Etanol hidratado fecha a semana em estabilidade

[ad_1] Os preços do etanol hidratado fecharam a última semana de forma equilibrada, segundo os dados mais recentes do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O indicador do combustível encerrou a semana em R$ 2,7080 por litro, uma pequena queda de 0,22% com relação à semana anterior. De acordo com o Centro de Pesquisas, a proximidade do feriado do dia do trabalho não foi suficiente para aquecer o mercado do etanol hidratado em São Paulo. Os pesquisadores do Cepea explicam que essa retração por parte dos compradores se dá devido a perspectiva de uma intensificação na entrada do produto da nova safra. Da mesma forma, outro fator que também afastou os compradores do mercado de etanol é a possibilidade de um reajuste negativo no preço da gasolina. Outro ponto de atenção é o reajuste do PIS/Cofins a partir de 1º de maio, que tem reforçado a cautela das distribuidoras . A oferta do produto na praça paulista não teve alteração significativa na última semana, mesmo com o início da moagem da cana. As chuvas também limitaram a colheita nas principais regiões produtoras, o que consequentemente evitou o aumento na oferta, conforme explica o Cepea. *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link

Preços do açúcar seguem firmes no primeiro mês da safra 2025/26

[ad_1] No mercado spot do estado de São Paulo, os preços do açúcar cristal branco seguem firmes. As informações são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A média do indicador para o produto de cor Icumsa de 130 a 180 apresentou uma alta de 0,9%, operando agora a 144,24/saca de 50 kg.  De acordo com o instituto, este suporte se dá por parte da baixa oferta deste tipo de açúcar no primeiro mês da safra 2025/26. Na última semana a maior movimentação nas negociações se deu especificamente entre terça (22) e quinta-feira (24), quando a liquidez foi maior, de acordo com o Cepea. Na sexta-feira (25) as chuvas que ocorreram em algumas regiões de lavoura de cana diminuíram as movimentações do mercado. Assim, essa paralisação fez com que as usinas retirassem suas ofertas do mercado, aponta o Centro de Estudos. *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link

Governo deve desapropriar terras com desmatamento ilegal ou incêndio, diz STF

[ad_1] O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (28) que a União desaproprie terras que tenham sido alvo de incêndios criminosos ou de desmatamento ilegal. A medida deverá ser aplicada nos casos em que estiver comprovada a responsabilidade do proprietário na devastação do meio ambiente. Conforme a decisão, a União e os estados terão de adotar meios para impedir a regularização de terras em que tenham ocorrido crimes ambientais. Também deverão ajuizar ações de indenização contra proprietários que sejam responsáveis por incêndios ou desmatamento ilegais. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) manifestou preocupação com a decisão do STF. Para a bancada, é necessário combater crimes ambientais com rigor, mas sem violar o devido processo legal e os princípios constitucionais. A FPA lembra que o tema já é discutido no Congresso Nacional, com foco na punição dos responsáveis e na proteção do meio ambiente. “Penalizar proprietários de boa-fé, sem investigação adequada, além de injusto, não resolve o problema”, ressalta a nota da entidade. “O produtor que cumpre a lei também é vítima dos incêndios. A FPA manterá sua atuação para fortalecer a legislação, endurecer a punição dos culpados e garantir segurança jurídica a quem produz com responsabilidade”, diz a nota. Sinaflor e responsabilidades dos estados Flávio Dino autorizou que os estados continuem a usar sistemas próprios para emitir autorizações para retirada de vegetação (as chamadas Autorizações de Supressão de Vegetação), desde que as informações estejam integradas ao Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor). As determinações foram dadas pelo ministro em duas decisões na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 743. Nessa ação, o STF determinou a reestruturação da política de prevenção e combate aos incêndios no Pantanal e na Amazônia, com a implementação de medidas tanto pela União quanto pelos estados envolvidos. A Corte também realizou uma série de audiências em que foram discutidas e determinadas ações sobre o tema. FPA quer discutir o tema no Congresso A FPA sustenta que a função social da propriedade produtiva e o respeito às garantias constitucionais devem ser defendidos no debate legislativo, “local correto para esse tipo de definição e debate”, destaca. A entidade afirmou que rejeita as medidas que punem injustamente quem trabalha pelo desenvolvimento do país. Prazos para informações O ministro também abriu prazo para manifestação de órgãos e dos governos federal e estaduais. A União, por exemplo, terá que responder em 15 dias úteis sobre dados trazidos ao processo que apontam que uma “parcela significativa” de recursos para fiscalização e combate a incêndios florestais deixou de ser executada em 2024. Na outra decisão, Dino deu prazo final de 10 dias úteis para a União apresentar uma análise sobre os recursos necessários para efetivar o cronograma de combate à criminalidade ambiental da Polícia Federal. O Ministério do Planejamento e Orçamento terá 10 dias úteis para responder a pontos do plano de fortalecimento institucional para controle dos incêndios na Amazônia e no Pantanal. Entre os esclarecimentos, a pasta deverá dizer como vai mitigar o risco de contingenciamento da dotação orçamentária destinada a essa atividade. Também em 10 dias úteis, os estados do Acre, Amapá, Rondônia, Maranhão, Tocantins e Pará deverão detalhar as medidas já tomadas em 2025 para prevenir e combater queimadas. Essas unidades da federação ainda terão que cumprir a ordem para instalar “salas de situação” destinadas ao monitoramento e acompanhamento dos focos de incêndio. Em 15 dias, a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverão informar o resultado da avaliação sobre o projeto “Fortalecimento da Fiscalização Ambiental para o Controle do Desmatamento Ilegal da Amazônia”. Dados apresentados no processo anunciavam que a iniciativa estava em fase final de análise e havia sido posta à deliberação da diretoria do banco no final de março. [ad_2] Source link

Soja brasileira amplia ‘protagonismo’ após tarifas de Trump; exportações à China crescem quase 50%

[ad_1] A crise no setor do agro entre Estados Unidos e China, agravada pelas tarifas impostas por Donald Trump, já provoca efeitos no agronegócio americano, com o protagonismo do Brasil em crescimento. Na primeira quinzena de abril, as exportações de soja dos EUA caíram 50% e as de carne suína, 72%, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Enquanto isso, o Brasil ampliou sua presença no mercado chinês: segundo a consultoria Safras & Mercado, cerca de 40 navios carregados com soja brasileira atracaram no porto de Zhoushan em abril, um salto de 48% em relação ao mesmo mês de 2024. A expectativa é que o terminal Laotangshan descarregue 700 mil toneladas do grão, uma alta de 32% sobre o ano anterior. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Com tarifas chinesas de até 15% sobre frango, trigo, milho e algodão americanos, além de 10% sobre soja, carne suína, bovina, frutos do mar, frutas, vegetais e laticínios, países como Brasil, Argentina e Austrália vêm ganhando espaço no mercado chinês, impulsionados por políticas comerciais mais abertas e relações bilaterais estáveis. A tendência reforça a posição do Brasil como principal fornecedor agrícola da China, em meio ao afastamento de produtos norte-americanos. De acordo com o USDA, entre os dias 11 e 17 de abril, a China comprou apenas 1.800 toneladas de soja dos EUA, contra 72.800 toneladas na semana anterior. No mesmo período, houve cancelamento de 12 mil toneladas de carne suína, resultando em vendas líquidas de apenas 5.800 toneladas, o menor volume registrado para entregas em 2025. Com isso, a participação americana nas importações de soja da China caiu de 40% em 2016 para 18% em 2024. No caso da carne suína, os EUA exportaram 416 mil toneladas para a China em 2024, 18% do total importado, ficando atrás de Brasil e Argentina. Esse movimento consolida a mudança no eixo do comércio agrícola internacional, com a China ampliando parcerias estratégicas junto ao Brasil. [ad_2] Source link

Ihara comemora 60 anos de inovação na Agrishow 2025

[ad_1] A Ihara, com 60 anos de história, celebrará suas bodas de diamante em 2025 com sua participação na Agrishow, que acontecerá em Ribeirão Preto, de 28 de abril a 2 de maio. Parceira do projeto Soja Brasil, a empresa apresentará seu portfólio de soluções inovadoras para o agronegócio, com ênfase no manejo de insetos, doenças e plantas daninhas, áreas em que se destaca pela expertise acumulada ao longo dos anos. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Além da Agrishow, a Ihara também marcará presença em outros eventos de grande relevância no setor agrícola, como o Show Rural Coopavel e a Tecnoshow COMIGO. Em cada uma dessas feiras, a empresa levará soluções tecnológicas avançadas, incluindo inseticidas, fungicidas e herbicidas, desenvolvidos para atender às crescentes demandas do mercado agrícola. A Agrishow 2025 promete consolidar-se como um dos maiores pontos estratégicos para o agronegócio, reunindo as principais inovações e tendências do setor. A participação reforça seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade, apresentando soluções que visam aumentar a produtividade e promover práticas agrícolas mais eficientes e sustentáveis. O estande da Ihara estará localizado dentro do espaço da Coopercitrus, na localização E 3A, e promete ser um ponto de encontro fundamental para produtores, técnicos e especialistas do setor. Nesse ambiente, será possível conhecer de perto as inovações que a Ihara traz para o mercado, além de discutir as necessidades do setor e como as soluções da empresa podem contribuir para a evolução do setor. [ad_2] Source link

VBP da agropecuária deve alcançar R$ 1,51 tri e crescer 11,4% em 2025

[ad_1] A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou que o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária no Brasil deve atingir R$ 1,51 trilhão em 2025, representando um crescimento de 11,4% em relação ao valor registrado em 2024. Os dados foram divulgados no comunicado técnico da entidade nesta segunda-feira (28). O VBP corresponde ao faturamento bruto dentro dos estabelecimentos rurais, considerando as produções agrícolas e pecuárias, com base na média dos preços reais (IGP-DI) recebidos pelos produtores de todo o país. Soja tem maior participação De acordo com a CNA, o faturamento estimado para a agricultura é de R$996,9 bilhões, o que representa alta de 12% em relação ao registrado em 2024. A soja, com participação no VBP agrícola de 36,8%, deve registrar aumento na produção de 13,6% e, à despeito da previsão de queda nos preços (-3,3%), a projeção de alta do VBP da oleaginosa é de 9,8% em 2025. O milho, segunda cultura com maior participação no VBP agrícola (17%), deve registar aumento na produção (7,8%) e nos preços (22,3%). Com isso, estima-se que o VBP do cereal cresça 31,9%. A cana-de-açúcar, terceira principal cultura no subgrupo agrícola (10,7% de participação no VBP), deve registrar redução de 1,1% de sua produção e aumento de 1,5% no seu preço, levando a um aumento mais modesto no seu VBP, de 0,4%. Outras culturas também devem registrar desempenho positivo em 2025, como é o caso do café arábica e o robusta, com alta estimada no VBP de 52,9% e 84,1%, respectivamente. A variação deve ocorrer devido, principalmente, à valorização dessas commodities. Já o faturamento estimado para a pecuária é de R$508,5 bilhões, o que representa alta de 10,3% em relação ao registrado em 2024. Dentro desse subgrupo, os destaques de crescimento são para a carne bovina e a produção de ovos. VBP pecuário Segundo a CNA, a carne bovina, que representa 48,3% do VBP pecuário, poderá ter um aumento de 16,3%, decorrente da valorização de 19% de seus preços, uma vez que a produção deve se reduzir em 2,3%. Para a produção de ovos, que representa 5,7% do VBP pecuário, o comunicado técnico informa que haverá um aumento de 22%, também em função da alta de seus preços (17,5%). A produção de leite (19,6% do VBP pecuário), estima-se alta de 0,8% na produção e 1,0% nos preços, resultando em um aumento de 1,8%. Já a produção de carne de frango (17,5% do VBP pecuário), deve crescer 3,3%, com altas na produção (2%) e nos preços (1,2%). [ad_2] Source link

STF autoriza parcialmente MT a aplicar Moratória da Soja

[ad_1] O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsiderou parcialmente sua decisão anterior e restabeleceu os efeitos do artigo 2º da Lei Estadual 12.709/2024 de Mato Grosso, que veda a concessão de benefícios fiscais e terrenos públicos a empresas que participem de acordos como a Moratória da Soja. A nova decisão, no entanto, só terá validade a partir de 1º de janeiro de 2026. A Moratória da Soja, firmada em 2006 entre tradings, indústrias, ONGs e governo federal, proíbe a compra de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas após julho de 2008, mesmo quando o desmatamento ocorre dentro dos limites estabelecidos pelo Código Florestal, que permite o corte de até 20% da vegetação em propriedades na região amazônica. A lei de Mato Grosso foi aprovada em 2024 com apoio do setor produtivo, que alega que o acordo vai além das exigências ambientais legais e penaliza propriedades rurais que operam conforme a legislação. O artigo agora restabelecido proíbe especificamente a concessão de benefícios fiscais a empresas que “participem de acordos, tratados ou quaisquer outras formas de compromissos, nacionais ou internacionais, que imponham restrições à expansão da atividade agropecuária em áreas não protegidas por legislação ambiental específica”. Em sua decisão, Dino reconheceu a importância ambiental do acordo, mas ponderou que ele “não tem força vinculante sobre a atuação do poder público, que pode fundamentar sua política de incentivos fiscais, em critérios distintos em relação a um acordo privado, desde que conforme a legislação nacional”. O ministro enfatizou que “a adesão das empresas à Moratória da Soja é decisão livre, no exercício da iniciativa privada”. Contudo, avaliou ser “razoável que o Estado não seja obrigado a conceder incentivos fiscais ou terrenos públicos a empresas que atuem em desconformidade com a visão de ajustamento aos marcos legais que entraram em vigor após a celebração da Moratória da Soja”. “O poder público, no caso, deve respeitar a iniciativa privada; mas, por outro lado, o poder público não é obrigado a conceder novos benefícios a empresas que resolvam exigir o que a lei não exige”, argumentou Dino. A decisão atende parcialmente aos pedidos de reconsideração formulados pelo governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), pela Assembleia Legislativa estadual e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Em suas manifestações, o governador argumentou que a lei “visa a resguardar a soberania nacional, impedindo que o estado conceda incentivos a empresas cujas práticas comerciais limitem a expansão agropecuária em áreas desprovidas de proteção ambiental específica”. O debate sobre a Moratória da Soja se intensificou nos últimos meses com a aproximação da implementação da legislação europeia de combate ao desmatamento (EUDR), que exige rastreabilidade de produtos agrícolas a partir de 31 de dezembro de 2020. Empresas como a Cargill têm indicado a manutenção da Moratória da Soja na Amazônia, enquanto adaptam suas políticas em outras regiões para atender aos novos marcos regulatórios internacionais. Dino alertou que regulações excessivamente restritivas podem ter efeitos negativos. “É fundamental fixar que os desafios ambientais, especialmente na Amazônia, não dependem apenas de repressão, e sim de adequados juízos de ponderação em cada caso concreto”, escreveu. “De nada vale uma regulação ‘dura’ se ela não é cumprida e conduz a uma forte rede sócio-econômica tecida na escuridão da ilegalidade, muitas vezes com expressiva atuação de organizações criminosas”, completou. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7774) foi proposta por PCdoB, PSOL, PV e Rede Sustentabilidade. A Advocacia-Geral da União (AGU) havia se manifestado contra a lei estadual, afirmando que ela “ofende ao direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado” e representa “intervenção do Estado no domínio econômico que beneficia agentes que se mantêm distantes de preocupações de cunho ambiental”. Em respeito à segurança jurídica, o ministro determinou que a aplicação da lei mato-grossense deve “respeitar os direitos adquiridos e os atos jurídicos perfeitos, bem como o contraditório e a ampla defesa”. Os demais artigos da lei permanecem suspensos pela liminar anterior. O prazo até 2026 visa dar tempo para que “as partes privadas e os agentes públicos possam dialogar nos termos que considerarem cabíveis”, destacou o ministro. Dino submeteu sua decisão ao referendo do Plenário do STF, sem prejuízo de seu cumprimento imediato. [ad_2] Source link

Brasil avança com disputa EUA-China e dólar cai a R$ 5,65; ouça análise

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o Ibovespa fechou em alta pela sexta sessão seguida, mas o avanço foi contido pela cautela com dados econômicos. O dólar ampliou a sequência de quedas, apoiado pelo tom conservador do Banco Central. Destaque também para a expectativa em torno do PCE nos EUA e PMIs da China. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Capim-elefante da Embrapa ganha espaço na geração de energia renovável

[ad_1] A cultivar de capim-elefante BRS Capiaçu, desenvolvida pela Embrapa para a pecuária leiteira, expande sua aplicação e se consolida como uma alternativa promissora para a geração de energia renovável. Dez anos após seu lançamento, o capim mostra potencial técnico e econômico para uso em indústrias, como cimenteiras, além de outras aplicações em bioenergia. A planta é capaz de produzir cerca de 50 toneladas de matéria seca por hectare ao ano, um volume 30% superior ao de outras cultivares disponíveis no mercado. Essa produtividade chamou a atenção da indústria e motivou a parceria entre a Embrapa e a Ciplan/AS para desenvolver um protótipo teórico de uso da biomassa do capim em altos-fornos. Segundo o pesquisador Juarez Campolina Machado, o poder calorífico da BRS Capiaçu é competitivo frente a combustíveis fósseis, como o coque de petróleo. Foto: Rubens Neiva/Embrapa Samuel Oliveira, também da Embrapa, destaca que os testes iniciais indicam viabilidade técnica e econômica do capim para o setor cimenteiro. Além disso, novos estudos estão em andamento para avaliar o uso da BRS Capiaçu na produção de biogás, biometano e etanol de segunda geração. Entre as iniciativas, está o projeto Biograss, realizado em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Bioköhler, que testa a codigestão de sorgo e capim-elefante com resíduos da produção animal em Toledo, Paraná. A elevada produtividade da BRS Capiaçu também a torna atraente para o mercado de etanol de segunda geração, que utiliza biomassa fibrosa como matéria-prima. Segundo Machado, a cultivar oferece vantagens por seu ciclo curto e alta produção de biomassa. Na pecuária leiteira, a BRS Capiaçu se destacou inicialmente pela capacidade de produção de silagem de qualidade a custos reduzidos. De acordo com Antônio Vander Pereira, o custo da silagem de milho ou sorgo é até três vezes maior do que a do capim. A planta chega a ultrapassar quatro metros de altura e possui alto valor nutricional, especialmente quando utilizada como capim verde. Além disso, a cultivar apresenta tolerância ao estresse hídrico e à geada, características que a tornaram popular em todas as regiões do Brasil. No entanto, possui baixa tolerância a áreas alagadas, exigindo planejamento para o cultivo. Foto: Rubens Neiva/Embrapa O produtor Victor Ventura, de Santo Antônio do Aventureiro, em Minas Gerais, relata que utiliza a BRS Capiaçu como base alimentar para 300 vacas leiteiras, obtendo alta produtividade e redução de custos. Para ele, a cultivar representou um “divisor de águas” no sistema de produção. Fruto de 15 anos de pesquisa e melhoramento genético da Embrapa, a BRS Capiaçu é hoje cultivada de Norte a Sul do Brasil, e seu uso como fonte de energia renovável reforça a importância de soluções agrícolas sustentáveis para a geração de renda e a preservação ambiental. [ad_2] Source link

São Paulo expande grupo especializado para reforçar segurança no campo

[ad_1] O governo de São Paulo anunciou a expansão do Grupo de Investigação em Área Rural (Giar) para todas as regiões do estado. A portaria que oficializa a ampliação foi assinada nesta segunda-feira (28), durante a Agrishow, feira agrícola realizada em Ribeirão Preto (SP). O Giar é uma equipe da Polícia Civil especializada em atender ocorrências de crimes contra o patrimônio em áreas rurais. Criado inicialmente em Botucatu e Itatinga, o grupo será agora vinculado às Divisões Especializadas de Investigações Criminais (Deic) e às Delegacias Seccionais dos Departamentos de Polícia Judiciária do Interior (Deinter) em todas as regiões paulistas. De acordo com o governo, os agentes do Giar serão responsáveis por investigações, operações e ações de cooperação com outros órgãos de segurança pública, além de manter diálogo constante com empresas, cooperativas, produtores e trabalhadores rurais. O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmou que a experiência em Botucatu demonstrou a necessidade de expandir o grupo. “Essa equipe será um ponto focal em cada região para conversar com o setor produtivo, aumentando a segurança no campo”, declarou. Além das investigações, os grupos terão a responsabilidade de gerar dados sobre as atividades desenvolvidas, como número de ocorrências, equipamentos e produtos recuperados, prisões efetuadas e inquéritos instaurados e concluídos. A medida já está em vigor, com a publicação da portaria no Diário Oficial do Estado (DOE). O secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai, também reforçou a importância da ação. “Será uma resposta mais rápida da polícia para os produtores do campo, que contam com segurança jurídica no nosso território”, afirmou. Foto: Governo de São Paulo/divulgação Resultados em Botucatu A criação do Giar em Botucatu permitiu a recuperação de veículos, animais e equipamentos furtados ou roubados em propriedades rurais, de acordo com o governo paulista. As equipes atuaram na repressão a crimes como roubo de gado, de tratores, de caminhões, abate clandestino e invasões de terras. Além das operações de repressão, a equipe realiza rondas preventivas em zonas rurais, o que, segundo as autoridades locais, contribuiu para a melhoria da sensação de segurança. Entre janeiro e março deste ano, o Giar registrou sete furtos de tratores na região de Botucatu. No mesmo período de 2024, foram oito casos. A equipe esclareceu 100% dos crimes registrados nos dois períodos. [ad_2] Source link