CNA debate o impacto das mudanças geopolíticas no agro

[ad_1] O impacto das transformações geopolíticas no agro será o foco do evento “Cenário Geopolítico e a Agricultura Tropical”, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). O encontro será realizado no dia 6 de maio, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo. A imprensa que deseja realizar a cobertura deve se cadastrar neste link. Programação do evento Entre os destaques está a participação do economista Daron Acemoglu, vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2024 e professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Ele apresentará a palestra magna “Transformações Geopolíticas: Impactos no Futuro das Relações Internacionais”. A programação conta ainda com autoridades do setor agropecuário, economistas e especialistas em relações internacionais. Também estarão presentes: o presidente da CNA, João Martins; o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion; e a senadora Tereza Cristina. Ao longo do dia, os painéis abordarão os efeitos das mudanças nas relações comerciais globais no agro, os novos blocos econômicos e os caminhos para o Brasil manter e ampliar sua posição como potência agroexportadora. Os debates terão nomes como Marcos Troyjo (ex-Banco dos Brics), Oliver Stuenkel (FGV), Welber Barral (ex-secretário de Comércio Exterior), Alexandre Schwartsman, Elena Landau, Mansueto Almeida e representantes de instituições como Rabobank, Agroconsult e Ministério das Relações Exteriores. Além disso, também será lançado o Programa Saúde no Campo, do Senar, voltado à promoção da saúde e bem-estar dos produtores e trabalhadores rurais. [ad_2] Source link
Mel paranaense busca reconhecimento por denominação de origem

[ad_1] O mel de Capanema, no Paraná, caminha para obter o reconhecimento por denominação de origem (DO). O pedido já foi protocolado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e visa reforçar a identidade territorial do produto, além de valorizar seus diferenciais únicos. Esse movimento resulta de uma parceria firmada entre a Cresol, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR – Campus Dois Vizinhos), a Associação dos Apicultores de Capanema e Região (Apic), o Sebrae/PR e a Prefeitura de Capanema. Juntos, esses agentes apostam na valorização dos saberes locais e no potencial do mel para conquistar novos mercados. Além disso, o mel produzido na região é facilmente reconhecido por sua coloração clara e sabor mais suave. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Conquista da IG, entre outros benefícios, trará mais visibilidade e oportunidades para os apicultores de Capanema e região. Foto: Carina Pelegrini. ASN/PR Pesquisa confirma origem única do mel Desde 2022, uma pesquisa conduzida pela UTFPR analisa as características do mel. Os resultados indicam que ele possui origem polifloral, com predominância de néctar de plantas nativas como cambará e louro branco. Essas espécies são comuns na Mata Atlântica, especialmente em áreas próximas ao Parque Nacional do Iguaçu. Portanto, essas condições naturais influenciam diretamente o sabor, a textura e a cor do mel. Segundo os pesquisadores, isso garante ao produto uma identidade única, que pode ser reconhecida até pelo consumidor final. Em 2021, a Apic já havia registrado a marca coletiva “Parque Iguassu”, voltada ao mel e à própolis da região. Essa ação preparou o caminho para o atual pedido de DO, fortalecendo o vínculo entre o produto, o território e os produtores. “O mel passará a ter ainda mais visibilidade, implicando em maior ganho para os produtores e valor agregado ao produto. Com isso, surgem novas oportunidades e crescimento”, afirma Alyne Chicocki, consultora do Sebrae/PR. [ad_2] Source link
Morre CEO da União Nacional da Bioenergia, aos 76 anos

[ad_1] Faleceu, neste sábado (26), em Araçatuba (SP), Antonio Cesar Salibe, CEO da União Nacional da Bioenergia (Udop), aos 76 anos. Engenheiro agrônomo e empresário, Salibe foi uma das principais lideranças do setor de bioenergia no Brasil, com uma trajetória de mais de cinco décadas dedicada ao fortalecimento da produção de cana-de-açúcar, etanol e energia renovável. Natural de Limeira (SP), Salibe se formou pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, e construiu sua trajetória profissional no interior paulista a partir da década de 1980. Reconhecido pela visão estratégica e pelo trabalho incansável, ele contribuiu para o desenvolvimento tecnológico e a organização de produtores em todo o país. Com espírito inovador e forte capacidade de articulação, Salibe foi responsável pela formação de milhares de profissionais, deixando uma marca permanente no crescimento da bioenergia brasileira. Sua atuação rendeu diversas homenagens ao longo da vida, refletindo o impacto de seu trabalho na sociedade e no setor econômico. O corpo será velado no Memorial Laluce, em Araçatuba (SP), com cerimônia de cremação ainda a ser definida. Ele deixa esposa, dois filhos, netos, amigos e colegas que acompanharam sua trajetória. A pedido da família, as homenagens podem ser feitas por meio de doações a instituições de caridade. [ad_2] Source link
comissão aprova proposta para política de incentivo

[ad_1] A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui uma política nacional de incentivo ao turismo rural, com os seguintes objetivos: Estimular o desenvolvimento de atividades turísticas de base familiar e comunitária no meio rural; Gerar emprego e renda; Promover o uso sustentável dos recursos naturais; Valorizar o território; e Fortalecer as economias locais O texto prevê a participação efetiva de povos e comunidades tradicionais no planejamento, na operação, na fiscalização e no desenvolvimento do turismo em seus territórios, com respeito a seus modos de vida, sua cultura e ao meio ambiente. Agricultores familiares e assentados da reforma agrária também serão incentivados a participar. As diretrizes da política prevista incluem: O desenvolvimento de rotas turísticas regionais e de trilhas de longo curso; A capacitação técnica e a formação continuada de agricultores familiares, gestores públicos, empreendedores e comunidades locais; A melhoria de estradas, trilhas, rotas e demais vias de acesso a atrativos rurais; A valorização da cultura, das tradições e dos saberes populares rurais; A promoção de produtos agropecuários locais e agroindustrializados de base artesanal; e A promoção da igualdade de gênero e da juventude rural. O poder público organizará o acesso de turistas a áreas naturais públicas ou privadas de interesse turístico. Projeto reformulado O texto aprovado foi a versão (substitutivo) elaborada pelo relator, deputado Romero Rodrigues (Pode-PB), para o Projeto de Lei 2475/23, do deputado Samuel Viana (Republicanos-MG). Rodrigues incluiu no texto dispositivos para garantir maior inclusão social e respeito à diversidade cultural e territorial. O substitutivo passou a prever, por exemplo, a participação efetiva de povos e comunidades tradicionais no planejamento da política. Também incorporou como diretriz a promoção de práticas agroecológicas e de sistemas produtivos resistentes às mudanças climáticas. Turismo rural e sustentável O novo texto incluiu ainda o turismo rural sustentável entre as finalidades permanentes do Fundo Geral de Turismo (Fungetur). “A mudança assegura fonte estável de financiamento para empreendimentos do setor, sem criar obrigação de despesa nova nem impacto fiscal imediato”, explicou Romero Rodrigues. O relator afirmou ainda que o turismo rural contribui para dinamizar economias locais, estimular cadeias produtivas territoriais e ampliar a circulação de renda no campo. “A atividade impulsiona o consumo de bens e serviços locais, como alimentos, bebidas, artesanato, hospedagem e transporte, ao mesmo tempo em que valoriza manifestações culturais e a biodiversidade. Além disso, oferece alternativas de trabalho para mulheres e jovens e reduz o êxodo rural.” O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Antes, o texto foi aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. [ad_2] Source link
confira a previsão de hoje

[ad_1] O último sábado de abril traz expectativas de pancadas fortes de chuva para áreas do Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Confira: Sul Chuva, que deve ser pouca, apenas no norte e litoral do Paraná, enquanto as demais áreas da Região ficam com tempo mais aberto. As temperaturas seguem amenas em áreas do oeste e sul de Santa Catarina e não há previsão de precipitações no Rio Grande do Sul. As máximas voltam a subir de maneira gradativa no oeste e sul gaúcho. Sudeste A chuva continua concentrada no interior e norte de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A baixa pressão de sexta dá origem a uma frente fria que passa em alto mar, mantendo o risco de temporal sobre áreas da Mantiqueira, Vale do Paraíba, sul de Minas, interior e norte fluminense e no centro-sul capixaba. Centro-Oeste Pancadas fortes no oeste, noroeste e norte de Mato Grosso do Sul e chuva entre Mato Grosso e Goiás. Cuiabá e Brasília terão um dia abafado, com sol entre nuvens e chance de chuva a qualquer hora do dia. Risco alto para temporais nos dois estados. A condição de chuva diminui, mais a nebulosidade se faz presente no sul do território sul-matogrossense. Nordeste Interior e sertão nordestino com tempo mais aberto, calor e ar mais seco. A chuva aumenta novamente no sul da Bahia, podendo ocorrer com força nas áreas mais próximas ao Espírito Santo e a Minas Gerais. Dia instável com condições de chuva para o norte do Maranhão, Piauí e Ceará, com risco alto de chuva forte e temporais nas capitais. Norte O tempo continua bem carregado e com alerta entre o Amapá e o litoral do Pará pela atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). A combinação de calor e umidade ainda estimula nuvens bem carregadas entre Amazonas, Roraima e o noroeste paraense. [ad_2] Source link
a vitrine verde para o mundo e a realidade da Amazônia viva

[ad_1] Desta vez, o Brasil não chega à Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP) como um mero participante. Na COP30, além de sermos palco, somos os protagonistas de um futuro que precisa produzir alimentos de forma sustentável. Essa será uma oportunidade única de comunicar nosso exemplo para o mundo. Além de sermos um dos países com mais áreas de preservação, com cerca de 70% de sua vegetação nativa, produzimos alimentos de forma eficiente, através do uso da tecnologia aliada à sustentabilidade. Tal conquista vai além das estatísticas. Nossa preservação não se mantém sozinha e muito menos se sustenta com discursos vazios. Com mais de 30 milhões de brasileiros vivendo na Amazônia Legal, o grande desafio é transformar a biodiversidade em renda, emprego e dignidade. E isso exige algo que hoje falta: investimento real. O povo da floresta não pode continuar vivendo de promessas. Preservar custa caro. Explorar com sustentabilidade exige tecnologia, crédito, infraestrutura e educação. A floresta não sobrevive apenas com promessas internacionais. O povo da Amazônia precisa transformar a biodiversidade em oportunidade. É hora de os países ricos saírem da retórica e entrarem no campo da responsabilidade. Não basta exigir proteção ambiental dos países do Sul, enquanto continuam financiando cadeias poluidoras no hemisfério Norte. Quem quer a floresta em pé precisa pagar por isso. Quem exige preservação deve investir em bioeconomia, ciência e valorização da floresta como ativo global. O mundo não pode cobrar do Brasil o que ele mesmo não está disposto a financiar. Além disso, o Brasil precisa avançar em parcerias bilaterais concretas e operacionais com países desenvolvidos, voltadas para acelerar a implementação de soluções sustentáveis. Transferência de tecnologia limpa, programas de crédito verde e fundos de financiamento para cadeias produtivas sustentáveis devem sair do papel e chegar aonde mais importa: na ponta, no produtor, na comunidade ribeirinha, na cooperativa amazônica. Sustentabilidade não se faz com diplomacia vazia, mas com ação coordenada, pragmática e duradoura. O Canal Rural vem acompanhando e mostrando ao mundo, de forma permanente, o compromisso do agronegócio brasileiro com o meio ambiente. A produção agropecuária nacional segue, cada vez mais, padrões rigorosos de sustentabilidade, investindo em tecnologia de precisão, recuperação de pastagens, integração lavoura-pecuária-floresta e rastreabilidade ambiental. O Canal Rural tem se empenhado em dar visibilidade a essa realidade — muitas vezes ignorada pela opinião pública internacional —, promovendo um debate sério, baseado em dados e com foco no futuro. Ou o mundo aprende com o Brasil, ou vai continuar financiando discursos vazios enquanto a floresta morre por abandono. Há um fato que não pode ser ignorado por nenhum líder mundial presente na COP30: o Brasil é o único país do planeta com um Código Florestal que exige, por lei, que o produtor rural na Amazônia preserve 80% de sua propriedade com floresta nativa. Nenhum outro país impõe ao seu setor produtivo tamanho compromisso ambiental. Isso significa que o Brasil não apenas produz com responsabilidade, mas lidera com exemplo. Existe maneira mais eficaz de aprendizado? Ensinar o mundo pelo exemplo da nossa agropecuária potente, crescente e plural. Além de tudo isso, não poderíamos deixar de acrescentar que só há um caminho para a mitigação das mudanças climáticas no planeta que desafiam os nossos modos de produção: a transição energética. Esta mudança só será possível com o uso de biocombustíveis, etanol de segunda geração, além das energias renováveis como a solar e a eólica. Esta é uma verdadeira oportunidade estratégica para unir preservação ambiental, crescimento econômico e inclusão social. Defender a infraestrutura verde e incentivar a bioeconomia pode atrair capital internacional e gerar emprego de qualidade. A transição energética não é custo. É a chance de garantir um futuro para as novas gerações. O clima já está dando sinais urgentes dessa necessidade. Nunca se viu tantas intempéries climáticas: de enchentes a estiagens severas comprometendo as safras e a vida das pessoas. A COP30 no Brasil não pode ser apenas mais um evento da Organização das Nações Unidas (ONU). Tem que ser um divisor de águas. Para o Brasil, será a chance de mostrar que podemos ser a vitrine verde do planeta e, ao mesmo tempo, a garantia de uma segurança alimentar do futuro. Somos protagonistas na produção de alimentos, na preservação e na economia verde. Somos uma potência ambiental na linha de frente da preservação que precisa ser financiada, apoiada e respeitada por todos os países desenvolvidos que aqui estarão em novembro, em Belém do Pará. O Brasil não precisa escolher entre floresta e desenvolvimento. A escolha já foi feita: o futuro será verde ou não será. Simples assim. [ad_2] Source link
descontos irregulares chegam a R$ 6 bi e entidade do agro é investigada

[ad_1] A Controladoria-Geral da União anunciou que o governo vai suspender todos os descontos mensais que são feitos por associações e sindicatos na folha de pagamento de aposentados e pensionistas. Isso ocorre após uma apuração apontar um suposto esquema de cobrança de mensalidades irregulares do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), que passariam de R$ 6 bilhões. Segundo investigações, entidades, inclusive uma ligada ao agronegócio, faziam descontos por critérios associativos aos aposentados e, de acordo com apurações, os débitos eram incluídos independentemente da autorização do segurado. A CGU alertou INSS sobre fraude bilionária em descontos de aposentados sete meses antes de operação da Polícia Federal (PF) ocorrida na quarta-feira (23). O presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, foi demitido, e cinco servidores públicos foram afastados de suas funções. O ministro da Controladoria Geral da União Vinícius de Carvalho detalhou as ações do governo federal para restituir os beneficiários. De acordo com ministro, os recursos serão retidos na próxima folha de pagamento e serão restituídos aos aposentados.” Organização ligada à agricultura familiar é investigada Apontada como uma das organizações envolvidas na fraude, a Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares do Brasil (Conafer) enviou uma nota à redação do Canal Rural informando que recebeu a notícia com estranheza. “É com surpresa e estranheza que recebemos a notícia da colocação da Confederação em uma lista publicada pela imprensa, pois a mesma sempre se colocou à disposição para prestar informações a qualquer órgão de controle da União”, diz o texto. A organização informou que se coloca à disposição da sociedade, dos órgãos de fiscalização para esclarecimentos. O comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, pediu celeridade e rigor na punição aos envolvidos na fraude dos descontos irregulares do INSS, na edição desta sexta-feira (25) do telejornal Mercado & Companhia. Acompanhe todos os conteúdos do Canal Rural no nosso Youtube! [ad_2] Source link
Primeiro país a se opor ao acordo Mercosul-UE, Polônia diz confiar no agro brasileiro

[ad_1] A missão brasileira ao continente europeu para discutir o acordo entre Mercosul e União Europeia desembarcou nesta sexta-feira (25) em Varsóvia, capital da Polônia. O país foi o primeiro da Europa a se opor publicamente à união comercial entre os blocos, questionamento que, posteriormente, foi intensificado pela França. Contudo, o embaixador do Brasil na Polônia, Haroldo Macedo Ribeiro, destacou que em todos os contatos que manteve com autoridades polonesas, ficou claro que a contrariedade ao acordo não se refere a dúvidas sobre o padrão de qualidade dos produtos agropecuários brasileiros. “Ao contrário disso, há muito interesse e confiança no que o Brasil produz e exporta para a Polônia. As razões têm outra natureza. Não são razões a respeito da qualidade de produção e nem de eventuais problemas de natureza ambiental. Não há esse tipo de questionamento por parte da Polônia”, assegurou. Produtos brasileiros na Polônia De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os principais produtos que o país exportou para a Polônia em 2024 são os seguintes: Matérias-primas não comestíveis (exceto combustíveis): US$ 343,9 milhões Produtos alimentícios e animais vivos: US$ 319,9 milhões Máquinas e equipamentos de transporte: US$ 63,6 milhões Artigos manufaturados classificados principalmente pelo material: US$ 55,4 milhões Bebidas e tabaco: US$ 44,5 milhões A programação da missão, capitaneada pelo Itamaraty e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) segue em Varsóvia até este sábado (26) e segue para Bruxelas, na Bélgica, na segunda e terça (28 e 29). [ad_2] Source link
Roubo de café diretamente do pé tira o sono de produtores mineiros e paulistas

[ad_1] Em fevereiro deste ano, a saca de 60 kg de café arábica alcançou R$ 2.769, maior valor já registrado, segundo o índice Cepea/Esalq. O grão permanece em alta, atualmente cotado a cerca de R$ 2.500 e, por isso, produtores comemoram o resultado do trabalho duro. No entanto, com a alta sendo refletida nas gôndolas dos supermercados, cresceu o interesse de criminosos que deram continuidade a um delito que parecia extinto: o roubo diretamente do pé. No vídeo abaixo, é possível notar que escolhem os galhos com a maior quantidade de grãos, cortam na base e levam embora. Casos assim foram registrados nos municípios mineiros de Guaranésia, Ilicínea, Guaxupé, São Pedro da União, Boa Esperança e Carmo do Rio Claro, além de Pedregulho, este em São Paulo. Com isso, produtores, sindicatos rurais e autoridades policiais têm buscado organizar estratégias para tentar inibir o crime por meio da contratação de seguranças e aumento das rondas noturnas. O presidente do Centro de Comércio de Café de Minas Gerais, Ricardo Schneider, afirma que não havia mais relatos desse tipo de crime há anos. “Isso já aconteceu antes, mas era era algo que achávamos que não tinha mais espaço. Agora, com a alta do mercado, volta a ser interessante a comercialização desse café roubado. […] temos orientado o produtor para que ele, na medida do possível, tome cuidado com o seu café ainda no pé e que não sacrifique a qualidade colhendo muito antes.” O produtor e presidente do Sindicato Rural de Boa Esperança, em Minas Gerais, Henrique Pacheco, relata que a situação já havia sido reportada por cafeicultores do município no ano passado. Segundo ele, a entidade tem se reunido com autoridades policiais e deputados estaduais para pedir que se aumente o número de câmeras de monitoramento nas principais vias rurais e também em estradas federais e estaduais que passam pelos municípios produtores. Pacheco acredita que o café roubado diretamente do pé são verdes e, provavelmente, passam por secagem nos quintais dos criminosos, gerando grãos pretos e chochos de menor valor, mas que ainda são comercializáveis. Assim, cabem às autoridades policiais o rastreio desses pequenos volumes para a identificação dos autores dos furtos. [ad_2] Source link
Preços de soja têm leve ajuste no fim desta semana; confira as cotações no Brasil

[ad_1] O mercado de soja encerrou a semana com ritmo lento na comercialização. Os preços permaneceram praticamente estáveis na maioria das praças, apesar de alguns ajustes pontuais observados nesta sexta-feira (25). Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o dia foi marcado por pouca variação tanto na Bolsa de Chicago quanto no câmbio. Como resultado, não houve grandes alterações nos preços do grão, nem nos prêmios nos portos. O spread continua elevado, refletindo a resistência dos produtores em aceitar preços mais baixos, enquanto a indústria segue comprando de forma lenta. Os preços atuais estão acima da paridade quando se considera o custo do frete, o que faz com que a indústria adquira volumes menores, esperando uma possível queda nos valores. Cotações de soja Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 135,50 para R$ 135,00 Cascavel (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,50 Dourados (MS): caiu de R$ 121,00 para R$ 120,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 116,50 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a sexta-feira com preços mistos. As primeiras posições recuaram levemente, enquanto as demais apresentaram leve alta. As oscilações se mantiveram dentro de uma faixa estreita, com os investidores ajustando posições antes do final de semana e com a virada do mês se aproximando. A semana teve desempenho positivo, com o contrato julho, o mais negociado, com alta de 2,2%. O cenário de menor aversão ao risco no mercado financeiro, a fraqueza do dólar frente a outras moedas e as expectativas de diálogo entre China e Estados Unidos, que pode suavizar os impactos da guerra comercial, sustentaram os preços. As atenções continuam voltadas para os fatores macroeconômicos e para o clima nos Estados Unidos. Por ora, o plantio segue bem nas principais regiões produtoras, e o mercado especula sobre o tamanho da possível redução da área plantada no país, segundo maior produtor mundial de soja. Contratos futuros de soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 3,25 centavos de dólar ou 0,30%, a US$ 10,49 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,59 1/4 por bushel, perda de 2,75 centavos ou 0,25%. Nos subprodutos, o farelo com vencimento em julho teve alta de US$ 1,80 ou 0,6%, fechando a US$ 298,50 por tonelada. Já o óleo com vencimento em julho encerrou a 49,81 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,26 centavo ou 0,51%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão desta sexta-feira com leve baixa de 0,07%, cotado a R$ 5,6883 para venda e a R$ 5,6863 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6649 e a máxima de R$ 5,7074. Na semana, a desvalorização acumulada foi de 2,04%. [ad_2] Source link