com demanda moderada, frigoríficos seguem retraídos

[ad_1] Nesta semana a oferta de bovinos para o abate apresentou limitação, enquanto os compradores mantiveram um interesse moderado. Os dados são dos levantamentos do Centro de Pesquisas Avançadas em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com o instituto, no início desta semana a liquidez esteve baixa, ao passo que a retração por parte dos frigoríficos contribuiu para manter os valores pressionados. Já na terça-feira (29) o volume de carne bovina ofertado cresceu em algumas regiões, mas ainda assim os frigoríficos permaneceram parcialmente retraídos, cobrando preços menores. A cotação da carne com osso no atacado também sofreu queda. Ainda assim, no acumulado do mês de abril registrou alta de acordo com os dados do Cepea. *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link
pressões externas e o desafio da competitividade na safra 25/26

[ad_1] O Brasil, que se destaca na produção mundial de alimentos e commodities agrícolas, comnúmeros expressivos de produtividade e exportação, encontra uma controvérsia quando se trata dos insumos utilizados nas lavouras, especialmente os fertilizantes. Se, por um lado, a agricultura nacional avança e utiliza cada vez mais recursos para se manter altamente produtiva, a demanda crescente por fertilizantes agrava a nossa necessidade por importações desse produto crucial. Em 2024, o país importou um volume recorde de 42 milhões de toneladas de fertilizantesminerais, e 2025 caminha para mais um ano de forte demanda pelo Brasil, que é consolidado como maior importador mundial do insumo. A produção interna, limitada por fatores que vão desde a geologia, falta de matérias-primas, até a histórica falta de incentivos à indústria nacional, supre menos de 15% da nossa demanda. Essa dependência nos torna vulneráveis às condições do mercado internacional, com oscilações cambiais, reduções de oferta e concorrência com outros importantes compradores, como a Índia. Nesse contexto, a tomada de preços pelo Brasil se sujeita aos acontecimentos nos principais países produtores e consumidores de fertilizantes, com as tensões geopolíticas e incertezas econômicas globais sendo desafiadoras. Além da dependência externa e preços altos, o setor de fertilizantes no Brasil tem enfrentadogargalos financeiros. Desde a pandemia, a indústria, distribuidores, importadores e principalmente o agricultor, vêm encontrando dificuldades com margens reduzidas e preços instáveis. Diversos fornecedores tiveram prejuízos após comprarem volumes a preços elevados em 2022, diante da guerra entre Rússia e Ucrânia, sem conseguir repassar esses custos com o posterior recuo dos preços. Simultaneamente, quebras de safras e a desvalorização nas cotações de algumas commodities agrícolas prejudicaram os agricultores, gerando inadimplência. Os juros elevados agravaram ainda mais o cenário, aumentando o endividamento e o risco ao tomar crédito ou fazer compras antecipadas. Como consequência, diversas empresas misturadoras de fertilizantes entraram com pedidos de recuperação judicial. Com os preparativos para a safra 2025/26 se intensificando, o aumento no custo de produção impulsionado pelos preços dos fertilizantes preocupa. O maior impacto tem sido em relação aos fosfatados, uma vez que a China mantém a política de restrição das exportações, gerando um déficit significativo de volumes disponíveis. Além disso, a indústria de baterias de veículos elétricos passou a competir com a indústria de fertilizantes por matérias-primas para obtenção de fósforo. Esses fatores de oferta somados à necessidade do Brasil e da Índia de voltarem às compras devido à escassez dos estoques, fizeram com que o MAP atingisse, no fim de abril, o maior patamar desde o início do conflito entre Rússia e Ucrânia em 2022: US$ 700/t CFR, após meses em estabilidade entre US$ 620 e US$ 640/t CFR. Assim, a adubação fosfatada pesará nos custos de produção da próxima safra, com a disponibilidade de fertilizantes à base de fósforo limitada. O preço do cloreto de potássio, por sua vez, atingiu fundo em novembro de 2024 e subiu diante da forte demanda brasileira e da redução nas taxas de operação de indústrias no Canadá e na Rússia. Desde então, os valores escalaram e quem adiantou os volumes conseguiu uma vantagem competitiva. Já o preço da ureia segue volátil, influenciado por licitações indianas, custo do gás natural e demanda brasileira, que no momento está lenta, mas deve retornar com força no segundo semestre para a reposição de estoques para a segunda safra. O cenário da safra 2025/26 é de incertezas na tomada de decisão, o que pode causar atrasosnas compras e concentrar a demanda nas vésperas do plantio. A disponibilidade de volumes e a eficiência logística serão fatores decisivos no segundo semestre. Quanto aos preços, o dólar em queda pode trazer algum alívio, mas os patamares deverão seguir elevados. Todos esses desafios demonstram o dilema brasileiro em ser uma potência agrícola, mas ter fragilidades no setor de fertilizantes – insumo essencial para a produtividade da lavoura e sustentabilidade do sistema agrícola, e que representa grande parte do custo de produção. Fica claro, portanto, a necessidade de ampliar a produção nacional, estabelecer parcerias estratégicas e adotar tecnologias e informações estratégicas que minimizem essa vulnerabilidade. Para garantir a assertividade nos negócios e lucratividade no campo, o planejamento, a gestão de risco e a inteligência de mercado são indispensáveis. *Maísa Romanello, engenheira agrônoma e especialista em fertilizantes pela Safras & Mercado, é responsável por monitorar indicadores, preços e estatísticas do setor, além de identificar tendências e elaborar análises estratégicas O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link
Preço do Frango se mantém firme, mas ovos registram queda intensa

[ad_1] O mês de abril apresentou movimentações mistas para a carne de frango no Brasil. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), enquanto as cotações da proteína se mantiveram firmes nas praças paulistas, o cenário foi de queda na região Sul. Além disso, o cenário foi de queda intensa no mercado de ovos nacional. Segundo o Cepea, a média de preços atingiu o menor patamar dos últimos três meses. Carne de frango A movimentação reflete o cenário de vendas aquecidas no Sudeste, enquanto para a região Sul, a menor liquidez da proteína acabou pressionando as cotações de maneira negativa, como explica o Centro de Pesquisas. Os recentes feriados também impulsionaram o mercado paulistano, reduzindo os dias para o abate, e gerando uma menor oferta de carne de frango e aumentando os preços, como explica o instituto. Ovos Os feriados de páscoa e tiradentes foram comprometedores para o desenvolvimento das vendas da proteína. Outro fator que também diminuiu a demanda foi o baixo poder de compra da população no final do mês. Em algumas praças analisadas pelo instituto, um aumento no estoque contribuiu ainda mais para a desvalorização do produto. Os ovos vermelhos, de acordo com as pesquisas do Cepea, foram os principais afetados. *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link
Agrishow planeja expansão para 2026

[ad_1] Diante da forte demanda por espaços, o presidente da Agrishow, João Marchesan, afirmou nesta quinta-feira (1º) que a organização do evento já projeta a expansão da área para o ano que vem. A informação foi divulgada pelo Estadão Conteúdo. Marchesan informou que pretende receber mais expositores estrangeiros que queiram apresentar seus produtos e investir no Brasil, tornando a feira ainda mais relevante no cenário internacional. Com foco em soluções inovadoras, sustentáveis e acessíveis aos produtores, mais de 800 marcas expositoras marcaram presença na Agrishow 2025. A expectativa é de que, nos cinco dias de evento, 210 mil pessoas tenham visitado a feira. A 30ª Agrishow termina hoje (2). [ad_2] Source link
Drones agrícolas ajudam produtores a economizar e aumentar a produtividade no campo

[ad_1] Os céus das propriedades rurais estão cada vez mais movimentados por conta dos drones. Nos últimos anos, esses aparelhos provocaram uma transformação no campo, estimulando a produtividade na agricultura, reduzindo os custos dos produtores e contribuindo para a sustentabilidade. Projetados inicialmente para uso militar, os drones passaram a desempenhar novas funções. No campo, tornam a gestão das atividades mais eficiente, seja na pulverização, irrigação, monitoramento do gado ou mapeamento da propriedade rural. Na Agrishow, os drones disputam a atenção do público com os maquinários gigantes. Fabricantes trouxeram ao evento o que há de mais moderno no mercado. O consultor técnico-comercial da Geoag, Aurélio Freitas, explica que, no caso da pulverização, o drone consegue reduzir o consumo de água em até 90% em comparação com outros métodos. “O drone tem facilidade de acesso, independentemente da condição do solo — o que não acontece com os pulverizadores terrestres. Além disso, há a questão da sustentabilidade econômica do negócio”, afirma. A DJI Agriculture divulgou, durante a Agrishow, um estudo realizado com cafeicultores brasileiros que utilizam drones na lavoura. O resultado aponta uma redução de custos de 70% em relação à pulverização manual e de 50% em comparação com o uso de tratores. “Muitos produtores recorrem às imagens aéreas para saber o que está acontecendo em suas propriedades. Quando falamos de pulverização, os defensivos têm um custo muito alto. Então, saber exatamente o que está acontecendo e onde o dinheiro está sendo investido é muito importante”, destaca o coordenador de operações Cleverson Klafke Lassen. [ad_2] Source link
Cerâmica tradicional de Ipu, Ceará, conquista Indicação Geográfica

[ad_1] A comunidade rural de Ipu, localizado a quase 300 quilômetros de Fortaleza, no Ceará, celebra uma grande conquista. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu à Cerâmica da Alegria o selo de Indicação Geográfica (IG), na modalidade de Indicação de Procedência (IP). A novidade reforça a tradição artesanal local e coloca os artesãos da região em destaque no cenário nacional. Com a certificação, o Brasil soma agora 132 registros de IG, sendo 103 Indicações de Procedência, 29 Denominações de Origem e 10 estrangeiras. Atualmente, o selo é considerado um marco para os produtores de Ipu, que preservam técnicas ancestrais de trabalho com o barro. “Recebemos a notícia com muito entusiasmo, com muita alegria. Agora somos reconhecidos no Brasil todo. Vamos agora atrás de mais parcerias, mais clientes. Queremos agradecer muito ao Sebrae, que nos apoiou, e a todo mundo que se engajou nessa conquista”, comemorou Samuel Fortuna Sousa, presidente da Associação dos Artesãos da Alegria. Apoio fundamental para pequenos artesãos O Sebrae/CE teve papel importante no processo de obtenção da IG. Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras de Futuro da instituição, ressaltou que o selo fortalece a reputação da produção artesanal, promove a história local e abre novos mercados para os ceramistas. “A IG terá um papel fundamental de dar continuidade à história desses produtos, além de fortalecer a reputação da produção e promover a abertura de novos mercados”, comentou Giesbrecht. Esse reconhecimento incentiva a preservação de saberes tradicionais e potencializa o crescimento econômico da comunidade, promovendo o artesanato como fonte de renda sustentável. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Cerâmica moldada pela história A técnica usada para moldar as peças da Cerâmica da Alegria é uma herança deixada pelos indígenas Tabajara, antigos habitantes da região. Eles trabalhavam o barro para confeccionar urnas funerárias, com o objetivo de conservar as cinzas dos familiares. Com o passar dos séculos, a cerâmica adquiriu novas funções. Por exemplo, passou a ser utilizada para armazenar água, além de servir como utensílios domésticos. Atualmente, essa tradição permanece viva. Enquanto as mulheres moldam as peças manualmente, os homens extraem o barro e realizam a queima nos fornos. A produção, por sua vez, é bastante variada e atende a pedidos personalizados. Entre os itens produzidos estão panelas, bandejas, jarras e peças de decoração, apenas para citar alguns exemplos. A artesã Clara Oliveira é uma das principais guardiãs desse saber ancestral. “Hoje tenho 41 anos, duas filhas e sustento a casa sozinha. Agradeço muito a Deus e à minha mãe por ter aprendido essa profissão. Acredito que, com a Indicação Geográfica, nossas peças serão muito mais valorizadas, tanto porque são resistentes quanto pela possibilidade de agregar ainda mais valor,” destacou Oliveira. Reconhecimento que fortalece a tradição Foto: Arquivo pessoal | ASN Nacional Desde 2020, o Sebrae/CE atua no mapeamento de produtos típicos com potencial para Indicação Geográfica. O objetivo é preservar práticas tradicionais e apoiar o desenvolvimento sustentável nas comunidades locais. A Cerâmica da Alegria reflete essa missão: o reconhecimento valoriza o compromisso dos artesãos com a qualidade, a preservação do meio ambiente e a cultura regional. Para os produtores de Ipu, a conquista da IG é apenas o começo de uma nova fase. A certificação promete não apenas reconhecimento cultural, mas também maiores oportunidades econômicas, turismo e fortalecimento da identidade local. [ad_2] Source link
Safra recorde impulsiona lançamentos de colheitadeiras gigantes na Agrishow

[ad_1] A Agrishow chegou à edição de número 30 e foi marcada pela presença de colheitadeiras de tamanho recorde, reflexo da safra histórica brasileira estimada em 330 milhões de toneladas de grãos e da esperança de um próximo ciclo ainda mais representativo. Essas máquinas devem ser responsáveis por fatia significativa dos R$ 15 bilhões em intenção de negócios projetados pela organização do evento, cifra que, se confirmada, representará o maior volume gerado por uma feira agrícola na história do país. Foto: Divulgação Entre os modelos expostos, quem chega pela entrada principal do estande da New Holland dá de cara com a CR11, a maior colheitadeira de duplo rotor do mundo, já disponível no mercado brasileiro, mas com preço ainda em dólar. De acordo com o diretor de Mercado Brasil da companhia, Cláudio Calaça Júnior, o produtor que quiser levá-la para a lavoura terá de desembolsar entre US$ 1,5 milhão e US$ 2 milhões (R$ 8,5 milhões e R$ 11,3 milhões, aproximadamente), a depender do pacote tecnológico embarcado. Segundo o executivo, a gigante amarela é equipada com motor de 775 cavalos de potência, tanque graneleiro de 20 mil litros, plataforma de 61 pés e capacidade de descarga de 210 litros por segundo. Produzida na Bélgica, incorpora o novo sistema TwinClean, que utiliza dois conjuntos de peneiras para aprimorar a limpeza dos grãos e minimizar perdas. Ao lado dela, Calaça Júnior comemorou na feira a participação de mercado da empresa, segmento altamente disputado por empresas que lançam novos produtos ou versões todos os anos. “A cada três colheitadeiras vendidas no Brasil, uma é New Holland e a cada cinco tratores comercializados em toda a América Latina, um é nosso”, disse. A respeito da projeção da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq) de aumento de 8,2% nas vendas ao longo dos cinco dias de Agrishow, o diretor se disse otimista, mas acrescentou que o maior entrave ao setor continua sendo a taxa de juros. Colheitadeira monorrotor Foto: Divulgação Trocando as cores, outra que impressionou pelo tamanho foi a Case IH ao dedicar boa parte de seu amplo espaço na feira para a maior colheitadeira monorrotor do mundo. A Axial-Flow AF10 Automation possui motor e tanque de grãos de mesmas capacidades que a sua concorrente amarela (775 cavalos e 20 mil litros). De acordo com o vice-presidente da empresa para a América Latina, Christian Gonzalez, o modelo conta, ainda, com manobra de cabeceira autônoma, compartilhamento de mapa entre as máquinas e duplo monitor com acesso remoto para suporte do operador. Para atender o modelo, a marca apresentou uma nova linha de plataformas de 25, 50 e 61 pés, chassis articulado, ângulo de ataque ajustável e velocidade de esteira regulável. Trabalho em terrenos irregulares Foto: Divulgação Outra que também apostou no tamanho foi a alemã Fendt. A nova Ideal 25 é equipada com o sistema Dual Helix Processor e os maiores rotores do mercado (4,84 metros de comprimento), área de trilha 45% maior e sistema de limpeza 25% superior ao da versão anterior, o que gera compensação de até 15% de declividade, muito útil para terrenos irregulares como os das regiões Sul e Sudeste do país. Falando nisso, a fabricação é nacional, na unidade de Santa Rosa, noroeste do Rio Grande do Sul. Segundo o vice-presidente da companhia, Marcelo Traldi, testes em campo comprovaram o padrão 10-10: redução de 10% no consumo de combustível e aumento de 10% na produtividade da máquina. O executivo ressalta que a colheitadeira foi projetada para trabalhar mais tempo no campo, com menos paradas. Para isso, os motores são ajustados a operar a 1.900 rpm, o que também prolonga o intervalo entre as manutenções. A máquina chega ao mercado com novo acionamento das esteiras da plataforma Draper com caixa selada de 90 graus, o que promete maior durabilidade e redução de intervalos. Operação ininterrupta Foto: Divulgação Por fim, a gigante global John Deere levou para a Agrishow a nova colheitadeira de grãos X9 que, de acordo com o vice-presidente de Vendas e Marketing da companhia para América Latina, Antonio Carrere, é capaz de colher mais de 100 toneladas por hectare com menos de 1% de perdas. Outro diferencial que vale nota é o motor de 13,6 L, capaz de trabalhar por até 14 horas sem reabastecimento por conta do sistema de transmissão de energia para os módulos finais. Segundo Carrere, a X9 é dotada de tanque de grãos de 14.800 litros de capacidade, tubo de descarga de 9,5 metros articulado e com ponteira ajustável. A máquina possui taxa de descarga de 162 litros por segundo, sendo, assim, capaz de descarregar um graneleiro cheio em apenas 90 segundos. [ad_2] Source link
saiba onde pode ter chuva hoje no Brasil

[ad_1] Veja como fica o tempo em todas as regiões brasileiras nesta sexta-feira (2) e confira onde pode ter chuva, de acordo com a previsão da Climatempo. Sul As temperaturas continuam baixas na região durante o começo da manhã, mas não há risco de geada. O dia será marcado por sol e pouca nebulosidade nos três estados, com temperaturas subindo de forma gradativa à tarde. Chove em forma de pancadas mais localizadas no oeste do Rio Grande do Sul, durante o fim da tarde e à noite. Sudeste A previsão é de pouca chuva, devido ao vento úmido que sopra do mar contra a costa no litoral norte de São Paulo e em pontos isolados do litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Nas demais áreas da região, o sol aparece entre poucas nuvens e tempo se mantém firme. As temperaturas continuam amenas. Centro-Oeste O ar quente e úmido continua estimulando nuvens de chuva no centro-norte e leste de Mato Grosso e no oeste de Goiás, com condições de pancadas mais irregulares. Não chove no Distrito Federal e o tempo continua firme em Mato Grosso do Sul. Nordeste O risco de temporal continua no leste/litoral da Bahia e em Salvador, com potencial de volumes elevados de chuva. O interior da Região, continua com tempo mais firme e seco, enquanto algumas pancadas podem ocorrer à tarde no norte do MA, PI e CE. Norte A semana termina com tempo abafado na região e risco alto de chuva forte em todos os estados. O potencial para temporais é elevado no Amazonas, Roraima, Amapá e noroeste e norte do Pará ao longo do dia. [ad_2] Source link
Aprosoja São Paulo elege novo presidente

[ad_1] Em um novo passo para o setor, Andrey Rodrigues assume a presidência da Aprosoja São Paulo para o biênio atual, trazendo uma visão estratégica para os desafios e oportunidades que marcam o agronegócio. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Rodrigues reconhece a realidade difícil enfrentada pelos produtores rurais, com dois anos consecutivos de safras frustrantes em diversas regiões do estado e do país. ”Estamos em um período desafiador. As margens estão apertadas, os custos de insumos continuam elevados, e como qualquer setor que compra no varejo e vende no atacado, a vulnerabilidade às flutuações do mercado internacional é grande”, afirma, destacando a incerteza que paira sobre o setor. A missão da nova gestão, segundo o presidente, será garantir que os produtores possam manter suas atividades de forma sustentável e financeiramente viável. “A agricultura é uma paixão, mas precisa ser rentável para que os produtores possam honrar seus compromissos e continuar investindo no futuro de suas propriedades”, enfatiza Rodrigues, reforçando a importância de adaptação às novas realidades econômicas. Um dos principais objetivos da nova gestão é expandir a atuação da Aprosoja São Paulo para municípios que ainda não contam com a presença da entidade. “Vamos buscar parcerias com sindicatos rurais e outras instituições, fortalecendo a base e oferecendo o apoio necessário ao produtor onde ele mais precisa, seja em questões técnicas, legais ou financeiras”, afirma o novo presidente, sinalizando uma gestão mais inclusiva e proativa. Andrey transmite uma mensagem de esperança e fé, com destaque para a importância do apoio governamental ao setor rural: “Gostaríamos que nossos governantes, em todas as esferas, municipal, estadual e federal, olhassem para nós, produtores, com carinho e atenção, pois tudo começa na terra. Plantamos uma semente, cuidamos dela, rezamos para que o clima nos favoreça e que a safra seja farta e abençoada. A nossa esperança é que, com o auxílio de Deus, possamos colher os frutos do nosso trabalho e que a colheita seja abundante em todos os momentos.” Ele enfatiza o papel da fé e da confiança: “Estamos sempre confiantes de que dias melhores virão. Contem conosco. Um grande abraço, e que a sabedoria e as bênçãos de Deus nos acompanhem em cada plantio e colheita.” [ad_2] Source link
O poder da mulher na agricultura brasileira: intelecto, liderança e transformação

[ad_1] Nas últimas décadas, as mulheres têm ocupado um papel cada vez mais importante não só na agropecuária, mas em todas as instituições. Muito disso vem da colaboração de diversas lideranças, inclusive religiosas, que enalteceram e transformaram a potência feminina em inclusão de cargos majoritariamente masculinos. Isso aconteceu até mesmo na Igreja Católica. Acabamos de nos despedir do papa Francisco, que deixou um legado forte. Além de ser defensor das pautas ligadas ao meio ambiente, com esforços em busca da mitigação das mudanças climáticas e do combate à fome em direção ao caminho da segurança alimentar no futuro, ele trouxe a valorização da mulher dentro do Vaticano e a aproximação da igreja com temas muito contemporâneos como a diversidade. Após séculos de exclusão, foi ele quem, corajosamente, nomeou mulheres para cargos de poder e decisão na cúpula da Igreja, rompendo tradições de séculos de exclusão e lançando um claro sinal de que a inteligência feminina é essencial para os rumos da humanidade. Com a eleição de um novo papa, não apenas a liderança da Igreja Católica é renovada, mas também a responsabilidade histórica de dar continuidade a um dos maiores avanços institucionais das últimas décadas: o dever moral do mundo de não retroceder. O que foi conquistado precisa ser mantido e ampliado pelo sucessor de Francisco e de todas as outras lideranças do mundo. Esse mesmo espírito de transformação atravessa fronteiras e se manifesta de forma vigorosa no campo brasileiro. A presença feminina no agronegócio não é mais uma exceção simbólica. É força real, concreta, produtiva e cada vez mais estratégica. São milhares de mulheres que, com preparo técnico, visão de gestão e sensibilidade para o futuro, vêm redesenhando a paisagem do agro nacional. Dados do IBGE apontam que mais de 30% dos estabelecimentos rurais do Brasil têm participação direta ou compartilhada de mulheres. Mas o protagonismo feminino vai além dos números: ele se revela na qualidade das decisões, na modernização da gestão, na adoção de tecnologias e no compromisso com a sustentabilidade. No olhar 360° que observa o céu e a terra, vigia os filhos e a lavoura, mistura força com sensibilidade na arte de produzir alimentos, com empatia na gestão. Carmem Peres, por exemplo, é símbolo dessa nova era ao unir tradição pecuarista com práticas sustentáveis e planejamento sucessório. Desde seus 22 anos, trabalha com a criação de bezerros, na fazenda Orvalho das Flores, em Barra do Garças (MT). Começou acompanhando seu tio e, com sua já latente obstinação, não permitiu que a família vendesse as terras, seu primeiro desafio ainda jovem. Insatisfeita com o sistema vigente na propriedade – considerado bruto demais por ela à época – assumiu o compromisso de buscar alternativas lucrativas, porém respeitosas para com a vida dos animais. “Quando eu tinha 22 anos, eu tive o privilégio de ouvir a voz da terra e isso me fez começar um movimento de transformação e de evolução da minha fazenda”, diz ela. Carmem se manteve fiel aos seus princípios e à sua convicção de que era viável ter uma produção baseada no respeito às pessoas, aos animais e à natureza. Sua história virou um filme e documentário indicado para premiações internacionais como o festival britânico Lift-Off Sessions e o Latino and Native American Film Festival. Michelle Morais transformou a dor da perda do pai, Amilton Morais, em uma sucessão familiar de sucesso na gestão da fazenda CBM em Patos de Minas (MG), que foi muito desacreditada no início. “Somos em quatro mulheres, eu e minhas duas irmãs e minha mãe. Foi um desafio pessoal e profissional. Juntos, tivemos que enfrentar um luto e ao mesmo tempo ficar à frente da fazenda”. Ela conta que no começo teve muitas dificuldades em provar sua legitimidade perante funcionários e fornecedores, e levou tempo para ganhar a confiança das pessoas. O que há 19 anos foi visto com descrença, hoje é exemplo. Ela e a irmã, Cynthia Morais, introduziram sistemas de integração e alta performance nas atividades de pecuária de corte e silvicultura. Investiram em gestão de pessoas e processos, tecnologia de ponta, além da melhoria no manejo do solo e pastagem. A visão empresarial também criou um forte foco em sustentabilidade e elas se tornaram uma inspiração para novas gerações de mulheres do agro. Desde 2023, são idealizadoras do evento Conexão Mulheres do Agro, para a troca de informações e competências. A terceira edição do evento vai acontecer no dia 23 de agosto, em Patos de Minas. São milhares de exemplos que podem ser citados, inclusive o de algumas mulheres que entraram para a história do agronegócio, como a Teresa Vendramini, a primeira mulher a presidir a Sociedade Rural Brasileira (SRB) em mais de cem anos, sendo hoje uma das principais vozes do setor. Teka, como é conhecida, começou sua jornada no agronegócio na Fazenda Jacutinga, no interior de São Paulo. Desde jovem, ela se dedicou à pecuária e, com coragem, enfrentou os desafios que surgiram em sua trajetória. “Para a mulher da minha geração, chegar ao protagonismo exigiu muita coragem e determinação. Muitas vezes, era preciso que o pai ou o marido dessem espaço, ou até mesmo que assumíssemos responsabilidades inesperadamente”, diz ela. Esses espaços já estão preenchidos agora e precisam continuar a crescer em um movimento que enxergue competências além do gênero. Muitas mulheres ocupam cargos, lideram movimentos, influenciam decisões e provam que o agro moderno passa, necessariamente, por elas. E por trás dessas lideranças estão milhares de outras mulheres anônimas, principalmente da agricultura familiar, que garantem o alimento do país com dignidade, força e sabedoria. São mães, gestoras, técnicas, empreendedoras. São as colunas invisíveis que sustentam o presente e constroem o futuro. Se o novo papa tem o dever de continuar a abrir portas para as mulheres na Igreja, o Brasil — e especialmente o agronegócio — tem o dever de manter e ampliar o espaço conquistado por essas mulheres que fazem da terra, da gestão e da inovação um campo fértil de liderança. A mulher no agro não é coadjuvante. É arquiteta do presente e engenheira do futuro. Amém. [ad_2] Source link