Pequenos produtores ganham visibilidade em feiras e eventos internacionais

[ad_1] Feiras e eventos de negócios sempre foram palco para grandes marcas, mas nos últimos anos, os pequenos produtores rurais e empreendedores também passaram a ocupar esse espaço com ajuda do Sebrae. Esses eventos reúnem compradores, distribuidores e consumidores de diversas partes do país e do mundo, funcionando como vitrine para quem busca crescer e conquistar novos mercados. A participação de pequenos negócios em feiras internacionais tem se tornado cada vez mais importante para ampliar a divulgação de produtos regionais e artesanais. Além de apresentar novidades, essas feiras oferecem contato direto com potenciais parceiros comerciais, clientes e fornecedores. Participação que faz a diferença A convite do Sebrae, Angela Zampier, produtora da Erva Mate de São Mateus do Sul (PR), foi uma das participantes da Anuga Select Brazil 2025, a maior feira de alimentos e bebidas das Américas. Para ela, estar no evento foi uma oportunidade de mostrar a qualidade e a história do seu produto. Angela Zampier, produtora de Erva Mate “Aqui em São Paulo a gente atinge outro público. São famílias, jovens e pessoas que ainda não conhecem o verdadeiro sabor do mate orgânico. Mostrar isso para o Brasil e para o mundo é muito importante”, comentou Zampier. Além de apresentar seus chás, ela buscou informações sobre formas de atender o mercado externo e destacou o apoio do Sebrae. “Eles ajudam com orientações, cursos e até com o estande. Isso faz toda a diferença”, reforçou a produtora rural. Quem também decidiu apostar na visibilidade de uma feira foi Thaís Oglouyan, dona da Bonnie Quiche Gourmet, de Santos (SP). Ela começou a produzir os salgados após uma situação difícil e hoje comemora a sua participação em uma feira internacional. “Quando recebi o convite do Sebrae, achei que era só mais um edital para preencher. Mas quando fui selecionada, fiquei muito feliz. Estar numa feira internacional é sair da nossa bolha e conquistar novos mercados”, afirmou Oglouyan. Com uma produção artesanal de mais de 20 sabores entre doces e salgados, Oglouyan aproveitou o espaço para ouvir opiniões e fazer contatos. “Graças a Deus, quem passou pelo nosso estande elogiou muito. Isso nos dá força para continuar”, disse a empreendedora. Gustavo Barbosa Ferreira, dono da Galchurras Alimentos, também viu na feira uma chance de ouro. “Recebi o convite do Sebrae e aceitei na hora. É muito bom estar aqui, fazer contatos, buscar distribuidor e ampliar o mercado varejista”, afirmou Ferreira. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Bruno Lopes, gestor nacional da carteira de alimentos e bebidas do Sebrae Como participar de feiras Para os produtores e pequenos negócios interessados em participar de feiras, o primeiro passo é procurar o Sebrae mais próximo. É importante destacar que para participar de uma feira não significa apenas montar um estande e mostrar o produto, mas também estudar o público, definir preços e preparar materiais de divulgação. “O Sebrae acompanha o pequeno produtor em todas as etapas, oferecendo consultorias para que ele esteja preparado e consiga alcançar os melhores resultados durante a feira”, explicou Bruno Lopes, gestor nacional da carteira de alimentos e bebidas do Sebrae. “O Sebrae oferece capacitação em diversas áreas, e o gestor que acompanha o produtor consegue perceber a evolução dos negócios. A partir desse acompanhamento e de outros critérios, é feita uma avaliação para identificar quais empresas estão preparadas para participar de eventos e feiras”, finalizou Lopes. Entre os dias 15 e 18 de outubro, será realizada, em São Paulo, a Feira do Empreendedor, com um espaço exclusivo para o produtor rural. “Nós temos um espaço na Feira chamado Campo à Mesa, onde vamos receber os pequenos produtores para expor seus produtos. As empresas ou produtores que já têm relacionamento com o Sebrae serão convidados a participar do evento. Quem ainda não tem, pode procurar uma unidade do Sebrae”, destacou Renata Benetton, da unidade de relacionamento com o cliente do Sebrae-SP. Feiras fortalecem o agronegócio Além das oportunidades de negócio em feiras e eventos que ajudam a valorizar a produção artesanal e a economia local, o Sebrae também orienta como conversar com grandes empresas. Kelly Müller é guia de turismo e empresária, está à frente da Vem para Itararé. Ela abraçou o convite do Sebrae-SP e embarcou para a WTM Latin America, um evento B2B de viagens e turismo, com o objetivo de colocar a cidade na rota turística das agências de viagens. “É a primeira vez que participo da WTM, e isso só foi possível graças à parceria com o Sebrae. Entre as 20 empresas escolhidas, fui uma das contempladas. É algo incrível e uma oportunidade única que estou vivendo aqui”, disse a empreendedora. Sem deixar as oportunidades passarem, Müller participou de uma rodada de negócios com grandes marcas do setor. “Fiquei frente a frente com os grandes nomes do turismo, consegui absorver muitas informações e fazer contatos. Além disso, divulguei Itararé como uma cidade de ecoturismo e dos cânions paulistas. O maior resultado que levarei daqui é que as agências conheceram um novo destino turístico e vão levar turistas para a região”, comemora a empreendedora. Feiras, eventos e encontros ajudam a quebrar barreiras culturais e aproximar pequenos negócios de grandes empresas, fortalecendo a imagem do pequeno produtor e contribuindo para a diversificação econômica em diversas regiões do país. [ad_2] Source link
Consumo de peixes e mariscos na América Latina e no Caribe pode impulsionar segurança alimentar

[ad_1] Nesta época do ano, os peixes e mariscos ganham destaque. Os alimentos aquáticos enfeitam as mesas e contribuem com proteínas, ácidos graxos, ômega-3 e micronutrientes essenciais — elementos-chave para a alimentação e a nutrição. No entanto, esse consumo sazonal não se traduz em um hábito permanente. Enquanto a média mundial de ingestão de alimentos aquáticos é de 20,7 kg per capita por ano, na América Latina e no Caribe consome-se, em média, apenas 10,7 kg — uma das médias mais baixas do mundo. Essa lacuna revela um desafio urgente: é preciso repensar como integrar os alimentos aquáticos nas dietas da população para ampliar sua contribuição à segurança alimentar e nutricional na região. Isso é ainda mais relevante quando consideramos que esses alimentos representam o sustento de milhões de famílias pescadoras e aquicultoras na América Latina e no Caribe. Para isso, é necessário desenhar políticas que incentivem seu consumo, atualizar os marcos normativos, fortalecer as cadeias de valor, aprimorar a vigilância sanitária e promover o uso responsável dos recursos naturais. Além disso, é fundamental garantir que esses produtos sejam acessíveis para as populações mais vulneráveis. O consumo de alimentos aquáticos contribui para reduzir a pressão sobre os sistemas agroalimentares. Também ajuda a enfrentar os efeitos relacionados às mudanças climáticas, por exemplo, por meio da aquicultura sustentável, que apresenta uma pegada ambiental menor. Para avançar nesse desafio, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) promove a Transformação Azul — um processo abrangente que busca maximizar a contribuição dos sistemas alimentares aquáticos para uma produção mais sustentável, preservando a biodiversidade para as gerações futuras. Com a plena implementação dessa agenda, estima-se que o consumo per capita global possa ultrapassar os 25 kg até 2050, com impactos positivos sobre a nutrição infantil e a saúde pública. A agenda da FAO com o Brasil nos permite seguir impulsionando a Transformação Azul e antecipar temas-chave para os diálogos técnicos que ocorrerão em junho de 2025, no âmbito da XIX Reunião da Comissão de Pesca em Pequena Escala, Artesanal e Aquicultura da América Latina e do Caribe (Coppesaalc), organizada pela FAO. Governos, setores social e privado, organizações, academia, consumidores e outros parceiros devem se unir para desenvolver e implementar estratégias que incentivem o consumo de alimentos aquáticos — por exemplo, incorporando esses produtos em programas sociais, como o de alimentação escolar, além de comunicar amplamente os benefícios de seu consumo. A Transformação Azul é o caminho para uma melhor produção, uma melhor nutrição, um melhor meio ambiente e uma vida melhor — sem deixar ninguém para trás. *Javier Villanueva é Oficial Sênior de Pesca e Aquicultura da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link
Guerra comercial favorece venda antecipada de 3 commodities, diz Cogo

[ad_1] A imposição de tarifas comerciais entre Estados Unidos e China tende a inviabilizar o comércio entre as duas potências. Com isso, as exportações brasileiras de soja e carne bovina e suína devem ganhar mercado, mas outras commodities também podem sair vencedoras. Na opinião do analista de mercado Carlos Cogo, o algodão e o café nacionais serão beneficiados com a continuidade do cenário de tensão capitaneado por Donald Trump e Xi Jinping, o que traz a oportunidade para o produtor avançar na comercialização antecipada. “O Brasil já é líder global nas exportações dessas duas commodities. No caso da pluma, atingiu o posto em 2024 e se mantém em 2025, enquanto no café ocupa a primeira posição há muitos anos. Quanto ao algodão, assim como na soja, os Estados Unidos são ainda um grande supridor do mercado chinês, abastecendo em torno de 20% da demanda importadora asiática, mas, provavelmente, parte desse volume vai ser deslocado para o Brasil”, acredita. Cogo destaca que os preços dos dois produtos se encontra, atualmente, firmes por conta da entressafra, mas já sinalizam viés de alta em decorrência da demanda extra que se avizinha. China ‘sedenta’ por café De acordo com ele, especificamente sobre o café, o mercado criou uma “calmaria” temporária devido à suspensão de tarifas dos Estados Unidos a diversos países pelo período de 90 dias. “Mas se as tarifas forem retomadas e aplicadas [em cima de grandes produtores do grão] como no Vietnã, em 46%, e na Indonésia, em 32%, o grão robusta brasileiro, o conilon, usado para café solúvel, pode ficar mais competitivo no mercado chinês.” A maior participação brasileira seria, assim, providencial, visto que a China é, atualmente, um consumidor emergente da bebida, tendo triplicado o consumo nos últimos 10 anos. Segundo Cogo, observa-se elevação dos preços da soja, com prêmios igualmente em alta nos portos brasileiros desde a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. “Os prêmios já foram para o campo positivo e estão operando em um viés de alta gradual a partir dos embarques de maio, junho e julho adiante, o que vai sendo incorporado aos preços da soja pagos ao produtor e, consequentemente, também levar à alta dos derivados, como o farelo e o óleo.” O analista lembra que a elevação do farelo, assim como vem acontecendo com o milho, impacta diretamente os preços da carne no mercado interno, visto que os grãos são utilizados como ração do plantel bovino brasileiro. Commodities no acordo entre China e EUA Apesar do ganho de mercado para o Brasil, Cogo ressalta que o produtor rural deve ter em mente que se tratam de ganhos temporários, visto que um acordo comercial entre Estados Unidos e China é dado como certo, ainda que não tenha data para ocorrer. “Vale a pena olhar para ‘Trump 1’, quando Donald Trump assumiu [a presidência dos EUA] pela primeira vez em 2018, os preços e prêmios subiram, mas quando saiu o acordo comercial [com a China], naquela época chamada de Fase 1, os preços futuros das commodities subiram e os prêmios cederam”, lembra. O analista considera que o mundo viverá a mesma situação comercial daquela época. “Nos bastidores os departamentos de comércio de ambos os países estão traçando uma negociação para um acordo comercial. E o que os Estados Unidos teriam para oferecer que a China precisa? Grãos, fibras e carnes, assim como ocorreu no acordo anterior [do primeiro mandato de Trump].” Diante dessa futura realidade – e certa, na opinião de Cogo – os preços futuros ficariam mais fortes pela demanda por commodities norte-americanas, mas, por outro lado, os prêmios nos portos brasileiros podem sofrer quedas acentuadas. Assim, para o analista, o produtor brasileiro precisa aproveitar o momento para avançar na comercialização futura, principalmente de soja, café e algodão antes que o acordo entre chineses e norte-americanos seja assinado. [ad_2] Source link
pesquisa identifica 6 espécies tolerantes às mudanças climáticas

[ad_1] Estudo do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) identificou espécies de árvores na Grande São Paulo com maior capacidade de resistência aos efeitos das mudanças climáticas. A pesquisa analisou folhas de 29 espécies nativas em fragmentos urbanos e periurbanos da Mata Atlântica, revelando seis espécies potencialmente tolerantes. De acordo com os pesquisadores, essas espécies poderão ser consideradas para a arborização urbana no futuro, desde que atendam a outros critérios, como resistência a patógenos e pragas, além de características de crescimento da copa e das raízes. Árvores tolerantes às mudanças climáticas Os autores da pesquisa identificaram, até o momento, essas seis espécies como as mais tolerantes : Cupania vernalis – Camboatá ou Camboatã Croton floribundus – Capixingui ou Tapixingui Eugenia cerasiflora – Guamirim Eugenia excelsa – Pessegueiro-bravo Guapira opposita – Maria-mole Myrcia tijucensis – Guamirim-ferro A pesquisadora do Instituto de Pesquisas Ambientais Marisa Domingos, que supervisionou o estudo, ressalta a importância dos resultados para a gestão ambiental das cidades. “Compreender quais espécies são mais resistentes aos estressores ambientais é fundamental para o planejamento urbano e a conservação da biodiversidade em regiões metropolitanas.” O grupo de pesquisa do IPA está começando um novo projeto que visa aprimorar o protocolo de métodos, incluindo novos biomarcadores para classificar o nível de tolerância de árvores nativas da floresta atlântica ao estresse urbano. Segundo Marisa, o estudo também ampliará o número de espécies analisadas, incluindo aquelas utilizadas em projetos de restauração florestal, e realizará experimentos em câmaras de crescimento para avaliar a resistência das árvores à deposição de poluentes e a eventos climáticos extremos. Os pesquisadores do IPA ressaltam que o estudo proporciona três principais contribuições: Orientação para ações de reflorestamento: os dados auxiliam na escolha das espécies mais adequadas para a recuperação de áreas urbanas, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e a mitigação do efeito das ilhas de calor. Preservação da biodiversidade: a identificação de espécies resistentes auxilia na conservação da biodiversidade local, garantindo a manutenção dos serviços ecossistêmicos essenciais para o bem-estar da população. Apoio à formulação de políticas públicas: as informações geradas podem embasar estratégias de adaptação às mudanças climáticas e conservação ambiental. O coordenador do Instituto de Pesquisas Ambientais, Marco Aurélio Nalon, destaca a importância desse tipo de estudo no enfrentamento das mudanças climáticas. “Investir em pesquisa científica e inovação é essencial para desenvolver soluções sustentáveis e eficazes que garantam a resiliência das cidades e a conservação da biodiversidade”, finaliza. [ad_2] Source link
Boi gordo tem dia de queda, mas mercado deve mudar; veja cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo encerra a semana apresentando tentativas de compra em patamares mais baixos, movimento observado em estados como São Paulo, MatoGrosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, isso é consequência da estratégia das indústrias, que elevaram de forma agressiva seus preços na compra de gado durante a última terça-feira (15), conseguiram avançar suas escalas e no restante da semana passaram a pressionar preços. “Já esta quinta-feira foi pautada por inexpressivo fluxo de negócios. É importante mencionar que o escoamento da carne durante o feriado prolongado ocupa um papel relevante para a formação de tendência no curto prazo”, assinalou. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 330,25 – ontem: R$ 331,83 Goiás: R$ 326,25 – na quarta: R$ 320,36 Minas Gerais: R$ 325,29 – anteriormente: R$ 324,41 Mato Grosso do Sul: R$ 319,32 – ontem: R$ 319,77 Mato Grosso: R$ 329,26 – na quarta: R$ 329,73 Mercado atacadista O mercado atacadista registra alguma elevação de preços da carne bovina no decorrer da quinta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes no curto prazo, vislumbrando a perspectiva de bom consumo no decorrer do feriado prolongado. As exportações seguem em ótimo nível ao longo da atual temporada. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 20,00 por quilo, o traseiro segue a R$ 26,00 e a ponta de agulha agora é cotada a R$ 18,50 por quilo, alta de R$ 0,50. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,01%, sendo negociado a R$ 5,8069 para venda e a R$ 5,8049 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7964 e a máxima de R$ 5,8884. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,06%. [ad_2] Source link
Produtores ampliam exportação de café especial com foco na qualidade e sustentabilidade

[ad_1] O Brasil, líder mundial na exportação de café, tem visto os pequenos produtores ganharem espaço no mercado internacional. Com foco em qualidade, práticas sustentáveis e rastreabilidade, agricultores familiares estão conquistando nichos valorizados fora do país. Na cidade de Monte Santo de Minas (MG), a produtora Juliana Paulino exporta café há 13 anos para o mesmo grupo britânico. A relação começou com o envio de uma amostra e, com o tempo, os pedidos aumentaram. “Enviamos uma amostra sem expectativas e, aos poucos, os pedidos foram aumentando. Todos os anos, eles vêm pessoalmente nos visitar e ver de perto o que estamos fazendo. Eles gostam de saber da história, saber de onde vem o café. Essa proximidade gera confiança que faz toda a diferença nas negociações”, conta Paulino. Hoje, a fazenda envia de seis a oito containers por ano para Inglaterra, Irlanda e Nova Zelândia. Segundo Juliana, o diferencial não está apenas na qualidade dos grãos, mas na responsabilidade ambiental e no vínculo com a comunidade local. “A qualidade é uma exigência, mas o mercado internacional também valoriza muito a responsabilidade, sustentabilidade em todos os níveis”, acrescenta a produtora rural. Cooperativas e IG fortalecem a presença internacional Para muitos produtores, a união em cooperativas tem sido um caminho eficiente para atingir o mercado externo. A valorização de histórias e origens ajuda a construir uma identidade forte para o produto. Isso permite que o café seja visto como exclusivo, o que eleva seu valor. Juliana participa da Indicação Geográfica (IG) do Sudoeste de Minas, que abrange 21 municípios. O selo, concedido pelo INPI, atesta a procedência e qualidade do café. A certificação funciona como um passaporte para mercados mais exigentes e ajuda a abrir portas no comércio internacional. Segundo especialistas, agregar valor por meio de diferenciais como história, origem e qualidade sensorial é essencial para os pequenos produtores que querem exportar. O consumidor internacional busca uma experiência completa, que vá além da bebida. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Cafés fermentados ganham destaque no exterior Em José Gonçalves, no Vale do Jequitinhonha (MG), a Fazenda Nakamura tem conquistado espaço com cafés de alta pontuação. O produtor Cláudio Nakamura afirma que a produção, antes voltada apenas para a Austrália, agora também atende Estados Unidos, Canadá e países europeus. A comercialização é feita por meio da Noca Coffee, empresa representante do Sul de Minas. Segundo o produtor Cláudio Nakamura, o principal diferencial são seus grãos fermentados, que atingem acima de 85 pontos. “Esse tipo de café é muito apreciado pelo pessoal lá fora e já começa a ser mais consumido no Brasil também”, diz Nakamura. Apesar de adotar maquinário na colheita por falta de mão de obra, o produtor reforça o cuidado com práticas sustentáveis. “Eu gosto de trabalhar com pessoas. A colheita manual é um trabalho feito com cuidado e carinho com as plantas”, frisa o produtor rural. [ad_2] Source link
Nova frente fria deve baixar termômetros para 2°C neste fim de semana; veja onde

[ad_1] Uma nova frente fria chega ao Brasil nesta sexta-feira (18) e marca o início de um período de mudanças significativas no clima em várias regiões do país. De acordo com a Climatempo, o sistema começa atuando sobre o Rio Grande do Sul e, ao longo do final de semana, avança rapidamente em direção ao Sudeste, favorecendo o aumento da nebulosidade, de pancadas de chuva e trazendo uma queda gradual nas temperaturas, especialmente no Sul e Sudeste. Acumulado de chuva prevista entre sexta-feira 18 de abril e segunda 21 de abril de 2025. Fotos: Climatempo Apesar de os volumes de chuva não serem elevados em todos os pontos, algumas regiões se destacam, como Mato Grosso do Sul, litoral de São Paulo, além dos estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Nessas áreas, os acumulados de chuva entre sexta e segunda-feira (21) devem variar entre 40 mm (áreas em azul no mapa acima) e 60 mm (áreas em amarelo), com picos que podem atingir até 80 mm (áreas em laranja). Já o mapa de risco (abaixo) desta sexta-feira mostra áreas em amarelo – que abrangem boa parte dos três estados do Sul – indicam previsão de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade. As áreas em vermelho, por outro lado, acendem o alerta para temporais mais severos. Mapa de risco para essa sexta-feira 17 de abril de 2025 Temperaturas em queda A Climatempo informa que as temperaturas começam a cair de forma mais expressiva no Rio Grande do Sul a partir do sábado (20), acompanhando o avanço da frente fria pelo Sul do Brasil. Segundo a Defesa Civil, as máximas variam entre 14°C e 26°C, enquanto as mínimas, que devem ser registradas à noite, oscilam entre 4°C e 14°C. Já no domingo (21), com a atuação da massa de ar de origem polar, as mínimas caem ainda mais, ficando entre 2°C e 12°C — com possibilidade de geada na Campanha, Serra e pontos altos do Sul gaúcho. Os destaques para temperaturas mínimas em cidades gaúchas no sábado são os seguintes: São Francisco de Paula e Vacaria: entre 10°C e 11°C No domingo, o frio aumenta, com destaque para São José dos Ausentes, onde a mínima prevista é de apenas 7°C. Outras cidades serranas, como Bom Jesus, Canela e São Joaquim, em Santa Catarina, também devem amanhecer com temperaturas entre 7°C e 8°C. Na segunda-feira (22), o frio se intensifica ainda mais: São José dos Ausentes (RS) deve registrar mínima de apenas 5°C, enquanto diversas cidades da Serra Gaúcha e Catarinense, como Gramado, Cambará do Sul, São Joaquim e Nova Prata, terão mínimas em torno de 6°C. Semana fria no Centro-Sul Mapa de anomalia (diferença da média) entre o dia 21 de abril de 2025 e 25 de abirl de 2025 Entre os dias 21 e 25 de abril, a Climatempo prevê que a massa de ar polar associada à frente fria vai permanecer sobre o Centro-Sul do Brasil. O mapa de anomalia de temperatura (acima) mostra que a queda será mais acentuada nas áreas em azul escuro, abrangendo o Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina, norte do Paraná, leste do Mato Grosso do Sul, estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e sul do Rio de Janeiro. Nessas áreas, as temperaturas devem ficar abaixo da média histórica para o período, trazendo sensação de frio mais intensa, especialmente nas manhãs. [ad_2] Source link
Peru abre mercado para exportação de óleo de aves brasileiro

[ad_1] O Brasil passará a exportar óleo de aves destinado à alimentação animal para o Peru, após conclusão da negociação entre os governos dos dois países. Em 2024, mais de US$ 755 milhões em produtos agropecuários brasileiros foram vendidos à nação vizinha, com destaque para produtos florestais, carne de frango, cereais, óleo de soja e café. Com população de 34 milhões de habitantes e pecuária em constante expansão, o Peru tem demanda crescente por insumos voltados à nutrição animal, de acordo com nota do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança a 49ª abertura de mercado em 2025, totalizando 349 novas oportunidades de negócios desde o início de 2023. Informações da Agência Gov [ad_2] Source link
Ritmo lento no mercado da soja; saiba como ficaram as cotações de hoje

[ad_1] O mercado brasileiro de soja disponível teve poucos negócios nesta quinta-feira (17), com o ritmo da semana sendo mais lento em geral. Houve, no entanto, registros de bons volumes de soja negociados para 2026. Os preços oscilaram entre estáveis e mais fracos, pressionados pela queda na CBOT, no dólar e os prêmios que compensaram pouco. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Segundo a Safras Consultoria, em algumas regiões, os preços continuam acima da paridade, com a indústria buscando soja e oferecendo valores melhores pontualmente. Por outro lado, o produtor aumentou consideravelmente o spread entre o que pede e o que o mercado está pagando, o que deixou os negócios ainda mais travados. A expectativa agora fica para a próxima semana, com a esperança de preços melhores. Preços da soja Passo Fundo (RS): caiu de R$ 132,00 para R$ 131,00 Santa Rosa (RS): caiu de R$ 133,00 para R$ 132,00 Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 138,00 Cascavel (PR): manteve em R$ 131,00 Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 118,00 Dourados (MS): caiu de R$ 123,00 para R$ 122,00 Rio Verde (GO): caiu de R$ 119,00 para R$ 117,00 Soja em Chicago Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em baixa, consolidando perdas no acumulado da semana. Após um início positivo, acompanhando boas exportações semanais, o mercado retornou ao território negativo, pressionado pela expectativa de avanço no plantio nos Estados Unidos, preocupação com a guerra comercial e o impacto da ampla safra da América do Sul. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 554.800 toneladas na semana encerrada em 10 de abril. O México liderou as importações, com 156.800 toneladas. Para a temporada 2025/26, foram mais 181.800 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 150 mil e 900 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com uma baixa de 2,25 centavos de dólar, ou 0,21%, a US$ 10,36 1/2 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,47 3/4 por bushel, com perda de 2,50 centavos ou 0,23%. Nos subprodutos o farelo de soja (posição julho): caiu US$ 1,10 ou 0,36%, para US$ 303,10 por tonelada. Já o óleo de soja (posição julho): subiu 0,34 centavo ou 0,70%, para 48,34 centavos de dólar. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 1,01%, sendo negociado a R$ 5,8069 para venda e a R$ 5,8049 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7964 e a máxima de R$ 5,8884. Na semana, a moeda teve uma desvalorização de 1,06%. [ad_2] Source link
Interior de SP ‘volta a respirar’ com chuvas de até 90 mm; saiba onde também chove

[ad_1] A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja em todo o Brasil indica boas condições para o término da colheita da oleaginosa, com tempo favorável para as operações nas principais regiões produtoras. Além de chuvas, a umidade também está adequada para a cultura do milho, especialmente para aqueles que adotaram a rotação de cultivos, beneficiando a soja e o milho. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Chuvas a caminho As chuvas serão bem distribuídas ao longo desta semana, com destaque para o estado de São Paulo, que deve registrar entre 80 a 90 mm de precipitação. Este volume de chuva será fundamental para aliviar o quadro de déficit hídrico, especialmente no interior do estado, que enfrentava condições secas nas últimas semanas. No Paraná e em Mato Grosso do Sul, as chuvas devem oscilar entre 50 a 80 mm, favorecendo também a cultura do milho. O tempo no RS No Rio Grande do Sul, o tempo deve permanecer mais firme, com poucas chuvas, enquanto o norte de Minas Gerais e a Bahia terão um clima mais estável e seco. Chuvas Centro-Oeste e Matopiba? A região Centro-Oeste, por sua vez, terá chuvas mais localizadas no sul de Goiás, com volumes entre 30 a 50 mm, ajudando a mitigar o período mais quente e seco enfrentado pelos produtores goianos. O tempo deve ser mais firme em grande parte de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mas com algumas chuvas intermitentes. Já no Matopiba, a previsão aponta para boas chuvas no sul do Piauí e no norte da Bahia, regiões que podem acumular até 50 mm em até 5 dias. No entanto, o tempo mais quente e seco deve prevalecer nas demais áreas da Bahia, com menos precipitações no estado. Norte No Norte do Brasil, os produtores podem esperar boas chuvas, com destaque para Rondônia, Roraima e o estado do Pará, onde as precipitações devem atingir entre 50 a 60 mm ao longo de 5 dias. Essa chuva vai contribuir para o desenvolvimento das lavouras e manter a umidade do solo adequada para as culturas em crescimento. Última semana de abril A tendência para o final de abril e início de maio é que não ocorram grandes mudanças, com exceção da intensificação das chuvas no norte de Minas Gerais, que pode ter mais precipitação, embora sem grandes volumes para a Bahia. Já no Centro-Oeste, a previsão é de mais 50 mm de chuva em 5 dias, com condições favoráveis para o desenvolvimento das lavouras de milho e soja. No norte da Amazônia, Rondônia, Roraima e Pará também podem esperar chuvas adicionais. [ad_2] Source link