Diário Econômico PicPay: ouça a análise do que mexe com o mercado hoje

Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas e apresentação de Marco Caruso. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca que a Nasdaq teve seu pior dia em quase dois anos, puxada pela queda nas ações de empresas de tecnologia e chips. Também nos EUA, ontem foi mais um dia de surpresas altistas com a atividade. O post Diário Econômico PicPay: ouça a análise do que mexe com o mercado hoje apareceu primeiro em Canal Rural.

Previsão do tempo: seca e risco de incêndios no Amazonas e Pantanal

O município de Envira, localizado no sudoeste do Amazonas, já sofre com os impactos do que deve se configurar como uma das maiores secas dos últimos anos. Segundo o governo estadual, 10 mil pessoas foram afetadas pelo fenômeno, que tem isolado comunidades, encalhado embarcações e causado problemas de abastecimento. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O governo do Amazonas prevê que a situação neste ano pode ser ainda pior do que a grande seca registrada no ano passado. Em Manaus, o nível do Rio Negro desceu 54 cm em julho. O meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, alerta que a manutenção de chuvas será difícil em 2024. A situação tende a se agravar devido ao Atlântico Tropical aquecido, que influencia diretamente as chuvas na região Norte. Projeções do clima e impactos De acordo com Müller, o solo na região está muito ressecado, especialmente no centro-sul do Amazonas e em Rondônia. A tendência é de redução das chuvas, com volumes de apenas 15-20 mm nos próximos cinco dias, insuficientes para resolver a situação. As temperaturas na região podem alcançar até 38 °C, ressecando ainda mais o solo. As previsões indicam que as chuvas continuarão abaixo da média até setembro, agravando a situação. A seca também aumenta o risco de incêndios no Pantanal, onde os focos de incêndio já estão 96% controlados ou extintos, segundo o Ministério do Meio Ambiente. No entanto, a baixa umidade e as altas temperaturas continuam a representar um risco significativo de novos focos de incêndio. Previsão do tempo no Brasil Para as próximas 24 horas, não há grandes mudanças na previsão do tempo para outras regiões do Brasil. Chuvas são esperadas apenas na faixa litorânea do país, com garoas leves. O tempo permanece ensolarado e as temperaturas continuam a subir, especialmente no norte do Paraná, Matopiba e na região Norte. A previsão é de um período seco e quente em todo o país, sem a chegada de novas frentes frias ou ciclones nos próximos dez dias. O post Previsão do tempo: seca e risco de incêndios no Amazonas e Pantanal apareceu primeiro em Canal Rural.

Preços da arroba do boi se mantêm firmes no país; veja cotações

O mercado físico do boi gordo voltou a registrar algumas negociações acima das referências médias nesta quarta-feira. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O destaque ficou para a Região Norte, onde as escalas de abate também começam a ficar mais apertadas. “No geral, esse movimento acontece de maneira mais moderada, sem altas explosivas como visto em anos recentes”, disse Fernando Henrique Iglesias, analista da Consultoria Safras & Mercado. Segundo Iglesias, a temporada será marcada por recorde de animais oriundos de confinamentos, com boas condições de rentabilidade média para o confinador. “Mas é importante mencionar que a demanda por carne bovina segue aquecida, com forte ritmo de exportação e melhora dos indicadores de consumo doméstico”, pontuou. Preços da arroba do boi São Paulo: R$ 229,37 por arroba Goiás: R$ 219,14 por arroba Minas Gerais: R$ 219,41 por arroba Mato Grosso do Sul: R$ 219,45 por arroba Mato Grosso: R$ 208,99 por arroba Atacado O mercado atacadista segue com preços acomodados, com menor espaço para alta na segunda quinzena do mês, período de menor apelo ao consumo. “A reposição entre atacado e varejo tende a ser mais agressiva na primeira quinzena de agosto, com a entrada dos salários na economia e o Dia dos Pais, possibilitando movimentos mais consistentes de alta”, salientou Iglesias. Quarto traseiro: R$ 17,50 por quilo Ponta de agulha: R$ 13,00 por quilo Quarto dianteiro: R$ 14,00 por quilo O post Preços da arroba do boi se mantêm firmes no país; veja cotações apareceu primeiro em Canal Rural.

Confira os preços da soja hoje no Brasil e em Chicago

Os preços da soja subiram expressivamente no Brasil nesta quarta-feira (17). Houve registro de negócios, contudo, as cotações seguem distantes do que o produtor espera, conforme a Safras Consultoria. Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129 para R$ 131 Região das Missões: aumentou de R$ 128 para R$ 130 Porto de Rio Grande: avançou de R$ 134 para R$ 136 Cascavel (PR): valorizou de R$ 125 para R$ 127,50 Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 134,50 para R$ 137 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 122 para R$ 125 Dourados (MS): foi de R$ 118 para R$ 120 Rio Verde (GO): elevou de R$ 117 para R$ 121 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira mistos. As primeiras duas posições subiram e as demais sucumbiram à pressão fundamental e não sustentaram os ganhos iniciais. O bom desenvolvimento da safra norte-americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da oleaginosa seguem impondo o cenário baixista aos preços. O mercado sente, antecipadamente, a provável vitória de Donald Trump na corrida à presidência dos Estados Unidos e sua política de tensão comercial com a China, principal comprador mundial de soja. O movimento de recuperação técnica estancou, mesmo com os acentuados ganhos do petróleo e com a queda do dólar frente a outras moedas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 6,75 centavos de dólar, ou 0,61%, a US$ 10,97 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,41 por bushel, com perda de 2,25 centavos ou 0,21%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,00 ou 0,64% a US$ 312,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 43,99 centavos de dólar, com baixa de 0,95 centavo ou 2,11%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,03%, sendo negociado a R$ 5,4843 para venda e a R$ 5,4823 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4355 e a máxima de R$ 5,4879. O post Confira os preços da soja hoje no Brasil e em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.

Anec revisa para cima estimativa de exportação de soja e milho em julho

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) ajustou para cima a previsão de exportação de soja e milho do Brasil em julho. São previstos embarques de 9,9 milhões de toneladas a 11,52 milhões de toneladas de soja em grão, ante 9,7 milhões a 10,89 milhões de toneladas esperados na semana passada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em farelo de soja, a expectativa é de exportação de 2,225 milhões de toneladas, em comparação com 1,869 milhão de toneladas na projeção anterior. Já os embarques de milho neste mês devem ser de 4,3 milhões de toneladas a 4,716 milhões de toneladas – na semana passada eram previstas 4,099 milhões de toneladas. Para o trigo, a projeção foi mantida em 5.088 toneladas. Na semana de 7 a 13 de julho o Brasil embarcou 1,588 milhão de toneladas de soja em grão, 356,791 mil toneladas de farelo, 883,969 mil toneladas de milho e 5,088 mil toneladas de trigo. Para a semana de 14 a 20 de julho, a previsão é de exportação de 2,412 milhões de toneladas de soja em grão, 643,842 mil toneladas de farelo e 1,325 milhão de toneladas de milho. O post Anec revisa para cima estimativa de exportação de soja e milho em julho apareceu primeiro em Canal Rural.

ANTT reajusta piso mínimo do frete rodoviário

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) reajustou o piso mínimo do frete rodoviário de 1,28% a 1,59%, variando conforme a categoria. A nova tabela está em vigor desde a última sexta-feira (12) conforme publicação no Diário Oficial da União (DOU), informou a ANTT em nota. O reajuste integra a política de atualização semestral do piso mínimo de frete da agência reguladora. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Para transporte rodoviário de carga lotação, a alta média foi de 1,59%. Para operações em que haja a contratação apenas do veículo automotor de cargas, o aumento médio foi de 1,58%, enquanto para transporte rodoviário de carga lotação de alto desempenho a alta foi de 1,46%. Já para operações em que haja a contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho o incremento chegou a 1,28%, em média. A ANTT informou que considerou na revisão ordinária a inflação de 2,84% acumulada de dezembro de 2023 a maio de 2024, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A agência considerou também o valor médio do diesel S10 na bomba, de R$ 5,94 por litro para a atualização dos valores mínimos, apurado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), como média nacional referente à semana encerrada em 29 de junho. A atualização levou em conta também as distâncias e as especificidades das cargas transportadas. Pela legislação, a ANTT deve reajustar os valores do frete sempre que ocorrer oscilação no preço do óleo diesel no mercado nacional superior a 5%, para mais ou para menos em relação ao valor de referência da tabela em vigor, e semestralmente. A lei 13.703 foi sancionada no governo Temer como uma das respostas à greve de caminhoneiros que parou o país em maio de 2018. A atualização anterior havia sido feita em janeiro, pela modalidade semestral. O post ANTT reajusta piso mínimo do frete rodoviário apareceu primeiro em Canal Rural.

Fenômeno climático atinge vários estados nos próximos dias; veja previsão

Ao longo da semana, segundo a previsão, a combinação de baixas temperaturas entre a madrugada e a manhã, somada com elevada umidade em algumas áreas do Brasil, favorecerá a ocorrência de neblina e nevoeiro em diversas regiões do Sul e Sudeste. As informações são da Climatempo. O que é neblina e o que é nevoeiro? Tecnicamente, o nevoeiro é a umidade que se condensa próximo ao solo. São gotículas de água extremamente pequenas que ficam em suspensão perto da superfície. Para que ocorra a formação do nevoeiro, a umidade relativa do ar precisa estar acima de 90%. Além disso, vento fraco ou calmaria (falta de vento) e baixa temperatura são condições importantes para a formação desse fenômeno. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Neblina, nevoeiro e névoa são formas de condensação da umidade do ar, diferenciando-se principalmente pela densidade e visibilidade. A névoa é a menos densa, ocorrendo em condições de alta umidade com visibilidade superior a 10 km. A neblina é mais densa, reduzindo a visibilidade para entre 1 e 10 km, comum em áreas baixas e próximas a corpos d’água. O nevoeiro é a forma mais densa, com visibilidade inferior a 1 km, frequentemente encontrado em vales e áreas costeiras. Previsão de nevoeiro para os próximos dias Quinta-feira (18/07): Sul do Espírito Santo, norte do Rio de Janeiro, Vale do Paraíba (SP), leste do Paraná, oeste e leste de Santa Catarina, e regiões dos Vales e Campanha Gaúcha (RS). Sexta-feira (19/07): Zona da Mata Mineira (MG), região de São Carlos (SP), leste do Paraná (incluindo Curitiba), leste de Santa Catarina e regiões central e metropolitana do Rio Grande do Sul. Sábado (20/07): Zona da Mata Mineira, centro e leste de São Paulo (incluindo a capital), centro e Curitiba (PR), centro de Santa Catarina e regiões metropolitana e Campanha Gaúcha (RS). Domingo (21/07): Leste de São Paulo (incluindo a capital), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), e regiões metropolitana, Campanha Gaúcha e central do Rio Grande do Sul. O post Fenômeno climático atinge vários estados nos próximos dias; veja previsão apareceu primeiro em Canal Rural.

Justiça condena fazendeiros à prisão por desmatamento para criação de gado

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) confirmou a condenação de dois fazendeiros acusados de desmatamento ilegal em áreas de especial preservação na Amazônia para criação de gado. As decisões foram proferidas pela 3ª e 10ª Turmas do Tribunal. Em um caso, julgado em julho, um fazendeiro desmatou 111 hectares em Trairão, no Pará. Ele usou motosserra para limpar o terreno e criar gado de leite. O fazendeiro confessou ser dono da área e ter cometido o crime. O desembargador federal Néviton Guedes, relator do caso, destacou que a intenção criminosa do acusado é clara. “Não restam dúvidas sobre a materialidade, autoria e dolo na conduta do acusado, sendo necessária a manutenção da sentença condenatória pelo crime previsto no art. 50-A, da Lei 9.605/98”, afirmou o magistrado. A maioria do Colegiado manteve a condenação. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em outro processo, julgado em junho, o fazendeiro desmatou 56,49 hectares em Itaituba, também no Pará. Ele também confessou o crime e disse que usou a área para criar gado, plantar mandioca e capim. Em ambos os casos, o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) coletou provas que confirmaram a autoria e materialidade dos crimes. Usaram fotos, relatórios e autos de infração como evidência. A relatora, desembargadora federal Solange Salgado da Silva, destacou que as provas contidas no processo confirmam de forma suficiente a materialidade e a autoria criminosa. O TRF1 trocou a pena de prisão neste caso por duas medidas: prestação de serviços à comunidade e pagamento de uma multa equivalente a 10 salários mínimos. O post Justiça condena fazendeiros à prisão por desmatamento para criação de gado apareceu primeiro em Canal Rural.

Três insumos reduzem custos de produção da soja em MT

Os custos de produção da soja em Mato Grosso servem de referência ao restante do país, afinal, trata-se do estado com a maior área de soja do Brasil. De acordo com relatório do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado na última segunda-feira (15) com dados de junho, os produtores que vão instalar a safra 2024/25 da oleaginosa terão economia, ainda que singela, em relação ao ciclo passado. Isso porque os custos totais de produção tiveram redução média de 2%, indo de R$ 7.276,30 para R$ 7.137,55 por hectare. Insumos com diminuição de custos Entre os fatores que mais contribuíram para a queda dos custos totais, três se destacam: fertilizantes e corretivos, defensivos e arrendamento. Veja a diminuição entre junho deste ano e o mesmo período de 2023: Fertilizantes e corretivos: queda de 4,9% (de R$ 1.805,00/ha para R$ 1.714,97) Defensivos: redução de 9,4% (de R$ 1.304,81/ha para R$ 1.181,17/ha) Arrendamento: diminuição de 13,6% (de R$ 336,95/ha para R$ 291,00) No caso dos defensivos, a principal economia ao bolso do produtor é em relação aos herbicidas, que caíram 28,8% entre um ano e outro, saindo de R$ 301,87 por R$ 214,66 por hectare aplicado. No entanto, os fungicidas aumentaram de preço, com elevação de 15%. Assim, passaram de R$ 377,64 para R$ 434,47 por hectare. Por outro lado, inseticidas e adjuvantes tiveram redução de 18% e 1,2%, respectivamente. Segundo o relatório do Imea, também houve redução de custos nas despesas financeiras, que incluem financiamentos, seguro da produção e seguro de máquinas e equipamentos. Nesse rol, a economia é de 4%, saindo de R$ 433,25 para R$ 415,57 por hectare. Vale dizer que o custo com arrendamento é calculado pelo Imea com base na saca de soja e na participação da área da cultura. O que encareceu a soja? Foto: Daniel Popov/ Canal Rural Além dos fungicidas, outros elementos aumentaram de preço e impediram uma redução maior nos custos de produção de soja em Mato Grosso. Conforme o Instituto, três deles são os principais: Sementes de soja: aumento de 4% (R$ 610,08 para R$ 634,66 por hectare) Impostos e taxas: acréscimo de 12,6% (R$ 207,89 para R$ 234,14 por hectare) Depreciações: subiu 16,4% (R$ 417,25 para R$ 485,90 por hectare) As depreciações apuradas pelo Imea dizem respeito às máquinas, aos implementos, equipamentos, utilitários e às benfeitorias na propriedade. Também vale menção aos custos com operações mecanizadas, que escalaram 2% entre um ano e outro. O post Três insumos reduzem custos de produção da soja em MT apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil intensifica sustentabilidade na pecuária com inovações da Embrapa

O Brasil, autossuficiente na produção de carne bovina e líder mundial em exportação desde 2004, está intensificando a sustentabilidade na pecuária através da Embrapa Pecuária Sudeste. Localizada entre os biomas Mata Atlântica e Cerrado, a unidade de pesquisa de 2.538 hectares foca em práticas sustentáveis e automação na produção de carne e leite. Parcerias com a iniciativa privada permitem a testagem de novas tecnologias, como brincos de identificação e ordenha robotizada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Além disso, a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) está promovendo um crescimento sustentável, com uma adoção anual de quase 1 milhão de hectares em sistemas integrados, visando atingir 30 milhões de hectares até 2030. A Embrapa também está na vanguarda da abordagem de “Saúde Única”, conectando saúde humana, ambiental e animal. O governo destaca a importância de políticas públicas eficientes para a implementação de testes rápidos e precisos, essencial para uma produção sustentável e certificável. A tecnologia e o melhoramento genético são componentes essenciais para a melhoria contínua da pecuária no Brasil. O post Brasil intensifica sustentabilidade na pecuária com inovações da Embrapa apareceu primeiro em Canal Rural.