Verba da prorrogação das dívidas dos produtores do RS é confirmada por Fávaro

[ad_1] Em audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (28), o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, informou que o governo ajustou o orçamento para prorrogar dívidas dos produtores rurais do Rio Grande do Sul. Segundo ele, a questão orçamentária, considerada como entrave para a medida, foi equacionada e o texto está pronto. A previsão é que reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN) vote a resolução até a sexta-feira (30). O custo para bancar o adiamento dos débitos dos agricultores gaúchos vitimados por estiagens e enchentes será de R$ 136 milhões neste ano. “Talvez as pessoas se esqueçam de quanto recurso foi liberado no ano passado pelo governo para a reconstrução do Rio Grande do Sul, em todas as áreas”, acrescentou Carlos Fávaro quando provocado pelos parlamentares sobre a demora na aprovação da medida. De acordo com ele, somente para o setor agropecuário foram liberados mais de R$ 3 bilhões para a repactuação das dívidas dos produtores com as cooperativas. Contudo, ele reconheceu que as medidas ainda não surtiram todos os efeitos esperados. Presidente da comissão, o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) pediu a inclusão dos produtores rurais do seu estado na prorrogação das dívidas. “Nós estamos abertos ao diálogo, mas não temos clima para fazer a repactuação ampla e irrestrita no Brasil, porque são casos pontuais, mas muito graves, que precisam de ação”, respondeu o ministro. Fávaro afirmou que as recuperações judiciais não podem ser banalizadas para estados que não sofreram adversidades, já que os efeitos voltam ao produtor, por meio de restrições ao crédito, e não há fonte orçamentária para isso. Conforme ele, as medidas de repactuação de dívidas previstas para o Rio Grande do Sul podem ser estendidas para estados que efetivamente precisarem. Aprovação do Fundagro A deputada Daniela Reinehr (PL-SC), que também pediu a audiência, solicitou apoio do ministro para a aprovação do PL 711/22 , do ex-deputado Jerônimo Goergen (RS), que cria o Fundo Nacional de Defesa Agropecuária (Fundagro), para permitir resposta imediata a eventos climáticos ou sanitários extremos, como no caso da gripe aviária no Rio Grande do Sul. O ministro defendeu a universalização e a reformulação do seguro rural, para evitar as dívidas dos produtores por intempéries climáticas. “Eu defendo que seja obrigatório para todos os produtores que acessarem o crédito subsidiado. Quem busca recurso com subvenção do governo, que equaliza taxa de juros, que barateia a taxa de juro tem obrigação de fazer seguro”, afirmou. Inflação de alimentos No debate, Carlos Fávaro disse também que as medidas tomadas pelo governo para conter a inflação de alimentos foram cautelosas, mas surtiram efeitos. Entre elas, citou a redução a zero das tarifas do imposto de importação de 11 alimentos, anunciadas em março. “O último IPCA-15 [Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15] mostrou o melhor índice dos últimos cinco anos, de 0,36%, ainda positivo, mas já numa decrescente. Era mais de 1% ao mês em abril, agora em maio 0,36%, com destaque para a redução do preço do arroz (-4%), frutas (-2%), tomate (-7%), feijão preto (-7%) e ovos de galinha (-2%)”, anunciou. [ad_2] Source link

negócios acima da média são registrados

[ad_1] O mercado físico do boi gordo ainda apresenta perfil lateralizado, com predominante acomodação dos preços em grande parte do país. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos se deparam com escalas de abate posicionadas entre sete e nove dias úteis na média nacional, ainda operando com relativo conforto. “Em determinadas regiões a dificuldade de obtenção de animais padrão China resultou na ocorrência de um ou outro negócio acima da referência média. Ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem agressivas, com o país caminhando a passos largos para um recorde histórico, tanto em volume embarcado quanto em receita”, declara. São Paulo: R$ 304,17 Goiás: R$ 286,07 Minas Gerais: R$ 286,65 Mato Grosso do Sul: R$ 302,73 Mato Grosso: R$ 299,18 Mercado atacadista O mercado atacadista voltou a registrar preços estáveis para a carne bovina. O ambiente de negócios ainda sugere por alguma fragilidade, considerando o lento escoamento entre atacado e varejo. “Importante mencionar que importante parcela da população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, disse Iglesias. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 19,00 por quilo e a ponta de agulha ainda é cotada a R$ 17,80, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,87%, sendo negociado a R$ 5,6952 para venda e a R$ 5,6932 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6442 e a máxima de R$ 5,7172. [ad_2] Source link

Gripe aviária em granja comercial de Tocantins é descartada pelo Mapa

[ad_1] Laudo conclusivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) recebido nesta quarta-feira (28) pela Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) descarta gripe aviária e Doença de Newcastle em granja comercial de Aguiarnópolis, no norte do estado. “É um resultado que já esperávamos e que tranquiliza a cadeia produtiva da avicultura no Tocantins para continuarmos produzindo com qualidade e gerando renda neste setor tão importante para a nossa economia”, destacou o presidente da Adapec, Paulo Lima. Segundo ele, a responsabilidade sanitária e a rapidez da Agência na execução dos protocolos de coleta e envio das amostras para investigação em laboratório oficial, em menos de 48 horas, foram fundamentais para não deixar quaisquer dúvidas sobre a presença ou não do vírus da gripe aviária. O gerente de Sanidade Animal da Adapec, Sérgio Liocádio, esclarece que o caso está sendo encerrado com os protocolos de desinterdição da propriedade de origem das aves e com a liberação das carcaças para consumo, que haviam sido separadas no abatedouro até a conclusão do laudo. “É importante destacar que as ações rotineiras de prevenção continuam sendo realizadas com vigilâncias ativas em granjas comerciais, orientações aos produtores rurais, estudos realizados periodicamente para comprovar a ausência viral da IAAP [Influenza Aviária de Alta Patogenicidade] e a Doença de Newcastle, além do trabalho de inspeção e fiscalização diárias nas indústrias”, pontuou. Com esse descarte no Tocantins, o prazo para o Brasil ser livre de gripe aviária não retorna à estaca zero, ou seja, deve seguir contando desde o dia último dia 22, data em que foi concluída a desinfecção total da granja comercial em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde houve o primeiro registro. [ad_2] Source link

Bahia se prepara para iniciar exportações de manga para os EUA

[ad_1] A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) alerta os setores produtivo e comercial para o monitoramento e controle de pragas como as moscas-das-frutas nos pomares, com o início das exportações de manga, destinadas aos EUA, programado para primeiro de julho. Segundo a Adab, para alinhamento e atualização de procedimentos, o órgão vai realizar uma série de reuniões técnicas, no próximo dia 29, no auditório da entidade parceira, Valexport, em Petrolina (PE). “O objetivo é orientar produtores, exportadores, Responsáveis Técnicos (RTs) de estabelecimentos de tratamento e unidades de produção, melhorando o controle e reduzindo o índice populacional da praga quarentenária moscas-das-frutas, em pomares de mangas registrados para exportar ao mercado americano, principal comprador”, ressalta o coordenador do Projeto Fitossanitário de Controle das Moscas-das-Frutas da Adab, Weber Aguiar. Na programação, com público estimado de 60 pessoas, segundo organização, os participantes serão atualizados sobre as normas e obrigatoriedade do monitoramento e controle em âmbito federal e estadual, bem como, sobre todas as ferramentas existentes para controlar a praga quarentenária moscas-das-frutas em pomares registrados, que exportam mangas para o mercado americano. Foto: Marcelino Ribeiro Também serão socializados pontos críticos e riscos identificados pelo Serviço de Inspeção Sanitária Animal e Vegetal dos Estados Unidos (APHIS), e como deve ser feito o controle pelos participantes do programa. Na oportunidade, a Adab informou que lançará um novo canal de atendimento para que o setor produtivo e a população possam fazer denúncias, tirar dúvidas sobre a praga, o MoscaZap (71) 99945-8008. Mercado internacional A abertura da exportação de manga da Bahia geralmente acontece durante a chamada “janela de exportação”, que coincide com a safra da fruta no Nordeste, principalmente em estados como Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Essa janela de exportação permite que a Bahia aproveite um período em que há menor oferta de manga em outros países, como o Equador, beneficiando a demanda pela fruta brasileira. Importância Ainda segundo a Adab, em 2024, a região do Vale do São Francisco, que abrange as cidades Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), consolidou-se como um dos principais polos de exportação de frutas do Brasil. A fruticultura irrigada da região, beneficiada por condições climáticas favoráveis e infraestrutura adequada, permitiu o cultivo e a exportação de diversas frutas tropicais. A manga continuou sendo a principal fruta exportada pela região. O Vale do São Francisco é responsável por cerca de 95% da manga exportada pelo Brasil. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link

Irrigação e armazenagem necessitam de R$ 25 bi ao ano do Plano Safra, diz Abimaq

[ad_1] Seminário que discutiu os possíveis direcionamentos do novo Plano Safra, promovido pela Associação Brasileira de Máquinas (Abimaq) nesta quarta-feira (28), em Brasília, teve como destaque os investimentos necessários ao aumento da irrigação nas lavouras e a capacidade de armazenagem do país. De acordo com o presidente da entidade, José Velloso, a tecnologia permite elevar a produção em três vezes sem, com isso, acrescer área plantada. “No Brasil, temos apenas cerca de 9 milhões de hectares irrigados. Precisaríamos, em dez anos, dobrar essa área para chegar próximo aos 20 milhões de hectares irrigados”. Para concretizar o plano, o executivo diz ser necessário investimento anual de R$ 10 bilhões por ano. Outro foco do evento foram os aportes necessários a um antigo gargalo do setor: a armazenagem. “No ano de 2024, o próprio governo federal mexeu nas alíquotas de importação de grãos para combater a inflação naquele aumento que estava havendo nas commodities [agrícolas]. Mas sem armazenagem, não adianta. O Brasil não tem como importar grãos sem armazenagem, mas também não tem como armazenar a produção para vender o grão no momento correto.” Segundo ele, o aumento da capacidade de armazenagem de grãos e cereais é o ingrediente para o Brasil melhorar a qualidade do produto para exportação e garantir que o agricultor tenha fluxo de caixa, não forçando-o a vender em período de baixa por não ter onde guardar sua produção. Para a Abimaq, seriam necessários R$ 15 bilhões ao ano especificamente para a área de armazenagem. “O plano Safra não vai ter toda essa condição de todos esses recursos [somados aos R$ 10 bilhões para irrigação]. No entanto, estamos esperando mais um recorde de Plano Safra nesse governo”, finaliza Velloso. [ad_2] Source link

Três regiões do Brasil registram queda nos preços de soja; saiba quais

[ad_1] O mercado brasileiro de soja registrou preços pouco alterados nesta quarta-feira (28), com viés de baixa e negociações pontuais. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a comercialização foi limitada a poucos lotes, refletindo a retração do produtor diante de um cenário externo e cambial pouco atrativo. A Bolsa de Chicago encerrou o dia em queda, o dólar teve valorização e os prêmios seguiram voláteis, o que dificultou estímulos para novas vendas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Soja no Brasil Passo Fundo (RS): manteve em R$ 128,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 129,00 Rio Grande (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00 Cascavel (PR): manteve em R$ 128,00 Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,00 Dourados (MS): caiu de R$ 119,50 para R$ 119,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 117,50 Contratos futuros da soja Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia em baixa, pressionados pelo bom ritmo de plantio nos Estados Unidos, ampla oferta brasileira e fraca demanda pela soja americana. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), até o dia 25 de maio, 76% da área destinada à soja já havia sido plantada. No mesmo período do ano passado, o percentual era de 66%, enquanto a média dos últimos cinco anos está em 68%. Na semana anterior, o plantio estava em 66%. Os contratos com entrega em julho recuaram 14,00 centavos de dólar ou 1,31%, fechando a US$ 10,48 1/2 por bushel. A posição novembro caiu 12,75 centavos ou 1,2%, encerrando em US$ 10,45 1/4 por bushel. Nos subprodutos, o farelo para julho caiu US$ 2,60 ou 0,87%, cotado a US$ 293,70 por tonelada. O óleo com vencimento em julho fechou a 48,93 centavos de dólar por libra-peso, com recuo de 0,64 centavo ou 1,29%. Dólar O dólar comercial fechou em alta de 0,87%, cotado a R$ 5,6952 para venda e R$ 5,6932 para compra. A moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,6442 e a máxima de R$ 5,7172 ao longo do dia. [ad_2] Source link

Plantio de soja avança nos EUA e supera a média histórica

[ad_1] O plantio da safra 2025/26 de soja nos Estados Unidos avançou e já alcança 76% da área projetada, segundo o relatório semanal do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), com dados até 25 de maio. Esse ritmo é superior tanto ao registrado no mesmo período do ano passado (66%) quanto à média dos últimos anos (68%). Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! A área estimada para o cultivo da oleaginosa nesta temporada é de 33,79 milhões de hectares, uma leve retração em relação ao ciclo anterior, que somou 35,25 milhões de hectares. Apesar disso, as lavouras demonstram bom desenvolvimento: 50% já estão na fase de emergência, superando a média normal de 40%. Projeções para a soja O USDA projeta uma produção de 118,12 milhões de toneladas de soja na atual temporada, número ligeiramente abaixo do registrado em 2024/25 (118,84 milhões de toneladas), mas ainda expressivo. O desempenho do plantio é impulsionado por condições climáticas favoráveis em grande parte do Meio-Oeste americano, principal região produtora do país. [ad_2] Source link

Antes e pós-porteira das fazendas crescem no primeiro trimestre do ano

[ad_1] Março deste ano marcou crescimento do antes das porteiras, o setor de insumos crescendo 39,6%, segundo a FGV-Agro. É o aumento pelas compras de adubo. Também tivemos aumento significativo nos preços dos fertilizantes. As máquinas iniciaram recuperação das vendas, assim como os bioinsumos. No pós-porteira das fazendas, a indústria de alimentos e bebidas, mais a agroindústria não alimentícia, apresentaram crescimento em março de 3,6%, conforme mostra o índice de produção agroindustrial feito pelo Centro de Estudos do Agronegócio da FGV-Agro. Então foram três meses de crescimento da agroindústria. O setor da proteína animal teve a melhor performance: carne bovina, suína, frangos, o peixe e os lácteos. E na parte vegetal o desempenho foi positivo para conservas, óleos e gorduras, sucos e café. As bebidas alcoólicas não acompanharam o crescimento e estão em baixa deste o último trimestre de 2024. O Brasil já notificou a Organização Mundial de Saúde Animal sobre a erradicação da gripe aviária no país, e há uma expectativa da reabertura dos mercados para exportação, onde podemos deixar de vender mais de US$ 1 bilhão por mês, se não ocorrer a abertura principalmente do mercado chinês, o maior cliente brasileiro. Particularmente, eu creio na reabertura dos mercados, pois como conversei com o ex-ministro Francisco Turra e como vimos na entrevista de Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) nesta segunda-feira (26) no Roda Viva da TV Cultura, por termos tomado todas os procedimentos dos protocolos exigidos nessas circunstâncias. A estratégia dos alimentos no mundo obrigatoriamente irá passar por diminuir dependências tanto de poucos fornecedores, como por outro lado de poucos destinos, clientes. Alimentos significa segurança da vida, das populações. Razão maior para diversificarmos ao máximo nossos produtos com agregação de valor e cobertura mais homogênea dos cerca de 200 países clientes do Brasil. Oportunidades ótimas também para os “terroirs nacionais” com denominação de origem e indicação geográfica, onde já temos exemplos nos vinhos, queijos, cafés, doces e gastronomia local e familiar. Iremos vender cada vez mais para o mundo as especialidades dos nossos terroirs brasileiros tropicais. Portanto primeiro trimestre agroindústria cresceu e agora nos preparamos para a entrada na nova safra brasileira 2025/26, com perspectivas de crescimento sobre a safra anterior. *José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie. [ad_2] Source link

Impacto milionário e sojicultores limitados pela Moratória da Soja; assista ao vídeo

[ad_1] A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) intensificou o embate jurídico contra as tradings signatárias da Moratória da Soja com uma nova ação. Por meio de uma ação judicial protocolada na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, a entidade exige R$ 1,1 bilhão em indenizações por danos morais coletivos. Para o presidente da Aprosoja-MT, Lucas Beber, a Moratória da Soja representa uma interferência indevida na atividade econômica e na liberdade de escolha dos sojicultores. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Beber argumenta que, ao longo de quase duas décadas, empresas impuseram restrições à atuação dos agricultores, o que limita o direito de cultivo, mesmo em propriedades legalmente estabelecidas ou em processo de regularização fundiária. Segundo ele, a política de bloqueio, que visa impedir a comercialização de soja de áreas desmatadas após 2008, tem gerado sérios impactos na economia e competitividade do estado de Mato Grosso. “Ao longo desses anos, empresas privadas impuseram restrições à atuação dos sojicultores e agricultores, com limite direito de cultivo, mesmo em propriedades legalmente estabelecidas ou em processo de regularização”, comenta o presidente. Ele reforça que a ação judicial visa reparar os prejuízos econômicos e os danos morais e sociais causados às famílias que dependem da produção agrícola. Lucas Beber, presidente da Aprosoja MT O valor de R$ 1,1 bilhão solicitado refere-se aos danos morais e é baseado em uma estimativa das perdas econômicas acumuladas ao longo de quase duas décadas, período em que o acordo tem impactado na comercialização da soja em Mato Grosso. Além disso, outras ações estão sendo preparadas para reivindicar as perdas materiais sofridas pelos produtores ao longo dos anos. A ação destaca que a moratória afeta diretamente 2,7 milhões de hectares e 85 municípios no estado e bloqueia a comercialização da soja em áreas legalizadas. Lucas Beber acrescenta que a entidade também protocolou duas denúncias no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e que, caso o parecer seja favorável, a Moratória da Soja poderá ser encerrada, com a aplicação de multas aos responsáveis. ”É a ação que busca efetivamente a reparação das perdas acumuladas pelos produtores ao longo dos anos”, conclui. [ad_2] Source link

colheita ganha ritmo e preços entram em queda

[ad_1] De acordo com os dados do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), os preços do café estão em queda no mercado doméstico, sobretudo para o robusta. Enquanto a colheita de arábica da safra 2025/26 começa a ganhar ritmo em algumas regiões produtoras, as atividades envolvendo o robusta estão mais avançadas. No Espírito Santo, a estimativa é de que a colheita já tenha atingido aproximadamente 20% da área. Assim, o indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, considerando a capital paulista, acumula expressivo recuo de 7,3% na parcial de maio. Para o robusta, o indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, registra forte baixa de 13%. Um relatório divulgado neste mês pelo USDA aponta a safra brasileira 2025/26 de arábica em 40,9 milhões de sacas de 60 kg. O que representa queda de 6,4% em relação às 43,7 milhões de sacas da temporada anterior. A diminuição se deve ao clima até 2024, que prejudicou a florada. Já para o robusta, o USDA estima produção brasileira de 2025/26 em 24,1 milhões de sacas. Um aumento significativo de 15% em relação às 21 milhões de sacas colhidas em 2024/25. Em síntese, esse crescimento se dá frente às condições climáticas favoráveis, que resultaram em uma floração eficaz e abundante formação de cerejas, especialmente no Espírito Santo e na Bahia. *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo [ad_2] Source link