Quinta-feira com mais movimentação no mercado da soja; apenas uma região apresenta queda nos preços

[ad_1] O mercado doméstico de soja teve um dia melhor negociado nesta quinta-feira (24), com preços entre a estabilidade e leves altas puxadas pela CBOT. No entanto, segundo informações da consultoria Safras & Mercado, a queda do dólar acabou limitando um pouco os ganhos. Os prêmios seguiram estáveis. Os melhores negócios aconteceram via porto, enquanto a indústria vem cadenciando as ofertas, já que o vendedor segue pedindo um spread alto. Isso pressiona as margens e acaba segurando compras maiores por parte da indústria. Soja no Brasil Passo Fundo (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 130,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): aumentou de R$ 135,00 para R$ 135,50 Cascavel (PR): aumentou de R$ 130,00 para R$ 131,00 Porto de Paranaguá (PR): aumentou de R$ 133,00 para R$ 134,00 Rondonópolis (MT): aumentou de R$ 115,00 para R$ 116,50 Dourados (MS): aumentou de R$ 120,00 para R$ 121,00 Rio Verde (GO): aumentou de R$ 115,00 para R$ 116,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em leve alta. Compras especulativas garantem a alta, em meio a um cenário de menor aversão ao risco no mercado financeiro global. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sinais de que quer negociar as tarifas com a China. O distensionamento aparente na guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo tranquilizou, por ora, os mercados. A soja acompanhou este bom desempenho. Os agentes seguem de olho no clima sobre a região produtora dos Estados Unidos. Após as recentes chuvas, a previsão de clima mais seco nos próximos dias. O impacto do clima sobre o plantio nos Estados Unidos merece atenção. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 5,25 centavos de dólar ou 0,5% a US$ 10,40 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,50 1/4 por bushel, ganho de 4,25 centavos ou 0,40%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,90 ou 0,90% a US$ 298,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 48,34 centavos de dólar, com alta de 0,31 centavo ou 0,64%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,42%, negociado a R$ 5,6927 para venda e a R$ 5,6907 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6624 e a máxima de R$ 5,7044. [ad_2] Source link

Brasil registra aumento de 153% no volume de exportação de arroz 

[ad_1] O Brasil exportou 158,5 mil toneladas de arroz (base casca) em março de 2025, com receita de US$ 45,3 milhões, conforme relatório mensal da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz). O volume embarcado no último mês cresceu 153% na comparação com fevereiro, quando as remessas totalizaram 62,5 mil toneladas. Também houve ganhos 109% na receita. O resultado segue positivo quando comparado a março do ano passado, com crescimento de 86% em quantidade e de 5% em faturamento. “Neste ano, o principal item exportado foi o arroz em casca, matéria-prima com menor valor agregado, enquanto em 2024 predominou o arroz branco. Por isso, observamos essa discrepância entre volume e receita”, avalia o diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz, Gustavo Trevisan. Segundo ele, o crescimento do volume de arroz em casca exportado está diretamente relacionado à colheita da nova safra, que resultou em maior oferta dessa matéria-prima no mercado. Principais destinos do arroz brasileiro México, Senegal e Nicarágua foram os principais destinos do arroz brasileiro no primeiro trimestre de 2025, em termos de volume. Considerando apenas o mês de março, Senegal lidera o ranking, seguido por Venezuela e México. Em relação às importações, o Brasil comprou, no mês passado, 117 mil toneladas de arroz (base casca), com desembolso de US$ 32,5 milhões. Conforme a Abiarroz, houve queda de 4% nas importações se comparado ao montante adquirido no mesmo mês de 2024. Em termos de valor, a redução foi de 33%. Já os envios de arroz beneficiado pela indústria ao exterior somaram 84,3 mil toneladas em março de 2025, com receita correspondente a US$ 27,5 milhões. De acordo com a entidade, as exportações se mantiveram estáveis na comparação com o mesmo período do ano anterior; já em receita, houve queda de 36,3%. [ad_2] Source link

Famílias pecuaristas afetadas pela seca receberão sacas de milho na Bahia

[ad_1] Cerca de 25 mil famílias pecuaristas que criam caprinos, ovinos e vacas leiteiras em municípios afetados pela estiagem na Bahia, receberão do governo do Estado, 250 mil sacas de milho para alimentação dos animais. O anúncio foi feito durante reunião do governador Jerônimo Rodrigues, na manhã desta quarta-feira (23), com prefeitos das 89 cidades com decretos de emergência para dialogar sobre ações imediatas para mitigação da seca na Bahia. As sacas de milho serão entregues às famílias inscritas no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF). Foto: Thuane Maria/GOVBA Os municípios com decreto de emergência por estiagem na Bahia poderão se cadastrar, a partir desta quinta-feira (24), no Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional do governo estadual para receber o benefício. “Estaremos de mãos dadas com os prefeitos, com ações de água, alimentação animal, entrega de equipamentos, de cestas básicas, para garantir a assistência aos municípios durante todo o período de estiagem”, garantiu Jerônimo Rodrigues. De acordo com o Governo da Bahia, a iniciativa, coordenada pela da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), destinará R$ 32 milhões para distribuição dos suprimentos às famílias pecuaristas. Para atendimento aos municípios, será aberta inscrição no site para que as prefeituras municipais homologadas realizem um cadastro, com o número do decreto, e recebam o benefício. Entregas Serão 12 pontos de distribuição espalhados pela Bahia, que vão atender os territórios de Irecê, Velho Chico, Chapada Diamantina, Piemonte do Paraguaçu, Piemonte da Diamantina, Sudoeste Baiano, Médio Rio de Contas, Vale do Jiquiriçá, Itaparica, Piemonte Norte do Itapicuru, Sertão do São Francisco, Bacia do Paramirim, Sertão Produtivo, Sisal, Bacia do Jacuípe, Semi-Árido Nordeste II, Litoral Norte, Agreste Baiano e Portal do Sertão. Foto: Thuane Maria/GOVBA O cronograma prevê entregas do dia 28 de abril a 30 de maio. Durante a reunião, o chefe do executivo baiano também sinalizou que outras ações estão sendo planejadas, em parceria com municípios e com o Governo Federal, para atender demandas específicas de cada cidade baiana. Uma delas, comum aos municípios, é o abastecimento de água. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link

CNA propõe R$ 594 bi no Plano Safra e reformas no seguro agrícola

[ad_1] A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entregou ao Ministério da Agricultura suas propostas para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2025/2026, o Plano Safra. O documento foi apresentado pelo diretor técnico da entidade, Bruno Lucchi, ao secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, nesta quinta-feira (24). O material foi construído com base em reuniões regionais com federações estaduais, sindicatos rurais, produtores e entidades setoriais de todo o país. A proposta destaca dez pontos prioritários para o próximo Plano Safra, em meio a um cenário que combina restrições domésticas, alta de juros e instabilidade geopolítica. A CNA defende a revisão das condições operacionais do crédito rural, ampliação dos recursos disponíveis, modernização do seguro agrícola e desburocratização do acesso ao financiamento, especialmente para pequenos e médios produtores. Entre os principais desafios apontados estão a alta volatilidade cambial, aumento dos custos com insumos e o risco de elevação da taxa Selic para 15% ao ano, o que pode afetar o custo e a oferta de crédito rural. Segundo a entidade, o Plano Safra tem papel estratégico para garantir a segurança alimentar e a sustentabilidade do setor. Por isso, o documento propõe: As 10 propostas da CNA para o Plano Safra 2025/26: Aprovação do PL 2951/2024, de autoria da senadora Tereza Cristina, que moderniza o seguro rural e operacionaliza o Fundo Catástrofe. Garantia de R$ 4 bilhões ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), com aplicação integral e suplementação, se necessário. Disponibilização de R$ 594 bilhões no Plano Safra: R$ 390 bilhões para custeio e comercialização, R$ 101 bilhões para investimentos e R$ 103 bilhões para a agricultura familiar, com execução eficiente dos recursos. Prioridade a pequenos e médios produtores, com recursos para linhas como Pronaf, Pronamp, PCA, Proirriga, Inovagro e Renovagro. Melhoria do ambiente de negócios, com redução de burocracias e incentivo à ampliação de fontes de financiamento, como o mercado de capitais. Modernização do Proagro, com foco em maior eficiência orçamentária e proteção ao produtor rural. Revisão dos limites de renda dos programas Pronaf e Pronamp, ajustando-os à realidade produtiva atual. Incentivos a práticas socioambientais, com possibilidade de redução de taxas ou ampliação do limite financiável, sem onerar o produtor. Harmonização das regras ambientais, eliminando entraves criados por resoluções que extrapolam a legislação vigente. Combate à venda casada e redução de custos acessórios do crédito rural, por meio de atualização das normas do mercado registrador. [ad_2] Source link

Como guerras e crises moldaram o preço das commodities nos últimos 120 anos

[ad_1] Ao longo dos últimos 120 anos, os preços das commodities agrícolas viveram uma verdadeira montanha-russa. Muito além das variáveis climáticas e safras abundantes ou frustradas, foram os grandes eventos históricos — guerras, colapsos financeiros e transformações geopolíticas — os principais responsáveis por sacudir esses mercados (veja detalhes no gráfico abaixo). A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) provocou escassez de alimentos na Europa e impulsionou os preços agrícolas, especialmente nos países exportadores como os Estados Unidos, o Canadá e a Argentina. O Brasil se beneficiou com o café, mas o fim da guerra trouxe uma forte retração da demanda. A Crise de 1929, com o colapso da Bolsa de Nova York, mergulhou o mundo em uma depressão. Os preços das commodities agrícolas despencaram. O café brasileiro, por exemplo, foi estocado e até queimado para conter a superoferta. Foto: Elaboração própria A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) novamente elevou a demanda por alimentos e fibras. O trigo e o algodão dispararam, impulsionados pela logística militar. Mas no pós-guerra, a reconstrução europeia e o Plano Marshall reordenaram os fluxos comerciais, favorecendo a mecanização agrícola e o aumento da oferta global. Os anos 1970 marcaram outro período de volatilidade. O choque do petróleo de 1973 gerou inflação global e levou investidores a buscar refúgio nas commodities. A crise do trigo e do açúcar marcou a década, com países estocando alimentos por segurança. A década de 2000 trouxe uma nova dinâmica: a ascensão da China e da Índia no consumo global. A soja virou protagonista, impulsionada pela demanda asiática por ração animal. Crises como a de 2008 (subprime) e, mais recentemente, a pandemia da Covid-19 e a Guerra da Ucrânia, também tiveram efeitos explosivos: interrupção de cadeias logísticas, pânico nos mercados e novos picos de preços. O fator especulação financeira ganhou força nas últimas décadas. A entrada de fundos de investimento e algoritmos de alta frequência nas bolsas de commodities aumentaram a sensibilidade dos preços a notícias macroeconômicas, como decisões de juros nos Estados Unidos ou tensões entre potências. E o futuro? Um novo risco sistêmico começa a ganhar corpo: a possível perda da hegemonia econômica dos Estados Unidos e do dólar como moeda central do comércio global. Se confirmada, essa transição pode abalar profundamente o sistema de precificação das commodities. Uma multipolaridade monetária — com yuan, euro ou moedas digitais soberanas disputando espaço — traria incertezas cambiais, fragmentação de mercados e enfraquecimento das bolsas americanas como referência global. Em outras palavras: um cenário de alta volatilidade, menos previsibilidade e mais riscos para produtores e investidores. É importante destacar que o comportamento das commodities agrícolas é um espelho do mundo: reflete não apenas o clima nos campos, mas, sobretudo, os humores da geopolítica e das finanças globais. E, agora, diante da instabilidade do império que moldou essas regras por mais de um século, o mercado agrícola poderá enfrentar sua maior prova: sobreviver ao fim da era do dólar como âncora. Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link

Carne suína ganha competitividade frente a concorrentes

[ad_1] De acordo com levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada  (Cepea), a carne suína vem ganhando competitividade em relação às concorrentes. Essa competitividade, segundo pesquisadores do Cepea, ocorre devido aos preços do frango e da carne bovina estarem em alta. Em contrapartida, a carcaça suína apresenta queda no comparativo de março para abril. Dessa forma, a movimentação do mercado doméstico de carne suína está atípica para o período. Os dados do instituto apontam para uma desaceleração no ritmo de vendas. Assim, de acordo com as análises dos pesquisadores do Cepea, o cenário motivou as indústrias do setor a baixar os preços para evitar o acúmulo de estoque. *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo [ad_2] Source link

Dia Nacional do Churrasco traduz a força da pecuária e a arte de ser brasileiro

[ad_1] Apesar de ser celebrado em diferentes dias, o churrasco é homenageado com uma data especial no Brasil, na Argentina e também nos Estados Unidos. A tradição de assar a carne na brasa é um pouco diferente nesses países, mas com certeza o Brasil se destaca na arte da churrascada.  Por aqui, existe uma simbologia por trás do churrasco, principalmente relacionada a reunir a família e os amigos próximos no almoço de domingo. Personagens como o tio da churrasqueira já fazem parte do folclore suburbano. Mas mesmo presente em todo o território nacional, é claro que o Dia do Churrasco teria que ser instituído no Rio Grande do Sul. Os gaúchos são reconhecidamente os melhores churrasqueiros do país. A data foi escolhida em homenagem ao dia 24 de abril de 1948, quando foi fundado o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG) em Porto Alegre. A data homenageia também o setor produtor de carnes no Brasil, que é o segundo maior do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Entre selecionar os melhores cortes, os temperos, a temperatura do fogo, o ponto de cozimento da carne e diversos outros pontos, a arte do churrasco é complexa, mas já está na ponta dos dedos – e dos espetos – dos brasileiros. Ao lado de outras tradições como o futebol e o carnaval, não há nada tão brasileiro quanto um churrasco com a família.  *Sob supervisão de Victor Faverin [ad_2] Source link

Qual a maior barreira na contratação de um seguro rural?

[ad_1] Na interatividade, perguntamos sobre Seguro Rural, e a maior parte dos participantes, 38%, destacou a dificuldade em encontrar um seguro que atenda às necessidades da produção.  Em segundo lugar, 34% apontaram o custo elevado das apólices como principal barreira, enquanto 29% mencionaram a burocracia e a demora na aprovação como fatores desafiadores. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp O analista político e comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud confirma o resultado da interatividade do Porteira Aberta Empreender.  Segundo ele, a dificuldade em encontrar um seguro rural que atenda completamente às necessidades do produtor reside na combinação de fatores que tornam o custo elevado e a adesão baixa.  Um deles é a alta probabilidade de perdas generalizadas devido a eventos climáticos extremos, que podem afetar diversas propriedades em uma mesma região e ao mesmo tempo.  Além disso, a falta de subvenções governamentais para reduzir o custo dos seguros e a dificuldade em avaliar e mensurar todas as variáveis envolvidas na produção agrícola, tornando o seguro mais caro e menos atrativo.  “O Congresso Nacional já aprovou um Fundo de Catástrofe, que é um fundo que vai garantir que se houver um evento climático que atinge toda uma região de uma vez só, esse fundo vai ser a garantia. O problema é que ele não foi regulamentado, não se sabe de onde virá o dinheiro e enquanto isso os produtores brasileiros continuam sem seguro ou tendo que buscar alternativas de seguros privados” finaliza Daoud. A senadora Tereza Cristina tenta junto ao Congresso Nacional rediscutir o Fundo Catástrofe, criado em 2010.  A intenção é viabilizar o aporte de recursos públicos de até R$4 bilhões para balizar uma rede de proteção ao produtor rural e estabilizar o mercado securitário do agronegócio. Todas as quintas-feiras, o Porteira Aberta Empreender lança uma nova enquete no YouTube do Canal Rural e na outra semana traz o resultado. Participe.   [ad_2] Source link

Ministério da Fazenda e senadores buscam saída para dívidas de produtores gaúchos

[ad_1] Com o objetivo de encontrar uma solução para a crise vivida pelos produtores rurais do Rio Grande do Sul, os senadores Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS) participaram, nesta quarta-feira (23), de uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. No ano passado, chuvas castigaram o estado, e neste ano, estiagem atrapalha os agricultores – muitos estão com dificuldade de pagar dívidas. Os parlamentares defendem a publicação de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), que poderá permitir a prorrogação, por até quatro anos, das parcelas de custeio rural dos produtores gaúchos. Os senadores também solicitaram a criação de uma linha especial de crédito no novo Plano Safra 2025/26, voltada à prevenção dos efeitos das intempéries climáticas, com foco em investimentos em irrigação e recuperação do solo. Protelação das dívidas Entretanto, a prorrogação não será automática e dependerá da análise individual de cada contrato. O subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais do Ministério da Fazenda, Gilson Alceu Bittencourt, informou que o governo avalia a possibilidade de propor ao CMN um voto que permita a renegociação das operações de crédito rural de custeio com recursos equalizados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), amparadas pelo Pronamp e por demais programas, observando o limite de 8% dos vencimentos no ano de 2025 de cada instituição financeira. “Hoje, essa regra já é permitida para o Pronaf (custeio e investimento), e para investimentos no Pronamp e para os demais produtores”, afirmou Bittencourt. Especificamente sobre o Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul), o subsecretário informou que o governo discute a possibilidade de ampliar esse percentual exclusivamente para o ano de 2025, em razão da concentração de suas operações no estado. Sobre o custeio, Bittencourt explicou que a regra permite renegociação em até três anos. No caso do crédito para investimento, a norma autoriza o adiamento da parcela do ano para até um ano após o prazo final do contrato. “Em todas as situações, a negociação será avaliada caso a caso, sendo necessário que o produtor comprove perda devido à seca e incapacidade de pagamento da parcela de investimento ou do crédito de custeio”, declarou. Expectativa O senador Luis Carlos Heinze destacou que a reunião trouxe certo alívio. “A expectativa é que o CMN analise as propostas nos próximos dias, diante da proximidade do vencimento dos custeios, que começa em 30 de abril”, ressaltou. Durante a reunião, Heinze também apresentou duas propostas voltadas ao refinanciamento de longo prazo das dívidas rurais. A primeira sugere o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal. A segunda propõe a securitização das dívidas, nos moldes do Projeto de Lei 320/2025, de sua autoria. No entanto, ambas as iniciativas foram rejeitadas pelo governo. “Agora, a pressão continua por uma solução para essas dívidas acumuladas. É importante que os produtores permaneçam mobilizados”, afirmou o senador. [ad_2] Source link

Exportações de carne de frango a países árabes se aproximam de US$ 1 bi, mas derivados bovinos recuam

[ad_1] As exportações de carne de frango para os países árabes, no primeiro trimestre do ano, subiram 9,95%. De acordo com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, que acompanha o comércio do Brasil com o bloco, as vendas seguem no mesmo ritmo de crescimento do ano passado, e atingiram os US$ 936,29 milhões. A Arábia Saudita lidera as compras (total de US$ 256,94 milhões), seguida por Emirados Árabes Unidos (US$ 224,50 milhões) e Iraque (US$ 98,76 milhões). Segundo a entidade, as vendas nesses mercados a tonelada do frango foi negociada a preços maiores. Na Arábia Saudita, avançou 19,47%, para US$ 2.474,62; nos Emirados Árabes Unidos, 3,44%, para US$ 2.041,84 no Iraque, 2,55%, para US$ 2.189,32 a tonelada, influenciando as vendas totais para cima em relação aos três primeiros meses do ano passado. Carne de frango em alta Os volumes mantiveram-se relativamente estáveis, com quedas em alguns mercados compensadas por avanços em outros. No conjunto, os 22 países árabes do Oriente Médio e do norte africano compraram 3,30% mais frango do Brasil, ou 453,59 mil toneladas. Nos três mercados mais rentáveis, apenas a Arábia Saudita registrou variação positiva, de 1,28%, para 103,83 mil toneladas. Nos Emirados Árabes Unidos, o volume recuou 7,54%, para 109,95 mil toneladas, e, no Iraque, a queda foi de 2,81%, para 45,11 mil toneladas. Recuo Já as vendas de derivados bovinos, que alcançaram recorde histórico ano passado, tiveram recuo de 12,02%, para US$ 391,78 milhões. A Argélia, o mercado que mais comprou carne bovina do Brasil na região em 2024, segue com demanda firme. As compras do país no primeiro trimestre subiram 105,79%, para US$ 113,93 milhões. Em seguida vêm Arábia Saudita (US$ 64,58 milhões) e Egito (US$ 54,08 milhões). No todo da pauta de exportações, da qual compreendendo alimentos e bebidas, as vendas aos árabes registraram recuo de 12,29%, para US$ 4,98 bilhões, queda que pode ter relação com o Ramadã, o mês sagrado dos muçulmanos, iniciado mais cedo este ano, em 28 de fevereiro, o que 0ossivelmente reduziu o ritmo dos embarques. É comum observar antes do Ramadã um movimento de importadores e consumidores de formar estoques. Isso porque, durante o mês sagrado, o costume da maioria das famílias é jejuar durante o dia, comer à noite e sair de casa só para o estritamente necessário, explica Mohamad Mourad, secretário-geral da Câmara Árabe. O executivo pontua que essa dinâmica é visível, inclusive, nas estatísticas de exportações, com as vendas para os países árabes alcançando o pico cerca de cinco meses antes do Ramadã, recuando durante o mês sagrado e retornando à normalidade logo depois dele. Por isso acreditamos que os embarques se recuperem nos próximos meses. Teremos, então, condições de avaliar a demanda nos mercados árabes com mais precisão, pontua. [ad_2] Source link