Milho segue em queda e vendedores estão mais flexíveis

[ad_1] De acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a maior oferta de milho enfraqueceu a demanda pelo cereal, que seguiu em queda na última semana. Segundo o Centro de Estudos, os consumidores estão afastados do mercado spot nacional à espera de melhores condições de compra. Neste cenário os vendedores estão mais flexíveis para negociações, principalmente diante das boas perspectivas para a segunda safra. Nesse sentido, a maior parte das lavouras apresenta um bom desenvolvimento, favorecido, principalmente, pelo retorno das chuvas. O que tem contribuído para manter a umidade do solo. Ainda de acordo com os pesquisadores do Cepea, mesmo com os preços do milho se tornando mais atrativos em comparação com a soja, os negócios seguem em ritmo lento. *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link
Brasil vai enviar à Turquia bois vivos para reprodução

[ad_1] O Brasil poderá exportar para Turquia bois vivos para reprodução. A abertura de mercado foi anunciada pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luís Rua, durante a 90ª ExpoZebu, feira agropecuária realizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba (MG). Hoje o Brasil já exporta bovinos vivos para a Turquia, destinados a confinamento (engorda) e abate. “Agora, abrimos mais este filão, mais essa oportunidade”, disse Rua, em vídeo transmitido na abertura do evento. De acordo com o secretário, trata-se de um mercado potencial de US$ 300 milhões por ano, segundo dados do Ministério da Agricultura. “A Turquia é o terceiro principal comprador desse tipo de produto. E vem enfrentando problemas de ordem sanitária com seus principais fornecedores, como Estados Unidos e União Europeia (UE), de maneira que, se abre essa boa oportunidade às nossas exportações”, avaliou Rua. O secretário também citou a abertura do mercado africano para o gênero bovino do Brasil e avanços na certificação sanitária com a Índia. [ad_2] Source link
O que mais influencia o aumento do chocolate, principalmente no período de Páscoa?

[ad_1] Na interatividade, perguntamos sobre o aumento do preço do chocolate no período da Páscoa e a maioria, 70%, respondeu que seria por conta da demanda aquecida. Em segundo, com 18%, o preço da amêndoa do cacau e em terceiro, com 12%, pragas e doenças na produção da fruta. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp O comentarista e analista do Canal Rural, Miguel Daoud explica que o aumento do preço está diretamente ligado à Lei da Oferta e da Procura. “É um princípio da economia que explica como os preços são determinados pelo mercado. Ela estabelece que a oferta, a quantidade de um produto disponível, e a procura dos consumidores por aquele produto, acabam influenciando o preço de equilíbrio. Além disso, como a Páscoa ocorre apenas uma vez ao ano, é comum que empresas e comerciantes aproveitem essa época para lucrar. O consumidor precisa ficar atento, pesquisar e se possível comprar um pouco antes. Mas vale ressaltar, que a produção de cacau vem enfrentando problemas em todo o mundo”, afirma Daoud. A África Ocidental, que produz cerca de 70% do cacau mundial, tem enfrentado problemas com a produção. O clima, pragas e doenças como a da vagem negra tem afetado as colheitas, enquanto a demanda tem crescido. Ainda não é possível saber o valor exato das vendas de chocolate na Páscoa 2025. No entanto, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que as vendas de Páscoa somem R$ 3,36 bilhões. Todas as quintas-feiras, o Porteira Aberta Empreender lança uma nova enquete no YouTube do Canal Rural e na outra semana traz o resultado. Participe. [ad_2] Source link
Frente fria derruba temperaturas e traz risco de tempestades

[ad_1] A passagem de uma frente fria em alto mar na altura do Sudeste deve impulsionar mais umidade para o continente, estimulando nuvens carregadas sobre áreas do sul e leste paulista, com riscos de temporais no estado de São Paulo. Na capital paulista a segunda-feira (28) começou mais nublada e há chance para alguma chuva fraca localizada. Porém, com o avanço do sistema, a chuva vai ganhando força no decorrer do dia e se prolonga até à noite. Há possibilidade de raios durante a tarde e de rajadas de vento de 50 a 60 km/h. A Climatempo adverte para volumes acumulados altos que podem causar alagamentos. Existe risco para problemas no fornecimento de energia, além de queda de galhos e/ou árvores. O alerta também vale para as regiões do Vale do Ribeira, litoral sul, Baixada Santista, Sorocaba, Campinas e parte da Serra da Mantiqueira e Vale do Paraíba. As demais áreas do estado terminam a última segunda do mês em atenção, com a entrada de mais umidade e chance de chuva forte em regiões como Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto e Franca. Após frente fria, madrugadas ficarão mais frias Esta frente fria passa em alto mar de forma rápida e já na noite de segunda, chega a altura do Espírito Santo e litoral sul da Bahia. O que vai voltar a chamar atenção é o ar frio que vem na retaguarda do sistema. As mínimas voltam a diminuir bem na cidade de São Paulo, com possibilidade de novos recordes de madrugada mais fria do ano. A Climatempo prevê mínima de 14 °C na quarta (30) e na sexta-feira (2) e apenas 13 °C na quinta-feira, dia 1 de maio. Por outro lado, com a atuação do ar frio e seco, a condição de chuva diminui. Áreas do litoral, norte e nordeste do estado, assim como a capital, podem começar a terça-feira (29) com um pouco de garoa, condição que vai diminuindo ao longo do dia. A maioria das regiões, ficam sem previsão de chuva de quarta a sexta-feira e com temperaturas mais amenas durante a tarde. Na cidade de São Paulo, as máximas devem variar entre 21 e 24 °C até o final desta semana. [ad_2] Source link
Milho segue em queda e vendedores estão mais flexíveis

[ad_1] De acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a maior oferta de milho enfraqueceu a demanda pelo cereal, que seguiu em queda na última semana. Segundo o Centro de Estudos, os consumidores estão afastados do mercado spot nacional à espera de melhores condições de compra. Neste cenário os vendedores estão mais flexíveis para negociações, principalmente diante das boas perspectivas para a segunda safra. Nesse sentido, a maior parte das lavouras apresenta um bom desenvolvimento, favorecido, principalmente, pelo retorno das chuvas. O que tem contribuído para manter a umidade do solo. Ainda de acordo com os pesquisadores do Cepea, mesmo com os preços do milho se tornando mais atrativos em comparação com a soja, os negócios seguem em ritmo lento. *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link
Meta da inflação estoura mais uma vez e atinge 5,55%

[ad_1] A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,57% para 5,55% este ano. A estimativa está no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,5% para 4,51%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,78%, respectivamente. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Em março, a inflação fechou em 0,56%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar dessa pressão, o IPCA perdeu força em relação a fevereiro, quando marcou 1,31%. No acumulado em 12 meses, a inflação soma 5,48%. Juros básicos Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária. Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o BC, a inflação cheia e os núcleos – medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia – continuam em alta. O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo. Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a taxa Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso. Até dezembro próximo, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 2%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,90 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,95. [ad_2] Source link
Chuva favorece o cultivo do algodão e do milho, aponta boletim de monitoramento da Conab

[ad_1] As chuvas que caíram entre 1º e 21 de abril no Centro-Oeste do país foram suficientes para a manutenção da umidade do solo na maioria das áreas, o que beneficiou o desenvolvimento do milho de segunda safra, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu mais recente Boletim de Monitoramento dos Cultivos de Verão. O milho e o algodão cultivados no Centro-Oeste têm sido beneficiados com o bom volume de chuvas registrado em abril, diz a Conab. Mesmo que no início do mês tenha havido certa restrição hídrica em algumas áreas por causa da temperatura elevada no meio do dia, as chuvas retornaram na segunda quinzena, repondo o déficit hídrico e garantindo a recuperação das lavouras que ainda estavam em estágio vegetativo. “A média diária do armazenamento hídrico no solo permaneceu elevada em quase toda a região, com exceção de algumas áreas em Goiás e Mato Grosso do Sul, onde o intervalo sem chuva ao longo do período restringiu o potencial produtivo de parte das lavouras”, diz a Conab. Quanto ao Sudeste, a Conab diz que poucas chuvas em importantes regiões produtoras de São Paulo e Minas Gerais afetaram o desenvolvimento do milho segunda safra. Com exceção do sul de Minas e dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, onde houve chuvas no início do mês, as precipitações só ocorreram de forma mais abrangente na terceira semana. Desta forma, o boletim relata que a média diária do armazenamento hídrico no solo ficou abaixo do necessário para a demanda hídrica das lavouras durante a maior parte do período no centro e norte de São Paulo e no centro-norte de Minas, além de algumas áreas do Triângulo Mineiro, onde lavouras de milho segunda safra foram afetadas, pois já se encontravam em floração e enchimento de grãos. No Sul do país, a Conab relata que as chuvas ocorreram principalmente na primeira e segunda semanas do mês no sul do Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. “Com exceção de algumas áreas no centro e norte do Paraná, as temperaturas máximas mais amenas mantiveram a umidade no solo em níveis suficientes para o desenvolvimento da maioria das lavouras de feijão e milho segunda safras, além da soja ainda em enchimento de grãos em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul”, informa. “No geral, as condições em abril foram favoráveis para o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra. Assim como, para a maturação e colheita dos cultivos de primeira safra, devido ao tempo mais estável na terceira semana do mês”, finaliza. O Norte, por sua vez, foi a região que recebeu o maior volume de chuvas, o que favoreceu os cultivos de primeira e segunda safras no Pará, Tocantins e Rondônia. Houve, porém, atraso pontual na colheita de soja e milho verão por causa do excesso de umidade. Já as lavouras tardias têm sido beneficiadas com a redução nas precipitações. “Em Roraima, as chuvas da primeira quinzena do mês possibilitaram a antecipação da semeadura da soja, devido à recuperação do armazenamento hídrico do solo”, diz a Conab. No Nordeste, os maiores acumulados ocorreram no Norte do Maranhão e do Ceará. “Houve restrição hídrica em algumas áreas, principalmente no Semiárido”, acrescenta. Nesta região, as chuvas ocorreram em maior intensidade no início de abril, tanto no centro-norte do Maranhão quanto no Ceará. Nas demais áreas, as chuvas foram irregulares, mantendo baixo o nível de armazenamento hídrico do solo principalmente no centro-sul e no centro-norte da Bahia, “mantendo o déficit hídrico nas lavouras de feijão e milho”. Em algumas áreas do Nordeste, além disso, como no sudeste do Piauí e no Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, embora tenha havido ligeira recuperação do armazenamento hídrico do solo, os níveis ainda estão aquém do necessário para a semeadura e o desenvolvimento das lavouras. [ad_2] Source link
Conectividade cobre 66,5% da área de cana e evidencia relação com produtividade

[ad_1] Estudo inédito realizado pela ConectarAgro, em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), revelou que 66,5% da área produtiva de cana-de-açúcar no Brasil já conta com cobertura móvel 4G ou 5G. A pesquisa identificou que na safra 2022/23 o Brasil possuía 9,3 milhões de hectares plantados com a cultura. Desse total, 6,19 milhões de hectares têm acesso à internet móvel de alta velocidade, possibilitando a implementação de soluções tecnológicas como sensoriamento remoto, monitoramento em tempo real e máquinas autônomas. Os estados líderes na produção da cultura também são os mais conectados. São Paulo, maior produtor do país, possui 5,6 milhões de hectares cultivados e 76% dessa área com cobertura móvel. Em seguida vêm Minas Gerais, com 53% da área coberta e Goiás, com 37%. A pesquisa mostra que o ranking dos municípios mais conectados, três apresentam 100% de cobertura móvel sobre suas áreas cultivadas: Fernando Prestes, Novais e Iracemápolis, os três no estado de São Paulo. Em contrapartida, grandes áreas produtoras como Alto Araguaia, em Mato Grosso, e Itaquiraí, em Mato Grosso do Sul, ainda não contam com conectividade móvel, evidenciando a necessidade de investimentos para ampliação da infraestrutura digital. Irrigação e conectividade Além da conectividade, o estudo da ConectarAgro e da UFV também analisou a prática da irrigação na canavicultura e sua relação com a infraestrutura digital. A pesquisa mostrou que apenas 1% da área total cultivada com cana no Brasil é irrigada. Dentre os municípios que mais utilizam o sistema, Juazeiro, na Bahia, lidera com 19.877 hectares irrigados, seguido por Jaíba, com 11.835 hectares e Paracatu, com 6.800 hectares, ambos em Minas Gerais. O estudo também revelou que a conectividade móvel acompanha essa tendência em algumas regiões: em Juazeiro, 69% da área irrigada tem cobertura móvel 4G ou 5G, enquanto em Jaíba esse percentual é de 74%. Por outro lado, a pesquisa indica que ainda há desafios a serem superados. Um exemplo é Unaí, em Minas Gerais, que tem 86% de sua área cultivada com cana irrigada, mas não possui conectividade móvel sobre essas áreas. No estudo, a ConectarAgro e a UFV destacam que a conectividade no campo permite não apenas a automação e otimização da produção, mas também a disseminação do conhecimento entre os produtores rurais. Isso porque o acesso à internet viabiliza assistência técnica remota, cursos online e consulta de dados estratégicos, tornando-se um diferencial competitivo para o setor sucroenergético. Imagens: Reprodução ConectarAgro O estudo destacou uma correlação relevante entre níveis de conectividade e produtividade em áreas irrigadas. Em Fernando Prestes, São Paulo, município com 100% de cobertura móvel, a produtividade atinge 85.000 kg/ha. Já em Alto Araguaia, Mato Grosso, que não dispõe de cobertura móvel, esse índice é de 47.470 kg/ha. “Vale lembrar que essa relação não quer dizer, necessariamente, que uma coisa causa a outra. A produtividade no campo depende de vários outros fatores, como o clima, a altitude, o tipo de solo, a temperatura e até o jeito como a terra é cuidada”, ressalta a presidente da ConectarAgro, Paola Campiello. Contudo, segundo ela, regiões com maior cobertura digital demonstram melhor aproveitamento dos recursos naturais, maior eficiência na gestão da produção e menores perdas. “A ausência de conectividade em determinadas regiões não impacta apenas a digitalização da produção, mas também compromete a qualidade de vida dos trabalhadores do campo. Estar desconectado significa, muitas vezes, estar afastado da própria família, das oportunidades de qualificação online e até de serviços básicos que hoje dependem da internet. Essa realidade tem dificultado a retenção de talentos no setor, especialmente entre os profissionais mais jovens e qualificados, que buscam qualidade de vida aliada à perspectiva de crescimento profissional. A conectividade, portanto, também é um fator-chave para manter o capital humano no campo”, complementa Paola. Para ela, ainda há um longo caminho a ser percorrido para garantir que toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar tenha acesso às mesmas oportunidades tecnológicas. A executiva destaca que a expansão da conectividade será fundamental para impulsionar a produtividade, reduzir desigualdades regionais e fortalecer a posição do Brasil como líder global no setor sucroenergético. [ad_2] Source link
indicadores que vão mexer com os mercados; ouça análise

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que, na semana passada o dólar caiu 2% frente ao real e o Ibovespa atingiu máxima em 7 meses, mesmo com inflação em alta. Nesta semana, o foco será o IGP-M no Brasil, o núcleo do PCE nos EUA e a inflação da Zona do Euro. Nos EUA, dados de emprego e PIB sinalizam desaceleração, enquanto a China enfrenta pressão nos PMIs industriais. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
temporais atingem ao menos 2 regiões hoje

[ad_1] Veja como ficam as condições do tempo nesta segunda-feira (28) em todas as regiões do Brasil, de acordo com os meteorologistas da Climatempo, e saiba onde vai ter chuva. Sul O deslocamento de uma frente fria, afastada em alto-mar, provoca algumas pancadas de chuva mais isoladas e irregulares no leste e norte de Santa Catarina e no leste e sul do Paraná. A maior parte do Rio Grande do Sul começa a semana sem chuva e com temperatura ligeiramente mais amena. Sudeste O dia será marcado por mais nebulosidade e condições de chuvisco ou chuva fraca no litoral de São Paulo e na capital paulista. Pancadas de intensidade moderada a forte devem atingir o norte de São Paulo, Espírito Santo, Triângulo Mineiro e noroeste e norte de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, dia com sol entre nuvens e condição de chuva fraca no fim da tarde e começo da noite. Centro-Oeste Áreas de instabilidades presentes no Paraguai aumentam a condição de chuva novamente em Mato Grosso do Sul. O dia será instável, com predomínio de muita nebulosidade e pancadas a qualquer hora do dia. É alto o risco de temporal no noroeste e sul do estado. A previsão é de pancadas moderadas a fortes, associadas a calor e umidade, em Mato Grosso e Goiás, com atenção em Cuiabá e Goiânia. Nordeste A segunda começa com previsão de chuva no oeste e sul da Bahia. Além disso, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT ) provoca pancadas no litoral do Maranhão, Piauí e Ceará. A semana começa abafada e com aberturas de sol. As pancadas podem ocorrer em vários momentos do dia, intercalando período de melhoria. Não chove no sertão e interior da região, e o ar fica mais seco. Norte O tempo continua instável e carregado na última segunda do mês na região. Dia de sol entre nuvens em Manaus, Belém e Macapá, com alerta de temporais. Pode chover em vários momentos em Rio Branco e Porto Velho. [ad_2] Source link