Perigo no litoral, ar seco e condições pra geada; veja como fica o tempo pelo Brasil no feriadão

[ad_1] O feriado do dia do trabalhador começa com a atuação de uma área de alta pressão sobre o centro-sul do país que deve manter a condição de tempo firme na maior parte dos estados das regiões Sul e Sudeste. Segundo a Climatempo, o ar frio segue impactando sobre parte da região e mantém a madrugada e início da manhã mais gelados, com condições para formação de geada nas áreas mais elevadas do sudeste gaúcho, na serra gaúcha e catarinense. No decorrer do dia, o sol deve predominar entre algumas nuvens e não há previsão de chuva na maioria das áreas. Nas missões e noroeste gaúcho, e também no norte paulista, o ar seco ganha força durante o dia e estabelece o alerta para baixa umidade do ar – com índices variando entre 21 e 30%. Excepcionalmente no extremo norte e noroeste de Minas Gerais, e também em alguns pontos do litoral do Espírito Santo, haverá condições para pancadas de chuva isoladas no período da tarde. Na região Centro-Oeste, a chuva segue se espalhando entre a metade norte do Mato Grosso, de Goiás e no Distrito Federal, caindo em forma de pancadas no período da tarde. Entre o norte de Mato Grosso e de Goiás, o cenário ainda é de atenção para chuva localmente forte, seguida por raios e ventos. No Mato Grosso do Sul, a atuação de uma área de alta pressão em níveis médios da atmosfera deve manter a condição de tempo firme, e gradativamente as temperaturas também voltam a aumentar durante o dia. Destaque para o oeste do estado, que também entra em atenção para baixa umidade do ar no decorrer das horas mais quentes. Atenção para chuva forte! Na região Nordeste, o deslocamento da frente fria sobre a costa mantém a chuva pesada caindo sobre a Bahia, com destaque para a metade sul do estado que entra na rota dos temporais. No litoral sul da Bahia, o cenário é de perigo para chuva forte com volumes elevados. Ainda chove também no litoral do Maranhão. Nas demais regiões do interior nordestino, predomínio de tempo firme e as temperaturas seguem elevadas durante o dia. Em boa parte do sertão, o ar seco ganha força durante o dia e derruba os índices de umidade relativa do ar, que entram em limiares de atenção. Na região Norte, as instabilidades devem seguir se espalhando por todos os estados, ainda associadas à interação entre calor e umidade presentes na atmosfera. Destaque para os temporais que seguem caindo entre o norte do Amazonas e do Amapá, e também no estado de Roraima. Entre o Acre, Rondônia, no Pará e no Tocantins, atenção para chuva localmente forte. [ad_2] Source link

Japoneses transformam cacau de Tomé-Açu, no Pará, em ‘joia da Amazônia’

[ad_1] Se tem uma coisa que deixa muita gente de bom humor é o chocolate, certo?  Agora, imagine um cacau especial, cultivado no meio da região amazônica, com todo o cuidado e tradição de uma comunidade japonesa.  Essa é a história do cacau de Tomé-Açu, um fruto que não só faz a alegria de chocólatras de plantão, mas também virou um símbolo de agricultura sustentável. Os pequenos agricultores locais cultivam o cacau em meio a outros frutos típicos da região Amazônica. Inclusive, o produto será apresentado na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) como exemplo de como agricultura e sustentabilidade podem andar juntas. Imigração japonesa e o cacau de Tomé-Açu  Foto: Divulgação Data Sebrae/map data OpenStreetMap Tomé-Açu está localizada a quase 200 quilômetros de Belém (PA), e é um pequeno município com pouco mais de 64 mil habitantes com destaque especial à colônia japonesa. Tudo começou há mais de 90 anos, quando imigrantes japoneses chegaram à região para trabalhar com a pimenta-do-reino.  O negócio ia bem até que, no final dos anos 60, uma doença causada pelo fungo fusoriose – que afeta plantas e animais -, devastou as plantações e deixou muita gente sem rumo.  Mas se tem algo que os agricultores de Tomé-Açu têm de sobra, resiliência. Foi então que o maracujá entrou em cena e em seguida o cacau –  trazendo uma nova esperança e transformando a cidade do Pará em referência mundial. Floresta e agricultura no mesmo terreno Se você acha que o cacau é plantado sozinho, em fileiras organizadas, se engana! O diferencial do cacau de Tomé-Açu está no sistema agroflorestal, onde o cacau cresce ao lado do açaí, castanha, taperebá e outras árvores. É quase como se a floresta e a agricultura tivessem fechado um acordo de convivência pacífica. Um plantio ajuda o outro.   Esse modelo não só mantém o solo saudável e a biodiversidade intacta, mas também garante uma produção mais equilibrada. Em vez de depender de uma única cultura (e correr o risco de perder tudo), os produtores colhem diferentes frutos ao longo do ano. Quem sai ganhando? Todo mundo: o meio ambiente, os agricultores e, claro, quem ama um bom chocolate. Indicação geográfica  Em 2022, cacau de Tomé-Açu recebeu o selo IG de Procedência. Foto: Divulgação – Polo Sebrae Agro A joia da Amazônia não demorou para se destacar pela qualidade e sabor únicos. Em 2022, o cacau recebeu o selo de Indicação Geográfica (IG) de Procedência (IP) do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).  “Todo o trabalho da Indicação Geográfica, veio para abrir mercados e também para valorizar o produto que hoje é conhecido no Brasil e no mundo”, diz Fabiano Andrade,  gerente do Sebrae/PA.  Em abril, o cacau da Amazônia, acompanhado pelo Sebrae, chegou ao Japão com o objetivo de atrair e conquistar novos negócios. A presença do Brasil em uma vitrine internacional como a Expo Osaka 2025 reforçou a importância de valorizar e difundir a pluralidade cultural brasileiras. “O país com seus seis biomas – Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa – gera oportunidades para os pequenos negócios do país, que são 95% das empresas do Brasil. Os pequenos negócios são parte da engrenagem de desenvolvimento do país”, afirmou Décio Lima, presidente do Sebrae. A presença brasileira na Expo Osaka é ainda mais especial, pois neste ano marca a celebração dos 130 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Japão. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. O papel do Sebrae e a COP30 no radar O Sebrae tem sido um grande aliado dos produtores de Tomé-Açu. A entidade auxilia na capacitação, certificação do cacau e na abertura de novos mercados. Na COP30, que será realizada em Belém, em novembro de 2025, os agricultores, com o apoio do Sebrae/PA, querem mostrar ao mundo que é possível produzir alimentos de forma sustentável, sem desmatar a Amazônia. “Vamos apresentar ao mundo o cacau como uma solução sustentável para a agricultura. Ou seja, é possível fazer agricultura na Amazônia de forma responsável, e os sistemas agroflorestais comprovam isso. O cacau, atualmente, respeita todo o meio ambiente. Esse diferencial é significativo. Tenho certeza de que a COP30 trará a visibilidade que o nosso produto merece e precisa”, diz Andrade. Cacau de Tome-Açu. Foto: Divulgação do Polo Sebrae Agro É uma prova concreta de que tradição, inovação e respeito à natureza podem, de fato, resultar em algo verdadeiramente especial. “Hoje, além do chocolate, estão sendo lançados produtos como licor de cacau, o ‘chá-colate’—chá feito a partir do nibs (pequenos pedaços de grãos de cacau torrados)—, o próprio nibs, manteiga, entre outros itens. Dessa maneira, agrega-se ainda mais valor à amêndoa e ao local,” finaliza o gerente do Sebrae/PA. A dica é: ao saborear um chocolate incrível, lembre-se de que, por trás daquela delícia, há o trabalho de pequenos, médios e grandes agricultores. Mais do que isso, pode haver um pedacinho da Amazônia, especialmente se for de Tomé-Açu, um cacau cultivado com tradição pela comunidade nipônica, que soube transformar desafios em empreendedorismo. [ad_2] Source link

Conseagri realiza encontro na Agrishow após quase uma década

[ad_1] Depois de quase dez anos, o Conselho Nacional de Secretários de Estado da Agricultura (Conseagri) voltou a se reunir presencialmente durante a Agrishow. O encontro marca a retomada de um diálogo essencial entre os representantes estaduais e o governo federal, interrompido desde a última reunião realizada no evento, em 2016. De acordo com o repórter Jackson Pinheiro, que acompanha a feira, a reunião representa um passo importante para fortalecer a comunicação, a troca de experiências e o alinhamento de políticas públicas voltadas ao agronegócio em nível nacional. “Sentimos falta dessa conexão. É fundamental que os estados e o governo federal estejam alinhados nas políticas agrárias e sociais. Essa troca de experiências e o networking entre os secretários podem fazer muita diferença na gestão de cada estado”, destacou Guilherme Piai, secretário de Agricultura de São Paulo. O Conseagri tem como missão principal fomentar o intercâmbio de informações, tecnologias e boas práticas entre os estados, promovendo uma gestão agrícola mais eficiente e integrada. Um dos avanços destacados foi a implantação do certificado fitossanitário digital, importante para a exportação de frutas. Antes, a burocracia atrasava a chegada dos documentos em relação à própria carga, comprometendo o comércio de produtos perecíveis. “Através de reuniões do conselho, conseguimos destravar esse processo com o governo federal, e hoje o Brasil já conta com o certificado digital, alinhado com outros países”, afirmou o secretário de Agricultura do Rio Grande do Norte, Guilherme Saldanha. Com a presença de representantes de diversos estados, o encontro sinaliza uma nova fase de cooperação entre as esferas estadual e federal no setor agropecuário, com foco na inovação, eficiência e competitividade internacional. [ad_2] Source link

inovação para transformar o futuro da agricultura com mais produtividade e rentabilidade

[ad_1] No coração da agricultura regenerativa no Brasil, nasce uma empresa com propósito, inovação e resultado. A Raíx BioSoluções é líder e pioneira no Brasil no mercado de mix de plantas de cobertura, oferecendo soluções sustentáveis para a construção de um solo mais saudável, produtivo e preparado para os desafios atuais que enfrentamos na agricultura. Criada em 2009, a Raíx carrega em seu DNA o compromisso com a produtividade e a sustentabilidade. De lá para cá, cresceu com consistência e hoje se consolida como referência em pesquisa, tecnologia e impacto positivo nas lavouras no Brasil afora, com um portfólio robusto de produtos desenvolvidos para entregar ganhos reais ao produtor rural. Entregamos mais do que um produto, levamos inovação e tecnologia para o campo. Mais do que uma fornecedora de sementes, a Raíx atua de forma integrada na cadeia do agronegócio. São mais de 30 mil hectares distribuídos em oito estados brasileiros de áreas plantadas para a produção de sementes, em um modelo totalmente verticalizado, que assegura rastreabilidade e qualidade em cada lote entregue ao campo. A empresa investe fortemente em pesquisa e inovação, com mais de 2 mil parcelas de pesquisa anuais e 53 espécies de plantas em estudo, o que garante soluções assertivas para os diferentes perfis de solo e desafios enfrentados no campo. Com base nesses estudos, já foram desenvolvidos 18 produtos, todos alinhados a estratégias sustentáveis, econômicas e de alto impacto produtivo para o consumidor final, o produtor rural. Mas, afinal, o que são mix de plantas de cobertura? Em um cenário onde produzir mais e melhor exige responsabilidade ambiental, os mix de plantas de cobertura se tornaram uma ferramenta indispensável para o futuro da agricultura. Essas combinações estratégicas reúnem plantas que trabalham juntas, em total sinergia, capazes de transformar o solo durante as entressafras. Elas promovem a renovação natural de nutrientes, melhoram a estrutura física, aumentam a biodiversidade e favorecem a microbiologia do solo — tudo isso de forma sustentável e integrada. Os principais benefícios dos mix de plantas cobertura incluem: ✅ Maior resiliência em períodos de estiagem ✅ Maior produtividade e rentabilidade ✅ Ciclagem eficiente de nutrientes ✅ Descompactação e melhor aeração do solo ✅ Incremento da matéria orgânica e da vida no solo ✅ Manejo integrado de plantas daninhas, pragas e doenças ✅ Aumento da infiltração e retenção de água ✅ Redução de perdas por erosão ✅ Alta produção de biomassa Cada planta de cobertura cumpre um papel específico — seja na estruturação do solo, fixação de nitrogênio, produção de palhada ou estímulo biológico. Por isso, a escolha do mix ideal deve considerar fatores como o tipo de solo, cultura comercial, época do ano, clima, relação C/N e os objetivos agronômicos da área. Ao adotar os mix da Raíx, o produtor investe em tecnologia e inovação, preservando os recursos naturais e construindo um solo mais fértil e produtivo, safra após safra. É uma escolha estratégica, sustentável e que constrói um legado produtivo para a lavoura, preparada para os desafios do presente e do futuro. [ad_2] Source link

Feiras e eventos oferecem oportunidades para pequenos produtores expandirem seus negócios

[ad_1] Sthefany Viana, bióloga e empreendedora, participa pela primeira vez da Agrishow, maior feira agrícola e tecnológica da América Latina, que acontece até o dia 02 de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. “A gente não conseguiria estar aqui sozinho. Participar da Agrishow com o apoio do Sebrae é essencial para abrir portas, fazer vendas e firmar parcerias que podem mudar o rumo do nosso negócio”, afirma a bióloga.   Sthefany iniciou sua trajetória com cogumelos comestíveis. Hoje, oferece soluções sustentáveis com fungos entomopatogênicos – , que são aqueles que ajudam no combate a pragas nas plantações. Mesmo com formação técnica sólida, ela reconhece que a virada de chave veio com o Sebrae/SP. “O Sebrae/SP nos deu a visão de negócio. Desenvolver o produto é só uma parte. Fazer ele chegar no mercado é outra, e essa ponte o Sebrae ajudou a construir”, conta Viana. Assim como a bióloga, dezenas de microempreendedores participam da 30ª edição da Agrishow, com o apoio do Sebrae/SP. A feira deve atrair cerca de 195  mil visitantes e movimentar até R$ 15 bilhões em negócios. Visibilidade de pequenos negócios Ao todo, 50 micro e pequenas empresas terão espaço no estande do Sebrae/SP durante os cinco dias da feira. Os expositores foram divididos em dois grupos: 25 nos dois primeiros dias e outros 25 nos dias seguintes. Entre os segmentos representados estão biotecnologia, insumos agrícolas, serviços para o agro, além de alimentos como café, cítricos e bebidas artesanais. De acordo com José Eduardo Carrilho, consultor de negócios do Sebrae/SP, a proposta é justamente gerar oportunidades de negócios reais. “No ano passado, foram movimentados mais de R$ 7,6 milhões durante e após a feira. Para esta edição, a projeção é ainda mais otimista. O ambiente se consolida como um verdadeiro ponto de encontro para aprendizado, geração de vendas e ampliação de redes de contato”, afirma Carrilho. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Exemplos de sucesso: da cachaça ao lúpulo nacional Silvana Peixoto, empreendedora. Foto: Michelle Jardim A Cachaça Alma de Gato, de Ourinhos, interior de São Paulo, também marca presença nesta edição com o apoio do Sebrae/SP. A empresa, que já havia participado de outras edições da Agrishow, chega este ano com uma nova expectativa: exportar seus produtos. “Estamos de olho no público internacional que visita a feira. Queremos fechar contatos e levar nossa cachaça para fora do país”, afirma empreendedora Silvana Peixoto. Para além da bebida tradicional brasileira, o cultivo de lúpulo — essencial para a produção de cerveja-, também tem espaço garantido na Agrishow. Luciana Andreia Pereira, microempreendedora. Foto: Michelle Jardim A marca Lúpulo Guarani é uma das que aposta em tecnologia para driblar os desafios climáticos e expandir a produção nacional da planta, hoje majoritariamente importada. “A feira é uma oportunidade para mostrar que, sim, é possível produzir lúpulo de qualidade no Brasil, com tecnologia e apoio técnico”, explica Luciana Andreia Pereira, microempreendedora do setor. Desde 2022, Luciana planta lúpulo em Araraquara, interior de São Paulo. Para ela, o Sebrae representa uma peça fundamental. “ O Sebrae está em tudo que existe no meu negócio, porque eu sempre busco a instituição como  orientação”, diz Pereira. [ad_2] Source link

Com R$ 2,6 bi do BNDES, investimento em armazenagem é o maior desde 2013

[ad_1] Os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a armazenagem nos mais diversos ramos agropecuários do país alcançaram R$ 2,6 bilhões no atual ano-safra (2024/2025) e são os maiores da série histórica iniciada em 2013. No âmbito do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), o valor já aprovado entre julho de 2024 e março de 2025 supera em 32% os investimentos feitos na safra anterior (2023/2024) e em 287% os realizados no ano safra 2022/2023. Somadas os valores aprovados para as safras 2023/2024 e 2024/2025, o montante de R$ 4,59 bilhões supera a soma das cinco safras desde 2018 (R$ 4,56 bilhões). “O setor agropecuário nacional é fundamental para a economia do país. Com a aprovação de mais projetos que visam a ampliação da capacidade de armazenamento, colocamos em prática a determinação do governo do presidente Lula de fortalecer ainda mais a produção agrícola brasileira, além de modernizar e reformar essas estruturas, melhorando a gestão de estoques para o enfrentamento de sazonalidades”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.  Plano Safra  No Plano Safra 2024/2025, o banco já aprovou R$ 29,7 bilhões em crédito e atendeu a solicitações de mais de 125 mil operações por meio de operações indiretas, realizadas pela rede de agentes financeiros credenciados. Esse modelo de operação permite uma distribuição descentralizada de recursos por todo o país, chegando a 93% dos municípios brasileiros, facilitando o desenvolvimento e a execução da política pública de apoio ao setor. [ad_2] Source link

Tesouro publica regras do leilão para recuperar terras degradadas

[ad_1] A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou nesta quarta-feira (30) portaria que torna público o Leilão EcoInvest Brasil lançado na última segunda-feira (28) para recuperação de terras degradadas. O anúncio foi feito pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Agricultura, Carlos Fávaro, e do Meio Ambiente, Marina Silva, em entrevista coletiva de imprensa em São Paulo. O leilão terá objetivo de alavancar recursos internacionais para recuperar 1 milhão de hectares no âmbito do Programa Caminho Verde Brasil, dentro dos biomas Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pampa e Pantanal. A expectativa, segundo o governo federal, é de alavancar até R$ 10 bilhões em investimentos totais para a recuperação de terras. Dentre outros pontos, a portaria lista os critérios adicionais de elegibilidade dos projetos, das salvaguardas e de priorização. Também detalha os critérios e condições para participação e habilitação no leilão. Os interessados em participar deverão enviar as propostas à Secretaria do Tesouro Nacional em até 45 dias, contados desta quarta-feira, data de publicação da portaria, até as 18 horas no horário de Brasília. As propostas deverão ser enviadas ao endereço eletrônico [email protected]. Na lista de exigências para habilitação ao leilão, serão consideradas apenas as instituições financeiras autorizadas a operar pelo Banco Central do Brasil e aquelas que declarem, entre outros requisitos, ter experiência e capacidade técnica para realizar operações de captação de recursos no exterior destinadas ao financiamento de projetos sustentáveis no Brasil, ter condições operacionais para o cumprimento das salvaguardas socioambientais, compromisso de execução de operações de hedge cambial e compromisso de desmatamento legal zero nas propriedades financiadas. Além da portaria do leilão, o Ministério da Fazenda ainda publicou no Diário Oficial da União outro ato com regras gerais sobre o Programa EcoInvest Brasil. A norma altera uma portaria anterior, de junho de 2024, sobre o assunto, e trata também da alocação dos recursos, dos processos de habilitação de agentes financeiros e de prestação de contas, da estrutura de governança da Linha de Mobilização de Capital Privado Externo e Proteção Cambial, a Linha EcoInvest Brasil, além de estabelecer a composição e as competências do Comitê Executivo do programa. Nessa outra portaria, fica estabelecido que, para a linha de financiamento parcial (blended finance), o agente financeiro deverá comprovar a captação de recursos privados, no mercado externo ou interno, pela empresa, pelo investidor ou pela instituição financeira, correspondentes à parcela restante do montante de capitais de terceiros necessária à execução do projeto de investimento. [ad_2] Source link

Vendas de máquinas agrícolas caíram em março mas tem avanço no 1º trimestre

[ad_1] A indústria de máquinas agrícolas, tratores e colheitadeiras, vendeu 3.991 unidades em março. Isso representa uma queda de 11,5% frente às vendas de 4.509 tratores e colheitadeiras registradas em março do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). No trimestre, de janeiro a março deste ano, foram vendidas 11.997 unidades, um crescimento de 13% sobre as 10.621 máquinas agrícolas vendidas em igual período do ano passado. No mercado interno, as vendas de máquinas agrícolas em março caíram 12,8% em relação a março do ano passado. No acumulado dos primeiros três meses de 2025, a indústria de máquinas e colheitadeiras agrícolas colocou 10.949 unidades no mercado interno, um crescimento 17,5% sobre as 9.323 unidades vendidas no mesmo período de 2024. As exportações somaram 403 unidades em março, mostrando um crescimento de 2,8% sobre as 392 unidades embarcadas no mesmo mês do ano passado. Já no acumulado dos primeiros três meses deste ano, as exportações despencaram 20%, para 1.038. No mesmo período do ano passado foram embarcadas 1.298 unidades. [ad_2] Source link

o Brasil que acorda cedo e alimenta o mundo

[ad_1] Neste 1º de maio, Dia do Trabalho, é preciso voltar os olhos com respeito e orgulho para uma classe que, muitas vezes distante dos centros urbanos, cumpre silenciosamente uma missão essencial: alimentar o Brasil e o mundo. São os trabalhadores da agropecuária e da indústria agroalimentar, protagonistas de uma das maiores transformações econômicas da história nacional. Há 70 anos, o Brasil era dependente da importação de alimentos básicos. Hoje, é um dos maiores exportadores do planeta. Essa virada histórica não aconteceu por acaso. Foi construída com suor, resiliência e uma disciplina quase poética: o campo acorda cedo — muito antes de o sol nascer — para garantir que a mesa do brasileiro esteja farta e o mundo abastecido. Durante a pandemia da Covid-19, quando o mundo urbano parou, o campo não se confinou. Enquanto milhões se isolavam para conter o avanço do vírus, o agronegócio brasileiro continuou firme, operando com responsabilidade sanitária, mas sem interromper sua produção. Foi essa coragem e compromisso que garantiram comida na mesa dos brasileiros em um dos períodos mais incertos da nossa história recente. Atrás de cada safra de soja, de cada litro de leite, de cada corte de carne, há milhares de mãos calejadas que moldaram não apenas os frutos da terra, mas a própria imagem de um Brasil moderno e competitivo. É o esforço diário desses homens e mulheres do agro que sustenta cidades, movimenta portos, alimenta mercados e impulsiona o PIB nacional. O trabalhador rural não conhece feriado quando a lavoura exige cuidado. A indústria que processa esses alimentos opera em ritmo intenso para garantir qualidade, abastecimento e inovação. Trata-se de um ecossistema que envolve o pequeno agricultor, o técnico agrícola, o operário da agroindústria, o caminhoneiro e tantos outros elos dessa cadeia vital. Neste 1º de maio, temos, sim, o que comemorar. Celebrar o trabalhador da agropecuária é celebrar a superação de um país que saiu da insegurança alimentar para se tornar potência global do agronegócio. É reconhecer que os calos nas mãos de quem produz nosso alimento são marcas de uma contribuição inestimável para a saúde da humanidade. Que este dia sirva não apenas para homenagens, mas também para renovar o compromisso com políticas públicas, infraestrutura e respeito a quem, do campo à indústria, faz do Brasil um celeiro para o mundo. Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link

Véspera de feriado: preços de soja caíram ou aumentaram no Brasil?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve uma quarta-feira (30), de preços fracos, com cotações estáveis a mais baixas na véspera do feriado. De acordo com Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, o mercado apresentou pouquíssima movimentação, sem registro de negócios relevantes. A queda nos contratos futuros na Bolsa de Chicago exerceu pressão, enquanto a alta do dólar limitou os impactos negativos. Os produtores continuam retraídos, enquanto compradores tentam impor preços menores, mas ainda superiores à paridade de exportação. Soja no Brasil Passo Fundo (RS): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00 Santa Rosa (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 133,50 Cascavel (PR): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00 Dourados (MS): manteve em R$ 118,50 Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a quarta-feira em queda, reduzindo parte dos ganhos acumulados no mês de abril (1,58% na posição julho). O avanço do plantio nos Estados Unidos e a previsão de clima favorável para a colheita na Argentina influenciaram negativamente as cotações. As incertezas em torno da guerra tarifária entre China e Estados Unidos seguem no radar, aumentando a percepção de possível desaquecimento da demanda por parte do maior comprador global de soja. Além disso, a queda no PIB americano trouxe forte aversão ao risco nos mercados financeiros, pressionando também as commodities agrícolas. O petróleo teve forte recuo, e o dólar, mesmo em patamar ainda baixo, avançou frente a outras moedas. Contratos futuros de soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 6,25 centavos de dólar, ou 0,60%, a US$ 10,34 3/4 por bushel. A posição julho caiu 8,25 centavos, ou 0,76%, para US$ 10,44 1/2 por bushel. Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 0,20 ou 0,06%, para US$ 298,00 por tonelada. O óleo com vencimento em julho fechou a 48,97 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,36 centavo ou 0,72%. Câmbio O dólar comercial fechou em alta de 0,78%, cotado a R$ 5,6750 na venda e R$ 5,6730 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,6053 e a máxima de R$ 5,6878. No acumulado de abril, o dólar registrou queda de 0,57%. [ad_2] Source link