Decisão de Trump influencia juros, câmbio e expectativa de crescimento; ouça análise

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o alívio nos mercados após Trump suspender tarifas sobre eletrônicos, o que favoreceu o apetite por risco. O dólar fechou estável, a R$ 5,84, e o Ibovespa subiu 1,39%. No Brasil, os juros recuaram com expectativas inflacionárias estáveis no Focus. Destaque para dados da China, como PIB e produção industrial. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Conheça os 10 golpes mais aplicados contra clientes de bancos

[ad_1] Os golpes do WhatsApp, das falsas vendas e da falsa central/falso funcionário de banco foram as principais armadilhas aplicadas em clientes de bancos no ano passado, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).  “Em um mundo cada vez mais digital e interconectado, a criatividade dos criminosos não conhece limites. A cada dia, novas tentativas de golpes surgem, visando enganar e prejudicar a população”, alerta a entidade. Golpes que clientes de bancos relataram terem sofrido com maior frequência:  Golpe do WhatsApp, com 153 mil reclamações Falsas vendas, com 150 mil reclamações Falsa central, com 105 mil reclamações Pescaria digital, o chamado phishing, com 33 mil reclamações Falso investimento, com 31 mil reclamações   Troca de cartão, com 19 mil reclamações Envio de falso boleto, com 13 mil reclamações Devolução de empréstimo, com 8 mil reclamações Mão fantasma, com 5 mil reclamações Falso motoboy, com 5 mil reclamações Golpe do Whatsapp  O golpe do WhatsApp acontece quando criminosos tentam clonar a conta de WhatsApp da vítima. A Febraban orienta a habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas”. Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo aplicativo. Nesse tipo de golpe, o criminoso tenta cadastrar o WhatsApp da vítima em outro aparelho. Para obter o código de segurança que o aplicativo envia por SMS sempre que é instalado em um novo dispositivo, o falsário envia uma mensagem se fazendo passar por algum tipo de serviço de atendimento ao cliente. Nessa mensagem é solicitado o código para a vítima. Falsa venda  No golpe de falsa venda, os criminosos criam páginas falsas que simulam e-commerce, enviam promoções inexistentes por e-mails, SMS e mensagens de WhatsApp e investem na criação de perfis falsos de lojas em redes sociais. A orientação é ficar atento a falsas promoções ou a preços praticados muito abaixo dos cobrados pelo comércio. Também é importante tomar cuidado com links recebidos em e-mails e mensagens e dar preferência aos sites conhecidos para as compras. Falsa central bancária Já no golpe da falsa central bancária ou falso atendente, os criminosos se passam por funcionários do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. Geralmente, nesse contato, o estelionatário diz haver algum tipo de problema na conta ou relata alguma compra irregular. A partir daí, solicita os dados pessoais e financeiros da vítima e orienta que realize transferências alegando a necessidade de regularizar problemas na conta ou no cartão. Nesses casos, a Febraban orienta o cliente a sempre verificar a origem das ligações e mensagens recebidas contendo solicitações de dados. “Os bancos podem entrar em contato com os clientes para confirmar transações suspeitas, mas nunca solicitam dados pessoais, senhas, atualizações de sistemas, chaves de segurança, ou ainda que o cliente realize transferências ou pagamentos alegando estornos de transações. Ao receber uma ligação suspeita, o cliente deve desligar, e de outro telefone, deve entrar em contato com os canais oficiais de seu banco”, diz a entidade. Phishing  No caso do phishing, ou pescaria digital, a fraude é praticada mediante o envio de links suspeitos contendo vírus que capturam os dados pessoais das vítimas. Esse envio pode ser feita por meio de e-mails de mensagens falsas que induzem o usuário a clicar em links suspeitos. A orientação é nunca clicar em links recebidos por mensagens e manter os aplicativos de antivírus sempre atualizados. Falso investimento  O golpe do falso investimento geralmente é praticado por meio da criação de sites de empresas de fachada e perfis em redes sociais para atrair as vítimas e convencê-las a fazerem investimentos altamente lucrativos e rápidos. Por isso, é importante desconfiar de promessas de rendimentos ou retornos muito acima daqueles praticados no mercado. Troca de cartão  O golpe da troca de cartão geralmente ocorre quando golpistas que trabalham como vendedores trocam o cartão na hora de devolvê-lo, após uma compra. Eles prestam atenção na senha digitada na maquininha de compra e depois fazem compras com o cartão do cliente.  [ad_2] Source link

moagem recua em 2024/25; produção de etanol é recorde

[ad_1] A região Centro-Sul do Brasil encerrou a safra de cana-de-açúcar 2024/2025 (abril de 2024 a março 2025) com moagem de 621,876 milhões de toneladas, queda de 4,98% em comparação com as 654,449 milhões de t registradas na temporada anterior, informou a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), em relatório quinzenal divulgado nesta segunda-feira (14). A produção de etanol, de 34,959 bilhões de litros, foi recorde. “Apesar da redução da moagem em comparação com a safra anterior, que já era esperada, a safra 2024/2025 registrou a segunda maior moagem na história do Centro-Sul, além de registrar um novo recorde na fabricação de etanol”, disse o diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues. Os canaviais apresentaram queda na produtividade agrícola no Centro-Sul, após o recorde de produtividade no ciclo 2023/2024. As lavouras registraram rendimento de 77,8 toneladas de cana por hectare colhido, recuo de 10,7% na comparação com o indicador apurado na safra anterior, de acordo com o levantamento do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). O estado de São Paulo, responsável por cerca de 57,5% da moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul, apresentou queda de 14,3% (77,6 toneladas por hectare nesta safra versus 90,6 toneladas por hectare no ciclo anterior), segundo a Unica. Nos demais estados produtores, a queda variou de 2,7% em Goiás a 12,7% em Mato Grosso do Sul. A qualidade da matéria-prima colhida na safra 2024/2025, mensurada em kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar processada, apresentou avanço de 1,33% na comparação com o ciclo agrícola anterior, atingindo 141,07 kg de ATR por tonelada. O mix de destino da cana para etanol ficou em 51,95% na safra 2024/25. “Esse ciclo agrícola foi marcado por uma série de desafios agronômicos, operacionais e climáticos. O estresse hídrico ao longo dos meses de desenvolvimento da lavoura afetou a produtividade agrícola e a pureza do caldo da cana-de-açúcar processada, impactando o rendimento na fabricação de açúcar”, disse Rodrigues. “No segundo semestre de 2024, ainda tivemos a ocorrência de incêndios criminosos e acidentais em várias regiões produtoras, especialmente no estado de São Paulo, que exigiram esforços das unidades produtoras para minimizar os danos causados”, completou. Açúcar A produção final de açúcar atingiu 40,169 milhões de toneladas na safra 2024/2025, queda de 5,31% sobre as 42,423 milhões de toneladas registradas no ciclo passado. Segundo a Unica, 48,05% da cana foi direcionada à fabricação de açúcar. “A produção de açúcar caiu devido à menor quantidade de cana-de-açúcar processada e, ainda, ao ligeiro aumento de 1,59 ponto percentual na proporção de matéria prima direcionada à fabricação de etanol”, afirmou Rodrigues. Etanol No total, as unidades do Centro-Sul produziram 34,959 bilhões de litros de etanol, um recorde histórico. Trata-se de uma alta de 4,06% em relação ao volume da safra anterior, o recorde anterior, com 33,593 bilhões de litros. O destaque foi a produção de etanol de milho, que atingiu 8,19 bilhões de litros, avanço de 30,70% na comparação com igual período do ciclo 2023/24, representando 23,43% da produção do renovável no Centro-Sul. Do volume total produzido, foram fabricados 12,366 bilhões de litros foram de etanol anidro, queda de 5,63% em relação ao total do último ciclo. A produção de etanol hidratado foi de 22,592 bilhões de litros, aumento de 10,27%. [ad_2] Source link

Invasões de terra são oficialmente apoiadas pelo governo, diz senador

[ad_1] O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizou cerca de 30 invasões de propriedades rurais somente em 2025, conforme levantamento da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). De acordo com o presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Congresso, o senador Zequinha Marinho, um setor que traz ao Brasil tanto retorno financeiro, com exportações, geração de renda e empregos, como o agronegócio, não pode ficar vulnerável, refém de ações que gerem insegurança jurídica. Por conta disso, a bancada se reuniu, na última quarta-feira (9), em audiência pública, para cobrar do governo federal um posicionamento contrário às ações empreendidas pelo MST. “É muito importante que o governo tome providências. Se tiver que fazer reforma agrária, que se compre terra e que se assente e não [se atue] da forma como se trabalha [com invasões de terra]. Isso é é inaceitável. Precisamos rever conceitos, pontos de vista, rever a questão ideológica, porque eu não entendo porque ter que invadir terra para poder, então, comprar essa terra e repassar aos futuros colonos. Não há necessidade para isso. O governo tem toda a condição de fazer isso [a reforma agrária] tranquilamente, de forma planejada, de uma maneira que não haja conflito e nem tampouco a insegurança jurídica que está provocando neste momento”, considera o senador. Já o comentarista do Canal Rural Miguel Daoud ressalta que, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, não se tinham invasões de terra e a legislação era a mesma. “No governo do presidente Lula, por questões ideológicas, o MST, de certa forma é um braço do Partido dos Trabalhadores ou tem uma representação, acompanhando, muitas vezes, o presidente em algumas viagens, mostra que eles [o MST] estão muito à vontade. Isso mostra a leniência do governo.” Proposta da FPA O senador Zequinha Marinho conta que a CRA está trabalhando para priorizar projetos de lei voltados à restrição de benefícios sociais a quem participar de invasões de terra, como a suspenção do pagamento do Bolsa Família, por exemplo. De acordo com ele, iniciativas dessa natureza estão sendo intensamente discutidas e a expectativa é que avancem. “Todos os projetos que possam criminalizar quem comete tal ação, precisamos colocar na pauta para avançar. Agora o governo, pela questão ideológica, trabalha de uma maneira diferente. Não é preciso invadir terra para que o programa de reforma agrária avance.” Segundo o parlamentar, existem diversas formas para cadastrar pessoas que queiram trabalhar com a terra sem que elas precisem invadir propriedades. “Temos várias alternativas de modelo para selecionar famílias sem precisar força-las a ir para um acampamento sem terra. O ministro do MDA [Paulo Teixeira] diz que hoje nós temos no Brasil cerca de 180 acampamentos [do MST]. São pessoas que, de repente, mesmo não concordando com esse tipo de ação, vão forçadamente para o acampamento para tentar ganhar uma terra. Essa estratégia é a que eu considero ruim ou péssima e a gente precisa conversar muito sobre isso para achar uma maneira civilizada de poder atender essa clientela.” Miguel Daoud, por sua vez, diz acreditar que o modelo de assentamento estabelecido no Brasil não tem condições de dar certo porque muitas famílias levadas aos acampamentos do MST são, na visão dele, utizadas como massa de manobra e não se oferece a elas o mínimo de infraestrutura. “É preciso ser duro e dizer que invasões são crimes, independentemente das circunstâncias.” Pressão de ONGs Para Marinho, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Ministério dos Povos Indígenas, criados pela atual administração, foram “turbinados”, sendo que o primeiro está ao lado do MST e o segundo, dos indígenas. “Eu sou amazônida, sou do Pará. Aqui nós temos muita pressão de ONGs, principalmente as ONGs que recebem recursos externos, [que trabalham] para segurar o avanço da produção”. De acordo com o senador, há no estado do Pará a requisição para criação de 46 novas áreas indígenas. “Ainda bem que está em fase de requerimento e estudo. Estou preparando as lideranças, os sindicatos [rurais] para que eles entendam como é que funciona esse processo e, na hora da contestação, que é uma etapa na criação da terra indígena, poder entrar não só administrativamente mas também judicialmente para embargar o avanço disso e provar que não há necessidade de se criar uma reserva indígena até porque a gente não tem índigenas para ‘botar’ nessas terras”, salienta. [ad_2] Source link

Seis produtos da cesta básica de Páscoa têm alta e cinco, baixa

[ad_1] Os preços dos produtos mais procurados na semana da Páscoa no país tiveram, na média, queda de 0,43% em comparação ao mesmo período do ano passado. Na Páscoa de 2024, em relação ao feriado de 2023, houve elevação de 20,2%. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (14), foram levantados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos 11 produtos analisados, seis tiveram alta, e cinco, queda. A diminuição foi verificada nos seguintes itens: Batata-inglesa (-40,5%); Cebola (-37,6%); Tomate (-7,6%); Arroz (-4,1%); e Pescados (-0,2%) Já as elevações ocorreram nesses produtos: Azeite de oliva (12,6%); Ovo de galinha (13,2%); Azeitona (13,2%); Chocolate e achocolatado em pó (15,1%); Chocolate em barra e bombom (18,5%); e Alho (26,3%) “O aumento dos chocolates acontece, dentre outros fatores, por causa da quebra na safra dos grandes players do produto no mercado internacional, como é o caso de Gana, na África. Por isso, o item disparou em nível mundial”, contextualiza a FecomercioSP, em nota. As estimativas da entidade para as vendas na data são positivas. A projeção indica que os supermercados devem faturar 5% a mais em abril, no estado de São Paulo, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. “Entra nessa conta não apenas a Páscoa, mas a conjuntura marcada pelo mercado de trabalho aquecido, o crescimento da renda e a disponibilidade de crédito.” [ad_2] Source link

Peixe terá preço justo para produtor e consumidor na Semana Santa, garante setor

[ad_1] O feriado da Páscoa é considerado o Natal do setor de peixes no Brasil. A demanda por pescados costuma ser, em média, 30% superior nesta época do ano em todo o país. De acordo com o presidente-executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), Francisco Medeiros, há motivos para se comemorar em 2025. Isso porque, desde o começo do ano, as vendas estão em volume considerado satisfatório. “Por uma série de condições econômicas e até questões políticas do Brasil, tínhamos uma preocupação, mas a oferta de pescado é bastante satisfatória e o fator mais importante é que, diferentemente da Páscoa de 2024, principalmente em relação aos peixes de cultivo, como tilápia e tambaqui, teremos uma manutenção de preços ao produtor”, ressalta. Segundo ele, isso se deve, principalmente, em função das grandes produções de 2024 e deste ano, o que se reflete, também, no bolso do consumidor, que deve encontrar promoções mesmo em um período de demanda tão alto, como na Semana Santa. Tilápia: rainha da água doce Tilápias | Imagem: Reprodução/ Canal Rural A ampla oferta do produto deve levar a uma maior quantidade de pontos de venda de pescados neste ano. A tilápia, por exemplo, é a principal espécie cultivada no Brasil, com 68% de participação no mercado de cultivados e teve a sua produção elevada em mais de 14% ao longo de 2024. “A tilápia acabou conseguindo chegar aos mais diversos pontos de venda. No interior do Pará, do Maranhão e em atacarejos de grandes supermercados se encontra filé de tilápia. Praticamente 100% dos grandes supermercados brasileiros têm o produto e ele acabou se encaixando na cadeia de proteína porque é um produto suave, sem espinhas e de fácil preparo”, contextualiza Medeiros. O presidente da Peixes BR lembra que por conta de o Brasil ser um país ainda majoritariamente católico, o costume de comer peixe na Semana Santa impulsiona o setor. “Uma curiosidade é que a tilápia é um peixe santo. O milagre que é relatado nos Evangelhos, o milagre de Cristo, da multiplicação dos peixes, foi feito com tilápia porque no Rio Jordão tem uma tilápia típica daquela região e por lá, inclusive, se chama de San Peter em homenagem a essa questão da multiplicação.” Além disso, Medeiros lembra que a tilápia é o único pescado considerado uma commodity dentro do setor de pescados, visto que é produzida em 90 países e comercializada em 140 nações. “Então em 140 países do mundo se encontra exatamente o mesmo filé, do mesmo jeito, o mesmo produto”. De acordo com ele, atualmente o Brasil exporta tilápias para 42 países. O peixe é, inclusive, a proteína animal cujo consumo tem mais aumentado no país, com crescimento anual de 10% nos últimos 11 anos. Segundo Medeiros, a demanda por tilápia é tamanha que a projeção da entidade é que até o final desta década, 80% de todos os peixes cultivados sejam da espécie. [ad_2] Source link

Arroba do boi gordo: veja o fechamento das cotações hoje

[ad_1] Foto: Marcos Santos/USP Imagens O mercado físico do boi gordo abriu a semana apresentando, basicamente, o mesmo padrão de negócios dos últimos dias em grande parte do país. Segundo o o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate seguem encurtadas nas principais praças pecuárias, o que sugere por negócios acima da referência média no curto prazo. “Às vésperas do feriado prolongado de Páscoa e Tiradentes, o ritmo dos negócios tende a declinar, o que leva a crer em um maior apetite de compra da indústria frigorífica na retomada das negociações, na outra terça-feira (22). As exportações seguem em ótimo nível, também contando com melhora dos preços pagos pela carne bovina no mercado internacional”, acrescentou Iglesias. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 328,67 – na sexta: R$ 329 Goiás: R$ 321,25 – anteriormente: R$ 320,89 Minas Gerais: R$ 320,29 – no dia 11: R$ 320,88 Mato Grosso do Sul: R$ 322,61 – na sexta: R$ 322,39 Mato Grosso: R$ 330,61 – anteriormente: R$ 330 Mercado atacadista O mercado atacadista abriu a semana com preços firmes para a carne bovina, e ainda em perspectiva de alta no curto prazo, em linha com o grande potencial de consumo antecipado para a primeira quinzena do mês. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 20,00 por quilo, o traseiro segue a R$ 26,00 e a ponta de agulha, permanece a R$ 18,00 por quilo. Exportação de carne bovina Foto: Freepik As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 487,535 milhões em abril (9 dias úteis), com média diária de US$ 54,170 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 98,194 mil toneladas, com média diária de 10,910 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.965,00. Em relação a abril de 2024, houve alta de 26,6% no valor médio diário da exportação, ganho de 15,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 9,6% no preço médio. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,8513 para venda e a R$ 5,8493 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8276 e a máxima de R$ 5,8741. O post Arroba do boi gordo: veja o fechamento das cotações hoje apareceu primeiro em Canal Rural. [ad_2] Source link

Preços mistos na abertura da semana; saiba onde as cotações da soja caíram

[ad_1] O mercado brasileiro de soja começou a semana com poucos movimentos. As cotações ficaram mistas, com a Bolsa de Chicago e o dólar em queda, mas Chicago seguiu volátil, com alguns momentos de alta. Os prêmios também recuaram, mas as indicações atuais ainda são boas oportunidades, conforme aponta o consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira. O produtor, que vendeu bastante nas últimas semanas, agora está um pouco mais tranquilo, esperando por chances ainda melhores, mesmo com os preços atuais sendo bastante atrativos, comenta. A soja no Brasil Passo Fundo (RS): caiu de 135,00 para 134,00 Santa Rosa (RS): caiu de 136,00 para 135,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de 142,00 para 141,00 Cascavel (PR): caiu de 133,00 para 132,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em 138,00 Rondonópolis (MT): caiu de 120,00 para 118,00 Dourados (MS): manteve em 123,00 Rio Verde (GO): subiu de 120,00 para 128,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com comportamento misto. Após alcançar na semana passada os melhores patamares desde o fim de fevereiro, o dia foi marcado por uma consolidação técnica. O mercado continua atento à evolução da guerra comercial entre China e Estados Unidos. As importações chinesas de soja em grão somaram 3,5 milhões de toneladas em março, uma queda de 36,8% em comparação com o mesmo mês de 2024. Foi o menor volume para o mês desde 2008, refletindo tanto os atrasos na colheita brasileira quanto a cautela dos processadores chineses frente às tarifas sobre os grãos norte-americanos. No acumulado de 2025, as compras da China totalizam 17,11 milhões de toneladas, retração de 7,9% em relação ao mesmo período do ano passado, ficando abaixo das expectativas de mercado. A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) divulga nesta terça-feira (15) o volume de esmagamento de soja nos EUA referente a março. A previsão do mercado é de 197,602 milhões de bushels, ante 177,870 milhões em fevereiro e 196,406 milhões em março de 2024. As inspeções de exportação de soja nos EUA somaram 546.348 toneladas na semana encerrada em 10 de abril, segundo o USDA. Na semana anterior, o volume havia sido de 814.309 toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos de soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 1,00 centavo de dólar (0,09%), a US$ 10,41 3/4 por bushel. A posição julho recuou 2,75 centavos (0,26%), cotada a US$ 10,50 1/4 por bushel. Nos subprodutos, o farelo julho caiu US$ 2,50 (0,81%) para US$ 303,40 por tonelada. O óleo com vencimento em julho fechou a 46,85 centavos de dólar, queda de 0,99 centavo (2,06%). Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,29%, cotado a R$ 5,8513 para venda e R$ 5,8493 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,8276 e R$ 5,8741 ao longo do dia. [ad_2] Source link

chuva intensa pode trazer transtornos a SP, diz Defesa Civil; veja quando

[ad_1] A Defesa Civil de São Paulo alertou que a partir de quarta-feira (16) volta o período de instabilidade, com pancadas de chuva em várias regiões do estado.  A temperatura deverá manter-se estável esta segunda-feira (14) e na terça-feira (15), sem grandes ocorrências, mas com possibilidade de pancadas de chuva concentradas, principalmente nesta terça-feira. De acordo com a Defesa Civil, apesar de até o momento não haver previsão de acumulados expressivos, a possibilidade de chuva forte localizada pode causar transtornos, como alagamentos, quedas de árvores e deslizamentos em áreas mais vulneráveis. A partir de quarta-feira (16) uma nova frente fria vai favorecer a formação de áreas de instabilidade sobre o território paulista. Com isso, aumentam as condições para pancadas de chuva em diversas regiões, incluindo a capital e  região metropolitana. [ad_2] Source link

Chuva benéfica chega ao Norte do Brasil; há previsão de precipitação para outras regiões?

[ad_1] A previsão do tempo para as principais regiões produtoras de soja do Brasil indica mudanças nos próximos dias. De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, a retomada das chuvas deve beneficiar especialmente os produtores de milho segunda safra e as lavouras de inverno, aliviando a seca e ajudando na recuperação da umidade do solo. No entanto, ainda existem desafios, especialmente em algumas regiões. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Atenção, produtor: chuvas exigem cautela Nos próximos 5 dias, a previsão é de chuvas volumosas no Centro-Oeste, região de destaque na produção de soja. O aumento da umidade do solo será favorável, mas pode interferir na colheita da soja, que já está perto da finalização em algumas áreas. O excesso de umidade pode dificultar a mecanização e o armazenamento, impactando a qualidade do grão. BA e Norte de MG: seca nas lavouras de soja A seca continua sendo um desafio em algumas áreas da Bahia e do norte de Minas Gerais, dificultando a recuperação da umidade do solo. A falta de chuvas compromete o desenvolvimento das lavouras, especialmente nas regiões onde a soja foi semeada mais tarde e no milho segunda safra. O setor agrícola local aguarda a chegada das chuvas para evitar perdas. Norte: precipitações trazem alívio ao Pará No Norte do Brasil, as previsões para o Pará são positivas, com a volta das chuvas trazendo alívio para os produtores de soja que sofreram com a seca. A umidade renovada será essencial para garantir boas colheitas, especialmente nas áreas mais sensíveis. Caso as chuvas se mantenham regulares, a produtividade pode aumentar, ajudando a região a expandir ainda mais sua produção de soja. [ad_2] Source link