Brazilian Cattle fortalece intercâmbio e abre mercados para a genética bovina brasileira

[ad_1] O espaço Brazilian Cattle, tradicional na Expozebu, completa 20 anos em 2025 como uma das principais vitrines da genética bovina brasileira para o mercado internacional. A iniciativa é realizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Nesta edição, o Salão Internacional recebeu mais de 600 visitantes estrangeiros e promoveu rodadas de negócios com representantes de diversos países interessados em genética zebuína, produtos e serviços do agronegócio brasileiro. Segundo dados da ABCZ, dos 33 pedidos de abertura de mercado encaminhados este ano, sete foram concretizados e outros 23 seguem em andamento. Além disso, seis convênios de cooperação técnica foram firmados com países como Guatemala, Peru, Equador, Nicarágua, Mali e Costa do Marfim. Articulação para o mercado bovino O projeto Brazilian Cattle também atua na articulação regulatória entre o Brasil e os países importadores, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), garantindo segurança sanitária e jurídica para as operações comerciais. A estrutura do salão oferece suporte para expositores, compradores internacionais e empresas brasileiras, com o objetivo de fomentar negócios e ampliar a presença global da pecuária nacional. [ad_2] Source link

Como o agro virou motor dos imóveis milionários no país

[ad_1] O que o aumento das exportações do agronegócio brasileiro tem a ver com o mercado imobiliário de luxo? Para o especialista em imóveis de alto padrão e corretor em Balneário Camboriú Bruno Cassola, há uma conexão direta entre os setores. O agronegócio registrou, somente em março deste ano, um crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Ao todo, o setor exportou US$ 15,6 bilhões e já representa 53,6% das exportações brasileiras. Parte desse capital tem migrado para investimentos imobiliários, especialmente em regiões valorizadas, como o litoral norte catarinense, que concentra três dos cinco municípios do país com o metro quadrado mais valorizado. “O fortalecimento do agronegócio, especialmente com o aumento das exportações de produtos como soja, café, carne bovina, celulose, carne de frango e algodão, tem ampliado o poder aquisitivo de grandes produtores e investidores rurais, e impactado diversos setores. Para esse público, a compra de imóveis de luxo se tornou uma forma segura e estratégica de diversificar seu patrimônio, garantindo liquidez e proteção contra a inflação, por exemplo. Atualmente, mais de 30% dos clientes e investidores de imóveis de luxo no litoral de Santa Catarina são do agro”, afirma Bruno Cassola. As construtoras estão atentas à nova dinâmica do mercado e muitas incorporadoras passaram a adotar estratégias específicas. “A oferta de facilidades alinhadas à realidade do produtor rural tem ampliado o volume de negócios, acelerado o fechamento de contratos e, consequentemente, isso tem aquecido o setor. Entre essas facilidades, estão condições de pagamento adaptadas ao calendário da safra e maior flexibilidade nas negociações durante os períodos de alta liquidez no campo”, comenta Cassola. Foto: divulgação / Bruno Cassola Segundo o corretor, há produtores e investidores rurais que buscam imóveis como investimento, com foco em cidades com alta valorização imobiliária, localização estratégica e potencial de revenda. Já os que procuram uma segunda moradia para aproveitar com a família costumam considerar outros atributos além da rentabilidade, como vista para o mar, áreas de lazer completas, segurança, acabamentos, design e serviços exclusivos. “Entender essas motivações é essencial para oferecer o produto certo. Enquanto o investidor pensa em retorno e segurança financeira, o comprador da segunda moradia é atraído pelo imóvel dos sonhos, onde terá conforto e qualidade de vida”, afirma. Para o especialista, a grande fatia de clientes do agronegócio no mercado imobiliário de luxo é mais do que um fenômeno pontual, ela reflete um novo comportamento de consumo que está transformando o setor. “Com a perspectiva de novas safras recordes e das exportações seguirem em crescimento, a expectativa é de que o agro continue injetando recursos no mercado imobiliário de luxo ao longo de 2025. Cidades como Balneário Camboriú, Itajaí e Itapema já se consolidaram como destinos favoritos entre esses investidores com índices de crescimento que superam a inflação e outros investimentos como a renda fixa. E o cruzamento entre dois dos setores mais fortes da economia brasileira, o agronegócio e a construção civil, aponta para um cenário de oportunidades”, avalia Cassola. Eleito campeão em vendas, premiado 10 vezes pelas renomadas construtoras FG e Embraed em Balneário Camboriú, Bruno Cassola é considerado uma autoridade em vendas de apartamentos de alto padrão na cidade. É empresário, administrador de empresas e corretor de imóveis especializado em ativos de alta rentabilidade. Atua há 18 anos no ramo imobiliário, especializado em imóveis de alto padrão em Balneário Camboriú, considerado o metro quadrado mais valorizado do Brasil. [ad_2] Source link

Atenção! Perigo para chuva forte e volumosa, com risco para transtornos, aponta previsão

[ad_1] Enquanto a circulação de ventos associados à presença de uma área de alta pressão posicionada próximo ao país contribui para condição de tempo estável em boa parte das Regiões Sul e Sudeste – excepcionalmente no litoral do Espírito Santo, onde a entrada de ventos úmidos do oceano pode estimular a formação de nuvens de chuva ao longo do dia, condicionando a ocorrência de chuviscos rápidos e isolados – o litoral do Nordeste sofre com chuva pesada. Veja os detalhes do tempo neste sábado, segundo a Climatempo. Região Sul O céu segue com poucas nuvens e o sol predomina na maior parte dos três estados do Sul. A massa de ar polar, que influenciou os termômetros na região, vai perdendo a força. Apesar disso, as temperaturas seguem amenas, principalmente no período noturno e no começo do dia. Região Sudeste quase sem chuva Como informado no começo do texto, à exceção do Espírito Santos, nos demais estados, o predomínio segue sendo de tempo firme, assinalado pela presença de sol entre algumas nuvens no decorrer do dia. Não há previsão de chuva significativa em nenhuma das áreas. À tarde, o ar seco ganha força nas áreas mais interioranas e pode favorecer a queda significativa dos índices de umidade relativa do ar. Entre o norte paulista e a região do triângulo mineiro, os índices devem variar entre 21 e 30% durante as horas mais quentes. Região Centro-Oeste Ainda chove forte em parte do Mato Grosso e do oeste de Goiás, mas o tempo já deve abrir mais nas demais áreas. Temperaturas começam a aumentar gradativamente de maneira mais expressiva. No Mato Grosso do Sul, no centro e leste de Goiás e no Distrito Federal, o predomínio será de tempo firme ao longo de todo o dia, assinalado pela presença do sol entre nebulosidade variável. Em alguns pontos do sudeste goiano, o ar seco ganha força durante a tarde e derruba os índices de umidade relativa do ar, que entram em limiares de atenção. O maior destaque segue associado à chuva pesada que continua caindo entre a região do recôncavo da Bahia e o litoral de Sergipe – onde o cenário é de perigo. No decorrer do dia, o potencial para chuva forte seguida por altos volumes permanece elevado, e o risco para eventuais transtornos também. A circulação de ventos associados à frente fria também já deve impactar sobre algumas áreas de Alagoas, que ficam sob condições para chuva forte no decorrer das horas. Por outro lado, áreas do interior nordestino continuam com predomínio de ar seco e sem previsão de chuva. Entre o interior do Piauí, do Ceará, do Rio Grande do Norte e da Paraíba, a umidade relativa do ar segue baixa e as temperaturas seguem bastante elevadas. Região Norte A oferta de umidade vai continuar subsidiando a formação de instabilidades por praticamente todos os estados, e os temporais devem seguir se espalhando entre o Amazonas, Roraima e Amapá. Chove forte também entre Acre e Rondônia. No Tocantins, predomínio de tempo mais aberto em boa parte do estado. [ad_2] Source link

Como a inflação dos alimentos afeta sua produção e vendas?

[ad_1] Na interatividade, perguntamos como a inflação dos alimentos afeta a produção e a venda. Dos participantes, 64% responderam que o custo dos insumos subiu e a margem de lucro caiu. Em segundo lugar, com 20%, relataram dificuldade em reajustar os preços sem perder clientes. Por fim, 16% mencionaram a necessidade de produzir mais com menos recursos “Os custos dos insumos agrícolas para pequenos produtores incluem itens como sementes, fertilizantes, defensivos, energia, transporte, e mão de obra, que podem ser significativamente afetados por fatores como preço, disponibilidade e políticas governamentais. Sem falar que o acesso ao crédito às vezes é difícil para o micro e pequenos produtor e a logística nas áreas rurais acaba sendo mais caro”, explica o comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud. Planejamento de produção e orçamento Negociação e compra em grupo (insumos) Utilização de tecnologias mais eficientes (redução do uso de alguns insumos) Diversificação da produção pode reduzir a dependência de alguns insumos Adoção de práticas sustentáveis Busca de apoio técnico e orientação Toda quinta tem enquete nova do Porteira Aberta Empreender. Participe, mande sua opinião porque é com base na interatividade que o projeto vai organizar pautas e entrevistas. A resposta da pergunta da semana você confere todos os sábados no canal do YouTube do Canal Rural.  [ad_2] Source link

Vigiagro impede a entrada de besouro exótico no Brasil

[ad_1] Agentes do sistema de Vigilância Agropecuária (Vigiagro) do Aeroporto de Guarulhos conseguiram barrar a entrada no Brasil do besouro Cryptophagus scanicus, uma espécie considerada exótica, com capacidade de infestação em criações de abelhas. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o impacto no sistema de produção nacional e ambiental é desconhecido. A ação ocorreu durante inspeção de rotina; uma servidora do Vigiagro apreendeu mel e outros produtos de interesse agropecuário vindos da Bielorrússia, transportados na bagagem de um passageiro. No favo de mel foi verificada a presença de besouros e larvas. O material foi enviado ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) de Goiás, onde um exame de DNA identificou a espécie. Segundo Marcelo Mota, diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA/SDA/Mapa), há um risco significativo na entrada do Cryptophagus scanicus no Brasil em favos de mel importados sem o devido cumprimento dos requisitos sanitários brasileiros. Segundo a Instrução Normativa nº 21, de 2013, toda importação de produtos apícolas deve ser acompanhada de um Certificado Veterinário Internacional, garantindo condições sanitárias adequadas e a ausência de parasitas externos. Besouro Os membros da família Cryptophagus scanicus são conhecidos como besouros de fungos de seda. Os adultos e as larvas são fungívoros, alimentando-se de esporos e hifas de fungos em uma ampla variedade de habitats. Podem ser encontrados em colmeias, ninhos de outros himenópteros (grupo de insetos que inclui vespas, abelhas e formigas), madeira podre, ninhos de roedores, lã, pelos e penas de animais. Esses besouros podem transmitir esporos de fungos aos produtos, estimulando o crescimento fúngico. Não foi identificado relato ou registro de sua presença no Brasil, sendo de ocorrência endêmica na Europa. Este inseto, apesar de não constar na lista de doenças de notificação obrigatória ao serviço veterinário oficial (prevista na Instrução Normativa nº 50, de 24 de setembro de 2013), está sujeito à aplicação de medidas de defesa sanitária animal. Por sua característica biológica, pode se tornar vetor de agentes fúngicos, como o Ascosphaera apis (um fungo patogênico que causa a doença da “cria-giz” em abelhas, enfraquecendo as colônias) e o Nosema apis (fungo que causa a nosemose, doença que afeta o sistema digestivo das abelhas). Esses dois tipos de fungos estão presentes nessa listagem. [ad_2] Source link

Coreia do Sul zera tarifa para cota de 10 mil t do Brasil

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou que a Coreia do Sul isentou a tarifa de importação sobre uma cota de 10 mil toneladas de carne suína congelada do Brasil — com exceção do corte “barriga”. Até então, o produto brasileiro era taxado em 25%. Segundo o Mapa, a medida representa um avanço nas tratativas bilaterais e fortalece o acesso da carne suína nacional a um dos mercados mais relevantes da Ásia. A decisão coreana foi comemorada pelo setor produtivo brasileiro. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio e destacou a importância do gesto sul-coreano para a ampliação das exportações brasileiras. “O estabelecimento de uma cota isenta é um sinal importante para os avanços das exportações brasileiras de carne suína para a Coreia do Sul, conquistada pelo Ministério da Agricultura”, afirmou o presidente da entidade, Ricardo Santin, em nota. Santin também ressaltou que a negociação está relacionada ao reconhecimento sanitário de estados brasileiros livres de febre aftosa sem vacinação. Até o momento, apenas Santa Catarina tem autorização para exportar carne suína à Coreia do Sul, por ser o único estado com esse status oficialmente reconhecido. Contudo, há expectativa de ampliação do acesso para outras regiões, como Paraná e Rio Grande do Sul. A Coreia do Sul ocupa a 16ª posição entre os destinos das exportações brasileiras de carne suína. No primeiro trimestre de 2025, o país importou 3,7 mil toneladas do produto nacional. Com consumo per capita de aproximadamente 29 quilos por ano, os sul-coreanos são o quarto maior mercado global para carne suína. Em 2024, o volume total importado pelo país chegou a 785 mil toneladas, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). [ad_2] Source link

Agrishow 2025 tem aumento de 7% nas intenções de negócios

[ad_1] A Agrishow 2025, que termina nesta sexta-feira (2), em Ribeirão Preto (SP), alcançou o maior volume em intenções de negócios no setor de máquinas e implementos agrícolas de suas 30 edições. De acordo com os organizadores, foram registrados R$ 14,6 bilhões, o que representa um aumento de 7% em relação a 2024, quando as intenções de negócios chegaram a R$ 13,6 bilhões. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O presidente da feira, João Carlos Marchesan, afirma que o a concretização desse volume de vendas só ocorrerá se o novo Plano Safra for robusto e com juros compatíveis à necessidade do setor. A Agrishow também alcançou número recorde de visitantes, de197 mil pessoas. A organização informou que os ingressos se esgotaram previamente na maioria dos dias do evento. Os destaques da feira foram tecnologias com soluções de inteligência artificial e a presença de expositores e visitantes da agricultura familiar. Em 2026, a Agrishow acontece entre 27 de abril e 1º de maio. [ad_2] Source link

Um ano após a tragédia no RS, produtores rurais estão esquecidos

[ad_1] Passado um ano da maior catástrofe climática da história recente do Rio Grande do Sul, o Brasil parece ter virado a página — mas não os gaúchos. Para milhares de produtores rurais que resistiram heroicamente a três secas consecutivas e foram, logo depois, arrasados por enchentes devastadoras, a dor permanece crua, viva e — pior — ignorada. As imagens de lavouras submersas, casas destruídas e famílias desalojadas comoveram o país. Mas a comoção não se transformou em ação. Promessas do governo federal inundaram os discursos, mas não chegaram à terra. O que chegou, para muitos, foi a falência. Estima-se que as dívidas dos produtores rurais gaúchos ultrapassem R$ 100 bilhões. E enquanto a conta cresce, o crédito some. Sem acesso a financiamento, sem garantias, sem estrutura, milhares estão abandonando o campo e migrando para a rede de proteção social — algo que, para quem sempre produziu com as próprias mãos e com o suor do rosto, é um golpe na alma. Propriedades que tinham um valor alto por hectare não valem nem 10% e áreas ociosas, antes arrendadas, se multiplicam por regiões produtivas importantes. E talvez o mais preocupante: o psicológico abalado que tem elevado índices de suicidio no meio rural. O próprio estado depende do agronegócio para se manter economicamente saudável e viável.  O setor primário acumula cerca de 40% da fatia do PIB gaúcho e nas pequenas cidades chega a ser 80% ou mais. Uma roda que gira quando o produtor faz compras em agropecuárias, supermercados, lojas de roupas. Uma roda que só gira se tiver recurso para investir na propriedade e esta lhe gerar lucro para gastar na cidade. É cruel ver que o mesmo produtor gaúcho, que um dia subiu em caminhões e desbravou o Cerrado para transformar o Centro-Oeste na maior fronteira agrícola do mundo, agora mendiga atenção do Estado. Esse mesmo povo, que sempre respondeu com trabalho à adversidade, agora se vê às margens de um sistema que só o aplaude quando convém politicamente — mas que vira o rosto quando precisa agir com responsabilidade, reconhecimento e justiça. O abandono do produtor rural do Rio Grande do Sul não é apenas uma falha de política pública. É uma traição moral. É esquecer quem alimenta o Brasil, quem gera riqueza, quem sustenta empregos. E, acima de tudo, é ignorar a história de um povo que sempre esteve à frente, nunca à margem. É hora de o país acordar. O Rio Grande do Sul não precisa de discursos. Precisa de crédito, de infraestrutura, de apoio psicológico, de reconstrução. Precisa de ação. O Brasil deve isso aos gaúchos. Por moral. Por reconhecimento. Por justiça. O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link

Ministro do Desenvolvimento Agrário quer antecipar debate sobre o Plano Safra

[ad_1] O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, quer acelerar as conversas entre o governo federal e representantes do agronegócio em torno do Plano Safra 2025/26. A declaração foi feita nesta sexta-feira (2), durante o último dia da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Teixeira afirmou que o governo está preparando o debate sobre o próximo Plano Safra e defendeu que ele seja robusto, a fim de garantir ao agricultor acesso a recursos técnicos para a melhoria e modernização da produção agrícola nacional. O ministro estava acompanhado de representantes da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e de organizadores da feira. Ele disse que conversou com membros das duas instituições e que pretende dialogar com os ministros – incluindo os representantes do agronegócio – sobre a elaboração do Plano Safra 2025/26 o quanto antes. “Conversei com a direção da Abimaq e também com a direção da Agrishow para que possamos ir a Brasília falar com os ministros, a fim de não deixar essa conversa para junho, mas iniciá-la já em maio, discutindo como viabilizar os recursos de financiamento para o agricultor”, declarou. Para João Marchesan, presidente da Agrishow, a agricultura familiar merece destaque pela sua importância para o agronegócio brasileiro, pois “é uma prática cuja relevância tem sido cada vez maior para a alimentação e para a economia do nosso país”. O vídeo completo com a fala do ministro Paulo Teixeira está disponível em nosso canal no YouTube. [ad_2] Source link

Declarações de Trump sobre sanções ao Irã fazem o petróleo subir; ouça o Diário Econômico

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o petróleo subiu 2% após declarações de Trump sobre sanções ao Irã, mas que o movimento foi limitado pela valorização do dólar. Nos EUA, o PMI industrial caiu menos que o esperado, enquanto o Banco do Japão manteve juros em 0,5%, com tom cauteloso. Hoje, destaque para o payroll nos EUA e inflação da Zona do Euro. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link