JBS transforma metano em energia e gera mais de 2 mil MWh para abastecer fábricas

[ad_1] Com um investimento de R$ 17 milhões, a JBS passa a utilizar o metano capturado em suas operações industriais como combustível para geração de energia elétrica. O metano, transformado em biogás, abastece geradores que fornecem energia para quatro fábricas da Friboi, promovendo maior eficiência energética e reduzindo custos operacionais. Desde 2023, a produção de cerca de 50 milhões de m³ de biogás evitou a emissão de 263,70 mil toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e), o correspondente à retirada de 105,5 mil carros das ruas por um ano. Nas unidades de Ituiutaba (MG) e Andradina (SP), os geradores abastecidos por biogás já estão em pleno funcionamento. Desde 2023, essas unidades geraram, respectivamente, 1.179.017 kWh e 874.000 kWh de energia elétrica, resultando em uma economia de cerca de R$ 1 milhão (considerando os valores médios da energia nos respectivos estados). A produção total de 2.053.017 kWh seria suficiente para abastecer cerca de 12 mil residências durante um mês. Já as fábricas da Friboi em Barra do Garças (MT) e Mozarlândia (GO) passarão a ser abastecidas de forma semelhante nos próximos meses, com o potencial de adicionar aproximadamente 1.100.000 kWh à produção, o que corresponderia ao consumo mensal de 6 mil residências. Ao todo, até o final do primeiro semestre de 2025, serão 18 geradores em funcionamento através do investimento conjunto da JBS e parceiros para viabilizar essa conversão. O projeto atual foi possível graças a um investimento da JBS iniciado em 2021, quando a Friboi implementou biodigestores em nove de suas plantas frigoríficas para capturar o metano gerado pelas operações industriais e convertê-lo em biogás. Nos próximos meses, mais unidades da Friboi poderão contar com geradores movidos a biogás, garantindo o abastecimento de energia elétrica tanto para as áreas administrativas quanto para o setor industrial. Esse é considerado um grande projeto do segmento na indústria de proteína no Brasil. “O projeto reflete o compromisso da JBS com a gestão eficiente de recursos e com a busca por soluções que gerem valor econômico e ambiental de forma integrada”, afirma Liège Vergili Correia, diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil. “A geração de energia a partir do biogás também reduz a dependência da rede elétrica e contribui para mitigar os riscos associados à volatilidade dos preços da energia”, explica. O investimento total no projeto de biodigestores, que abrange as nove unidades, alcançou R$ 77 milhões. Desses, R$ 55 milhões são provenientes de recursos próprios da JBS, R$ 4 milhões da Âmbar Energia, da holding J&F Investimentos, e R$ 18,4 milhões de outros parceiros. Esses valores de terceiros são destinados principalmente aos geradores, que incorporam tecnologias de monitoramento e controle para otimizar a geração de energia através do biogás. A JBS monitora o desempenho do sistema em tempo real para maximizar a geração de energia e custos. O biogás apresenta-se como uma alternativa energética promissora, alinhada com os princípios da economia circular. Além da geração de vapor e eletricidade, a JBS avalia o uso do biogás como combustível para sua frota, buscando reduzir os custos com diesel e as emissões de gases de efeito estufa (GEEs). “Além dos benefícios operacionais, estamos atentos às oportunidades de receita com a comercialização do biogás ou da energia elétrica excedente, seja para distribuidoras de gás, seja para indústrias. A ideia é ampliar cada vez mais esse modelo”, comenta Liège. Com os resultados, a JBS demonstra o papel estratégico do biogás na construção de um futuro energético mais sustentável, com aplicações que vão desde a substituição da biomassa em caldeiras até a geração de eletricidade e a potencial transição para uma frota de transporte menos dependente de combustíveis fósseis. “Esse é apenas o começo de um movimento estratégico. Tenho certeza de que colheremos excelentes resultados a partir desses investimentos”, conclui a diretora. [ad_2] Source link

Apesar da terceira baixa seguida, mediana de IPCA 2025 fica acima do teto da meta, diz Focus

[ad_1] A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2025 passou de 5,55% para 5,53%, a terceira baixa seguida. Agora, está 1,03 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Considerando apenas as 112 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a medida passou de 5,52% para 5,51%. A projeção para o IPCA de 2026 se manteve em 4,51%, ainda ultrapassando o teto da meta. Considerando apenas as 109 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, oscilou de 4,50% para 4,52%. O Banco Central espera que o IPCA some 5,1% em 2025 e 3,7% em 2026, conforme a trajetória divulgada no último Relatório de Política Monetária (RPM). A autarquia trabalha com o terceiro trimestre de 2026 como horizonte relevante, mas o período deve mudar para o fim do ano que vem na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 6 e 7 de maio. O colegiado já aumentou a taxa Selic em 3,75 pontos porcentuais desde setembro, para 14,25%, incluindo uma rápida elevação de 3 pontos entre dezembro e março. Na ata da sua última reunião, do dia 19, o Copom indicou que deve elevar os juros novamente em maio, embora com uma alta inferior a 1 ponto porcentual. Nova reunião ocorre nesta semana. A partir deste ano, a meta de inflação é contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se o IPCA ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo. A mediana do Focus para a inflação de 2027 permaneceu em 4,0% pela 11ª semana consecutiva. A projeção para o IPCA de 2028 passou de 3,78% para 3,80%. Um mês antes, estava em 3,78%. Projeção de alta do PIB de 2025 segue em 2%, diz relatório Focus A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 se manteve em 2,0%. Um mês antes, era de 1,97%. Considerando apenas as 71 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, também seguiu em 2,00%. No mais recente Relatório de Política Monetária (RPM), o Banco Central diminuiu a sua projeção de crescimento do PIB em 2025, de 2,1% para 1,9%. Segundo a autarquia, a revisão é consistente com a perspectiva de moderação do crescimento, devido à política monetária contracionista mas a incerteza sobre a estimativa aumentou. A estimativa intermediária do Focus para o crescimento da economia brasileira em 2026 também se manteve em 1,70%. Considerando só as 69 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, ficou em 1,70%. A mediana para o crescimento do PIB de 2027 permaneceu em 2,0% pela quinta semana seguida. A estimativa intermediária para 2028 ficou estável em 2,0% pela 60ª semana seguida. [ad_2] Source link

Semana começa com tempo seco e alerta de baixa umidade do ar

[ad_1] O tempo continua firme na maior parte do Brasil e a semana começa sob influência de um bloqueio atmosférico que ainda deve se estabelecer e ganhar força nos próximos dias. A chuva vai continuar concentrada nos extremos do país. Em São Paulo, por exemplo, a atuação da alta pressão no interior do país impede a formação de nuvens de chuva em todo o estado, mantendo a condição de tempo mais seco e com baixa umidade. As noites, madrugadas e manhãs continuam com temperaturas mais baixas e sensação de frio. Com a presença do sol no decorrer do dia, volta a esquentar à tarde. Confira os detalhes do tempo em cada região do Brasil, segundo a Climatempo: Região Sul A semana começa com pancadas moderadas a forte na região do Chuí (RS) e no extremo sul e sudoeste gaúcho, devido a passagem afastada de uma frente fria em alto mar. Porto Alegre e Curitiba, podem registrar nevoeiro de manhã, prejudicando a visibilidade – com a presença do sol no decorrer do dia, as tardes voltam a ter temperaturas mais elevadas, fazendo calor na capital gaúcha. O tempo continua firme em Santa Catarina e no estado do Paraná. Região Sudeste A infiltração marítima provoca chuva moderada no litoral do Espírito Santo e na região do Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais – sem risco de volumes altos, chuva mais rápida e isolada nestas regiões. As temperaturas continuam amenas em SP e no RJ pela manhã – com a presença do sol, volta a fazer calor à tarde e não há previsão de chuva – a alta pressão que atua no interior do Brasil continua bloqueando as instabilidades – o interior paulista e as cidades do oeste e Triângulo de Minas, ficam mais secas, com umidade relativa do ar abaixo dos 30%. Região Centro-Oeste As instabilidades que atuam no Paraguai contribuem para pancadas mais irregulares e localizadas no oeste e sudoeste de Mato Grosso do Sul, teremos um dia abafado com sol entre nebulosidade variável e chance de pancadas moderadas a forte. Umidade alta ainda entre noroeste, oeste e centro-sul de Mato Grosso com chance de algumas pancadas durante à tarde. O tempo continua firme e mais seco no nordeste de MS, em todo o estado de GO e no DF, com valores de umidade do ar abaixo dos 30%. Região Nordeste A chuva mais pesada segue caindo entre a região do recôncavo baiano e o litoral de Alagoas. Destaque para a condição de chuva forte seguida por volumes elevados no estado do Sergipe com alerta para temporais em Aracaju. Risco permanece elevado para transtornos. Na costa norte, a aproximação da ZCIT volta favorecer pancadas de chuva moderada a forte sobre o litoral do Maranhão e do Piauí. Região Norte A chuva perde força em boa parte do Amazonas, Pará e Tocantins, mas segue caindo de maneira expressiva no Amapá, Roraima, Acre e também em alguns pontos do oeste amazonense – com alerta para temporal. [ad_2] Source link

Juros em Foco! Semana será decisiva para o BC e o FED; ouça o Diário Econômico

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a guerra comercial EUA-China manteve tensões, enquanto o FMI revisou para baixo as projeções globais de crescimento. Nesta semana, o foco será a Super Quarta: o Copom deve elevar a Selic para 14,75%, e o Fed manter juros estáveis, enquanto o IPCA de abril tende a desacelerar. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Preço do boi gordo deve cair em maio, mas exportação ainda segura tombo maior

[ad_1] O mercado brasileiro de boi gordo registrou preços mistos ao longo de abril. De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, a primeira metade do mês foi pautada por um aumento das cotações nas principais praças pecuárias do Brasil. Segundo ele, na segunda metade do mês, a indústria encontrou uma maior oferta de animais para compor suas escalas de abate e os preços acabaram cedendo em grande parte do Brasil, em especial nos estados de São Paulo e Goiás. Iglesias sinaliza que, para maio, a expectativa é de queda das cotações, diante da sazonalidade já antecipada para o período, que marca o auge da entrada de oferta de boi gordo no mercado. “O Dia das Mães, no segundo domingo do mês, e exportações em forte ritmo, são fatores limitadores à queda mais expressiva nos preços”, pontua. Variação da arroba do boi gordo no mês Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 30 de abril em comparação a 31 de março: São Paulo (Capital): R$ 315, recuo de 1,56% (R$ 320) Goiás (Goiânia): R$ 300, queda de 3,23% (R$ 310) Minas Gerais (Uberaba): R$ 320, aumento de 4,92% (R$ 305) Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 320, avanço de 1,59% (R$ 315) Mato Grosso (Cuiabá): R$ 325, aumento de 6,56% (R$ 305) Rondônia (Vilhena): R$ 280, alta de 1,82% (R$ 275) Mercado atacadista O mercado atacadista apresentou um forte movimento de valorização nos preços ao longo de abril, em meio ao cenário de oferta mais ajustado. Para maio, a expectativa ainda é de elevação dos preços no decorrer da primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia e a comemoração do Dia das Mães, data que, historicamente, motiva o consumo de carne bovina. O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 25,00 o quilo, queda de 1,96% frente aos R$ 25,50 praticado no mês passado. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 20,50 o quilo, avanço de 8,11% frente aos R$ 18,50 registrados no final de março. Exportações de carne bovina As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,062 bilhão em abril (17 dias úteis), com média diária de US$ 62,438 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 211,548 mil toneladas, com média diária de 12,444 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.021,20. Em relação a abril de 2024, houve alta de 46,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 31,8% na quantidade média diária exportada e avanço de 10,8% no preço médio. [ad_2] Source link

Demanda por plantas aromáticas e medicinais cresce no Brasil

[ad_1] A crescente demanda brasileira por produtos naturais, provenientes da produção sustentável, chamou a atenção do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), que ampliou a divulgação dos seus trabalhos. Um dos projetos divulgados foi o programa de sistemas de produção de plantas aromáticas e medicinais, desenvolvido pelo Centro de Horticultura do IAC. Algumas das plantas que ganham novas funcionalidades incluem lavanda, alecrim, manjericão, gerânio e melaleuca, entre outras. A pesquisadora do instituto Eliane Gomes Fabri afirma que a população está procurando consumir cada vez mais produtos naturais. Os tratamentos terapêuticos a base de óleos são uma prova disso.  Assim, com base no estudo das  espécies que se adaptam melhor a cada região, é desenvolvido o cultivo para a produção de óleos essenciais. Nesse sentido, o IAC conta com uma planta piloto para a extração do produto de seus bioinsumos. De acordo com Eliane, o IAC já possui produtos para consumo humano, mas também para animais de pequeno porte e até mesmo animais de grande porte e da agropecuária. O instituto divulga esse projeto através de cursos e palestra realizados na unidade em campinas ou em outras regiões de acordo com a demanda, *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link

Embraer projeta reação nas vendas de aviões agrícolas neste ano

[ad_1] A Embraer projeta que o ano de 2025 pode representar o início de um ciclo de retomada firme para sua divisão de aviação agrícola. Com produção concentrada em Botucatu, interior de São Paulo, a empresa mantém ritmo estável de 60 a 70 aeronaves vendidas por ano – número que deve se repetir neste ano, caso o cenário político e econômico se mantenha favorável. “Nosso plano, por ora, é continuar nessa faixa de produção”, afirmou o líder da aviação agrícola da companhia, Sany Onofre, durante a Agrishow, feira de máquinas e produtos agrícolas que terminou na última sexta-feira (2). A capacidade de produção atual permite até 100 unidades por ano sem grandes investimentos. Ainda que não pretenda usá-la por completo, o sentimento da Embraer é de virada. “Este ano já percebemos um otimismo maior que no ano passado, que também foi bom”, disse o executivo. “A gente acha que este ano marca uma virada”, comentou. Aeronave a etanol A principal estrela da companhia no segmento é o Ipanema, com mais de cinco décadas. A atual geração do modelo, que já nasce 100% movida a etanol, acumula quase 400 unidades entregues e faz parte de uma frota ativa de cerca de 1.200 aeronaves no país. “O Ipanema é o avião mais vendido do Brasil – não apenas entre os agrícolas, mas considerando todos os segmentos.” O modelo, segundo ele, é mais barato de operar do que manter quatro pulverizadores terrestres, substituindo-os em eficiência. O preço atual de um Ipanema gira em torno de R$ 4 milhões, variando conforme os equipamentos embarcados. Segundo a Embraer, produtores com propriedades acima de 1,5 mil hectares já conseguem justificar o investimento em uma aeronave própria. Mapeamento de fazenda Além do Ipanema, a Embraer vem apostando em inovação com o lançamento da plataforma digital Agro Explore, voltada ao mapeamento de fazendas. A solução usa satélites da Visiona, empresa do grupo, para detectar falhas de plantio e focos de pragas, gerando recomendações de aplicação precisa. Embora a companhia observe tendências como aviões não tripulados, não enxerga os drones como concorrentes diretos. “O Ipanema tem capacidade para mil litros no tanque. Um drone agrícola, como os chineses, carrega cerca de 40 litros. São tecnologias complementares. O importante é usar a ferramenta certa para cada tipo de operação”, comparou. [ad_2] Source link

Bocal de Ouro 2025 foi dominado por uruguaios e gaúchos; confira os vencedores

[ad_1] Uruguaios fizeram a festa na final do Bocal de Ouro 2025, na Arena do Cavalo Crioulo, neste sábado (3), em Esteio, Rio Grande do Sul. Duas das quatro primeiras colocações entre as fêmeas foram conquistadas por criatórios do país vizinho. Após uma disputa acirrada, a égua Tempestade Charrua (box 31), da Cabanha La Julieta, de Rio Negro (UY), de José Ignacio e Santiago Gomez Platero, sagrou-se Bocal de Ouro montada pelo ginete Ricardo Gigena Wrege. O criador José Ignacio Platero definiu como uma “aposta linda” a conquista obtida em parceria com o ginete. Tempestade foi adquirida no ano passado no Brasil e é considerada essencial no criatório. “Agora é hora de se preparar para o Freio de Ouro na Expointer”, disparou otimista com o futuro da jovem exemplar, que deve se tornar uma das grandes mães do criatório. Bocal de prata e bronze Ao correr a Paleateada, Ricardo Wrege dividiu a prova com o amigo Jorge Missioneiro Filho, que conduziu Santa Alice Sinhá Moça (box 42) ao Bocal de Prata. A fêmea pertence a Marcelo Bomfiglio Marçal, da Estância Santa Alice, de Rosário do Sul. Já o Bocal de Bronze foi para Índia Envenenada del Chamame (box 38), dos criadores Tomas e Martin Marquez, da Cabanha El Chamamé, de Florida, também no Uruguai. O Bocal de Alpaca ficou com Fascinação da Melodia (box 13), de Renaro Cardoso dos Santos, da Cabanha Melodia, de Santiago, Rio Grande do Sul, montada por Luís Gustavo Rodrigues Ruas. Vitórias dos machos Box 57 Ópio da Baraúna | Nota: 21,421 Entre os machos, Ópio da Baraúna (box 57) levou a vitória para a Baraúna Agropastoril Industrial Ltda, de Arroio Grande (RS), e foi montado por Raul Teixeira Lima. O criador Vanderlei Guerra comemorou: “O Bocal é uma etapa do Freio, é o começo. É um animal fantástico, maravilhoso, que cuidamos desde o pé da mãe, com uma genética importante. Ele provou hoje que é muito bom”, afirmou. O Bocal de Prata foi para Murano da SNC (box 72), pertencente ao expositor Parceria Murano, da Estância Tamareira e da Cabanha SNC, de Santa Rita do Passa Quatro, em São Paulo, e São José dos Pinhais, no Paraná. O ginete Cezar Augusto Schell Freire foi quem montou o animal. O Bocal de Bronze é de Santa Tecla Recuerdo (box 62), do expositor Rafael Vargas Caetano, montado por Luis Gustavo Rodrigues Ruas. Já o Bocal de Alpaca nos machos foi para o Condomínio Jaguar da GAP São Pedro (box 93), do expositor Parceria GAP Genética, de Uruguaiana (RS). A montaria ficou a cargo do ginete Fábio Teixeira da Silveira. Em uma das provas de Bocal mais movimentadas dos últimos tempos, o sábado foi de programação intensa. “O Bocal é sempre repleto de muita expectativa e qualidade. Tivemos neste final de semana um evento lotado. Ver a nossa pista cheia em um dia maravilhoso e com muita qualidade depois de um ano como foi 2024 é uma superação”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), César Augusto Rabassa Hax. Veja a planilha com os vencedores, notas e detalhes. [ad_2] Source link

Ribeirinhos resgatam filhote de peixe-boi e fazem atendimento emergencial

[ad_1] Um filhote de peixe-boi-da-Amazônia (Trichechus inunguis), espécie ameaçada de extinção, foi resgatado no dia 24 de abril na Vila São José, em Santa Cruz do Arari, no Arquipélago do Marajó. A operação foi coordenada pelo Escritório Regional do Marajó do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), com apoio das secretarias municipais de Meio Ambiente de Santa Cruz do Arari e de Cachoeira do Arari, além do Instituto Bicho D’água. O animal foi localizado por comunitários da região, que acionaram a Prefeitura de Soure e o Ideflor-Bio. Diante da urgência do caso, o Instituto Bicho D’água foi mobilizado para prestar suporte técnico à operação. A equipe do instituto orientou remotamente os cuidados emergenciais com o filhote e indicou uma fórmula alimentar específica para garantir sua estabilidade até a chegada da equipe especializada. O filhote foi transportado por via fluvial até o município de Cachoeira do Arari, com apoio logístico da Polícia Militar. O trajeto seguiu protocolos de segurança e bem-estar, minimizando o estresse do animal durante o deslocamento. Ele será encaminhado à Base de Estabilização de Fauna do Instituto Bicho D’água, onde passará por avaliação clínica e cuidados iniciais antes de ser transferido para o centro de reabilitação em Castanhal. Retorno à natureza Foto: Divulgação O filhote será incorporado ao Programa de Conservação do peixe-boi-da-Amazônia, desenvolvido pelo Instituto Bicho D’água, Universidade Federal do Pará (UFPA) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). No Centro de Reabilitação de Fauna Aquática, o animal receberá atendimento veterinário contínuo, alimentação controlada e acompanhamento especializado até atingir condições adequadas para retornar à natureza. A gerente do Escritório Regional do Marajó Oriental do Ideflor-Bio, Osiane Barbosa, destacou o esforço conjunto envolvido na ação. “Esse resgate é resultado direto da confiança entre as comunidades ribeirinhas e os órgãos ambientais. Cada elo da rede atuou com compromisso e rapidez, mostrando que a conservação é possível quando há diálogo, ciência e envolvimento comunitário”, enfatizou. O peixe-boi-da-Amazônia está na lista de espécies ameaçadas de extinção segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e seu resgate representa um passo importante para a preservação da biodiversidade amazônica. *Sob supervisão de Victor Faverin [ad_2] Source link

Frente fria e ciclone trazem chuva de 150 mm e ventos de 100 km/h nesta semana

[ad_1] Instabilidades formadas no Paraguai pegam a Região Sul do Brasil em cheio nesta semana. Condições também afetam o Centro-Oeste, principalmente às áreas de fronteira. Temporais também no Nordeste e muita chuva no Norte. Já no Sudeste, a prevalência será de tempo firme e seco. Confira a previsão do tempo e os destaques do clima entre segunda (5) e sexta (9) fornecidos pelo meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller: Sul As instabilidades que atuam no Paraguai organizam um pouco de chuva para o extremo sul do Rio Grande do Sul na noite desta segunda-feira (5). Contudo, a maior parte do dia ainda será de sol e poucas nuvens. Não chove nas demais áreas da região e as temperaturas sobem à tarde. Entretanto, uma nova frente fria avança sobre o território gaúcho na quarta-feira (7), levando chuva e temporais para todo o estado, mas sem força para chegar em Santa Catarina e no Paraná. No entanto, essa calmaria é passageira: entre quinta e sexta-feira (8 e 9) haverá a formação de um ciclone extratropical próximo ao litoral sul do Rio Grande do Sul, levando mais temporais para o estado, com intensidade o suficiente para afetar os outros dois estados da Região. O meteorologista destaca que há sério risco de queda de granizo e rajadas de vento acima de 100km/h em solo gaúcho a partir de quarta-feira, mesmas condições que devem suceder em território catarinense e paranaense na quinta-feira. “Alerta também para chuva volumosa no Rio Grande do Sul com acumulados que variam entre 100 e 150 mm entre quarta e quinta, deixando o estado sob risco de alagamentos e deslizamentos de terra. Em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná, o volume de precipitação varia entre 20 e 30 mm, porém, ficam sob atenção devido ao risco de granizo e rajadas de vento intensas entre quinta e sexta feira”, reforma Müller. Sudeste A semana começa com padrão de tempo firme e mais seco em São Paulo, no interior e Triângulo de Minas Gerais. O vento úmido que sopra do mar contra a costa favorece chuvamais rápida e isolada no litoral do Espírito Santo e no nordeste mineiro. O tempo segue firme, com sol e poucas nuvens no Rio de Janeiro neste começo de semana. De acordo com o meteorologista do Canal Rural, a semana será ensolarada e seca no estado de São Paulo, Rio de Janeiro, sul e oeste de Minas e Triângulo mineiro, o que favorece os trabalhos em campo em relação à colheita do café. “No extremo nordeste de Minas e Espírito Santo, uma semana com mais umidade com chuvas de 30 a 50 mm que ajudam a manter a boa umidade do solo, mas atrasam as operações em campo. Por outro lado, atenção para a baixa umidade relativa do ar no interior de São Paulo, que deve ficar abaixo dos 30%”. Centro-Oeste A semana começa com um pouco de chuva no oeste de Mato Grosso do Sul devido às instabilidades que atuam no Paraguai, mas a maior parte da segunda-feira (5) será de sol, com calor. Müller destaca as pancadas de chuva de moderada a forte intensidade no noroeste e norte de Mato Grosso. Entretanto, o tempo será firme no Distrito Federal e em todo o estado de Goiás. “A temperatura volta a se elevar em Mato Grosso do Sul e sul de Mato Grosso com os termômetros entre 38ºC e 40ºC, causando estresse térmico em lavouras de milho 2ª safra e no gado em confinamento”. O meteorologista ressalta que a umidade atinge somente o extreme sul do território sul-mato-grossense e noroeste de Mato Grosso, ou seja, em áreas de fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Nessas áreas, os acumulados variam entre 10 e 20 mm. Em Goiás, semana ensolarada, sem previsão de chuva. Nordeste Os temporais continuam entre Bahia e Sergipe, com o volume de chuva aumentando em Aracaju. Algumas pancadas fortes podem ocorrer no decorrer da segunda no litoral e norte doMaranhão. Tempo instável em Fortaleza (CE) e ar seco no interior nordestino. “A chuva se concentra em toda a faixa litorânea da região com chuva de 30 a 50 mm, porém, em áreas de interior o predomínio é de tempo quente e seco, mantendo as lavouras sob déficit hídrico”. Segundo o meteorologista, o alerta para o litoral da Bahia continua, especialmente para Salvador e região devido ao risco de alagamentos e deslizamentos de terra. Isso porque no litoral norte do estado, os acumulados de chuva giram em torno de 80 a 100 mm nos próximos dias. Norte Risco de temporal entre Acre, Amazonas, Roraima e o Amapá. Dia abafado com sol entre nuvens e chance de pancadas mais fortes entre a tarde e à noite, com risco alto para transtornos. De acordo com Müller, o tempo fica firme no sul do Tocantins. Semana mais úmida no centro norte do Pará, Amapá, de Roraima e centro norte do Amazonas, com acumulados que variam entre 50 e 70 mm. “No Tocantins, Acre, Rondônia, centro-sul do Amazonas e centro-sul do Pará, a chuva varia entre 20 e 30 mm. No geral, a umidade ajuda a manter as pastagens e os cultivos em desenvolvimento sem prejudicar os trabalhos em campo”, destaca. Segundo ele, a tendência nas próximas semanas é da chuva diminuir, reduzindo a umidade em grande parte das regiões até o final do mês. [ad_2] Source link