Produtor rural, Odacil Ranzi recebe título de Cidadão Baiano

[ad_1] O produtor rural e empresário Odacil Ranzi recebeu na manhã da última sexta-feira (11), na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o título de Cidadão Baiano, em sessão especial de outorga que contou com a presença de amigos, familiares e companheiros de luta pelo desenvolvimento agropecuário da região. A homenagem, de autoria do deputado Eduardo Salles (PP), marcou a história do empreendedor, que há 45 anos investe na produção de alimentos e apoia pequenos produtores rurais. “Com o coração cheio de gratidão subo hoje a essa tribuna para agradecer com toda humildade a concessão do título de Cidadão Baiano, um gesto que recebo não apenas como uma homenagem, mas como um símbolo de pertencimento, de acolhimento e de reconhecimento à trajetória que construí ao longo de 45 anos nesta terra tão generosa. Sou gaúcho de nascimento, é verdade, mas sou baiano de alma há muito tempo”, disse emocionado. O título foi entregue ao homenageado pelas mãos da esposa Ediana, e das filhas Ana Carolina, Vanessa e Lívia, juntamente com os netos. Foto: Foto: JulianaAndrade/Agência ALBA De acordo com a Alba, segundo o deputado, Eduardo Salles, Odacil Ranzi é diretor do Departamento do Agro na Câmara do Comércio Brasil/Portugal, já foi reconhecido como uma das 100 personalidades responsáveis pelo crescimento de Barreiras no Centenário do município; o título de Barreirense; Também recebeu o diploma de honra ao mérito pela contribuição para a instalação da Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob); o título de associado do ano pela Câmara do Comércio do Brasil; e o título de Cidadão Honorário Anjiquense. Ele também presidiu a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), entre 2021 e 2024. Natural de Espumoso, no Rio Grande do Sul, o produtor rural Ranzi chegou ao Oeste da Bahia em 1980, na esperança de prosperar em uma região até então desconhecida, nas com a vocação para a agricultura. Em recente entrevista ao Canal Rural Bahia, em uma reportagem sobre os 25 anos de emancipação político-administrativa do município de Luís Eduardo Magalhães (BA), Odacil Ranzi deu detalhes de como tudo começou, há mais de 45 anos. Eu cheguei na Bahia no dia 3 de julho de 1980, e aqui em Luís Eduardo Magalhães tinha apenas um morador. Foi um desbravamento com muita dificuldade, porque não tínhamos estrada, não tínhamos energia elétrica, água para beber, lavar roupa, tomar banho. Era 20, 30 quilômetros de distância da onde a gente estava”, contou Ranzi. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link

Exportações do agronegócio crescem 12,5% em março

[ad_1] As exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram US$ 15,64 bilhões em março de 2025, informou o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em nota. O valor é o segundo maior para o mês e 12,5% superior ao obtido em mesmo período de 2024, o equivalente a um aumento de US$ 1,74 bilhão ante os US$ 13,09 bilhões registrados um ano antes. O setor representou 53,6% dos embarques totais do país no último mês, em comparação com 50,3% de março de 2024. O resultado positivo da balança comercial foi impulsionado, em grande parte, pelo aumento do volume exportado, de 10,2%, e da alta do índice de preços dos produtos embarcados, de 2,1%, disse o ministério. “Esses números confirmam que estamos promovendo o crescimento do agro com responsabilidade, sustentabilidade e com os olhos voltados para novos mercados e oportunidades para produtos com maior valor agregado”, ressaltou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Principais produtos embarcados Os principais produtos agropecuários exportados no mês foram: Soja em grãos (US$ 5,7 bilhões, +7%); Café verde (US$ 1,4 bilhão, +92,7%); Carne bovina in natura (US$ 1,1 bilhão, +40,1%); Celulose (US$ 988 milhões, +25,4%); e Carne de frango in natura (US$ 772,3 milhões, +9,6%) Juntos, representaram 83,9% de tudo o que foi exportado pelo agronegócio brasileiro no último mês. O desempenho das exportações do agronegócio de março foi puxado pelo aumento no valor exportado de soja em grãos, café verde, carne bovina in natura, celulose, carne de frango in natura, açúcar de cana, farelo de soja, algodão, suco de laranja e carne suína in natura. O ministério ressaltou, ainda, a exportação recorde no mês de café solúvel, miúdos bovinos, óleo essencial de laranja, pimenta-do-reino e rações para animais domésticos. “São produtos que podem ganhar maior protagonismo nos próximos meses, especialmente em mercados da Ásia, Europa e América do Norte”, observou a secretaria. Destinos das exportações Entre os destinos, a China se manteve como a principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro em março, seguida por União Europeia e Estados Unidos. Os embarques brasileiros à China cresceram 13,6% em março, com as vendas externas avançando para US$ 5,7 bilhões. A China respondeu por 36,5% dos embarques de produtos agropecuários brasileiros no último mês, sendo a soja o principal produto da pauta, representando quase 80% do total exportado ao país asiático. Importação de itens agrícolas Foto: AEN Em março, o Brasil desembolsou US$ 1,7 bilhão com a importação de produtos agropecuários, aumento de 10,8% ante igual mês de 2024. Assim, os principais produtos agropecuários comprados pelo Brasil no último mês foram trigo (US$ 152,6 milhões, +21,4% em relação a março/2024); cacau inteiro ou partido (US$ 108,2 milhões, +807,1% em um ano); salmões (US$ 84,9 milhões, +5,4% em relação a março/2024); e papel (US$ 74,2 milhões, -0,5%). “O aumento nas importações de cacau inteiro ou partido, trigo, borracha natural, uísque e óleo de dendê ou de palma foi o que mais contribuiu para a elevação nas importações de produtos do agronegócio na comparação com o mesmo mês de 2024”, destacou a secretaria na nota. Acumulado do ano De janeiro a março, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 37,831 bilhões, crescimento de 2,1% ante o primeiro trimestre do ano passado. “Essa foi a maior cifra registrada para períodos de janeiro a março em toda a série”, citou a secretaria na nota técnica. Já a participação do agronegócio nas exportações brasileiras avançou de 47,7% nos três meses de 2024 para 48,9% no acumulado até março deste ano. Juntos, complexo soja (US$ 11 bilhões), carnes (US$ 6,7 bilhões), produtos florestais (US$ 4,4 bilhões), café (US$ 4,1 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 3 bilhões), cereais, farinhas e preparações (US$ 1,9 bilhão) representaram 82,2% das vendas externas do agronegócio brasileiro entre janeiro e março deste ano. China, União Europeia e Estados Unidos seguiram como os principais destinos, respondendo juntos por mais da metade das exportações do setor, segundo a secretaria. Países asiáticos como Vietnã, Turquia, Bangladesh e Indonésia também registraram aumento expressivo nas compras de produtos como soja, algodão, celulose e carnes”, observou a secretaria. As importações de produtos agropecuários cresceram 11,9% nos três meses do ano em relação a igual período do ano anterior, para US$ 5,185 bilhões, equivalente a 7,7% do total internalizado pelo país no período. No primeiro trimestre deste ano, foram destaques os crescimentos das importações do complexo sucroalcooleiro, produtos florestais e lácteos. O saldo da balança comercial do setor ficou positivo em US$ 32,646 bilhões, 2,1% acima dos US$ 32,414 bilhões de igual período de 2023. [ad_2] Source link

Bolsonaro segue na UTI e sem previsão de alta

[ad_1] O pós-operatório do ex-presidente Jair Bolsonaro será delicado e prolongado, conforme relato nesta segunda-feira (14) da equipe médica que acompanha o político. Bolsonaro passou por uma cirurgia de cerca de 12 horas neste domingo (13) e segue internado na unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital em Brasília, sem previsão de alta. Em coletiva de imprensa, o cardiologista Leandro Echenique, que acompanha Bolsonaro desde o episódio em que o ex-presidente foi esfaqueado, em 2018, lembrou que esta foi a sétima cirurgia a que ele foi submetido. “Alguns menos complexos, mais simples. Outros, muito complexos, ao longo de todos esses anos. Sobre o procedimento realizado ontem [domingo], categorizamos ele entre os mais complexos”, disse Echenique. “Tinha muita aderência, que são complicações desde o período inicial, de 2018. Se não houvesse aquela primeira cirurgia, as demais não teriam ocorrido”, explicou, acrescentando que “felizmente terminou muito bem”. “O resultado final foi excelente. Claro que um procedimento de grande porte, com 12 horas de duração, implica em alguns cuidados muito específicos de pós-operatório, da parte clínica, que vamos acompanhar nos próximos dias”. Segundo o cardiologista, apesar do longo período no centro cirúrgico, não houve complicações durante a cirurgia de Bolsonaro. “Foi o que era esperado”, reforçou, citando que, quando o paciente passa por um procedimento muito prolongado, o organismo acaba desenvolvendo uma resposta inflamatória importante. “Fica muito inflamado e isso pode ocorrer no pós-operatório. É comum, é normal”, explicou. Dentre as intercorrências que ainda podem surgir ao longo dos próximos dias, de acordo com o médico, estão o aumento do risco de infecções, o aumento do risco de medicamentos para controlar a pressão, já que os vasos dilatam em razão da inflamação. Há ainda um aumento do risco de trombose e de outros problemas de coagulação do sangue. “Uma série de intercorrências que podem acontecer. Agora, todas as medidas preventivas serão tomadas. Por isso, ele encontra-se na UTI neste momento”, disse Echenique. Durante a coletiva de imprensa, o médico-chefe da equipe que conduziu a cirurgia do ex-presidente, Cláudio Birolini, detalhou que Bolsonaro já vinha mantendo um quadro de distensão e desconforto abdominal persistente e que os profissionais de saúde observaram uma elevação dos marcadores inflamatórios, o que levou à indicação do tratamento cirúrgico. “À grosso modo, a situação do ex-presidente era a seguinte: um abdome hostil, com múltiplas cirurgias prévias e aderências, causando um quadro de obstrução intestinal. E uma parede abdominal bastante danificada em função da facada e das cirurgias prévias. Isso já nos antecipava que [o procedimento de domingo] seria bastante complexo e bastante trabalhoso”. Segundo o médico, foram necessárias 2 horas para acessar a cavidade abdominal, mais 4 ou 5 horas para liberação de aderências. Numa segunda etapa, a equipe iniciou a reconstrução da parede abdominal. “O intestino dele estava bastante sofrido, o que nos leva a crer que ele já vinha com esse quadro subclínico há alguns meses”, completou. “Essas primeiras 48 horas são bastante críticas. A gente tem que ficar alerta, de olho. Depois disso, a gente entra numa outra fase de pós-operatório, um pouco mais tranquila, mas já antecipo que não tenho grandes expectativas de uma evolução rápida. A gente precisa deixar o intestino descansar, desinflamar, retomar sua atividade para só depois pensar em realimentação por via oral e retomada de outras atividades”, informou o médico-chefe. Bolsonaro é mantido em alimentação parenteral, por via intravenosa. “O ex-presidente tem uma agenda bastante intensa e é difícil segurá-lo. Vou tentar segurá-lo, na medida do possível, mas ele tem o ritmo dele”, destacou Birolini, ao citar que objetivo da equipe médica é que o ex-presidente volte a ter uma vida normal, sem restrições. “Visitas para familiares estão liberadas, mas conversei com a equipe e com a Michelle [Bolsonaro, esposa do ex-presidente] para a gente restringir ao máximo. Ele gosta muito de falar, conversar, e esse é o momento em que a gente tem que deixá-lo mais tranquilo, em um ambiente mais reservado”, disse. [ad_2] Source link

Embrapa leva grão-de-bico e batata-doce ao espaço em missão com cantora Katy Perry

[ad_1] Além de uma tripulação formada exclusivamente por mulheres, o voo suborbital da Blue Origin realizado nesta segunda-feira (14), que ganhou destaque por levar a cantora Katy Perry a bordo da nave New Shepard, também marcou um avanço científico inédito para o Brasil. A bordo da missão, foram enviadas sementes da cultivar de grão-de-bico BRS Aleppo, desenvolvida pela Embrapa, e mudas de batata-doce das cultivares Beauregard e Covington, registrada no Brasil pela estatal, como instituição mantenedora. As plantas brasileiras integram uma experiência da Rede Space Farming Brazil, uma parceria entre a Embrapa e a Agência Espacial Brasileira (AEB) para estudar a produção de alimentos em ambientes de alta radiação, baixa gravidade e sem solo, como a Lua e Marte. A pesquisa é voltada à criação de sistemas sustentáveis de cultivo fora da Terra e tem potencial para gerar impactos também na agricultura terrestre, diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. A inclusão dos materiais no voo foi viabilizada por meio de uma colaboração com a Winston-Salem State University (WSSU), nos Estados Unidos. A astronauta Aisha Bowe, ex-cientista de foguetes e atual parceira da Odyssey, empresa ligada à universidade, será responsável por conduzir os experimentos com os cultivos enviados. A batata-doce foi escolhida por seu potencial como fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico e por suas folhas, ricas em proteína vegetal. Além disso, as raízes possuem compostos bioativos antioxidantes que podem ser benéficos em ambientes com alta radiação, como o espaço. Segundo a pesquisadora Larissa Vendrame, da Embrapa Hortaliças, a pesquisa também visa obter novas cultivares mais adaptadas às condições adversas enfrentadas no solo brasileiro. Já o grão-de-bico BRS Aleppo foi selecionado por sua alta adaptabilidade e valor nutricional, especialmente por seu teor de proteína. De acordo com o pesquisador Fábio Suinaga, a pesquisa busca desenvolver plantas mais resistentes, com porte mais compacto e crescimento eficiente, características fundamentais para o cultivo em espaços limitados como estações espaciais. O estudo também prevê submeter sementes a diferentes formas de radiação, como Gama e nêutrons, com o objetivo de gerar variações genéticas semelhantes às obtidas por cruzamentos convencionais. O objetivo é encontrar plantas mais produtivas e com ciclo reduzido. Além dos testes no espaço, os pesquisadores esperam que as descobertas da agricultura espacial possam ser aplicadas na Terra. Isso inclui o desenvolvimento de cultivares mais resistentes à seca e com melhor aproveitamento de nutrientes, o que pode contribuir com a segurança alimentar e com sistemas produtivos mais eficientes em áreas degradadas. A Rede Space Farming Brazil reúne 56 pesquisadores de 22 instituições, nacionais e internacionais, como USP, Embrapa, Inpe, ITA e universidades dos EUA, Austrália e Reino Unido. A iniciativa integra os esforços do Brasil no Programa Artemis, da NASA, que promove missões espaciais com cooperação internacional. Os materiais enviados nesta missão devem retornar à Terra nos próximos dias. Assim que recolhidos, serão analisados por cientistas da rede para avaliar os efeitos do ambiente espacial nas sementes e mudas. Os resultados podem acelerar o melhoramento genético e gerar tecnologias com aplicação imediata na agricultura brasileira. [ad_2] Source link

Descubra os vencedores do Prêmio Personagem Soja Brasil; saiba como assistir ao vivo!

[ad_1] Após a votação para definir os vencedores do Prêmio Personagem Soja Brasil, o próximo passo é a cerimônia de premiação, que acontecerá no dia 14 de maio de 2025, às 18h, na Casa Canal Rural, na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília (DF). Faltando apenas um mês, a expectativa é grande para a celebração dos grandes nomes que se destacam no setor da soja. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Fique de olho e acompanhe ao vivo a revelação dos vencedores! O evento, que irá reconhecer os profissionais que mais têm contribuído para o setor da soja no Brasil e no mundo, será transmitido diretamente pelo canal do YouTube do Canal Rural. Assista: Indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil Entre os indicados deste ano, um nome que se destaca é Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul. Ele une tradição e inovação no cultivo da soja, seguindo o legado de sua família, que se estabeleceu no Brasil em 1921, e investindo constantemente no crescimento sustentável da produção agrícola. A produtividade define o trabalho de Anderson Cavenaghi, professor e doutor em proteção de plantas no Mato Grosso. Especialista no controle de plantas daninhas e no uso de herbicidas, ele tem se dedicado a promover uma maior produtividade e sustentabilidade nas lavouras do Cerrado. A pesquisadora Cecilia Czepak, professora na Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás (UFG), é uma referência no manejo integrado de pragas. Seus estudos e estratégias têm sido fundamentais no controle eficaz de pragas na soja, garantindo a saúde das lavouras e a continuidade da produção. Claudia D’Agostini, produtora em Sabáudia, Paraná, assumiu a fazenda da família ao lado da irmã, buscando sempre inovações para aumentar a produtividade e fortalecer a sucessão familiar na agricultura, um exemplo de dedicação e superação no campo. Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja no Paraná, é um especialista em manejo de solos. Seus estudos têm impactado diretamente a produtividade e a sustentabilidade das lavouras de soja, contribuindo para a evolução das práticas agrícolas no Brasil. Já Oliverio Alves de Melo, produtor rural em Balsas, Maranhão, está à frente do desenvolvimento agrícola desde 1995. Ele também faz parte do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado, uma importante iniciativa para o crescimento da agricultura no país. [ad_2] Source link

Milho reage e cotações sobem antes do feriado

[ad_1] De acordo com os pesquisadores da instituição, a alta se deve, sobretudo, pelo retorno de compradores de determinadas praças, como as de São Paulo. A demanda, veio a partir da necessidade de reforçar os estoques do cereal tendo em vista o feriado da páscoa, que pode dificultar as entregas. Ainda mais, observando a movimentação do mercado, os vendedores do cereal voltaram a limitar a oferta e pedir valores maiores. Quanto à produção nacional de milho para a safra 2024/25,  a Conab apontou um aumento de 8% em comparação com o ciclo anterior. Assim, a expectativa para a colheita é de 124,74 milhões de toneladas. [ad_2] Source link

Lei da Reciprocidade Comercial entra em vigor hoje

[ad_1] Sancionada na última sexta-feira (11), a Lei da Reciprocidade Comercial entrou em vigor nesta segunda-feira (14) e autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras unilaterais aos produtos do Brasil no mercado global. A medida foi publicada no Diário Oficial da União. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional no início do mês e sancionado na semana passada, sem vetos, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Lei da Reciprocidade Comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”. A norma valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”. No Artigo 3º do texto, por exemplo, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão. Reciprocidade Comercial é resposta ao Tarifaço A nova lei é uma resposta à escalada da guerra comercial desencadeada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra a maioria dos países do mundo, mas que se intensificou nos últimos dias de forma mais específica contra a China. No caso do Brasil, a tarifa imposta pelos EUA foi de 10% sobre todos os produtos exportados para o mercado norte-americano. A exceção nessa margem de tarifas são o aço e o alumínio, cuja sobretaxa imposta pelos norte-americanos foi de 25%, afetando de forma significativa empresas brasileiras, que constituem os terceiros maiores exportadores desses metais para os EUA. O presidente Lula informou que usará todas as formas de negociação possíveis, incluindo abertura de processo na Organização Mundial do Comércio (OMC), para tentar reverter as tarifas, antes de adotar ações comerciais retaliatórias. [ad_2] Source link

Agroindústria da Bahia valoriza o alho, fortalece economia e apoia agricultores

[ad_1] No coração da Chapada Diamantina, em Novo Horizonte, uma agroindústria tem se destacado por transformar positivamente a realidade de dezenas de produtores rurais. A Agroindústria ‘Vale do Alho’ surgiu da união de agricultores locais com o objetivo de agregar valor à produção de alho e derivados, beneficiando diretamente a economia da agricultura familiar. Com o suporte do Sebrae/BA desde 2023, a agroindústria tem investido na profissionalização dos processos produtivos e na qualificação dos agricultores, bem como na estruturação do negócio e no posicionamento de marketing. Com planejamento e organização, os produtores passaram a atuar de forma mais estruturada, ganhando competitividade e aumentando a renda familiar. A estrutura da agroindústria permitiu o beneficiamento de 35 produtos, que agora contam com rótulos atrativos, informações nutricionais e identidade visual padronizada. A iniciativa também abriu espaço para que os produtos sejam comercializados fora do município, ampliando a visibilidade do trabalho realizado por famílias do campo. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Para isso foram realizados: estudo de viabilidade técnica, plano de negócios e diversas oficinas sobre associativismo e comercialização. “O Sebrae foi fundamental para criar o plano de trabalho, criação de marcas e rótulos, e várias ações que facilitaram o escoamento dos produtos produzidos pelos agricultores locais. Foi um suporte essencial para estruturar melhor o empreendimento e abrir portas para novos mercados. Isso fortalece a economia local e melhora a renda dos nossos produtores. É um orgulho vermos os produtos nas prateleiras dos mercados, comercializados em várias cidades da região”, afirmou Uender Oliveira, secretário de Agricultura de Novo Horizonte. Para Mauro Viana, gestor de projetos do Sebrae em Irecê, a parceria da agroindústria com o Sebrae reforça o compromisso da instituição em apoiar o desenvolvimento dos pequenos negócios, incluindo a agricultura familiar, que é tão forte no interior da Bahia. “Nosso papel é impulsionar o crescimento dos empreendedores, oferecendo suporte técnico e estratégico para que possam se consolidar no mercado. O sucesso da Agroindústria Vale do Alho é um exemplo de como o conhecimento e a gestão bem aplicada fazem a diferença”, concluiu o gestor. [ad_2] Source link

Saiba antes o que vai mexer com os mercados nesta semana

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, traz um resumo da última semana, com destaque para os reflexos da guerra comercial entre Estados Unidos e China, além da divulgação do IPCA. Para esta semana, foco no IGP-10 e nos dados de atividade nos EUA e Zona do Euro, onde se espera corte de juros pelo BCE. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Previsão do tempo para hoje mostra chuva forte em muitas áreas do país; confira

[ad_1] Confira como ficam as condições do tempo em todo o Brasil e saiba onde vai haver chuva nesta segunda-feira (14), de acordo com a previsão da Climatempo. Sul A chuva diminui na região, à medida que a frente fria avança em direção ao Sudeste. A previsão é de sol entre nuvens no Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina e no Paraná. Ainda pode chover no litoral catarinense e paranaense, mas sem temporais. Sudeste A frente fria avança pela altura de São Paulo, aumentando a chance de chuva forte em todo o estado, inclusive na capital. Também chove forte em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, principalmente à tarde. No Espírito Santo, há chuva no litoral sul e tempo firme nas demais áreas. Centro-Oeste O dia traz fortes pancadas de chuva e temporais em Mato Grosso, com alerta para Cuiabá. Em Goiás e em Mato Grosso do Sul, o sol aparece entre nuvens e há chance de chuva isolada. Nordeste A semana começa com tempo mais instável na região, por conta dos ventos em vários níveis da atmosfera. Chove em quase todos os estados com forte intensidade, mas ainda de forma mal distribuída. Os maiores volumes devem permanecer no Maranhão. Norte Tempo nublado com chuva a qualquer hora do dia no Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Já no Tocantins, Pará e Amapá, há bastante variação de nuvens, com pancadas de chuva concentradas durante a manhã e a tarde. [ad_2] Source link