confira a previsão de hoje

[ad_1] Tempo firme em grande parte do país, enquanto no Centro-Oeste duas capitais ficam sob atenção para chuva forte. Confira a previsão de hoje: Sul Os ventos que sopram do oceano formam as nuvens carregadas desde o litoral sul do Rio Grande do Sul até o litoral do Paraná. Nessas áreas, o sol aparece entre nebulosidade variável e chove em vários momentos, mas sem temporais. Dia de chuva em Florianópolis (SC) e em Curitiba (PR). No interior gaúcho, catarinense e paranaense, tempo firme e nada de chuva. Sudeste Chove rápido e em pontos isolados em Minas Gerais, no Espírito Santo, Rio de Janeiro e litoral de São Paulo por conta dos ventos úmidos. Não há alertas de temporais. Na capital paulista, dia de sol entre nuvens, com baixas chances de chuva. Centro-Oeste A previsão é de pancadas à tarde com raios em Mato Grosso e na metade norte de Goiás. Cuiabá (MT) e Brasília ficam em atenção. Em Mato Grosso do Sul chove rápido, sem alertas. Nordeste O tempo será abafado e com alertas no Maranhão, Piauí, litoral do Ceará e no interior da Bahia. São Luís continua na rota dos temporais. Na costa leste, dia de sol, poucas nuvens e chuva rápida. Norte A semana termina com chuva sobre todos os estados. Os maiores volumes se concentram no Amazonas, Roraima e Amapá. [ad_2] Source link

Indecisão de Trump sobre tarifas gera incertezas para o agronegócio brasileiro

[ad_1] A recente decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de remover tarifas de importação para diversos países, mantendo-as apenas para a China, gerou um debate intenso pelo mundo. A medida levantou questionamentos sobre possíveis vantagens e desafios para o Brasil. Depois de anunciar uma pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas aos países que não retaliaram as medidas dos Estados Unidos, exceto China e Canadá, a União Europeia decidiu hoje (10) suspender, também por 90 dias, as primeiras medidas contra as tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump. O comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, participou do telejornal Mercado & Companhia desta quinta-feira (10), e falou sobre a situação. Recado inusitado de Trump Horas antes de tirar as tarifas, Trump deu um recado na sua própria rede social dizendo: “este é um ótimo momento para comprar”. Segundo o comentarista, a ação de Trump configura uma “informação privilegiada e tendenciosa”, que beneficiou aqueles que agiram rapidamente no mercado financeiro. “Quem entendeu o recado dele, comprou e ganhou dinheiro”, afirmou Daoud. Tarifas de Trump e as chances para o agro Apesar das críticas, a decisão de Trump abre oportunidades para o Brasil, que é um grande exportador de proteína animal. A redução das tarifas pode impulsionar as vendas de carne de frango, suína e bovina para outros países, aumentando a demanda pelos produtos brasileiros. No entanto, Daoud alerta para os desafios que o setor pode enfrentar. “Não é tão simples assim. Nós temos a questão também dos custos que estão subindo, a gente viu aí agora o dólar caiu, já está subindo, a nossa infraestrutura, né? Hoje nós temos uma insatisfação generalizada com o governo em função de uma série de problemas”. Outro ponto de preocupação é o impacto no mercado interno. O aumento das exportações pode levar a uma redução da oferta de carne no Brasil, pressionando os preços e gerando inflação. Além disso, a alta taxa de juros no país dificulta o investimento em aumento de produção. Diante desse cenário de incertezas, Daoud recomenda cautela aos produtores. “O momento é para avaliar. A nossa função é dizer para você: olha, eu não sei cada produtor quais as suas possibilidades, o seu poder, o que ele pode fazer, o que ele não pode fazer. O que a gente sabe é que o momento é incerto e é hora de você refletir e agir”. O comentarista também comparou a situação a um jogo, onde as regras podem mudar a qualquer momento. “Amanhã a situação muda novamente, né? Donald Trump volta de amores com Xi-Jiping e pronto, tudo isso que você pensou de investir e fez, acabou. Então, portanto, temos que tomar muito cuidado com a visibilidade reduzida, ande devagar”. Acesse o nosso Youtube e confira outras notícias exibidas no Canal Rural [ad_2] Source link

Agência dos EUA confirma fim da La Niña e retorno da neutralidade climática no planeta

[ad_1] A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) anunciou hoje (10) que o fenômeno La Niña chegou ao fim. Segundo o novo boletim, o oceano Pacífico voltou a apresentar condições de neutralidade em março de 2025. Isso significa que, no momento, não há nem La Niña nem El Niño influenciando o clima global — uma situação chamada de fase neutra. De acordo com a agência americana, as temperaturas do mar na região central do Pacífico, que estavam abaixo da média nos últimos meses, voltaram ao normal. Os ventos e as nuvens também mudaram de comportamento, mostrando que a atmosfera já não está mais respondendo como acontecia durante a La Niña. A previsão é que essa fase neutra continue pelos próximos meses, com mais de 50% de chance de persistir até o trimestre entre agosto e outubro. Chances do La Niña retornar Para o segundo semestre do ano, os modelos de previsão climática ainda mostram bastante incerteza. Existe uma chance de 38% de a La Niña voltar, e menos de 20% de termos um novo El Niño. No entanto, como essa é justamente a época do ano em que os modelos costumam ter o pior desempenho, ainda é cedo para afirmar com segurança o que vai acontecer nos próximos meses. Será preciso aguardar mais algumas atualizações para entender melhor o comportamento dos oceanos e da atmosfera. Como fica a situação no Brasil? Essa mudança no padrão do Pacífico pode alterar a forma como as chuvas se distribuem pelo Brasil. Durante a La Niña, é comum que o Sul do país fique mais seco, enquanto o Norte e o Nordeste recebem mais chuva. Com o fim do fenômeno, esse padrão começa a perder força. O clima tende a ficar mais instável e irregular, sem uma tendência clara. O Sul, por exemplo, pode ter períodos de chuva e seca se alternando com mais frequência. Já o Norte e o Nordeste devem começar a sentir uma leve diminuição das chuvas nos próximos meses. Mesmo com o fim da La Niña, é importante lembrar que outros fatores também influenciam o clima no Brasil, como o aquecimento do oceano Atlântico. Por isso, o monitoramento segue constante. O próximo boletim da NOAA será divulgado no dia 8 de maio. [ad_2] Source link

Região com seca há 2 meses deve receber 100 mm de chuva; veja quando e onde

[ad_1] A chuva que atualmente está concentrada no sul da Bahia nos últimos dias deve subir o mapa e avançar para o interior do Nordeste a partir da madrugada desta sexta-feira (11) até a próxima terça-feira (15), mostra previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Assim, as principais áreas produtoras de grãos da fronteira agrícola do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), muitas sem precipitações significativas há, pelo menos, dois meses, devem receber volumes de, aproximadamente, 100 mm no período, especialmente neste fim de semana (veja mapa abaixo). Isso acontece por conta da mudança no padrão atmosférico com a passagem de um sistema frontal no oceano, que vai contribuir para o aumento da umidade na Região Nordeste, conforme a meteorologista do Inmet Morgana Almeida. Segundo ela, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) também atuará com mais intensidade nestes dias, provocando chuvas fortes na faixa norte e leste nordestina, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí e Ceará. A previsão do Inmet ressalta, também, que para a Bahia e o litoral de Sergipe, a situação inspira muita atenção porque as chuvas devem persistir com mais força neste final de semana, principalmente no Recôncavo Baiano e em Salvador. Chuva bem-vinda Volume de chuva estimado entre os dias 9 e 13 de abril. Foto: Climatempo Morgana ressalta que a previsão de chuvas significativas no interior do Nordeste está sendo aguardada com expectativa, visto que uma ampla área da região registrou déficit nos meses do verão. No Matopiba, a oferta hídrica favorece os cultivos de algodão e os plantios de segunda safra de milho no Tocantins e no Maranhão. Já a agrometeorologista do Inmet Lucietta Martorano acrescenta que, no Maranhão, as lavouras de milho estão no período de floração e as de algodão entrando na fase fenológica de formação das maçãs e a chuva favorecerá os cultivos. As chuvas também vão favorecer culturas agrícolas no sudoeste do Piauí e no oeste da Bahia, áreas que ainda estão enquadrados na condição de restrição hídrica, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). [ad_2] Source link

Demanda por carne brasileira cresce, mas efeito será breve, diz analista

[ad_1] Os impactos da guerra comercial entre Estados Unidos e China tendem a favorecer as exportações do complexo carne brasileiro, especialmente em relação à proteína suína, estima o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Isso porque o gigante asiático retaliou as ofensivas de Donald Trump e expandiu as tarifas para produtos norte-americanos em 84%, ao passo que a Casa Branca passará a aplicar taxas de 145% aos chineses. Estudo preliminar da Organização Mundial do Comércio (OMC) estima que as transações entre as duas potências tende a reduzir em 80%. Neste contexto, Iglesias ressalta que o Brasil tende a ganhar mercado em exportações de carne bovina, mas em fatias menores do que a suína e a de aves. “Os cortes de carne bovina que os Estados Unidos costuma exportar para a China são os de maior valor agregado e quem mais preenche esses requisitos de exportação ao mercado chinês é a Austrália, que deve ser a grande beneficiada em um primeiro momento.” Quanto à proteína suína, o analista enxerga o Brasil ganhando competitividade expressiva em 2025, com volume próximo a 1,4 milhão de toneladas embarcadas, 8% a mais do que no ano passado. Benefícios apenas no curto prazo Iglesias acredita que a conjuntura global aponta para o Brasil se notabilizando como alternativa às commodities dos Estados Unidos, visto que antigos parceiros comerciais, agora taxados por Trump, tendem a voltar os olhos para a agropecuária nacional. “O Brasil pode ter, em primeira instância, ganhos em função disso, mas o que realmente preocupa em toda essa situação, em toda essa dinâmica de mercado, é que no médio e longo prazo, as economias vão acabar sendo prejudicadas.” O analista destaca que a atividade econômica global pode trvar, levando a um quadro de recessão econômica ao redor do mundo. “No curtíssimo prazo, realmente o Brasil parece ser o grande beneficiado quando olhamos para a exportação de commodities, porém, para os segmentos industriais do Brasil que dependem de importação para manter os parques fabris trabalhando, esse quadro é muito mais complexo”, enfatiza. De acordo com Iglesias, a aversão ao risco que gera desvalorização do real e das outras moedas dos países emergentes é uma preocupação que precisa estar no radar dos produtores brasileiros, visto que encarecerá o custo de produção. [ad_2] Source link

Chuvas atrapalham a colheita, mas há desenvolvimento da soja; saiba mais

[ad_1] As chuvas que ocorreram na última semana no Rio Grande do Sul, embora tenham reduzido o ritmo da colheita da soja, proporcionaram um importante alívio para as lavouras, especialmente as de ciclo tardio. Segundo a Emater, na Metade Oeste do Estado, as precipitações mais intensas ajudaram a recompor a umidade dos solos, elevando-a a níveis adequados para o desenvolvimento das plantas, o que contribuiu para mitigar o déficit hídrico que afetou a produtividade nas últimas semanas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O outro ‘lado da moeda’ Entretanto, essa umidade excessiva também trouxe desafios: o solo e a massa vegetal ficaram saturados, o que levou à suspensão temporária da colheita até que as condições operacionais fossem novamente favoráveis. A área já colhida no Estado avançou de 39% para 50%, refletindo um aumento no contraste de produtividade entre as diferentes regiões e lavouras, com destaque para as variações causadas pela estiagem. Os rendimentos variam significativamente, desde 180 kg/ha no Extremo Oeste até impressionantes 6.000 kg/ha no Nordeste do Estado. De acordo com informações fornecidas pela consultoria Safras & Mercado, a produtividade média estadual foi estimada em 2.240 kg/ha, embora a possibilidade de uma nova queda seja considerada, devido ao impacto da escassez hídrica registrada durante o mês de março, que afetou os cultivos em todos os ciclos da cultura. A soja em regiões críticas Nas regiões mais críticas, a combinação do estresse hídrico nas fases reprodutivas (R3 a R5) com a umidade elevada das chuvas recentes resultou em uma maturação heterogênea da soja. Os grãos colhidos nessas áreas apresentaram alta taxa de umidade, impurezas e, em muitos casos, estavam verdes, ardidos e chochos. Esse cenário gerou descontos comerciais. Para minimizar as perdas qualitativas, observou-se uma intensificação no uso de dessecantes químicos, visando uniformizar a maturação das lavouras. Além disso, as instituições financeiras continuam registrando perdas nas lavouras, e os laudos técnicos para comprovação das condições das plantas estão sendo emitidos por peritos habilitados. Atualmente, 39% das lavouras ainda estão em maturação (R7), e 10% em enchimento de grãos (R5). As chuvas recentes podem ser benéficas para a preservação do potencial produtivo, especialmente nas lavouras mais tardias e com maior potencial de rendimento. Nestas áreas, o manejo fitossanitário continua sendo realizado de forma rigorosa, com aplicação de fungicidas para o controle de doenças de final de ciclo (DFCs) e da ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi), com o objetivo de preservar a sanidade das plantas até a colheita final. Comercialização Em relação à comercialização, o preço da soja registrou uma queda de 2,04% na última semana, segundo levantamento da Emater/RS-Ascar. O valor médio da saca de 60 quilos passou de R$ 127,38 para R$ 124,78. As oscilações nos preços e a incerteza sobre as condições de colheita continuam a impactar as decisões dos produtores, que seguem monitorando as condições climáticas e fitossanitárias das lavouras. [ad_2] Source link

Governo sanciona Orçamento com superávit primário de R$ 14,5 bi e dois vetos

[ad_1] Com dois pequenos vetos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Orçamento Geral da União de 2025. Aprovada pelo Congresso Nacional em 20 de março, a lei orçamentária tinha até o próximo dia 15 para ser sancionada. O texto foi publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União. No valor de R$ 40,2 milhões, o primeiro veto recaiu sobre novas programações orçamentárias com localizações específicas em gastos discricionários (não obrigatórios) do Poder Executivo, classificadas na categoria RP 2. Segundo o governo, a prática é vedada pela Lei Complementar 210, de 2024, que disciplina a execução de emendas parlamentares. O segundo veto abrange R$ 2,97 bilhões em despesas financeiras (não originadas de impostos) do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que seriam destinadas a financiamentos com retorno. Nesse caso, de acordo com o governo, o veto foi necessário porque as despesas superam o teto para gastos atrelados a receitas, após a renovação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 2032. Parâmetros do Orçamento A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 estima um superávit primário de R$ 14,5 bilhões, após compensações permitidas pelo arcabouço fiscal, como gastos de R$ 44,1 bilhões com precatórios (dívidas com sentença definitiva da Justiça). Sem a compensação, haverá déficit primário de R$ 29,6 bilhões. O resultado primário representa o déficit ou superávit nas contas do governo sem os juros da dívida pública. Aprovado pelo Congresso com três meses de atraso, o Orçamento confirma o salário mínimo de R$ 1.518, em vigor desde o início do ano, com aumento real (acima da inflação) de 2,5% em relação ao ano passado. A LOA destina R$ 226,4 bilhões para a educação e R$ 245,1 bilhões para a saúde pública. Previdência e programas sociais Foto: Agência Brasil O Orçamento reserva R$ 158,6 bilhões para o Bolsa Família e R$ 113,6 bilhões para os Benefícios de Prestação Continuada (BPC) e a Renda Mensal Vitalícia (RMV). O maior volume de despesa primária corresponde à Previdência Social, com R$ 972,4 bilhões. Por causa do crescimento dos gastos com a Previdência e com programas sociais, o governo enviou uma mensagem modificativa ao Congresso em março cortando R$ 7,6 bilhões do Bolsa Família e mais R$ 1,7 bilhão de outras despesas. O dinheiro serviu para ampliar as despesas da Previdência em R$ 8,3 bilhões e em R$ 1 bilhão os gastos com abono salarial, seguro-desemprego e Benefício de Prestação Continuada (BPC). O acordo também permitiu a inclusão do novo Vale Gás e do Pé-de-Meia no Orçamento. PAC e emendas Em relação aos investimentos federais, o Orçamento de 2025 destina R$ 166 bilhões. Desse total, R$ 57,6 bilhões correspondem ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). As emendas parlamentares somam R$ 50,4 bilhões, das quais R$ 24,6 bilhões para as Emendas Individuais (RP 6), R$ 14,3 bilhões para as Emendas de Bancadas Estaduais (RP 7) e R$ 11,5 bilhões para as Emendas de Comissão Permanente do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e de Comissão Mista Permanente do Congresso Nacional (RP 8). As despesas primárias discricionárias (RP 2 e 3) dos órgãos do Poder Executivo, totalizam R$ 170,7 bilhões. [ad_2] Source link

Senadores da FPA cobram de ministro irregularidades em assentamentos do MST

[ad_1] Senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) cobraram medidas concretas contra invasões de terras durante audiência pública com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, nessa quarta-feira (9). A audiência foi convocada pelos senadores Zequinha Marinho (Podemos-PA) e Marcos Rogério (PL-RO), em resposta à série de ocupações promovidas pelo MST no “Abril Vermelho”. Marinho, que é presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária, destacou a importância do diálogo com o governo sobre a política agrária e os desafios da região amazônica, onde há quase dois mil assentamentos, 447 mil famílias e cerca de 70 milhões de hectares. “Esses agricultores precisam de documentação, crédito, políticas de fomento e emancipação”, afirmou. O ministro Teixeira, por sua vez, apresentou dados sobre a produção de alimentos e fatores que impactam o setor, como a pandemia, a guerra na Ucrânia e as mudanças climáticas. Destacou o aumento de 43% no Plano Safra 2023/2024 para a agricultura familiar e programas como o “Desenrola Rural”, voltado à renegociação de dívidas. Também anunciou a meta de incluir 326 mil famílias na reforma agrária, com foco na redução de conflitos. Senadores, no entanto, criticaram a falta de ações para prevenir e combater invasões. Marcos Rogério questionou a criação de novos assentamentos sem revisão dos existentes. Segundo ele, há 205 mil lotes vagos e 17 milhões de hectares ociosos, além de 580 mil beneficiários com indícios de irregularidade, de acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU). “O Estado falhou. Muitas áreas que foram assentamentos voltaram a ser consideradas públicas por abandono ou venda, e hoje estão em situação de insegurança jurídica. É preciso resolver esse passivo antes de avançar com novos assentamentos”, afirmou o parlamentar. Rogério também criticou o que classificou como “ações criminosas travestidas de manifestação social” e defendeu o fim da complacência com invasões. “Não se pode aceitar que todo abril esse ciclo se repita como se fosse tradição institucionalizada. O Estado precisa garantir segurança jurídica no campo.” Direito à propriedade Zequinha Marinho reforçou que a agricultura familiar é um dos pilares do desenvolvimento rural, mas não pode justificar ilegalidades. “O Congresso precisa cobrar respeito à lei e ao direito de propriedade.” Já o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que a reforma agrária se tornou um processo sem fim. “É o dia da marmota eterna. Sempre tem alguém para ser assentado.” Jorge Seif (PL-SC), por sua vez, associou o MST a práticas criminosas como invasões, extorsão, trabalho análogo à escravidão e vandalismo. Citou denúncias da imprensa e da CPI do MST de 2023, e declarou: “O MST precisa ser eliminado, coibido, expulso e desmobilizado. São terroristas que só atrapalham o agro”. Em resposta, o ministro afirmou desconhecer qualquer grupo terrorista no Brasil e negou privilégios ao MST. Disse que o governo atua dentro dos limites da lei e que invasões devem ser tratadas pelas autoridades estaduais. Magno Malta (PL-ES) criticou a falta de ação do governo, classificou a questão como ideológica e lembrou que a Constituição proíbe invasões. “Quem está na terra legalmente é quem paga o preço”, disse, referindo-se a casos de violência durante ocupações. [ad_2] Source link

BNDES desembolsou R$ 37 bi para cooperativas em 2024 e quer elevar parcerias

[ad_1] O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quer mais cooperativas na sua carteira de crédito. A instituição, que desembolsou R$ 37 bilhões em financiamentos para esse tipo de organização produtiva em 2024, assinou nesta quinta-feira (10) um acordo de cooperação técnica para ampliar o acesso das cooperativas ao crédito no banco. O termo foi acertado pelos presidentes do BNDES, Aloizio Mercadante, e do Sistema Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Márcio Freitas, na sede do banco, no Rio de Janeiro. Mercadante ressaltou que o país tem 4,5 mil cooperativas atualmente, número 50% superior em comparação há 20 anos. A maior parte atuando na agropecuária. “Metade da produção de alimentos no Brasil hoje é feita pelo cooperativismo”, lembrou. Segundo ele, são 23,5 milhões de trabalhadores cooperados, o que representa 550 mil empregos formais. Esse sistema de produção fatura R$ 692 bilhões por ano. Contratos de crédito para cooperativas Em 2024, 73% dos contratos de crédito do BNDES foram direcionados para o sistema cooperativo, o que representa R$ 37 bilhões. Desse montante, R$ 34,4 bilhões foram direcionados para pequenas e médias empresas. Mercadante apontou que as cooperativas de crédito têm a função de levar a oferta de crédito, inclusive, para pequenas cidades onde não há agências bancárias. “Mais de mil cidades não têm agências bancárias, só cooperativa. É um instrumento capilar de acesso ao crédito. Chegam onde as agências não chegam mais”, disse Mercadante. O presidente do banco ressaltou que, mesmo o BNDES não estando nessas localidades e sendo representado por cooperativas de crédito, o sistema é seguro, pois conta com a fiscalização do Banco Central (BC). Mercadante enfatizou a intenção de aumentar a presença dessa forma de organização nas regiões Norte e Nordeste. “Elas [cooperativas] são muito fortes no Sul, em função da colonização; no Sudeste, que é a colonização europeia e asiática, e agora estão avançando no Centro-Oeste. O nosso próximo capítulo é dar muito impulso ao cooperativismo no Norte e Nordeste”, defendeu. Questionado sobre qual a meta de concessão de crédito ao segmento de cooperativas, Mercadante disse que “depende da força deles”. O presidente da OCB, Márcio Freitas, informou que a organização tem a meta de levar o faturamento total das cooperativas em até R$ 1 trilhão até 2027. “A meta está lançada chegar a 30 milhões de brasileiros cooperados e, provavelmente, chegando a um milhão de empregos diretos, com carteira assinada”, avaliou. Mais renda Além da assinatura do acordo entre o banco público e a entidade de representação do cooperativismo no Brasil, foi realizado um seminário sobre impactos do cooperativismo no desenvolvimento do país. O pesquisador Alison Pablo de Oliveira, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), apresentou dados sobre locais que têm presença de cooperativas de crédito. O estudo mostra que foram gerados 25,3 empregos formais para cada grupo de 1 mil habitantes nessas localidades. Além disso, foi identificado incremento de R$ 115,50 na massa salarial por habitante. O levantamento aponta também que a presença das cooperativas de crédito retirou 12,3 famílias da extrema pobreza para cada grupo de 1 mil habitantes. Outro dado é a diminuição de 20,5 famílias no Cadastro Único (CadÚnico), direcionado a famílias mais pobres, a cada grupo de 1 mil habitantes. Segundo Oliveira, onde há agência de cooperativismo de crédito, as famílias passam a depender menos do Estado. “Com ganhos de renda e empregabilidade maior, as famílias conseguiam superar a pobreza de maneira sustentável por meio da inclusão produtiva e econômica”, disse. O BNDES é um banco público de fomento ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e tem entre as funções fomentar setores estratégicos da economia por meio de crédito e investimentos diretos. Parte dos empréstimos são subsidiados, isto é, mais baratos. [ad_2] Source link

veja como o mercado se comportou hoje

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta quinta-feira (10). De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, entre cinco e seis dias úteis na média nacional. “Soma-se a isso a demanda aquecida presente no mercado, em especial a demanda relacionada às exportações. O mercado doméstico também conta com seus predicados, considerando uma boa demanda durante a primeira quinzena do mês, somado ao feriado prolongado na próxima semana, que motivará a reposição ao longo da cadeia produtiva”, diz. São Paulo: R$ 328,42, contra R$ 327,58 de ontem Goiás: R$ 320,71, ante R$ 327,75 na quarta Minas Gerais: R$ 320,88, anteriormente estava R$ 320,29 Mato Grosso do Sul: R$ 321,93, contra R$ 321,36 ontem Mato Grosso: R$ 324,66, ante R$ 321,49 na quarta Mercado atacadista O mercado atacadista confirmou as expectativas e apresenta alta generalizada dos preços. Segundo Iglesias, o movimento se mostrou mais consistente no dianteiro bovino. “A expectativa é de continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com boa propensão a reajustes no curto prazo, ainda considerando os efeitos da entrada dos salários na economia, somado ao adicional de consumo antecipado para o feriado prolongado”, assinalou. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 20,00, por quilo, alta de R$ 1,00. Já o quarto traseiro segue a R$ 26,00, enquando a ponta de agulha ainda é cotada a R$ 18,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,91%, sendo negociado a R$ 5,8978 para venda e a R$ 5,8958 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8234 e a máxima de R$ 5,9554. [ad_2] Source link