras & Mercado, Chicago tem operado com valorização, e mesmo com uma leve queda nos prêmios, os preços continuam atraentes para os produtores. A comercialização segue avançando, enquanto a indústria enfrenta desafios devido ao alto custo do esmagamento. Cotações da soja Passo Fundo (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 141,50 Cascavel (PR): subiu de R$ 131,00 para R$ 132,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 136,00 para R$ 138,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 119,00 para R$ 120,00 Dourados (MS): subiu de R$ 123,00 para R$ 124,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 119,00 para R$ 119,50 Soja em Chicago Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira em alta, dando continuidade ao movimento de recuperação iniciado no dia anterior, após atingirem os menores níveis em quatro meses. O mercado segue atento ao adiamento das tarifas comerciais anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao relatório de abril do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). O adiamento por 90 dias das tarifas sobre importantes parceiros comerciais, como a União Europeia, foi recebido com otimismo pelos investidores. Contudo, a guerra comercial com a China ainda é uma preocupação, com tarifas de até 145% sobre a soja chinesa. O USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá alcançar 4,366 bilhões de bushels (118,82 milhões de toneladas) para o ciclo 2024/25, com uma produtividade de 50,7 bushels por acre. Esses números permanecem os mesmos indicados em fevereiro. Os estoques finais para a safra norte-americana estão projetados em 375 milhões de bushels (10,2 milhões de toneladas), abaixo da expectativa do mercado, que era de 381 milhões de bushels (10,37 milhões de toneladas). Em março, a previsão era de 380 milhões de bushels (10,34 milhões de toneladas). O USDA também elevou a previsão de esmagamento de soja para 2,420 bilhões de bushels, de 2,410 bilhões anteriormente. A previsão para as exportações de soja segue inalterada em 1,825 bilhão de bushels. No cenário global, o USDA projetou uma produção de soja para a safra mundial de 420,58 milhões de toneladas para 2024/25, uma leve redução em relação à previsão de março, que era de 420,76 milhões de toneladas. Para a safra 2023/24, a previsão é de 396,4 milhões de toneladas. Os estoques finais para a safra mundial de 2024/25 estão estimados em 122,47 milhões de toneladas, acima da previsão do mercado de 122 milhões de toneladas. Em comparação com o mês passado, a previsão era de 121,4 milhões de toneladas. Para a safra 2023/24, os estoques globais estão estimados em 115,27 milhões de toneladas. USDA Para o Brasil, o USDA elevou a previsão de produção de soja para 2023/24, passando de 153 milhões para 154,5 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa foi mantida em 169 milhões de toneladas, apesar da expectativa de corte por parte do mercado, que aguardava uma redução para 168,9 milhões de toneladas. A previsão para a produção de soja na Argentina em 2023/24 foi mantida em 48,21 milhões de toneladas, e para 2024/25, a estimativa é de 49 milhões de toneladas, ligeiramente superior à previsão anterior de 48,7 milhões de toneladas. As importações de soja pela China foram mantidas em 112 milhões de toneladas para a safra 2023/24, com a previsão para 2024/25 sendo de 109 milhões de toneladas, repetindo a estimativa do mês passado. Contratos futuros da soja Os contratos futuros de soja com entrega em maio fecharam em alta de 16,25 centavos de dólar, ou 1,6%, cotados a US$ 10,29 por bushel. A posição para julho foi cotada a US$ 10,36 3/4 por bushel, um aumento de 13,25 centavos, ou 1,29%. Nos subprodutos, a posição de maio do farelo de soja fechou com alta de US$ 3,40, ou 1,15%, a US$ 297,90 por tonelada. Já o óleo de soja, com vencimento em maio, fechou a 46,32 centavos de dólar, com um aumento de 0,13 centavo, ou 0,28%. Câmbio O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,91%, cotado a R$ 5,8978 para venda e R$ 5,8958 para compra. Durante a sessão, a moeda oscilou entre R$ 5,8234 e R$ 5,9554. [ad_2] Source link
Safra de laranja 2024/25 é encerrada com produção total de 230,87 milhões de caixas – CitrusBR

[ad_1] Condições climáticas adversas e maior severidade do greening impactarama produção O fechamento da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo eTriângulo/Sudoeste Mineiro, divulgado pelo Fundecitrus, nesta quinta-feira (10), éde 230,87 milhões de caixas de 40,8 kg. A produção desta temporada foi 0,65%menor em comparação com à projeção inicial, de 232,38 milhões de caixas,divulgada em maio de 2024, e 24,85% inferior à safra anterior, que totalizou 307,22milhões de caixas. A safra de 2024/25 foi confirmada como a segunda menor dos últimos 37 anos e foiconsiderada atípica devido às condições climáticas adversas e à emissãoextremamente tardia e expressiva da quarta florada. As condições climáticasadversas, como clima mais seco e temperaturas mais elevadas, além da incidênciado greening, foram os principais fatores pela baixa produção dessa temporada,reduzindo a quantidade e o peso dos frutos. Por outro lado, uma emissão tardia eexpressiva da quarta florada atenuou uma quebra que poderia ter sido maior. De acordo com o diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres, essas condiçõessomadas à intensidade de greening no cinturão citrícola foram determinantes paraa redução da produção em relação à expectativa inicial. “Embora as previsõesmeteorológicas apontassem para pouca chuva na época de desenvolvimento dosfrutos, o impacto das condições climáticas de maio a agosto de 2024 foi muito maisintenso do que o previsto. O volume de chuvas ficou 31% abaixo do previsto,enquanto as temperaturas máximas registraram médias de 3 ºC a 4 ºC acima damédia histórica”, explica. A combinação desses fatores resultou na antecipação da colheita e na produçãode frutos menores do que o estimado. A seca afetou o desenvolvimento dos frutose as altas temperaturas aceleraram sua maturação, levando à antecipação dacolheita para bem antes do início das chuvas. Como consequência, uma grandeparte da safra foi colhida em um cenário de seca, resultando em menor peso dosfrutos. Índice de queda e tamanho dos frutos Com esse cenário, considerando todas as variedades e floradas, o peso médio daslaranjas foi de 159 gramas, sendo que os frutos de primeira, segunda e terceirafloradas atingiram 162, e os frutos da quarta florada 146 gramas. O ritmo mais acelerado de colheita contribuiu para diminuir a taxa de queda defrutos e as perdas na produção. A taxa média de queda no cinturão citrícola foi de17,8% no acumulado geral desde o início da safra, sendo a menor taxa registradanos últimos cinco anos. As perdas estimadas com a queda foram de 50 milhões decaixas ao longo da safra. Os principais motivos foram o greening, responsável por9,05% e 25 milhões de caixas perdidas, o bicho-furão e as moscas-das-frutasresponsáveis por 4,11% e 12 milhões de caixas, além de outros motivos, comoqueda natural e mecânica, pinta preta, leprose e cancro cítrico. Estimativa da safra 2025/26 A estimativa da safra de laranja e o inventário de árvores serão divulgados no dia 9de maio de 2025, às 10 horas, em evento presencial no Fundecitrus – comtransmissão e tradução simultânea em inglês pelo canal do YouTube da instituição. A Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) é realizada pelo Fundecitrus em parceriacom o Departamento de Ciências Exatas da Unesp (FCAV), FCAV/Unesp CampusJaboticabal. Confira mais informações em:https://www.fundecitrus.com.br/comunicacao/noticias/integra/safra-de-laranja202425-e-encerrada-com-producao-total-de-23087-milhoes-de-caixas/1816 Acesse o relatório completo:https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0425_Fechamento_da_Safra_de_Laranja.pdf ASSESSORIA DE IMPRENSA REBECA COME TERRA / FUNDECITRUSDaniele Merola (assessoria@rebecact.com.br): (16) 99770-6740Rafael de Paula (rafael@rebecacometerra.com.br): (14) 99717-2081 [ad_2] Source link
Propostas para Plano Safra 2025/26 são sugeridas por produtores do Matopiba

[ad_1] As demandas dos produtores da região do Matopiba para o Plano Safra 2025/26 foram tratadas numa reunião promovida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O último encontro proposto pela entidade, teve como objetivo o levantar sugestões para programa de financiamento do governo federal. A reunião foi realizada nesta terça-feira (8), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet), em Palmas. Participaram produtores, representantes de entidades públicas e privadas do setor rural tanto do Tocantins como da Bahia, Maranhão e Piauí. Para o presidente da Faet, Paulo Carneiro, o levantamento inédito realizado no estado mostra a deferência da CNA com a região. “Temos um imenso potencial e o produtor quer produzir, estamos passando por muitos desafios que precisam ser enfrentados, nós vamos superar, mas pra isso precisamos de mais crédito com juros mais baixos ”, disse o presidente. O secretário estadual da agricultura, Jaime Café esteve presente na reunião e destacou a importância do trabalho. Ele chamou a atenção para um dos gargalos do setor no estado: a capacidade de armazenamento. “É fundamental que o Governo Federal disponibilize mais recursos para atender a essa demanda. Precisamos ter condições de armazenar nossa produção e vender na hora certa”, destacou. Demandas do Matopiba De acordo com a CNA, para os produtores do Matopiba, é justamente a capacidade de armazenamento de grãos um dos maiores problemas da região. “Esse ano teve caminhões ficando três a quatro dias na fila para descarregar a produção nos armazéns das traddings”, disse Caroline Barcellos, presidente da Aprosoja Tocantins. Para o setor, os programas de investimento precisam contemplar recursos diferenciados para a construção de armazéns com taxas mais atrativas. Foto: Divulgação/Faet Além disso, o setor também anotou a burocracia para acesso ao crédito, sobretudo quando o assunto é investimento. Outro ponto abordado foi a falta de linhas de crédito para o setor pecuário. “O sistema financeiro ‘esqueceu’ a pecuária. As linhas de crédito são limitadas e caras”, destacou Fernando Penteado, presidente da Novilho Precoce Tocantins (ATNP). O setor cobra melhores condições para recuperar solos e pastagens e também para investir em melhoramento genético. “Também precisamos de recursos acessíveis para investir em irrigação. Temos potencial pra produzir o ano todo e precisamos de apoio para investir em irrigação”, destacou também Simone Sandri, presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso. Seguro Guilherme Rios, assessor técnico da CNA apresentou as ações da entidade para tentar mudar regras do seguro rural e proagro. “O caminho tem sido o legislativo”, destacou. O tema foi abordado pelos produtores como o principal motivo de frustração do segmento rural. “O seguro virou apenas um instrumento dos bancos ganharem dinheiro porque ninguém consegue receber”, disse Dino Gabriel, presidente da ADSTO (Associação de Desenvolvimento Sustentável do Tocantins). Para o consultor da CNA, José Ângelo é um contra-senso o que acontece hoje com o seguro rural. “Os credores estão empurrando um seguro para seus clientes (o produtor rural), que não funciona, quando deveriam estar preocupados com a saúde financeira deles”, destacou. Com o término das reuniões regionais, a CNA vai consolidar um documento com as propostas do setor rural e encaminha-las ao Governo Federal e ao Congresso Nacional como sugestões para o próximo Plano Safra. “Esse trabalho da CNA e das Federações é fundamental para o Brasil e o próximo plano safra será desafiador. Precisamos de melhores condições para evitar a falência de muitos produtores que estão sendo penalizados com queda nos preços dos produtos, aumento dos insumos e juros cada vez mais altos”, finalizou Paulo Carneiro. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link
Açaí de Bailique (AP) conquista Indicação Geográfica

[ad_1] O açaí de Bailique, do estado do Amapá (AP), é um produto típico da região e acaba de conquistar o registro de Indicação Geográfica (IG) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), na categoria Indicação de Procedência. Este reconhecimento marca um importante avanço para o produto e fortalece ainda mais sua presença no mercado brasileiro e internacional. Com a inclusão de Bailique, o Brasil chega a um total de 131 Indicações Geográficas registradas, sendo 102 por Indicação de Procedência e 29 por Denominação de Origem, além de outras 10 reconhecidas em países estrangeiros. O reconhecimento tem um impacto direto na valorização da produção local. Amiraldo Picanço, produtor da região, comemora a conquista e destaca a importância do registro. “Nós estamos muito felizes com esse reconhecimento do processo de indicação geográfica. Vai ajudar bastante para a gente poder valorizar, buscar agregação de valor ao açaí da nossa região do Bailique, além de abrir acesso a novos mercados, principalmente o mercado internacional”, diz Picanço. Com essa certificação, o açaí de Bailique se junta a outras duas regiões que já possuem o reconhecimento de Indicação Geográfica: o açaí de Codajás, no Amazonas, e o açaí de Feijó, no Acre. A coordenadora de tecnologia portadora de futuro do Sebrae, Hulda Giesbrecht, ressalta a importância da Indicação Geográfica para o fortalecimento das cadeias produtivas locais. “O registro de Indicação de Procedência concedido a essas regiões reconhece que elas se tornaram conhecidas em função da produção de açaí de forma específica , além de estimular o envolvimento de lideranças locais, produtores, agricultores e associações em preservar esse patrimônio”, explica Hulda. O que é a Indicação Geográfica (IG)? A Indicação Geográfica (IG) é uma ferramenta estratégica para a valorização de produtos tradicionais de uma determinada região. A IG tem como função principal agregar valor ao produto, ao mesmo tempo em que protege a região produtora. No caso do açaí de Bailique, o reconhecimento assegura que o produto é originário de uma área específica, com características únicas e um processo de produção que preserva a qualidade e a autenticidade do fruto. Esse tipo de registro é uma garantia de que os produtos com Indicação Geográfica possuem uma ligação forte com o território onde são produzidos, reforçando a identidade local. Além disso, a IG ajuda a proteger os produtores, evitando a falsificação ou a comercialização de produtos de baixa qualidade que se aproveitam da notoriedade da região. Para os consumidores, a IG assegura que o produto consumido é genuíno e respeita os métodos tradicionais de produção. Inova Amazônia Summit O registro da IG de Bailique será entregue formalmente aos produtores no Inova Amazônia Summit, evento do Sebrae de promoção da bioeconomia sustentável e inclusiva. A edição de 2025 será realizada na capital do Amapá, entre os dias 22 e 24 de maio. O encontro aborda inovação em bioeconomia, sustentabilidade, startups, deeptechs, investidores, e cadeias de valor correlacionadas. O Inova Amazônia é o maior programa de aceleração de startups da bioeconomia na Amazônia. Além de estimular um crescimento sustentável dos pequenos negócios, o Inova incentiva ações de proteção da floresta, distribuição de riquezas e promove melhoria de vida das populações locais. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Foto: Divulgação | Sebrae/ASN Sobre o fruto O açaí é uma espécie nativa das várzeas da Região Amazônica, especificamente da Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas e Brasil (nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Tocantins). Do fruto é extraída a polpa, que pode ser utilizada para a produção de vinho, além de servir como acompanhamento de diversos outros pratos. Na Amazônia, o açaí é consumido tradicionalmente junto com farinha, peixe assado ou camarão. Pesquisas de laboratório comprovaram que o fruto possui características únicas que contribuem para saúde. O fruto tem significativas quantidades de antocianina, nutriente responsável pela sua coloração roxa. Essa substância evita a degeneração celular e reduz o risco de problemas cardiovasculares. O açaí possui grande importância cultural e social nas regiões, onde existem cooperativas que buscam ampliar o escoamento da produção e a qualidade de seus produtos, aumentando assim o preço de venda. [ad_2] Source link
Tarifas dos EUA trazem incertezas ao setor cafeeiro

[ad_1] Os preços do café vêm sendo influenciados por incertezas quanto aos impactos das tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos sobre o mercado global. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Essa condição tem afastado os agentes de mercado que enfrentam os maiores riscos, como produtores e os pequenos comerciantes. Isso se deve a uma série de fatores que tornam o mercado de café altamente volátil e imprevisível. Em geral, esses agentes operam com margens apertadas, pouca previsibilidade e menos instrumentos de proteção financeira (como hedge). O contexto tem reflexos no câmbio e pressiona os valores do grão nas bolsas. Café robusta Além disso, a proximidade da colheita de café robusta no Brasil reforça a pressão sobre as cotações. Só nos primeiros sete dias de abril, o Indicador Cepea/Esalq do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, caiu R$ 360,59 a saca de 60 kg (ou 7,7%), iniciando a semana à média de R$ 1.586,38/saca de 60 kg, o menor valor desde 18 de novembro de 2024. Oportunidade Porém, no caso do robusta, as tarifas norte-americanas podem trazer alguma vantagem competitiva ao café brasileiro, conforme avaliam pesquisadores do Cepea. Isso porque, para o Brasil, a tarifa de exportação aos EUA passa a ser de 10%, enquanto importantes países concorrentes dessa variedade receberam taxações bem mais elevadas, de 46% no caso do Vietnã e de 32% para a Indonésia. [ad_2] Source link
ouça o Diário Econômico de hoje

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o aumento da aversão ao risco com nova ofensiva tarifária dos EUA contra a China. O dólar subiu 1,48% e fechou a R$ 6,00, enquanto o Ibovespa caiu 1,32%, puxado por Vale e commodities. No Brasil, destaque para o déficit primário abaixo do esperado e expectativa pela PMC. No exterior, atenção à ata do Fed e dados de inflação na China. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! [ad_2] Source link
Temporais e pancadas de chuva com raios em 3 regiões: confira a previsão

[ad_1] Esta quarta-feira será marcada por temporais em áreas de três regiões do país: Sul, Norte e Nordeste. Em outros locais, chove de forma isolada, mas também em volume considerável. Acompanhe: Sul Os ventos que sopram do oceano em direção ao continente estimulam a formação de instabilidades na região central, sul e leste do Rio Grande do Sul, além do litoral de Santa Catarina e das regiões norte e leste do Paraná. A chuva já acontece em alguns pontos do interior gaúcho durante a manhã, mas é a tarde que ganha intensidade. Em Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, dia de sol entre nuvens com pancadas de chuva acompanhadas por raios e trovoadas. Nessas capitais, tem previsão de temporais. Sudeste A chance de chuva aumenta à tarde em São Paulo, no sul de Minas e no interior fluminense. Tem previsão de pancadas com raios no interior paulista, na Região Metropolitana de São Paulo, no Vale do Paraíba, na região serrana de Petrópolis, no sul de Minas e na zona da Mata Mineira. No Espírito Santo, o tempo segue firme e sem previsão de chuva. Centro-Oeste Os maiores volumes de chuva se concentram sobre Mato Grosso nesta quarta-feira. Tem previsão de pancadas com raios em Cuiabá (MT), enquanto em Campo Grande (MS) e em Goiânia (GO), chove rápido. Em Brasília, pode chover rápido à tarde. Nordeste A quarta-feira segue com a chuva concentrada entre Maranhão, Piauí e Ceará. Há previsão de temporais em São Luís (MA) em Fortaleza (CE). Entre as capitais Natal (RN) e Salvador (BA), dia de sol com chuvas rápidas. No sertão, tempo seco e alerta de baixa umidade do ar. Norte O dia começa com chuva na região de Tefé e Manaus (AM) e aumenta ao longo da tarde nos demais estados. Tem previsão de temporais com raios em Boa Vista e Porto Velho. A chuva também acontece volumosa no interior do Pará e no Amapá. [ad_2] Source link
Tarifaço pode gerar impacto bilionário à cadeia brasileira de suco de laranja – CitrusBR

[ad_1] A ordem executiva assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estabelecendo uma tarifa adicional de 10% sobre o valor aduaneiro de produtos importados do Brasil, deve gerar um impacto significativo para a cadeia brasileira de suco de laranja. Os Estados Unidos respondem por cerca de 37% das exportações brasileiras do produto. De acordo com dados da Secex compilados pela CitrusBR, entre julho de 2024 e fevereiro de 2025, foram embarcadas 207.205 toneladas de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ 66 Brix), totalizando US$ 879,8 milhões em faturamento. Custo adicional pode chegar a R$ 585 milhões ao ano Com base no desempenho atual da safra 2024/25 e projetando-se uma exportação anualizada de aproximadamente 235,5 mil toneladas ao mercado americano, o impacto da nova tarifa pode atingir cerca de US$ 100 milhões por ano, ou R$ 585 milhões considerando o câmbio de R$ 5,85 por dólar. Esse valor se soma aos tributos já incidentes, como a tarifa de US$ 415 por tonelada de FCOJ equivalente a 66 Brix. Apenas em 2024, esse tributo representou cerca de US$ 85,9 milhões em pagamentos. Assim, somando-se as tarifas atuais e a nova medida, o total de impostos pode atingir cerca de US$ 200 milhões anuais, ou aproximadamente R$ 1,1 bilhão. Setor reforça compromisso com o mercado americano As empresas brasileiras seguem, de forma individual e com base em suas estratégias comerciais, abastecendo o mercado dos Estados Unidos com suco de laranja de alta qualidade. O setor lamenta, no entanto, que a medida tenha sido adotada sem considerar o histórico de complementaridade entre a produção brasileira e a indústria da Flórida, além da relação de longo prazo com empresas engarrafadoras que atuam nos Estados Unidos. CONTATO Eduardo Savanachi Tel. 11 97645-4405 eduardo@quartettocom.com.br [ad_2] Source link
Mapa prorroga estado de emergência zoosanitária em 180 dias

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prorrogou por mais 180 dias o estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional por conta do vírus da influenza aviária H5N1 de alta patogenicidade (IAAP) – também conhecida como gripe aviária – em aves silvestres no Brasil. A Portaria nº 784 foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (7). De acordo com nota da pasta, a prorrogação acontece de forma preventiva com objetivo de manter as condições do Mapa em adotar medidas de erradicação do foco de forma rápida e a mobilização de verbas da União e a articulação com outros ministérios, organizações governamentais – nas três instâncias: federal, estadual e municipal – e não governamentais. No final de março, o Ministério publicou a Portaria nº 782, que suspende a realização de exposições, torneios, feiras e outros eventos com aglomeração de aves. A medida tem como objetivo prevenir a propagação da doença e poderá ser flexibilizada apenas com a autorização do Serviço Veterinário Estadual, mediante avaliação epidemiológica e plano de biosseguridade aprovado. Casos de gripe aviária no Brasil O primeiro caso de gripe aviária no Brasil foi registrado no dia 15 de maio de 2023, em aves silvestres. Até esta data, foram registrados 166 focos da doença, sendo 163 em aves silvestres e três em espécies de subsistência. Segundo o Ministério, até este momento, não há registro de circulação do vírus na criação comercial, o que mantem o Brasil com status de país livre de influenza aviária perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), exportando seus produtos para consumo de forma segura. [ad_2] Source link
Indústria de suco de laranja deve sofrer impacto de R$ 1,1 bilhão com tarifaço de Trump

[ad_1] A cadeia brasileira de suco de laranja deve sofrer um impacto significativo com a tarifa adicional de 10% sobre os produtos importados aos Estados Unidos, conforme ordem executiva anunciada por Donald Trump na semana passada. A Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) indica que os norte-americanos respondem por cerca de 37% dos embarques brasileiros do produto. Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela entidade, entre julho de 2024 e fevereiro de 2025, foram enviados 207.205 toneladas de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ 66 Brix) ao país da América do Norte, totalizando US$ 879,8 milhões em faturamento. Impacto de US$ 100 milhões/ano A CitrusBR informa em nota que, com base no desempenho atual da safra 2024/25 e projetando-se uma exportação anualizada de aproximadamente 235,5 mil toneladas ao mercado norte-americano, o impacto da nova tarifa pode atingir cerca de US$ 100 milhões por ano, ou R$ 585 milhões considerando o câmbio de R$ 5,85 por dólar. “Esse valor se soma aos tributos já incidentes, como a tarifa de US$ 415 por tonelada de FCOJ equivalente a 66 Brix. Apenas em 2024, esse tributo representou cerca de US$ 85,9 milhões em pagamentos. Assim, somando-se as tarifas atuais e a nova medida, o total de impostos pode atingir cerca de US$ 200 milhões anuais, ou aproximadamente R$ 1,1 bilhão”, destaca a CitrusBR. A entidade ressalta que as empresas brasileiras seguem, de forma individual e com base em suas estratégias comerciais, abastecendo o mercado dos Estados Unidos com suco de laranja de alta qualidade. No entanto, o setor lamenta que a medida tenha sido adotada sem considerar o histórico de complementaridade entre a produção brasileira e a indústria da Flórida, além da relação de longo prazo com empresas engarrafadoras que atuam nos Estados Unidos. [ad_2] Source link