Cafeicultora do Sul de Minas transforma legado familiar e leva cafés especiais ao mercado internacional

[ad_1] Nas montanhas de Campestre, no Sul de Minas Gerais, Ilma Rosa Franco produtora rural fez da tradição centenária da família um exemplo de empreendedorismo rural e inovação. À frente do Sítio Terra Nova, ela deixou o cultivo convencional e se lançou no mercado de cafés especiais, conquistando reconhecimento dentro e fora do país. Filha da quinta geração de cafeicultores, Franco cresceu entre os pés de café plantados por seu bisavô, o espanhol Major Manoel Joaquim Garcia Rosa, ainda no século XIX. Mas foi em 2017 que a produtora decidiu mudar o rumo dos negócios e valorizar o terroir da região vulcânica mineira. Hoje, a marca Café Rosa Franco é referência em qualidade e autenticidade. “Eu queria mais do que apenas vender café. Meu intuito era mostrar ao mundo o valor do nosso terroir – conjunto de características naturais e humanas que influenciam a qualidade de um produto -, e da nossa dedicação”, conta a empreendedora rural. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Cafés premiados e exportados No sítio de 68 hectares, 33 são dedicados a variedades como Mundo Novo, Catuaí, Topázio e Paraíso. A colheita é manual e a secagem ocorre em terreiros suspensos, preservando o perfil sensorial com aroma frutado doce, às vezes floral, resultado do terroir exclusivo da região vulcânica. O resultado apareceu em 2022, quando Ilma venceu um concurso municipal de cafés especiais, promovido pela Prefeitura de Campestre, alcançando 88,65 pontos. Hoje, das 600 sacas de café produzidas anualmente, cerca de 120 são classificadas como café especial. A comercialização é feita de forma criteriosa: os cafés especiais são enviados para cafeterias, torrefações e eventos nacionais como o São Paulo Coffee Festival e a Semana Internacional do Café (SIC). Parte da safra também é exportada, chegando a países como Estados Unidos e Japão. Hoje, a marca Café Rosa Franco é referência em qualidade e autenticidade. | Foto: Divulgação: ASN/MG Parcerias e sucessão rural Um dos diferenciais do projeto é a parceria com agricultores vizinhos. A empreendedora fornece insumos e estrutura a famílias de agricultores da região, enquanto os parceiros colaboram na colheita. “No fim da colheita, dividimos a produção e realizamos uma prática justa e sustentável que reforça os laços comunitários,” afirma Franco. Pensando no futuro, a produtora prepara o neto Maurício Franco Garcia, de 18 anos, para assumir os negócios. Ao lado da avó, ele aprende, na prática, cada etapa que faz do Café Rosa Franco uma referência: desde o plantio até o manejo e a colheita dos grãos. Apoio técnico e novos mercados Franco também contou com apoio técnico do Sebrae/MG para profissionalizar a gestão e investir em novas oportunidades. “O Sebrae tem sido um grande aliado na minha trajetória como produtora de cafés especiais. Fiz vários cursos que mudaram completamente minha forma de empreender, como o Empretec, além de capacitações sobre gestão financeira e torra, que ainda estou finalizando. Cada aprendizado abriu novos horizontes e trouxe mais segurança para tomar decisões no dia a dia do sítio”, ressalta Franco. Com sensibilidade e coragem, Ilma Rosa Franco mostra que tradição e inovação podem caminhar juntas no agronegócio, inspirando produtores a valorizar suas origens e buscar novos caminhos. [ad_2] Source link
área de baixa pressão do Paraguai afeta o Brasil

[ad_1] Mato Grosso e Mato Grosso do Sul devem sofrer pancadas intensas de chuva com presença de raios nesta quarta-feira (23). Aliás, o território sul-matogrossense vem sendo impactado por quantidade de chuva em abril que não se registra para o mês desde 1961. Confira a previsão do tempo para todo o país: Sul O centro do sistema de alta pressão começa a se afastar em direção ao oceano. Assim, as instabilidades voltam a avançar do interior do continente sobre o sudoeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul. As demais áreas continuam com predomínio de tempo firme, com presença de sol entre nuvens ao longo do dia. Sudeste Sistema de alta pressão continua influenciando a maior parte dos estados, condicionando o tempo mais aberto e temperaturas mais amenas, sobretudo em áreas mais próximas da costa e litoral. Apesar disso, a interação entre calor e umidade presentes na atmosfera pode resultar em pancadas rápidas e isoladas sobre parte do interior de Minas Gerais. Centro-Oeste Uma área de baixa pressão centralizada sobre o Paraguai deve reforçar e espalhar as instabilidades sobre o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul, com risco de fortes pancadas com raios na parte da tarde. Condição para chuva isolada entre Goiás e Distrito Federal. Nordeste Tempo segue instável no litoral da Bahia, ainda associado à entrada de circulação de ventos marítimos sobre a costa. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue atuando sobre a costa norte. Calor e tempo firme no interior da região, com atenção para baixa umidade do ar entre o interior do Sergipe, Pernambuco e Alagoas. Norte O dia amanhece mais aberto em boa parte dos estados, mas com condições para pancadas de chuva com raios sobre a região de Manaus, Amazonas. Ao longo do dia, as instabilidades ganham força e se espalham, trazendo pancadas de chuva de moderada a forte intensidade e acompanhada por raios. Entre o litoral do Pará e o Amapá, a atuação da ZCIT reforça a condição para chuva forte. [ad_2] Source link
Saiba os nomeados do Prêmio Personagem Soja Brasil!

[ad_1] Estamos em contagem regressiva! No dia 14 de maio, às 18h, acontece a cerimônia do Prêmio Personagem Soja Brasil, diretamente da Casa Canal Rural, na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília (DF). O evento pode ser assistido, ao vivo, pelo link. Após a fase de votação, agora é hora de descobrir quem são os profissionais que marcaram o setor neste ciclo. A premiação reconhece histórias inspiradoras, com gente que faz a diferença no campo e fora dele. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Os indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil Alberto Schlatter, produtor em Chapadão do Sul (MS), combina tradição familiar com inovação no campo, promovendo uma agricultura mais eficiente e sustentável. Anderson Cavenaghi, professor e doutor no MT, se destaca pelo trabalho em proteção de plantas, com foco no controle de daninhas e no uso consciente de herbicidas. Cecilia Czepak, pesquisadora da UFG, é referência em manejo integrado de pragas e tem contribuído para lavouras mais saudáveis e produtivas. Claudia D’Agostini, produtora em Sabáudia (PR), comanda a propriedade ao lado da irmã, sempre em busca de tecnologia e sucessão familiar no campo. Julio Cezar Franchini, da Embrapa Soja (PR), pesquisa manejo de solos e ajuda a impulsionar a sustentabilidade da produção agrícola no Brasil. Oliverio Alves de Melo, produtor em Balsas (MA), atua há décadas no desenvolvimento do Cerrado e integra o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira. Fique de olho: está chegando a hora de conhecer quem está por trás dos avanços que colocam o Brasil como protagonista na produção mundial de soja! [ad_2] Source link
Mercado da soja pressionado por incertezas tarifárias e risco de alta nos juros dos EUA

[ad_1] O mercado internacional da soja enfrenta um momento de forte tensão. Apesar da demanda global continuar firme – sustentada principalmente pela China, que segue como principal compradora – o cenário macroeconômico e geopolítico atual impõe riscos significativos à formação de preços da commodity. Tarifas, tensões comerciais e volatilidade As recentes movimentações dos Estados Unidos em ampliar barreiras tarifárias, sobretudo no contexto da guerra comercial com a China, acendem um sinal amarelo para os exportadores. O risco é duplo: por um lado, a elevação de tarifas pode afetar os fluxos comerciais globais e encarecer produtos; por outro, gera instabilidade no apetite dos importadores, que podem postergar compras ou buscar alternativas mais baratas no curto prazo. O Brasil, que historicamente se beneficia de tensões entre EUA e China, pode até ganhar mercado no curto prazo. No entanto, esse “bônus geopolítico” pode ser anulado por uma retração geral nos preços, caso os compradores globais passem a atuar com mais cautela. Alta dos juros nos EUA: fuga dos fundos das commodities Outro fator crítico é a possível alta nos juros americanos. Com a inflação persistente nos Estados Unidos, o Federal Reserve pode ser forçado a manter ou até elevar os juros por mais tempo. Isso torna os ativos de renda fixa norte-americanos mais atrativos, desviando capital especulativo dos mercados de commodities agrícolas, como a soja. Esse movimento, tecnicamente, pressiona os contratos futuros na Bolsa de Chicago (CBOT). Mesmo com fundamentos de oferta e demanda relativamente equilibrados, os fundos reduzem posições compradas, o que provoca queda nos preços de curto prazo. Gráfico técnico aponta fragilidade Tecnicamente, os contratos da soja têm enfrentado resistência na casa dos US$ 10,70/bushel e suporte em torno de US$ 9,50. A perda deste último nível pode levar a commodity a testar novas mínimas do ano. A forte demanda temporária tem mantido os prêmios nos portos altamente compensadores. Conclusão: preços pressionados apesar da demanda Mesmo com a demanda asiática resiliente e estoques globais relativamente controlados, o ambiente macro e político atual gera uma pressão de baixa nos preços da soja. O produtor brasileiro, atento ao câmbio e aos custos internos, precisa redobrar o cuidado na comercialização, evitando vendas precipitadas e monitorando a movimentação dos fundos e do cenário global. A Participação dos fundos, divulgada no dia 18/04/2025, em Chicago aumentou consideravelmente, podendo levar os preços a romperem a resistência de US$ 10,70/bushel. Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link
Boi gordo despenca em Goiás, mas mantém estabilidade em outras praças

[ad_1] O mercado físico do boi gordo abriu a semana mais curta após o final de semana prolongado com inexpressivo fluxo de negócios. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, muitas indústrias seguem ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no curto prazo. “Em estados como Mato Grosso, o mais provável é que o mercado siga em viés de alta, considerando o bom volume pluviométrico em abril que mantém as pastagens em boas condições. Goiás também é exceção neste momento, com tentativas de compra em patamares mais baixos. Em outros estados o que se evidencia é a predominante acomodação dos preços”, assinalou. São Paulo: R$ 329,92 – na quinta: R$ 330,25 Goiás: R$ 310,71 – antes do feriado: R$ 326,25 Minas Gerais: R$ 325,88 – anteriormente: R$ 325,29 Mato Grosso do Sul: R$ 319,32 – estável Mato Grosso: R$ 328,38 – na quinta: R$ 329,26 Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta predominante acomodação dos preços no início da semana, e a expectativa é por uma reposição mais lenta ao longo da cadeia produtiva durante o restante do mês. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 26,00 por quilo, enquanto a ponta de agulha segue cotada a R$ 18,50 por quilo. Exportações de carne As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 795,713 milhões em abril (13 dias úteis), com média diária de US$ 61,208 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 159,328 mil toneladas, com média diária de 12,256 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.994,20. Em relação a abril de 2024, houve alta de 43,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 29,8% na quantidade média diária exportada e avanço de 10,2% no preço médio. [ad_2] Source link
JBS conclui registro na SEC e convoca assembleia para votar dupla listagem

[ad_1] A JBS anunciou mais um avanço em seu processo de dupla listagem. Com o pedido aprovado pela Securities and Exchange Commission (SEC), o conselho de administração da empresa convocou para 23 de maio a assembleia geral extraordinária que vai decidir se a JBS terá uma dupla listagem, com papeis negociados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), nos Estados Unidos, e na Brasil, Bolsa, Balcão (B3), no Brasil. A operação também depende da aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os acionistas minoritários terão total poder de decisão. A J&F e a BNDESPar, os dois principais acionistas em volume de papeis, vão se abster de votar, o que deixará a decisão a cargo de detentores de pouco mais de 30% do free float da companhia. “Acreditamos que essa operação vai aumentar nossa visibilidade no cenário internacional, atrair novos investidores e fortalecer ainda mais nossa posição como líder global de alimentos”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. Caso a proposta seja aprovada pela assembleia, a empresa estima o início da oferta das ações no mercado americano a partir de junho. “Quando aprovado, o processo representará um novo capítulo na história da Companhia, com potencial de destravar o valor da ação e chegar a uma base mais ampla de investidores”, diz o CFO da JBS, Guilherme Cavalcanti. A JBS está entre as maiores empresas de alimentos do mundo com uma plataforma diversificada de proteínas e de geografias. Com mais de 250 fábricas, produz em 17 países, possui mais de 300 mil clientes e seus produtos chegam a mais de 180 países. Nascida no Brasil há 71 anos, a JBS emprega hoje 280 mil pessoas. De acordo com Tomazoni, os marcos conquistados pela JBS, ao longo dos mais de 70 anos de história, comprovam a eficácia da estratégia de atuação como uma plataforma global diversificada, tanto em proteínas como em geografias, impulsionada por marcas fortes e um portfólio de produtos de maior valor agregado. “Construímos uma cultura organizacional sólida. Temos as pessoas certas, nos lugares certos. Somente a dedicação e empenho de nossos colaboradores permitem à JBS chegar à excelência operacional ímpar”, afirma Tomazoni. [ad_2] Source link
Capital brasileira tem abril mais chuvoso desde 1961

[ad_1] O temporal da madrugada não foi suficiente: voltou a chover forte no fim da tarde desta terça-feira (22) em Cuiabá, capital de Mato Grosso. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já registrou 281,6 mm acumulados do dia primeiro de abril até às 9 horas do dia 22, hora de Brasília. Confira, abaixo, alguns números da chuva de abril em Cuiabá que comprovam como o mês está sendo muito fora dos padrões climatológicos: Total de chuva acumulada em 22 dias: 281,6 mm, mais do que o dobro da média para abril, que é de 112,8 mm Abril mais chuvoso desde 1961 (em 64 anos) Maior chuva em 24 horas de 2025: 92,9 mm entre 9h do dia 8 e 9h do dia 9 de abril (hora de Brasília) Maior volume mensal de precipitação de 2025 até agora E quem pensa que já basta, está enganado. Segundo a Climatempo, a previsão é de mais pancadas de chuva até o fim do mês. [ad_2] Source link
Chile passará a comprar carne suína do Paraná

[ad_1] O Chile reconheceu o Paraná como zona livre de febre aftosa sem vacinação, o que significa a autorização para importar carne suína de produtores do estado. O anúncio oficial deve ser feito entre esta terça-feira (22) e amanhã (23), no âmbito da visita da comitiva do presidente chileno Gabriel Boric ao Brasil. A decisão foi antecipada pelo ministro da Agricultura chileno, Esteban Valenzuela. “Reconhecemos que o Paraná está livre de febre aftosa e, portanto, poderemos receber carnes deste estado muito importante do sul do Brasil”, anunciou, nas redes sociais. De acordo com o ministro chileno, a iniciativa é parte dos esforços para reforçar as relações comerciais entre os dois países, fortalecendo o comércio de produtos agropecuários. Ele informou ainda que as autoridades chilenas seguem negociando a compra de carne com representantes de outras unidades federativas brasileiras que atendam às exigências fitossanitárias impostas pelo Serviço Agrícola e Pecuário (SAG) do Chile. Demanda antiga O reconhecimento chileno é uma demanda antiga dos frigoríficos paranaenses, conforme o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, Luis Rua. “Este é um pleito muito antigo do estado [Paraná] […] e, logo, logo, as empresas paranaenses deverão estar exportando carne suína para o Chile”, comentou Rua, classificando como “muito importante” o anúncio. Em 2024, o estado foi o terceiro maior exportador de carne suína entre as unidades federativas livre de aftosa. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), no ano passado, as exportações de carne suína (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 1,352 milhão de toneladas. O resultado, 10% superior ao de 2023, estabeleceu um novo recorde para o setor, que obteve cerca de US$ 3,03 bilhões com as vendas externas. Do volume total de carne suína exportada, o Paraná respondeu com 185,5 mil toneladas, ficando atrás apenas de Santa Catarina (730,7 mil toneladas) e Rio Grande do Sul (289,9 mil toneladas). Mel chileno Em contrapartida à decisão do Chile, o Brasil abriu seu mercado para compra de mel chileno. “Há uma grande notícia para nosso [chileno] setor apícola. O Brasil decidiu autorizar o ingresso [em território brasileiro] de nossas exportações de mel”, acrescentou Esteban Valenzuela. Febre aftosa Desde 2021, a Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa), principal autoridade mundial em saúde animal, reconhece o Paraná como um dos estados brasileiros livre de febre aftosa sem vacinação, ao lado de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso. Na ocasião, a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) celebrou o fato apontando que o reconhecimento internacional “coloca o Paraná em um outro patamar, permitindo-o acessar mercados que pagam mais pelos produtos com essa chancela de qualidade.” Além disso, em maio de 2024, após o fim da última campanha nacional de imunização, o governo brasileiro anunciou que todo o rebanho nacional está livre da doença. A autodeclaração nacional é uma etapa necessária para que a Omsa reconheça o status sanitário de livre de febre aftosa sem vacinação ao restante do território brasileiro. [ad_2] Source link
Preços caem no Paraná; saiba onde mais as cotações da soja recuaram

[ad_1] O mercado doméstico da soja teve bastante lentidão nesta terça-feira. Segundo informações da consultoria Safras & Mercado, o produtor ficou meio fora, com os preços recuando em relação aos patamares observados nas últimas semanas. Por outro lado, os prêmios ficaram estáveis, com poucas variações, enquanto o dólar caiu com força e Chicago subiu pouco. Com isso, os preços no físico recuaram, deixando o mercado travado. Preços da soja no país Passo Fundo (RS): manteve em R$ 131,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 132,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 138,00 para R$ 136,50 Cascavel (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00 Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 136,00 para R$ 134,00 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 118,00 para R$ 116,00 Dourados (MS): caiu de R$ 122,00 para R$ 120,00 Rio Verde (GO): caiu de R$ 117,00 para R$ 116,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em alta, basicamente por conta de uma recuperação técnica. Outros pontos que ajudaram na sustentação dos preços foram a alta do petróleo, o dólar em patamar baixo frente a outras moedas e a preocupação com chuvas nos Estados Unidos, que poderiam atrasar o plantio. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A recuperação, no entanto, seguiu limitada pelas preocupações com a guerra comercial entre Estados Unidos e China e pela ampla oferta de soja sul-americana entrando no mercado. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução do plantio das lavouras de soja. Até 20 de abril, a área plantada estava estimada em 8%. Em igual período do ano passado, o número era de 7%. A média para os últimos cinco anos é de 5%. Na semana anterior, o plantio estava em 2%. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 5,50 centavos de dólar ou 0,53% a US$ 10,35 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,46 por bushel, perda de 4,50 centavos ou 0,43%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,80 ou 0,26% a US$ 303,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 48,03 centavos de dólar, com baixa de 0,28 centavo ou 0,57%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,36%, negociado a R$ 5,7278 para venda e a R$ 5,7258 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7191 e a máxima de R$ 5,8021. [ad_2] Source link
resultados das provas objetivas são divulgados

[ad_1] Os resultados finais das provas do concurso da Embrapa foram divulgados nesta terça-feira (22), no site da entidade. Confira aqui os nomes aprovados. As provas, realizadas em 23 de março deste ano, eram voltadas para os seguintes cargos: Técnico (áreas de Laboratório e Campos Experimentais, nas subáreas de Manejo Animal, Manejo Florestal e Mecânica de Precisão); Assistente (subáreas de Manejo Animal e Operador de Máquinas Agrícolas e Veículos). O cargo que registou o maior número de inscritos foi o de técnico na área de Suprimento, Manutenção e Serviços – subárea de Suporte à Gestão, com 41.790 no total, o que significa 2.199 pessoas por vaga. A título de comparação, o curso de Medicina, na Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), da Universidade de São Paulo (USP), o mais concorrido do país, tem relação de 96,5 candidatos por vaga. De acordo com a Embrapa, para os cargos de pesquisador e analista, os resultados estão previstos para a próxima terça-feira (29). Realização da prova prática A Embrapa informa que os candidatos aprovados nas provas objetivas precisam acessar o site do Cebraspe, que é a banca organizadora do concurso, no dia 12 de maio, para verificarem os locais de realização da prova prática. Essa próxima etapa do concurso está prevista para acontecer nos dias 17 e 18 de maio. Já as convocações devem iniciar a partir de junho. Conforme o site da Embrapa, serão 1.027 vagas para os cargos de pesquisador, analista, assistente e técnico, na classe inicial de cada cargo, e à constituição de cadastro de reserva. Todos os cargos têm jornada de trabalho de 40 horas semanais e regime de contratação via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os salários são os seguintes: Assistente (nível fundamental incompleto): R$ 2.186,19; Técnico (nível médio ou técnico – a depender da especialidade): R$ 5.556,81; Analista (nível superior conforme as áreas determinadas no edital): R$ 10.921,33 Pesquisador (exige mestrado): R$ 12.814,61 [ad_2] Source link