Vem aí um dos maiores eventos do agronegócio e da agroindústria, Roraima Agroind

[ad_1] Nos dias 25 e 26 de abril, o município de São João da Baliza será palco de um dos maiores encontros do agronegócio e da agroindústria no estado de Roraima. O Roraima Agroind chega para movimentar a economia rural, oferecer capacitação técnica e conectar produtores com novos mercados. Realizado em parceria com o Sebrae/RR e com diversas instituições, o evento se destaca por reunir produtores rurais, empresários, técnicos e instituições parceiras com o objetivo de integrar o campo e a indústria. A programação foi planejada para abranger diversas frentes do setor produtivo, promovendo trocas comerciais, capacitação e experiências práticas. Toda a estrutura estará voltada para o desenvolvimento sustentável e competitivo da produção local. Além de palestras e cursos técnicos, o público terá acesso à exposição de produtos, rodadas de negócios e atendimentos especializados. A proposta é clara: promover integração entre o campo e a indústria, criando um ambiente de aprendizado, negociação e troca de experiências com foco no crescimento da região. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Destaques da programação: Entre os momentos mais aguardados da programação, está o painel “Empreendedores em Ação”, que trará histórias inspiradoras de quem já venceu os desafios na agroindústria e no campo com criatividade e gestão. A Rodada de Negócios, agendada para o fim da tarde do dia 25, será um ponto alto do evento. Neste espaço, os produtores poderão conversar diretamente com compradores e fornecedores, criando conexões comerciais sem intermediários. A proposta é fomentar negócios locais e valorizar a produção regional. O segundo dia do evento terá uma agenda voltada para a capacitação técnica dos produtores. O curso ‘Negócio Certo Rural’, voltado aos produtores de cacau, irá oferecer ferramentas de gestão e estratégias para melhorar a produtividade e a renda no campo. Outro destaque é o painel ‘Crédito para Desenvolver seus Negócios’, que trará orientações práticas sobre como acessar linhas de financiamento. Encerrando as atividades técnicas do dia 26 de abril, a palestra ‘Oportunidades de Negócios na Agroindústria’ apontará caminhos para agregar valor à produção rural. Durante todo o evento, a Unidade Sebrae Região Sul estará com equipe de atendimento disponível para orientar empreendedores e produtores rurais sobre formalização, acesso ao crédito, capacitações e consultorias. Evento busca ampliar mercados Segundo Itamira Soares, gerente da Unidade de Competitividade Agroambiental do Sebrae Roraima, o evento é um marco importante para o fortalecimento da economia rural da região. “O Roraima Agroind tem como objetivo fortalecer o setor produtivo regional ao integrar campo e indústria, promovendo a competitividade e o desenvolvimento econômico do sul do estado. A programação foi pensada para ampliar as oportunidades comerciais e oferecer apoio técnico e estratégico aos produtores”, afirmou Soares. Com essa abordagem prática e voltada ao fortalecimento do setor produtivo, o Roraima Agroind se consolida como uma vitrine do potencial agrícola e agroindustrial do estado. O evento valoriza o que é feito no campo, promove a troca de conhecimento e impulsiona a economia rural com visão de futuro. Serviço: Roraima Agroind: A Indústria Começa no Campo Data: 25 e 26 de abril de 2025 Local: Município de São João da Baliza – RR [ad_2] Source link
Feriado de Tiradentes pode começar com geada; saiba onde

[ad_1] A segunda-feira (21) deve começar gelada em alguns estados do Brasil. Uma massa de ar polar é a responsável pela queda nas temperaturas, inclusive com possibilidade de geada em alguns pontos, segundo a Climatempo. Confira previsão do tempo nas cinco regiões do país: Chance de geada nos pontos mais altos da Serra de SC e do RS. O tempo segue firme na maior parte dos dois estados, com previsão de chuva apenas no norte e litoral norte de SC. No PR, a entrada de ventos úmidos que sopram do mar contra a costa favorecem algumas pancadas mais localizadas. O interior do PR continua com tempo firme. Região Sudeste Os ventos úmidos que sopram do mar contra a costa ainda favorecem chuva no litoral de SP, em áreas do Sul do RJ e no leste e litoral do ES, dia mais úmido com muita nebulosidade e condições de chuva moderada a forte. Interior de SP, com chuva diminuindo e temperaturas voltando a subir à tarde. Chove em forma de pancadas no norte de Minas. Região Centro-Oeste Amanhecer com temperaturas mais amenas em áreas do sul de MS, com sol aparecendo mais e pouca nebulosidade, a chuva continua ocorrendo em forma de pancadas no leste e norte de GO e no norte e noroeste de MT. Chove com moderada a forte intensidade no norte de MS e na região de Corumbá. Região Nordeste O tempo continua firme no interior e sertão do Nordeste com uma segunda-feira de sol, pouca nebulosidade e umidade podendo ficar abaixo do ideal para a saúde (>60%). Chove em forma de pancadas no litoral do MA e do PI. O sol aparece durante o dia e pode chover com moderada a forte intensidade no oeste da Bahia. Região Norte Dia abafado em toda a região com calor e umidade estimulando nuvens carregadas em todos os estados. Risco de temporal no interior do AM e no estado do AP. Pode chover forte em Manaus, Porto Velho e Rio Branco. [ad_2] Source link
aumenta fiscalização contra besouro que ameaça colmeias no Amazonas

[ad_1] A Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) vai intensificar as medidas preventivas para evitar a infestação de colmeias pela aetinose, doença que afeta as abelhas e é causada pelo inseto conhecido como pequeno besouro das colmeias (Aethina tumida). Como parte do trabalho de prevenção, a agência vai intensificar as visitas a propriedades que criam abelhas com ou sem ferrão. A ação inclui atividades de educação sanitária junto aos produtores, vigilância ativa das colmeias, reforço na fiscalização das barreiras especialmente nas divisas do estado e orientações sobre a obrigatoriedade da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento oficial que permite o transporte de animais no Brasil. A fiscal agropecuária e médica-veterinária Fernanda Rech, que coordena o Programa Estadual de Saúde das Abelhas, alerta que a notificação do pequeno besouro das colmeias é obrigatória e qualquer pessoa deve comunicar, imediatamente, à Adaf uma suspeita da presença do inseto, seja em sua forma adulta ou em larva. Quando adultos, os besouros são geralmente de cor marrom escuro ou preto e medem, aproximadamente, um terço do tamanho de uma abelha. Os ovos têm aparência perolada, medindo 1,5 milímetros de comprimento. Quando eclodem, geram larvas que têm diversas protuberâncias no corpo e podem medir até 9,5 milímetros. Foto: Adaf/divulgação O alerta para o risco da aetinose foi feito após a confirmação oficial da praga em Mato Grosso, pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), em fevereiro deste ano. A medida é essencial para controlar e evitar a disseminação dessa praga, que torna o mel impróprio para consumo humano e pode causar graves prejuízos econômicos aos apicultores e meliponicultores. A médica-veterinária destaca que a defesa agropecuária conta com a colaboração dos produtores para evitar a ocorrência dessa praga no Amazonas. “É preciso que os produtores mantenham os cadastros da atividade atualizados para que nós, do Serviço Veterinário Oficial, possamos agir de forma ágil, garantindo maior eficácia no controle de doenças”, reforça a fiscal agropecuária Fernanda Rech. O contato com a Adaf pode ser feito pelo sistema e-Sisbravet, disponível no site oficial da agência (adaf.am.gov.br), ou pelos telefones (92) 99255-5409 e (92) 99380-9174. *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo [ad_2] Source link
mercado segue voltado à guerra comercial após semana de boa movimentação

[ad_1] Após uma semana anterior de boa movimentação, o mercado interno de soja no Brasil perdeu força nos últimos dias, em parte por conta do feriado prolongado entre sexta-feira e segunda. Segundo a consultoria Safras & Mercado, os produtores optaram por se afastar temporariamente das negociações, à espera de melhores condições de venda. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Contratos futuros da soja Os contratos futuros em Chicago registraram queda, enquanto o dólar se manteve relativamente estável, oscilando entre R$ 5,85 e R$ 5,90. Os prêmios de exportação também cederam. Ainda assim, em meio à entrada da safra brasileira e à incerteza gerada pela guerra comercial entre China e Estados Unidos, os preços continuam atrativos para o produtor rural. Segundo Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, os preços seguem em patamares interessantes, mas o comportamento do vendedor mudou. “O spread pedido pelo produtor aumentou. Ele está mais cauteloso, atento ao cenário internacional. Após ter aproveitado boas oportunidades de venda recentemente, agora prefere esperar por valores mais firmes”, afirma. Como ficaram os preços da soja no Brasil? Passo Fundo (RS): R$ 132,00/saca Santa Rosa (RS): R$ 133,00/saca Porto de Rio Grande (RS): R$ 138,00/saca Cascavel (PR): R$ 131,00/saca Porto de Paranaguá (PR): R$ 137,00/saca Rondonópolis (MT): R$ 119,00/saca Dourados (MS): R$ 123,00/saca Rio Verde (GO): R$ 119,00/saca Guerra comercial favorece Brasil Durante palestra no 9º Safras Agri Week, Rafael Silveira destacou que a guerra comercial deflagrada pelo ex-presidente norte-americano Donald Trump segue trazendo vantagens para o Brasil. “Essa disputa tarifária abriu portas importantes para a soja brasileira no mercado internacional”, aponta. Na safra 2024/25, o Brasil deverá ultrapassar 170 milhões de toneladas, com ganhos expressivos de produtividade, especialmente em estados como Mato Grosso. Por outro lado, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul enfrentaram problemas mais severos. Os preços no mercado interno estão considerados altos, e há possibilidade de alta adicional, caso os produtores dos EUA reduzam ainda mais a área plantada. Óleo e farelo O mercado de farelo e óleo de soja apresenta pouca variação, mesmo com a safra brasileira próxima da conclusão. Gabriel Viana, também da Safras & Mercado, explica: “Normalmente o preço cai nessa fase de colheita, mas isso não ocorreu. A margem de esmagamento será decisiva nos próximos meses”. Na Argentina, a colheita começou com certo atraso por conta das chuvas. Ele prevê forte volatilidade nas cotações internacionais e aconselha os produtores a aproveitarem as janelas de oportunidade. “Com a entrada intensa da soja argentina e brasileira em maio, é provável que os preços recuem”, conclui. [ad_2] Source link
Parceria entre setor público e privado visa qualificar a mão de obra rural

[ad_1] Ecolas Técnicas Estaduais (Etecs) das cidades de Jundiaí, Espírito Santo do Pinhal e Rio das Pedras estão nos planos do governo paulista para ampliar a qualificação da mão de obra rural do estado. A Secretaria de Agricultura de São Paulo, em parceria com o Centro Paula Souza e a fabricante de maquinários AGCO, irá capacitar estudantes para operação e manutenção de máquinas. A expectativa é ampliar a parceria para garantir mão de obra qualificada no mercado do agronegócio e, paralelamente, incentivar o interesse dos jovens no segmento agropecuário. “Estamos empenhados em buscar cada vez mais parceiros que tenham interesse na formação de mão de obra qualificada para atender o mercado do agronegócio paulista, ofertando melhores salários e condições de fixação no campo para a população”, disse o secretário de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, Guilherme Piai. Além da qualificação, estudantes têm oportunidade de estágio O projeto-piloto deve começar com 30 alunos selecionados pela diretoria das Etecs participantes. O governo paulista negociou com a AGCO bolsas de estágio para os três melhores jovens, para qualificação dentro das empresas como Fendt, Massey Ferguson, PTx e Valtra. A realização do curso tem como base o Termo de Cooperação firmado em 2022 entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura, e o Centro Paula Souza, além do convênio firmado entre o Instituto Agronômico (IAC-Apta) e a AGCO em 2013, sendo renovado em 2024. [ad_2] Source link
pesquisa da Esalq mapeia riscos na produção do Sudeste

[ad_1] A presença de micotoxinas na cadeia produtiva do leite foi tema de uma pesquisa no Programa de Pós-graduação em Ciência Animal e Pastagens da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP). A tese, defendida pela médica veterinária Aline Moreira Borowsky, teve como objetivo mapear as micotoxinas presentes na dieta de vacas leiteiras da região Sudeste do Brasil e avaliar o risco de transmissão dessas substâncias para o leite consumido pela população. O estudo surgiu da necessidade de obter dados sobre a ocorrência de múltiplas micotoxinas em propriedades leiteiras da região. “Coletamos amostras de leite e ração de vacas leiteiras em 100 fazendas distribuídas por essa região”, explica a pesquisadora, orientada pelo professor Carlon Humbeto Corassin. Os materiais foram submetidos a análises laboratoriais para identificar e quantificar as micotoxinas presentes. Os resultados mostraram a presença de aflatoxinas, fumonisinas, desoxivalenol e zearalenona tanto na alimentação dos animais quanto no leite produzido. “Embora o alto percentual de amostras positivas para várias micotoxinas e o risco representado por essas substâncias para a saúde animal sejam preocupantes, os níveis encontrados no leite foram baixos e não oferecem risco à saúde humana”, destaca a autora do estudo. A pesquisadora também enfatiza que a análise de múltiplas micotoxinas no leite pode ser uma ferramenta importante para avaliar os riscos à saúde humana e como alternativa para o monitoramento da ocorrência de micotoxicoses em rebanhos leiteiros. “Os achados da pesquisa ajudam a compreender melhor o cenário das micotoxinas na produção leiteira brasileira, fornecendo subsídios para a implementação de estratégias de mitigação da contaminação nos sistemas de produção.” O projeto contou com o financiamento das agências Fapesp, CNPq e Capes. A Tese Destaque é uma parceria entre a Comissão de Pós-Graduação e a Divisão de Comunicação da Esalq. [ad_2] Source link
crescem as exportações de ovos mineiros aos EUA

[ad_1] As vendas de ovos de galinha, produzidos em Minas Gerais, e exportados aos Estados Unidos apresentaram crescimento, segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa). De acordo com a pasta, o surto de Influenza Aviária que atingiu as aves americanas, gerou um efeito cascata que se mostrou uma excelente oportunidade para as vendas brasileiras – e Minas Gerais é um grande protagonista nesse cenário. Os Estados Unidos são o segundo maior produtor global de ovos. No entanto, com a doença, eles precisaram abater os rebanhos de aves, o que gerou uma maior necessidade de importar o alimento. O país viu no Brasil um fornecedor para sua demanda por ovos e países que tradicionalmente compravam dos americanos, como México e Canadá, também vieram em busca dos produtos brasileiros. “Isso é uma janela de oportunidade para Minas Gerais”, explica a assessora técnica do Programa AgroExporta, da Seapa, Manoela Oliveira. Segundo Manoela, o crescimento da demanda americana por ovos beneficia todo o país, mas há dois polos avícolas em Minas que saem na frente. A região de Montes Claros, no Norte do estado, se destaca pela posição logística privilegiada, servindo como um “hub” para outras regiões; e o sul de Minas, com destaque para o município de Pouso Alegre, que emerge como um núcleo tecnológico da avicultura. Manoela também informa que o Sul de Minas conta com cooperativas de ovos estruturadas, e o fato de estar próximo a São Paulo e de centros de pesquisas de genética avícola fazem com que essa área responda por um percentual alto da produtividade no estado, combinando uma escala industrial com o acesso a mercados de consumidores. “Minas Gerais conta com um rebanho de postura de cerca de 21 milhões de cabeças, ou seja, 8% do efetivo nacional. Temos uma cadeia produtiva altamente tecnificada e o perfil dos produtores rurais é um perfil de qualificação. Temos também um sistema de defesa sanitária reconhecido, executado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)”, informa Manoela. Minas responde por 7% dos ovos produzidos no Brasil, cerca de 431 milhões de dúzias por ano. Esses pontos, somados ao crescimento de 266% no valor exportado só nesse primeiro trimestre, mostram que a demanda está sendo redirecionada para Minas Gerais, completa a assessora. Sem risco Apesar da alta demanda pelo produto, as análises da Secretaria de Agricultura revelam que não há risco de desabastecimento. O quantitativo de ovos para exportação representa apenas 1% da produção total de Minas, o que deixa 99% para atender ao mercado interno. “Não há risco nem a curto, nem a médio prazo de desabastecimento, porque essa proporção cria uma reserva de segurança. Para causar um impacto significativo na disponibilidade doméstica, teria que haver um aumento muito súbito e expressivo da demanda internacional, e os preços no mercado externo teriam que aumentar drasticamente, além de ter uma capacidade ociosa das granjas mineiras, que não é o que ocorre”, informa Manoela. Perspectivas Manoela explica que Minas Gerais exporta praticamente o dobro de ovos em comparação ao mesmo período do ano passado. “No primeiro trimestre nós fechamos com US$ 4 milhões em receita e 2 mil toneladas em volume. Para o próximo trimestre, devemos alcançar cerca de US$ 8 milhões em vendas e pouco mais de 4 mil toneladas de ovos para exportação”, conclui Manoela. [ad_2] Source link
Pesquisa aponta árvores que se adaptam melhor às mudanças climáticas

[ad_1] Uma pesquisa do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) identificou espécies de árvores na Grande São Paulo com maior capacidade de resistência aos efeitos das mudanças climáticas. O estudo analisou folhas de 29 espécies de árvores nativas em fragmentos urbanos e periurbanos da Mata Atlântica, revelando seis espécies potencialmente tolerantes. Essas espécies poderão ser consideradas para a arborização urbana no futuro, desde que atendam a outros critérios, como resistência a patógenos e pragas, além de características de crescimento da copa e das raízes. Os testes foram realizados tanto em campo quanto em laboratório. Espécies de árvores mais tolerantes identificadas até o momento: Cupania vernalis – Camboatá ou Camboatã Croton floribundus – Capixingui ou Tapixingui Eugenia cerasiflora – Guamirim Eugenia excelsa – Pessegueiro-bravo Guapira opposita – Maria-mole Myrcia tijucensis – Guamirim-ferro “Compreender quais espécies são mais resistentes aos estressores ambientais é fundamental para o planejamento urbano e a conservação da biodiversidade em regiões metropolitanas”, destaca a pesquisadora do Instituto de Pesquisas Ambientais, Marisa Domingos, que supervisionou o estudo. O grupo de pesquisa do IPA está começando um novo projeto que visa aprimorar o protocolo de métodos, incluindo novos biomarcadores para classificar o nível de tolerância de árvores nativas da floresta atlântica ao estresse urbano. O estudo também ampliará o número de espécies analisadas, incluindo aquelas utilizadas em projetos de restauração florestal, e realizará experimentos em câmaras de crescimento para avaliar a resistência das árvores à deposição de poluentes e a eventos climáticos extremos. O trabalho faz parte do Plano de Desenvolvimento Institucional em Pesquisa (PDIP), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), dentro do projeto “Desafios para a conservação da biodiversidade frente às mudanças climáticas, poluição e uso e ocupação do solo”. Segundo os pesquisadores, o estudo contribui como orientação para ações de reflorestamento em ilhas de calor, a preservação da biodiversidade e apoio à formulação de políticas públicas. “Investir em pesquisa científica e inovação é essencial para desenvolver soluções sustentáveis e eficazes que garantam a resiliência das cidades e a conservação da biodiversidade”, destaca o coordenador do Instituto de Pesquisas Ambientais, Marco Aurélio Nalon. [ad_2] Source link
Domingo de Páscoa com risco de temporal, 100 mm de chuva e ventania agora à tarde

[ad_1] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu na manhã de hoje (20) que duas grandes áreas do Brasil estão sujeitas a fortes temporais neste domingo de Páscoa. O órgão informa que as chuvas intensas têm grau de severidade representando perigo à população. Os acumulados podem alcançar os 100 mm, com ventos intensos de até 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. As regiões Nordeste e Norte serão as mais afetadas de acordo com o Inmet. Nordeste Ceará: norte, noroeste, Metropolitana de Fortaleza, Sul, centro-sul, sertão e o Jaguaribe Maranhão: Oeste Maranhense, Leste Maranhense, Norte Maranhense, Centro Maranhense Paraíba: sertão, agreste e Zona da Mata paraibana Pernambuco: Metropolitana de Recife, sertão, agreste, e Zona da Mata pernambucana Piauí: centro-norte Piauiense e norte piauiense Rio Grande do Norte: Central Potiguar, oeste, agreste e leste potiguar Norte Amapá: norte e sul do Amapá Amazonas: centro amazonense, sudoeste, norte e Baixo Amazonas Pará: nordeste, sudeste, Marajó, Metropolitana de Belém e sudoeste paraense Roraima: norte e sul de Roraima Tocantins: região ocidental Alerta Amarelo Outra grande área está classificada sob o aviso de Alerta Amarelo pelo Inmet. Essa zona de instabilidade corta o país de leste a oeste e atinge todos os estados da região Centro-Oeste, parte da Bahia e Minas Gerais, o Acre e Rondônia. Chuva causou problemas no Sudeste e Sul do Brasil No sábado (19), chuvas fortes causaram transtornos nos estados de Santa Catarina e São Paulo. No final da tarde de ontem, um temporal causou alagamentos em cidades da região do ABC e litoral paulista. Agricultores do oeste e da serra catarinense tiveram prejuízos com tempestades de granizo. [ad_2] Source link
Mapa confisca 32 t de arroz e feijão com disparidade de tipo no interior de SP

[ad_1] Uma fiscalização de rotina do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no interior de São Paulo apreendeu 32 toneladas de arroz e feijão com disparidade de tipo. Isso significa que o rótulo declara que o produto possui um nível superior de qualidade, quando, na verdade, a qualidade é inferior ao anunciado. A apreensão ocorreu em Araraquara, em uma rede de supermercados de Ribeirão Preto. Os laudos comprovando a irregularidade foram divulgados na quinta-feira (17). Foram apreendidos 4.595 pacotes de 5 quilos de arroz, classe longo fino, tipo 1, totalizando 22.975 quilos. Esse arroz foi embalado por uma empresa de Uberlândia (MG). Também estavam irregulares 9.200 pacotes de 1 quilo de feijão, classe cores e tipo 1, embalados por uma empresa de Brodowski, interior de São Paulo. Nos dois casos, a inconsistência estava na disparidade de tipo. Em um dos lotes de arroz apreendidos, os auditores fiscais verificaram que os grãos apresentavam 23,33% do total de quebrados e quireras, enquanto o outro 31,80% do total de grãos quebrados e quireras. Segundo o Mapa, esses resultados enquadram o produto como tipo 2, uma vez que o limite permitido pela legislação é de 7,5% de grãos quebrados e quireras para que o arroz possa ser classificado como tipo 1. “Essa regra está no anexo VII da Instrução Normativa Mapa 06/2009, de 18 de fevereiro de 2009, que estabelece o Regulamento Técnico do Arroz. Ou seja, o produto chegava a apresentar quatro vezes acima do limite permitido de grãos quebrados e quireras para o tipo 1”, informou o Mapa. Dois lotes de feijão também apresentaram discrepância. A análise laboratorial constatou que um lote continha feijão tipo 3, por apresentar percentual de 3,57% em grãos mofados, ardidos e germinados, sendo que o limite legal para ser enquadrado como tipo 1 é de 1,5%. O outro lote foi classificado pelo Mapa como tipo 2, por apresentar o percentual de 5,41% em grãos amassados, danificados, partidos e imaturos, sendo que o limite previsto em lei é de 2,5% para o tipo 1. Esses dados constam na tabela 1 da Instrução Normativa Mapa 12, de 28 de março de 2008, que estabelece o Regulamento Técnico do Feijão. A fiscalização constatou que ficou caracterizada a comercialização destes produtos, gerando engano e prejuízo ao consumidor, que acredita estar adquirindo um produto de qualidade superior, porém trata-se de produto com excesso de defeitos. Todos os direitos de defesa serão concedidos às empresas envolvidas, cujas irregularidades serão apuradas em processos administrativos fiscais. Elas terão oportunidade de requerer análises periciais e, em caso de confirmação das não conformidades, serão autuadas conforme artigo 76 do Decreto Federal 6.268/2007 e terão que substituir os lotes irregulares por lotes conformes. *Com informações do Mapa [ad_2] Source link