governo quer adotar linha dolarizada de crédito com foco em exportações

[ad_1] O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse a jornalistas que, entre as medidas para o novo plano safra, o governo deve adotar uma linha de crédito dolarizada com foco nos produtores que exportam commodities agrícolas. Segundo o ministro, a ideia é que os juros fiquem em torno dos atuais 8,5% e que não haja custo para o Tesouro Nacional. “A gente quer potencializar a linha dolarizada, que tenha um custo zero para o tesouro, com níveis de juros abaixo de 10%”, afirmou. Entretanto, por causa da instabilidade internacional, devido a guerra de tarifas adotadas por Donald Trump, o dólar tem apresentado muita volatilidade. Atualmente, a moeda está cotada próxima dos R$ 6,00, podendo gerar custos maiores aos produtores. “A variação cambial é natural, então a gente está fazendo um trabalho com o Banco do Brasil e todos os bancos que operam com crédito rural nessa linha, para que possamos ter mais recursos e um plano safra ainda maior do que foi do ano passado que foi recorde, apesar da Selic estar alta como está hoje”, informou. Para os produtores de médio porte, o ministro destacou que o governo quer manter o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) nos níveis atuais para que seja atrativo aos agricultores, mas reforçou que isso requer muito mais recursos do tesouro. “A ideia é que a gente fique muito próximo e gaste o máximo possível de recursos do tesouro para manter o Pronamp nos níveis que estão atualmente, com taxas atrativas para os médios produtores e fazer um direcionamento para quem planta arroz, feijão, batata. São médios produtores que vão ter a abundância da safra brasileira para aquilo que vai para mesa dos brasileiros.” [ad_2] Source link
Chuva em excesso pode atrapalhar o desenvolvimento da soja em algumas regiões; saiba onde a água ‘cai’

[ad_1] As regiões produtoras de soja no Brasil seguem afetadas por um clima com muita umidade. Nos próximos dias, a previsão indica que o impacto no setor agrícola pode ser tanto positivo quanto negativo, dependendo do local e do estágio das lavouras. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Chuva pelo Brasil: aliada ou desafio para a soja? Na região Norte, os estados de Rondônia, Pará e Amazonas devem registrar acumulados superiores a 70 milímetros em cinco dias. A condição favorece a manutenção da umidade do solo, beneficiando áreas ainda em desenvolvimento, mas continua dificultando o avanço da colheita da soja. No Matopiba, os volumes previstos para as lavouras de soja variam entre 50 e 80 milímetros. A chuva começa a se espalhar de forma mais abrangente pela Bahia, o que pode contribuir com o desenvolvimento das lavouras nas áreas produtoras. Já no Centro-Oeste, o estado do Mato Grosso segue com tempo instável, prejudicando os trabalhos de colheita. Em contrapartida, a volta da umidade em Mato Grosso do Sul e Goiás traz alívio para os produtores que iniciaram o plantio do milho segunda safra. Nas lavouras de soja localizadas no Sul do país, destaque para o Paraná, que deve receber acumulados superiores a 50 milímetros em cinco dias, o que representa uma boa notícia para os produtores locais. Para o período de 17 a 21 de abril, a tendência é de continuidade da umidade nas regiões Centro-Oeste, Rondônia e sul da Bahia. Além disso, os estados de São Paulo e Minas Gerais devem receber volumes , superando os 80 milímetros em cinco dias. Por outro lado A Região Sudeste apresenta um cenário diferente: em São Paulo, o tempo mais seco acentua a restrição hídrica já sentida nas lavouras de milho. No entanto, a previsão indica o avanço de um sistema de baixa pressão nos próximos dias, com retorno das chuvas em São Paulo e Minas Gerais. [ad_2] Source link
‘O Brasil segue como protagonista mundial na venda de soja’, afirma analista da Safras & Mercado

[ad_1] O Soja Brasil conversou com Rafael Silveira, analista de mercado da consultoria Safras & Mercado, sobre o cenário das exportações brasileiras de soja em meio às tensões comerciais globais. Silveira explicou os impactos econômicos no país e os desafios estruturais que precisam ser superados. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Guerra comercial Com a intensificação da guerra comercial entre China e Estados Unidos, o Brasil tem se consolidado ainda mais como um fornecedor estratégico de soja. O impacto dessas tensões fortalece as exportações brasileiras de commodities, especialmente a soja. A China, maior comprador do Brasil, tem importado volumes superiores a 70 milhões de toneladas por ano. Rafael destaca que, além da disponibilidade, a soja brasileira é reconhecida internacionalmente por sua alta qualidade. Apesar do crescimento nas exportações, os efeitos positivos sobre outros setores da economia brasileira ainda são limitados no curto prazo. O dólar elevado e o custo mais alto da soja no mercado físico brasileiro impactam a indústria de processamento, tornando os derivados mais caros. No entanto, Rafael aposta em um cenário mais favorável no médio e longo prazo. A tendência, segundo ele, é de um fluxo maior de entrada de dólares no Brasil e de uma relação comercial mais próxima com a China, o que pode trazer ganhos em tecnologia e desenvolvimento. A soja no Brasil: protagonismo Para Rafael, o agro é a grande marca do Brasil no mundo. Segundo ele, o país é eficiente em produzir e alimentar o mundo. Com comércio livre e incentivos adequados, a prosperidade acontece naturalmente. Ele defende que os ganhos gerados pelo agronegócio devem ser aproveitados para fortalecer também setores como a indústria de transformação. Isso reduz a dependência de commodities e gera um ciclo de crescimento mais equilibrado e sustentável. Rafael também faz uma análise crítica do modelo econômico brasileiro, que, segundo ele, ainda é excessivamente dependente do Estado. Altos impostos, burocracia e transferências forçadas de renda freiam o desenvolvimento. Para mudar esse cenário, é necessário simplificar o sistema tributário, reduzir entraves e valorizar o empreendedorismo. Rafael afirma que o país precisa permitir que o mercado floresça, e que ele não pode ser tratado como inimigo. O que esperar do mercado da soja? O ano promete ser novamente de destaque para a soja brasileira. A estimativa, segundo Rafael, é de uma safra recorde. O Brasil deve atingir algo em torno de 107 milhões de toneladas exportadas, mantendo-se como protagonista mundial. No entanto, ele chama atenção para os gargalos logísticos. Mesmo com uma boa malha portuária, será necessário melhorar a infraestrutura para acompanhar o ritmo de crescimento da demanda. Nesse ponto, Rafael acredita que o Estado pode, e deve, contribuir. [ad_2] Source link
Cerrado Summit será o único evento da pré-COP30 realizado fora de uma capital brasileira

[ad_1] O Cerrado Summit, será o único evento da pré-COP30 realizado fora de uma capital brasileira, com foco exclusivo nos tratados e desafios do Bioma Cerrado. O encontro será realizado nos dias 15 e 16 de abril, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia. A programação será aberta no dia 15, às 9h, apenas para convidados, no auditório da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), no Complexo Bahia Farm Show. O evento colocará a região como palco de um dos encontros mais estratégicos da agenda da agricultura regenerativa em paisagens no Cerrado brasileiro. Junto com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Aiba é a entidade co-organizadora do encontro. “A escolha de Luís Eduardo Magalhães para sediar este evento não foi por acaso. Não se discute o futuro do Bioma Cerrado fora de onde ele efetivamente está. Por isso, articulamos com o Ministério da Agricultura para que o Cerrado Summit acontecesse aqui, no coração do bioma. Queremos mostrar ao mundo que o agronegócio praticado nesta região é comprometido com a sustentabilidade e vem adotando, cada vez mais, práticas de agricultura regenerativa para garantir o equilíbrio e a preservação do Cerrado”, afirma o presidente da Aiba, Moisés Schmidt. Foto: Natashi Pilon/Unicamp Cerrado Summit Sediado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o evento contará com a presença confirmada do Ministro Carlos Fávaro, e a cerimônia de abertura prevê a participação do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, o secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Mapa, Pedro Alves Corrêa Neto, além dos prefeitos de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, de Barreiras, Otoniel Teixeira, do presidente da Aiba, Moisés Schmidt, e da presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa, como também, de líderes de governos. O Cerrado Summit será o primeiro Acelerador de Paisagens promovido pela Aliança para Ação Regenerativa nas Paisagens (AARL), com foco em construir um plano de ação concreto até a COP30, que será realizada em Belém no segundo semestre. O encontro tem como pilares o financiamento da transição, métricas de monitoramento e avaliação (MMRV) e políticas públicas voltadas ao Cerrado. O primeiro dia contará com painéis de discussão, mesas redondas e discussões em grupo, nos quais os participantes terão a oportunidade de: Revisar oportunidades globais e locais em paisagens regenerativas e o contexto atual; Discutir estratégias para a transição em escala via financiamento, métricas e políticas públicas; Decidir sobre ações coordenadas para acelerar paisagens regenerativasprodutores, líderes globais e nacionais do setor financeiro, e sociedade civil. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link
Restaurante é fechado por servir pombo e carne estragada

[ad_1] Um restaurante chinês foi interditado pela polícia da Espanha após uma inspeção revelar que o estabelecimento servia aos clientes pombos assados como se fossem patos. Além disso, as autoridades encontraram carnes estragadas penduradas em varais, a cozinha infestada de baratas, e ratoeiras espalhadas pelo chão do local, colocando em risco a saúde pública. O The Jin Gu está localizado no distrito de Usera, em Madri. Os fiscais que estavam na operação, realizada em 25 de março, também se depararam com oito freezers defeituosos e enferrujados, repletos de produtos sem identificação ou data de validade. Além da carne de pombo… No depósito de lixo do restaurante foi encontrado um recipiente plástico com mais de 100 litros de gordura acumulada, sem tampa nem sistema de descarte. A polícia espanhol também informou que os utensílios de cozinha estavam em condições precárias. As geladeiras não tinham monitoramento da temperatura dos alimentos armazenados, e havia itens alimentos proibidos por leis ambientais da União Europeia. O dono do restaurante está sob investigação do Ministério Público de Madri por suspeita de crimes contra a saúde pública. Ele não teve a identidade revelada. [ad_2] Source link
Estados Unidos segue dependendo do mercado brasileiro

[ad_1] As exportações brasileiras de ovos, tanto In natura quanto processados, atingiram 8,65 mil toneladas no primeiro trimestre de 2025. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados e compilados pelo Cepea. De acordo com o Centro de Estudos, um dos principais fatores que justificam o grande aumento nos embarques foi o surto de gripe aviária nos Estados Unidos. O gigante norte americano já importou, de janeiro a março, quantidade 28% superior que a exportada ao longo de todo o ano de 2024. O valor comercializado da proteína representa um crescimento de 97% no comparativo com o mesmo período de 2024. O crescimento expressivo demonstra que o setor segue em ritmo acelerado no Brasil. Os Estados Unidos já se tornaram o principal destino das exportações brasileiras de ovos. O surto de gripe aviária, que aumentou o preço do produto no mercado interno americano, torna pouco provável uma mudança de cenário, mesmo com o recente anúncio da aplicação de uma tarifa de 10% sobre os produtos brasileiros importados pelo país. [ad_2] Source link
IPCA sobe 0,56% em março, ante elevação de 1,31% em fevereiro

[ad_1] A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou março com alta de 0,56%, ante uma elevação de 1,31% em fevereiro, informou na manhã desta sexta-feira (11), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa acumulada pela inflação no ano foi de 2,04%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 5,48%, número também levemente acima da mediana das projeções do mercado (5,46%), que iam de 4,83% a 5,52%. O IPCA é um indicador que mede a variação dos preços de bens e serviços consumidos pelas famílias brasileiras com renda mensal entre 1 e 40 salários mínimos, abrangendo diversas áreas como alimentação, habitação, transporte, saúde, entre outros. Os preços são comparados com os do mês anterior, resultando em um índice que reflete a variação geral dos preços. A coleta de dados é realizada mensalmente em 13 áreas urbanas do país, abrangendo cerca de 430 mil preços em 30 mil locais. O índice é utilizado pelo Banco Central (BC) para definir a taxa básica de juros (Selic), que influencia outras taxas de juros e o custo de crédito no Brasil. [ad_2] Source link
SP libera R$ 2,5 mi para afetados por mortandade de peixes no Rio Tietê

[ad_1] Com o objetivo de apoiar famílias que dependem da pesca no noroeste paulista, o governo de São Paulo informou que vai liberar uma linha de crédito emergencial no valor de R$ 2,5 milhões para pescadores e piscicultores afetados pela morte de milhares de peixes no Rio Tietê e em seus afluentes. O desastre ocorre em um dos afluentes do rio, próximo do município de Zacarias (SP), e há meses afeta a biodiversidade e a cadeia produtiva local. A água ficou com uma coloração verde e mal cheirosa. Levantamento aponta que cerca de 800 toneladas de tilápia morreram na tragédia. O noroeste paulista é responsável por 70% da produção de tilápia no estado de São Paulo. O município de Zacarias é o segundo maior produtor em tanque-rede do estado, correspondente a 20% do total da espécie de peixe. Foto: Max Gazzi/Canal Rural Segundo o governo paulista, a poluição tem origem multifatorial, incluindo alterações na qualidade da água e despejos irregulares de poluentes. “Desde o início do problema, equipes técnicas da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) intensificaram o monitoramento e investigação das causas”, informa o governo. Liberação de crédito A medida entra em vigor a partir da próxima segunda-feira (14) e tem o objetivo de apoiar famílias que dependem da pesca. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo disse que a linha de crédito será disponibilizada por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) e terá juro zero, teto de R$ 5 mil para pescadores artesanais e até R$ 20 mil para piscicultores prejudicados pela mortandade de peixes. O acesso ao recurso poderá ser solicitado nas unidades da Casa da Agricultura dos municípios afetados. A relação de endereços está disponível no site da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI). Morte de peixes no Tietê e o trabalho de fiscalização Para o enfrentar o problema, o governo do estado criou um grupo de fiscalização que resultaram na emissão de 19 Autos de Infração Ambiental (AIAs), totalizando R$ 73.198,00 em multas aplicadas. Os responsáveis por práticas ilegais estão sendo processados conforme a legislação ambiental vigente, reforçando o compromisso do estado com a recuperação da qualidade das águas do Tietê. Além disso, o governo faz uma articulação com produtores rurais e entidades do setor agropecuário para implementar boas práticas de conservação do solo, com o objetivo de reduzir o escoamento superficial de fertilizantes e resíduos para os corpos d’água. Outras iniciativas de monitoramento também estão em andamento. [ad_2] Source link
Certificação do ‘Açaí de Feijó’ impulsiona a economia acreana

[ad_1] O açaí produzido em Feijó, no Acre, conquistou uma certificação que promete mudar o rumo da economia local. O Selo de Indicação Geográfica (IG) de Procedência foi oficialmente lançado em um evento promovido pelo Sebrae/AC, a Prefeitura de Feijó e a AÇAÍCOOP – Cooperativa de Produtores, Coletores e Abatedores de Açaí do município. Com a certificação, apenas os produtores associados à AÇAÍCOOP terão o direito de usar o nome “Açaí de Feijó” em seus produtos. A medida assegura que o consumidor estará adquirindo um alimento com origem garantida, colhido e preparado segundo práticas tradicionais transmitidas ao longo de gerações. Para Laíz Mappes, gerente do Escritório Regional do Juruá, Tarauacá e Envira do Sebrae no Acre, a conquista do selo é um marco para a economia do município. “O Selo de Indicação Geográfica do Açaí de Feijó é uma importante ferramenta para fortalecer a identidade local, além de agregar valor ao produto, abrindo novas oportunidades de mercado. Esse reconhecimento vai impulsionar a cadeia produtiva, contribuindo diretamente para o desenvolvimento econômico da região“, afirma Laíz O açaí de Feijó passa a se destacar no mercado como um produto único, 100% orgânico, nativo e cultivado de forma tradicional, sem a utilização de plantios comerciais. Embora o açaí seja produzido em toda a região Norte do Brasil, a qualidade e o processo de produção do açaí de Feijó o tornam único. O modo tradicional de preparo do açaí em Feijó é um saber ancestral, transmitido de geração em geração, de pais para filhos. Essa prática é um dos principais elementos que conferem ao produto o seu caráter único e autêntico. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp O que é Indicação Geográfica De acordo com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a Indicação Geográfica (IG) identifica a origem de um produto ou serviço que possui qualidades específicas graças à sua origem geográfica. A proteção concedida por uma IG não só preserva as tradições locais, mas também pode diferenciar produtos e serviços, melhorar o acesso ao mercado e promover o desenvolvimento regional, beneficiando produtores, prestadores de serviço e consumidores. [ad_2] Source link
Setor de serviços cresce acima do esperado no Brasil: acompanhe o Diário Econômico

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o aumento da cautela nos mercados com novas incertezas na guerra comercial entre EUA e China. O dólar subiu 0,88%, a R$ 5,89, pressionando os juros futuros. O CPI dos EUA surpreendeu com queda, mas o foco segue nas tensões geopolíticas. No Brasil, o setor de serviços cresceu acima do esperado. Hoje, destaque para o IPCA de março. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! [ad_2] Source link